Portugaltunas - Tunas de Portugal

II Rupestunas
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II Rupestunas...

Resultados...

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J.Pierre Silva

O tal certame cujo cartaz foi ignobilmente plagiado

PortugalTunas prepara a rentree tuneril!
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PortugalTunas prepara a rentree tuneril!...

Em várias frentes em simultâneo!...

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Luis Viegas

Vao transmitir online algum festival?

Marta

O XVIII FITUP será transmitido online, nos dois dias, de acordo com a informação divulgada na página: http://www.tunaportucalense.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=132&Itemid=132 O El Açor também costuma ser transmitido online, mas não há informação disponível acerca do assunto. As transmissões são da responsabilidade das tunas em questão e não do Portugaltunas.

Faleceu Lúcia Oliveira
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Faleceu Lúcia Oliveira...

...membro da Tuna Feminina do ISCAP...

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R T

Em nome do PortugalTunas apresento os nossos mais profundos sentimentos à familia e TFISCAP.

Xabregas "EAISEL"

Em nome da Estudantina Académica do ISEL, as nossas mais sinceras condolências à Tuna Feminina do ISCAP. amigos mas prncipalmente à sua família. Este mês está a ser díficil a nível de perdas humanas no mundo tunante. Muita força

Joni

Em meu nome pessoal e em nome da Estudantina Académica de Castelo Branco, deixo as mais sinceras condolências à familia e à Tuna Feminina do ISCAP

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"EM ESCUTA..."......

"25 Anos de Sonho e Tradição" | EUC (2011)...

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EUC_Capacete

Boas RT! Por obra do Diabo ou do Espírito Santo estamos de acordo quanto à maior parte do que aqui escreveste. Só não estamos numa: as músicas que te soam "estranho" a ti soam mesmo "mal" a mim. Ou "rústicas", vá. A verdade, nestas coisas, é o que podemos oferecer de melhor - os prazos eram apertados… Claro que isto não serve para desculpar coisa nenhuma, até porque há, na minha opinião (que é sempre suspeita, ainda mais tendo feito parte da produção do disco) temas que resultaram fabulosos no final: a maior parte do fado de Coimbra, alguns originais e também nas "referências", principalmente a "Serenata do Mondego". Ou seja, para mim este trabalho foi aquele exame que correu muito bem mas em que não fizemos a(s) última(s) pergunta(s). A razão pela qual não incluímos temas do "Portugal Total" foi uma simples: sabíamos que dificilmente faríamos melhor (hoje tenho a certeza que não faríamos). Fica uma sugestão: nestas tuas análises podias também falar sobre o grafismo dos álbums. Penso que seria uma componente bastante engraçada, tendo em conta a evolução (natural) das coisas. No caso da Estudantina, por exemplo, é mesmo engraçado ver a evolução das capas ao longo dos anos (até nos cartazes do Festuna), a chegada do primeiro "Photoshop" e consequente "barroco", etc. De resto, só podes estar de parabéns por esta "review" em particular e pelo trabalho de dinamização do PTunas. Continuem!

João Paulo Sousa

Isto começa a cheirar-me a "esturro"! Já há muitos gajos da EUC a escrever por aqui, e ainda por cima, regularmente...

R T

Antes de mais, obrigado, meu caro! Temos para nós que uma review a um trabalho discográfico é - para lá do risco em si mesmo - algo que não deve ter como estandarte uma análise simplista e centrada apenas em aspectos técnicos (quer da gravação e edição, quer dos executantes); deve a mesma ter uma envolvente que faça perceber ao incauto leitor de ocasião do que, realmente, estamos a tratar. Ou seja, isolar um CD na vida de uma tuna pode ser algo perigoso. Assim, contextualizar o mesmo no tempo e espaço é, mais que a review em si mesma, uma outra forma de historiar quer a tuna em concreto, quer a tuna em sentido lato. Há pormaiores que dizes acima que eu desconhecia porque tinha necessariamente de desconhecer. Ainda bem que assim é, pois torna a critica isenta logo à partida. Sugestões tuas apontadas e serão devidamente acatadas em próximas reviews. Quanto ao resto, obrigado!

Gato Preto

Viva, caríssimo Até parece que estiveste por perto na gravação da obra. A leitura que fazes corresponde exactamente ao que se passou no terreno. O resultado de dois hemisférios diferentes abordados com metodologias diferentes. Mas tem a sua razão de ser quando se pretende repor a história de uma vida. A participação aberta a quem quisesse nos temas mais antigos em contraponto com uma quase caixa-forte no que ao resto disse respeito, traduz-se obviamente em diferenças. E o ouvido nota. Mas neste caso entende-se que a subversão da qualidade final em função daquilo que é o colectivo de uma Tuna tenha ocorrido já que de uma efeméride se trata. Quanto a isto, estamos conversados. Parece-me pacífico. Devo desde já dizer que vejo este documento como mais uma peça da comemoração dos 25 anos, do que propriamente a prestação do Grupo que pretende traduzir e partilhar o seu trabalho. Este disco, como tu bem referes, tem momentos em que estamos a ver a actual EUC com o seu actual desígnio estético, o seu rigor e postura mas com descarrilamentos totais quando se aventura em praias que não são as suas. Como o Capacete refere e bem, as abordagens ao Fado estão excelentes, o que não constitui grande surpresa tanto mais que ele circula nas veias de cada Estudantino. Temas como “Adeus Minho Encantador” e “Coimbra Menina e moça” são de facto grandes registos. Mas onde, na minha modesta opinião, se nota grande excelência é nas abordagens à Música Tradicional. Aqui, sim a EUC navega a todo o pano. Ouvir um original como “Chula do Povo” e as versões instrumentais de “No Palheiro” e “BachMedley” (perceba-se o seu enquadramento instrumental) é de facto transcendente. Eu que sou um fã do Bolero e da Rumba, o digo. Depois vêm os mas. Comungo da tua estranheza não só ao nível do registo, mas igualmente no repertório escolhido. Coisas há que ficaram de fora em detrimento de outras que têm mais importância para esta geração do que propriamente para quem de facto as interpretou. Das duas uma, se é repositório exige-se coerência histórica, se a questão for meramente apetite e gosto, então deve-se praticar primeiro e lavrar depois. Em suma, que já vou mais longo que o insigne fautor deste artigo, dizer que em abono da verdade o tenho, como não podia deixar de ser, na primeira fila da minha discografia tunante, como mais um exemplo vivo do que é poder fazer algo com recursos zero. Ao fim e ao cabo o reflexo de 25 anos a viver com uma mão à frente e outra atrás sem nunca contar com o trabalho de mais ninguém a não ser com o que se faz semanalmente pelos seus componentes às 2ªs e 4ªs na Sala de Ensaios. É assim a EUC. Grande abraço

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