Portugaltunas - Tunas de Portugal

Bruno Serra

VIII ENT (união e seriedade)

Caros Tunos de todo pais. Deixemos os assuntos que nos separam de lado iniciando uma base de diálogo que nos una para que se possa realizar um ENT do melhor.
Como já foi dito, a RTUB compromete-se a organizar o VIII ENT, para isso peço a todos que com a seriedade necessária sejam mais objectivos nos vossos comentários.
Não façam testamentos, nem entrem em picardia. Em nome da RTUB, e pelo que o ENT deve significar para o panorama actual das tunas, peço que façam sugestões viáveis e concisas. Não esqueçam a razão por que lutamos, porque nos chamamos de Tunos.
Sem mais assunto um grande bem haja a todos, aguardo boas sugestões.

 

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Bruno Serra
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Nós neste ENT já usamos o modelo de não fazer actividades de manhã, porque para receber é preciso dar, e não vamos privar os participantes de desfrutar da noite brigantina, boa sugestão.
Explica melhor a parte de workshops interactivos...

 

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Maia TAUTAD
responde a Bruno Serra:

CITAR:
Uma sugestão para um ENT interligado e participativo…..(num ápice e resumidamente):


1º) Uma palestra (entre 45 minutos e uma hora máximo). Tema: “ A Tuna ontem e a Tuna hoje em Portugal; o que as liga e o que as afasta”. Perceber-se o que foi a Tuna nos seus primórdios em Portugal e como ela surge no meio universitário; percorrer objectivamente as várias fases da evolução do fenómeno e parando hoje, 25 anos após o “boom” de fins dos anos 80/princípios de 90 do Século XX.


2º) Um debate (entre uma hora e hora e meia): Debater-se, pegando em pontos, momentos mais importantes do dito na palestra e deixar fluir o debate, com perguntas e respostas entre todos, mantendo uma mesa a moderar. Seguramente que esse debate irá abrir subtemas ligados ao tema da palestra, já de si de uma abrangência grande. Obviamente que o debate irá parar entre aspas no que é hoje a tuna estudantil em Portugal, pois o tema da palestra indicia esse caminho no debate.


3º) Uma Tertúlia (tempo livre): Num formato leve, mais descontraído, mais – e usando um termo já usado, caseirinho – todos poderão intervir no sentido das questões que o debate levantou, deixando a sua opinião e exercendo o contraditório. Pode ser à mesa de jantar, numa tasca (sem barulho preferencialmente…) ou bar mais lounge, etc.


4º) Um Workshop: P.ex. “Organização de eventos tuneris: dos convites ao dia seguinte do evento”. Pode-se simular uma organização de um festival, no tempo e no espaço propostos – em jeito de case study – e distribuir por todos os presentes tarefas inerentes à organização de um simulado evento de tunas, colocando constrangimentos à medida que os vários grupos vão fazendo o seu trabalho respeitando um calendário para cumprir as suas tarefas; isto obriga a que cada grupo de trabalho – o da logística, o dos convites, o do som e luz, o do teatro, o da SPA e por aí adiante – sejam “obrigados” a lidar e a trabalhar uns com os outros. Pelo meio, um “gestor” do workshop vai colocando entraves, facilidades, novidades, tunas a falhar uma semana antes e por aí fora. A capacidade de resolver estes problemas organizativos, de os prever até, pode ser largamente melhorada com um workshop assim. Ou seja, todos aprendem com todos e levam para casa mais qualquer coisa.


5º) Sessão de encerramento e conclusões finais.


Eu acho que isto também devia de ficar aqui. Se houvesse um ENT assim, eu certamente iria.

 

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R T
responde a Bruno Serra:

Caro Bruno, bom dia!

Louvo desde já a tua vontade e disponibilidade ao abrir este tópico, pedindo aquilo que é óbvio a todos, parece-me muito bem e aplaudo de pé.

Contudo - e agora escrevo em nome do Portugaltunas apenas - recordo que este fórum tem regras para a sua utilização. Cada um é livre para escrever como bem entender desde que cumpra as regras existentes. Se apelas ao poder de síntese e linguagem mais "peace & love" apelas muito bem. Mas perceba-se que cada um tem a sua forma de escrita e que deve ser respeitado por isso mesmo.

Malta, cá está uma excelente oportunidade de porem o ENT a "entrar de chancas" futuramente!!

Abraços & beijos!

P.S. - A minha sugestão está mesmo acima. Contudo, continuo a achar a sugestão da Susana "Patroa" mais eficaz, ou seja, um forum próprio.

 

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R T
responde a Bruno Serra:

Bruno, lê o ponto 4º) acima - no post do Maia - e tens aí um workshop intercativo. Aliás, sugerido por mim ANTES do último ENT a vós, organização.


Abraços & beijos!

 

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R T
responde a R T:

Deixo-vos com conteúdo do mail que enviei à RTUB em 29 de Setembro e em concreto sobre ofigurino de workshop que sugeri e sugiro:

"Boa Noite.

De acordo com contacto telefónico de hoje, deixo-vos um link do meu blog que, a seu tempo, deixou algumas sugestões:

asminhasaventurasnatunolandia.blogspot.com/2010/08/aventura-do-repensar-do-ent.html


Um Workshop sobre como organziar um certame pode ter vários momentos de interacção com os participantes e o responsável pelo mesmo.

Organizar desde logo o certame, por etapes, formando grupos com os participantes - grupo para convites, outro para som/luz/cenografia/etc, outro para alojamento/alimentação, outro para logistica (guias, protocolo, etc) e por aí fora.

Marcar um calendário para todos os grupos terem pronto a tempo e horas as suas tarefas, o que obriga a interacção entre todos ou alguns dos grupos - ex: só sabendo que tunas vêm e com quantos elementos vêm é que se pode verificar alimentação/alojamentos certos para todos.

Seguem um calendário com um ano de antecedência, simulam situações que ocorrem - ex: recusa da Tuna X ao convite e depois decidire o que fazer: ou convidar outra, ou não convidar substituta e por aí fora.

Ou seja, colocar problemas ao longo do worshop que servem, essencialmente, para, através da simulação, gerir toda a máquina organziativa no tempo e espaço, com os recursos disponiveis a dado momento. P.ex: podem partir de um orçamento de 10.000 euros e a meio do worshop, o responsavel do mesmo informa os grupos que surgiu mais um apoio em dinheiro do IPJ, p.ex, no valor de 1000 euros: que fazer com esse dado novo?

E por aí fora. Podem simular a organização com trabalhos mensais - mês a mês - para os grupos poderem trabalhar ao mesmo tempo e separadamente ou conjuntamente quando for caso; deadlines para terminar, prazos para cumprir e por aí fora. Toda a gente está envolvida em organizar o certame.

É uma ideia que podem explorar, é interactiva, dinâmica, obriga todos a participar e acima de tudo, toca todos os pontos da organziação e da vivência de uma tuna (dinheiro, apoios, meios disponiveis, etc etc etc).

Espero ter ajudado!

Abraços e votos de sucesso!

RT"

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a Bruno Serra:

Boa tarde. A meu ver, quem participa nos workshops devia fazer isso mesmo, participar. Imagina que se vai a um workshops de pandeiretas. Para além de se ver como se faz, devia tentar-se fazer para que se fosse corrigido. É que vai uma diferença enorme entre ver e praticar...

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Dearest Mãezinha:

Foi o que sugeri, precisamente, ANTES do último ENT, em tempo mais que oportuno, de viva voz e a quem de direito. Aliás, o modelo que apresentei, então - como acima se comprova - propõe essa interactividade não só no workshop, basta ler o mesmo para se perceber isso mesmo.

Mais ideias, precisam-se!

Abraços & beijos!

 

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O Conquistador
responde a Bruno Serra:

Caro Bruno:

as ideias já aqui apresentadas pela Mãezinha e pelo RT parecem-me excelentes ambas.

De facto, de manhã as actividades pouco rendem - pelo menos foi o que me foi dado a observar no único ENT em que participei.

No entanto pode haver uma forma de rentabilizar as manhãs do ENT se os workshops forem realizados da parte da manhã - eventualmente a partir das 11:00, por exemplo. E isto por duas ordens de razões:

1. Os workshops versam sobre assuntos muito específicos - bandolim, estandarte ou, como no exemplo da Mãezinha, pandeireta. Têm, por isso, um "público-alvo" muito específico e reduzido, isto comparativamente às mesas redondas, que, por regra, versam assuntos de âmbito mais geral e se destinam a públicos mais vastos.

2. Por regra, os workshops têm uma duração mais curta (uma hora ou por aí) e raramente têm tendência a prolongar-se, ao contrário dos debates, por exemplo. Além disso, os workshops são objecto de inscrição própria, para além da inscrição no próprio ENT (não faz sentido promover um workshop de ferrinhos, por exemplo, se não houver inscritos).

Assim poder-se-ia matar vários coelhos de uma cajadada:

- rentabilizar uma parte do dia sem obrigar os interessados a grandes "madruganços";

- libertar as tardes para o debate/comunicação de assuntos mais "teóricos" e que tendem a prolongar-se (já que as conversas são como as cerejas) - e agora com o plenário lavado, almoçado e bem disposto;

- libertar as noites para as "tertúlias", dando algum tempo de descanso e reflexão sobre o que se foi passando durante a tarde - e é muito mais agradável filosofar de papo cheio, à volta de um bom charuto e um bom cálice de CR&F ou um whiskizito..

- realizar os workshops em dois dias, em vez de os concentrar todos no último dia, como se tem feito ultimamente - de alguma forma "atirando-os" para a "periferia" dos trabalhos.

Ficam as sugestões.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Bruno Serra
responde a O Conquistador:

Caro Conquistador, já e difícil ter o pessoal para almoçar entre o meio-dia e a uma mais difícil é ter alguém às onze, por isso as actividades terão início as 14h, para que possam participar nelas o máximo numero de participantes!!! Não é descabido a forma como pensa, e é uma excelente ideia, mas até para o pessoal da logística é muito desgastante, porque é preciso estar as 6h para levar o pessoal à pousada e logo de seguida e preciso estar as 10h30 para os voltar a buscar...

 

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J.Pierre Silva
responde a Bruno Serra:

De facto assim é, mas isso insera uma falácia:

O pessoal vai ao ENT com que objectivo principal?
Obviamente que também para se divertir, nada a obstar. Mas não será também pedagógico relembrar que não se pode colocar o ENT a reboque do lazer, mas antes de um intuito formativo?

Tal como muitos vão porque querem mais participar em debates, certamente que outros preferem os ateliers.
Se eu tiver um atelier de que goste (e que até é um dos principai smotivos para eu ir - sei lá, porque é o Júlio Pereira que o vai ministrar, suponhamos), por certo que não esticarei a noite, de modo a poder estar a horas para participar.
O mesmo se outra pessoa for ao ENT porque vai falar um consagrado construtor de instrumentos: deitar-se-á a horas para poder, também a horas, estar nessa palestra.

O programa deve ser inteligente para não pedir o impossível (ateliers ou debates às 10 da manhã seriam um deserto, porventura), mas também não pode deixar de aproveitar o tempo. Um programa bem urdido não pode promover um certo laxismo ou preguiça,não pode subordinar-se ao horário da discoteca ou do bar, mas sim aos objectivos para que foi criado.

Estou seguro que com ateliers às 11h00 ou 11h30 (até às 13h00) não deixarão de ter participantes, até porque não é um ahora assim tão impraticável. Agora parte dos tunos o sentirem essa responsabilidade de que não vão para o ENT para passear - ou se vão, o ENT não acode a fazer as vontades em detrimento do seu papel, do seu objectivo e do exemplo que deve ser em matéria de excelência e boas práticas.

É a tal observação que vem sendo feita há muito tempo por alguns de nós: o por vezes (muitas vezes, diga-se) o ENT dar demasiada importância ao que é periférico, em detrimento da sua "obrigação" enquanto espaço sério de formação.

Eu prezo muito a farra e o convívio, mas indo para o ENT, sei quais a prioridades.....e não deixo de também cumprir o programa de festas e divertimentos (mas tudo com peso, conta e medida).
O ENT deve ser uma festa, mas não é uma festa.

O próximo ENT deverá, por isso, a meu ver, saber ser previdente, não colocando actividades de manhã cedo, mas, por outro lado, não deixando de as ter, de modo a optimizar o tempo. Deverá é saber que actividades colocar.

No ano passado, o atelier com o Carlos Clara Gomes foi bastante (muito) concorrido....e foi de manhã (ao final da manhã).

Peço, pois, que tenham isso em atenção, ao invés de airarem logo a possibilidade para canto.

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Pierríssimo:

Na teoria não poderia estar mais de acordo com o que dizes, como me parece pacífico.

Acontece é que - e como bem sabes - a prática mostra-nos outra coisa diferente, muito diferente. O modelo que apresentei e defendo não prevê nada de manhã por força da prática recorrente de ENT para ENT. Ou seja, cede aí para ganhar nas tardes. Contudo, a hipótese apresentada pelo Conquistador faz muito sentido, até: uma solução de compromisso.

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Bruno Serra:

Caro Bruno:

há aqui algo que não estou a perceber bem:

«para o pessoal da logística é muito desgastante, porque é preciso estar as 6h para levar o pessoal à pousada e logo de seguida e preciso estar as 10h30 para os voltar a buscar...»

Toda a gente participou em todas as workshops? Isso é inédito, porque normalmente só participam os interessados, que, nas edições anteriores, constituíram sempre uma minoria. Nesse sentido, por maioria de razão só esses é que terão de fazer um esforçozinho suplementar para se levantarem a tempo e horas, podendo o resto continuar a "meditar" mais uma hora ou duas. Digo eu.

Então há pessoas a ir buscar os "meninos" tunos à pousada e a ir lá levá-los?... Então o pessoal não se desenrasca? Ou será que a pousada a que te referes (se calhar a Pousada da Juventude de Bragança) fica retirada da cidade e não é praticável ir a pé?

Bom se as coisas são assim, naturalmente torna-se um pouco complicado. Sugeri as 11:00, mas pode muito bem ser 12:00-13:00/13:30. Bem sei que há que articular com as horas dos funcionários das cantinas, etc.

De qualquer modo, ficou a sugestão. Pode ser que dê, pode ser que não. pelo menos, há mais uma carta em cima da mesa - e já se viu duques a valer mais que ases :)
aBRAÇO E

BOA MÚSICA!

Isso é que é saber receber, bolas :) Para o ano tenho mesmo de ir a Bragança - ser levado de popó de e para a pousada - ena, ena! Viva o luxo!

 

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Bruno Serra
responde a O Conquistador:

Não ponho a ideia de parte, mas devem compreender que, se podermos fazer as actividades só a partir da 14h, é vantajoso para todos!
1º é vantajoso por parte de organização porque pode dar maior conforto a todos os participantes com menos desgaste, visto que Bragança não é um cidade plana...
2º é vantajoso por parte dos participantes, porque por um lado as tertúlias da noite podem ter maior duração, e por outro, podem desfrutar mais da noite...
Agora se não for possível agregar no programa tudo que faz do ENT um bom ENT, porque não?

 

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J.Pierre Silva
responde a Bruno Serra:

Tudo irá depender da aposta em Workshps.
Voltar ao modelo usual com N ateliers para instrumentos ou concentrar o tempo num ou 2 que congreguem todos os participantes?

O esquema actual, principalmente quando implementado à tarde, leva a que todos aqueles que não pretendem participar em ateliers por instrumento fiquem com um hiato de tempo sem actividade alternativa - por esse mesmo motivo é que deslocar os ateliers para uma manhã (no final da mesma) será mais adequado, a meu ver. Continuo convicto que é o mais eficaz.

Contudo, e optando por mudar o esquema e colocar 1 ou 2 worekshops destinados a todos, certamente que se deve agilizar a coisa num horário mais eficaz.

Proponho, com atelier de trabalho geral, o simulacro de um ensaio (como se fez no ano passado - e que resultou muito bem), trabalhando um tema novo ou minimamente conhecido, no qual haveria espaço para trabalho instrumental (aí, sim funcionariam, de facto, os ateliers por instrumento) e também vocal (harmonia a 3 ou 4 vozes) - somando-se o trabalho de pandeiretas e estandartes que teriam trabalho de atelier para imaginar as coreografias para o tema em questão.
Este tipo de actividades implica, por si só, o gasto de algum tempo (umas 2 a 3 horas), pelo que menos fácil de "arrumar" num sábado à tarde, uando se pretende espaço para debate (a partir de uma plestra prévia), porque são precisamente os debates participados, com perguntas e respostas, comentários e considerandos que gastam mais tempo (como é natural).

Também sugeria uma proposta alternativa à "night": ao invés de "empacotar" tudo prá discoteca, existir um espaço onde os tunos pudessem continuar a conversa da tertúlia, tocar, cantar e estarem mais em ambiente de convívio tunante (um pouco como sucedeu no ENT de Coimbra ou Viseu). Por ser um evento tunante, tenho sentido que os anteriores ENT não promoveram suficientemente esta componente, não se criou espaço destinado, de facto, à partilha musical, entre copos e pevides).

De resto, subscrevo o já dito pelo RT e Conquistador (algo que não é novidade, pois já foi falado e sugerido para anteriores ENT) sobre um fio condutor: palestra seguida de debate e, depois de jantar, tertúlia. Partir de um ou 2 temas cruciais e pertinentes a tratar na palestra e debate para, em tertúlia, o tema derivar para outros aspectos.

Fica mais este contributo.

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a R T:

Eu comprovo sim senhor, sugeriste.. Achei por bem relembrar o senhor Bruno, não fosse ele esquecer-se!

Ainda a acrescentar que a pé a pousada não me pareceu lá muito em caminho, não.

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a Maia TAUTAD:

Este ENT em pouco diferiu da tua proposta, à excepção do ultimo ponto, a RTUB postou, e bem, em assuntos relacionados com associações juvenis (IPJ).
Mas devias ter ido, sempre era mais gente d Vila Real, eheheheh, beijinnho

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Maezinha...a proposta não é do Maia, por acaso até é...minha, ele citou-me.

Abraços & Beijos!

 

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J.Pierre Silva
responde a Bruno Serra:

Mas uma possibilidade para um atelier:

- Sobre como dispor uma tuna em palco (imagem e optimização do som)

1º- para se obter melhor rendimento dos microfones: O lugar que devem ocupar pandeiretas e porta-estandarte (quando muitas vezes estão fora do alcance dos micros); que instrumentos devem ter um micro mais direccionado; que atenção se dá às vozes e à fila de trás. Como se utilizam 20 ou 10 micros.
2º- Uma viola deve ser colocada mais acima (perto do queixo) ou mais abaixo tipo rockeiro (e quem diz viola diz outro qualquer instrumento)? Faz diferença o modo como ajeitamos o instrumento ao corpo em termos de equilíbrio sonoro (seja com ou sem micros)?
3º- Como se organiza a própria disposição da tuna: por naipes vocais, instrumentais, por alturas, por hierarquia........? Como fazem usualmente Vs como se deve fazer?
4º- que praxis/postura em relação ao bem trajar em palco?
5º - definição espacial (marcações) para intervenção de pandeiretas (como devem entrar, e sobretudo sair de cena) e estandarte (e sobre o estandarte, a questão das bandeiras no chão).
6º erros comuns a evitar, estando em palco, em termos individuais e colectivos.

Nesse atelier, seria preciso a orientação não apenas de um magiser de craveira, mas de um entendido em sonoplastia (técnico de som), também de quem perceba um pouco de teatro (sobre estética, marcações) e um generalista que entenda da praxis tunante (sobre aspectos como estandarte, traje) e da gestão de um atuna em palco.
Um atelier onde todos teríamos a aprender sobre algum aspecto, de entre os enunciados acima.

 

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Bruno Serra
responde a J.Pierre Silva:

Deixando em aberto, uma Jam no ENT, em que todos podem tocar e em que todos podem compor!
Anuncio desde já que a RTUB, está a preparar uma base musical, que ficará disponível online nas próximas semanas, para os diferentes tunos fazerem arranjos musicais ou vocais, que possam ser acrescentados a essa mesma base. Isto, tem como objectivo juntar todos esses arranjos, e durante o ENT todos os que contribuíram para a musica final, tocarem e cantarem como um grupo só!!!
Desta forma pode fazer-se um workshop interactivo com vários instrumentos...!

 

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Tiago Nogueira
responde a J.Pierre Silva:

Muito interessante...
Confesso que já me interroguei sobre esses primeiros pontos todos várias vezes. Provavelmente já todos o fizemos. Acrescentaria também aí a questão do passo durante a música: haverá uma forma correcta de o fazer? deverão todos os elementos fazer dessa forma ou deixar-se ao livre arbítrio de cada um? deve fazer-se em todas as músicas? o passo no sentido invertido, na segunda fila, será importante?
Isto porque falaste em questões estéticas, também.
Penso que a questão dos micros será importante também para quem estiver interessado em organizar festivais: que tipos usar e em que quantidades,...
Seria, de facto, um tema muito pertinente.

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a J.Pierre Silva:

A teu ver, apesar de cada tuna ser diferente, achas que se deveria também falar daquilo que se deve ou não evitar dizer em palco?

Pergunto isto porque há coisas que não caem bem ao público.

Beijinho

 

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Bruno Serra
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Se tudo correr como o esperado, durante a próxima semana, neste mesmo fórum, eu anunciarei o link onde podem visualizar e ouvir a base,e também o link para onde poderão enviar os vossos arranjos...

 

[responder a "Bruno Serra"] [denunciar abusos]

R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

My Dearest;

Não é preciso pedires desculpa, de todo! Aliás, mais do que a ideia ser minha ou não, será a validade da mesma. Aliás, a ideia é de todos, se for boa, nos ajudar, se melhorar o ENT e por aí fora, por isso, Maia amigo, a ideia também é tua!!

Jokas & Abraços!!

 

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J.Pierre Silva
responde a Bruno Serra:

É uma boa ideia.
Não sei de me atiraria para um tema inédito. Idealizar uma letra (que pode nem ser do agrado geral) e, depois, musicá-la, é um esforço que, para quem tem prática na área, é sabido não resultar com muita gente.
Pessoalmente, começaria por pegar num tema mais ou menos conhecido e tentar dar-lhe a volta.

Alerto, entretanto, para o cuidado a haver no que concerne ao envio de arranjos.
Provavelmente não aparecerão muitos, mas na eventualidade de assim não ser, como se processa a escolha e quem a faz?
Digo isto porque um bom arranjo harmónico pode entrar em conflito com um outro instrumental.
A gestão de algo assim não é, quanto a mim, muito viável.
Eu sugeriria que fossem contactadas pessoas "experts" na área (temos tunos de reconhecida qualidade no nosso meio) que pensassem no arranjo de um tema (em termos vocais e instrumentais), suficientemente aberto para poder receber contributos de todos os tunos, suficientemente simples para ser acessível aos participantes do ENT (e ensaiável durante o tempo do atelier - embora tenha de haver já material "definitivo" para os tunos o trabalharem em casa, antes do ENT).

Numa fase inicial, todos receberiam os arranjos para treinarem e poderem, porventura, acrescentar/enviar uma ou outra ideia ou sugestão. Os responsáveis (ou responsável) receberia esses contributos e levá-los-ia, ou não, em conta. E poderia, quiçá (e seria interessante), ao trabalhar o tema no próximo ENT, até explicar por que razão esta ou aquela sugestão não pôde ser contemplada (numa verdadeira dissecação das técnicas de composição e, no fundo, numa verdadeira aula de música).

 

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J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Um assunto pertinente, mas muito subjectivo. Pode sempre haver um ou outro alerta para o modo como devem ser apresentados os temas (por exemplo relembrando o imperativo de citar autores, principalmente quando o tema não é original), o evitar de paródias e piadas que gastam tempo (e a paciência, muitas vezes), evitar a brejeirice gratuita, entreoutros. Mas é assunto sensível. Poderá ter lugar dentro da postura e praxis, mas não faria grandes incursões nesse campo.

 

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Bruno Serra
responde a J.Pierre Silva:

A ideia seria mesmo um original, que numa 1ª fase seria composto por duas partes distintas numa base relativamente simples apenas com quatro instrumentos: viola, acordeão, baixo e bandolim.
A segunda fase, que começa se tudo correr com o previsto na próxima semana, daria azo a integração de vários instrumentos tocados por diferentes tunos de diferentes tunas...
A terceira fase seria o arranjo vocal e selecção de letras...
Estas 3 primeiras fases ocorreriam antes do ENT.
A quarta e ultima fase seria feita durante um workshop no ENT, que teria como objectivo fazer o arranjo final( principio, meio e fim). Este englobaria a parte do ensaio, a parte da disposição em palco, entre outros e muitos assuntos que surgem a cada ensaio e a cada actuação que cada tuna tem ao longo de um ano de actividade...

 

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Marco Pais
responde a Bruno Serra:

Acho a ideia bastante interessante....De certa forma vem ao encontro da ideia de fazer um workshop sobre ensaio, coreografias, sonoplastia, disposiçao em palco....Enfim tudo aquilo em que as tunas trabalham no seu dia a dia.Em vez de faze-lo com um tema que todos conhecem, seria feito com um para o qual varias pessoas trabalharam, não só da RTUB, mas tambem de todos os que quiserem dar o seu contributo.è também uma forma de começar a envolver e cativa mais gente.Gostei...
Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Bruno Serra:

Só um alerta de pormaior importância: a harmonia tem de ser concomitente ao arranjo instrumental (um ser pensado simultâneamente ao outro), sob pena de, principalmente no que toca às vozes, limitar perniciosamente as opções de harmonia vocal. Por ser uma das áreas onde me movimento com algum à vontade é que faço este reparo.
Por esse mesmo motivo é que a base, vocal e instrumental teriam de passar pelas mãos de apenas 1 a 2 pessoas.

 

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Bruno Serra
responde a J.Pierre Silva:

Uma das coisas que estamos a pensar fazer é abrir um blog só para este workshop, em que o pessoal pode dar a sua opinião em relação aos arranjos propostos vantajosos, e assim aumentar a extensão que o ENT poderá ter no panorama actual das tunas;

 

[responder a "Bruno Serra"] [denunciar abusos]

Marco Pais
responde a J.Pierre Silva:

Tenho de concordar contigo, poderá não ser facil gerir o trabalho, já que este é feito por muita gente, e esperemos mesmo que esse seja um problema, é sinal que há muitos interessados em dar o seu contributo.Mas mesmo assim é de tentar, quem sabe o que poderá sair daí?Mais tarde pode-se sempre entregar o projecto a alguem suficientemente capaz de poder corrigir eventuais falhas...Estamos a 1 ano do proximo ENT, acho k se pode tentar, sem que isso possa prejudicar o evoluir dos trabalhos, já que os interessados dedicar-se-ão a isso em casa.
Abraço.

 

[responder a "Marco Pais"] [denunciar abusos]

R T
responde a Bruno Serra:

Parece-me uma boa sugestão, de facto.

Será importante não se esquecerem de criar um forum especifico para o VIII ENT, conforme a Susana "Patroa" sugeriu e muito bem.

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Marco Pais:

Caberá à organização definir a melhor metodologia, ponderando todos estes factores.
É apenas mais uma possibilidade de Workshop, poderão haver outras (como exemplificou o RT).
Nesta, em particular, pode não se querer ir tão além e fazer algo mais simples (por vezes é melhor e mais eficaz), principalmente porque é preciso jogar com o tempo disponível. Quanto mais se quer fazer, mais tempo necessário será dispendido.
Por cero a organização ajuizará em conformidade com o horário pretendido.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Marco Pais:

«pode-se sempre entregar o projecto a alguem suficientemente capaz de poder corrigir eventuais falhas»

É o que parece mais sensato, até porque - e como diz o ditado - "muitos cozinheiros estragam a sopa..."

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Bruno Serra:

Tenha a organização o cuidado de escolher uma data que, pelo menos, não coincida com o próximo FITU, isto porque, para o ano, será a sua 25ª edição a qual também assinalará o centenário da fundação do OUP.
Esperam-se inúmeras iniciativas que também passarão, porventura, por palestras e actividade similares às que são próprias oa ENT.

Muitos "habitués" do ENT estão, de alguma forma, ligados ao FITU ou ao Orfeão, e muitos outros participarão nas suas respectivas tunas (não sei ainda, obviamente, mas é provável que participem inúmeras tunas ligadas à TUP e ao FITU historicamente e por laços de amizade e irmanação - muitas são as que são afilhadas da TUP e quererão associar-se às comemorações).
Muitos outros tuns do país não quererãoperder a oportunidade de marcarem presença numa data marcante da história tunante nacional, naquele que é o mais antigo certame do país.

O ENT não tem de andar a reboque, mas deve ser previdente: se há quem defenda que trabalhos de manhã são inviáveis porque o pessoal fica na cama, o mesmo dizer da escolha da data (porque julgo que se pretende uma maior participação).

Fica o alerta.

PS - Sugiro que o ENT estabeleça contacto com a TUP de modo a sincronizarem as datas e evitarem a sobreposição.

 

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Menina Kati
responde a Bruno Serra:

Ó Jean Pierre, há mais festivais nessa altura, este ano a data do ENT já estava marcada quando apareceu a data do FITU, pelo menos que se soubesse na altura. Só em Viseu vão ser marcados dois festivais nesse mês, mais o Festuna da EUC, e mais uns quantos, não se pode dar atenção a todos!

 

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J.Pierre Silva
responde a Menina Kati:

Não se trata, aqui, de tentar um dia sem festivais, mas evitar "O" festival. Este ano foi o FESTUNA que se assumiu como o grande evento do mês, dado festejar os 25 anos da EUC (e que nem foi na mesma data do ENT).

Para o ano será o 25ª aniversário do FITU e o 100º do OUP. Não se pode ignorar tal, porque não se trata apenas do mero festival em si, como compreendes.

Que hajam outros certames, seja em Viseu, Lisboa ou Braga nesse mês, parece-me pacífico, porque sempre houve certames em altura do ENT. Mas evitar, tanto quanto possível, coincidir com datas históricas e significativas para a comunidade tunante (datas essas que não se celebram todos os dias), parece-me a atitude correcta.

Não custa nada, julgo eu, que o ENT acerte agulhas com a TUP/OUP. Só lhe fica bem.

Os outros certames, para o ano, não têm a dimensão e carga significativa que terá o FITU, por isso é que é por uma questão excepcional, nada mais.
O ENT não tem de pedir "licença" para calendarizar, mas pode ser cauteloso e sagaz.

Abreijos.

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Bom dia a todos!

Uma vez mais, será o bom senso a ponderar nestas matérias. A meu ver o ENT é autónomo em matérias de calendarização, o que não significa autista, note-se. O mesmo se deverá passar com qualquer organização de certames na mesma altura, o que muitas vezes não ocorre, note-se novamente.

Caberá seguramente aos organizadores do próximo ENT terem essa sensibilidade e bom senso. Just. Bem como se espera que os organizadores dos eventos tunantes também a tenham. Não havendo, ficará sempre mais realçada a impossibilidade da ubiquidade...

Abraços!!!

 

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Menina Kati
responde a Bruno Serra:

Vocês até têm uma certa razão, mas já aconteceu mais vezes ter-se falado com organizações de festivais para as datas não coincidirem, isto com muito tempo de antecedência, e toda a gente fez orelhas moucas.

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a Bruno Serra:

O mais sensato será a organização do ENT entrar em contacto com a outra organização e pedir para se chegar a acordo. De resto, parece-me que não temos muito a comentar sobre este assunto. A organização do ENT lá nos comunicará :)

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Sem dúvida, Mãezinha, sem dúvida, é mais que sensato que assim se proceda, de acordo!

Jokas!

 

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Macieira .
responde a Bruno Serra:

Acho que na minha opinião deveria haver um tema/debate no ENT relacionado com os festivais.

"O que seriam a maioria das tunas de hoje sem os festivais? / Quantas Tunas existiam hoje se não houvesse festivais?"

Abraços!

 

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Gato Preto
responde a Macieira .:

Caro Macieira,

Esse tópico é crucial.
Quando se trata de matéria de sobrevivência devemos discutir tudo. Sem tibiezas.

O que veicula a Tuna? A quem chega? Para que serve?

Será que existiremoa apenas em função de nós próprios?

A que nos obrigam os Festivais? À evolução musical, claro. À imposição ou subversão de condutas? À catarse artística das nossas Tunas? Ao abdicar dos pilares nos quais inicialmente nos fundamentàmos?

Poderia estar aqui eternamente a questionar.
As respostas, invariavelmente são as mesmas de há anos atrás. As soluções é que não.

Abraço.


 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a Gato Preto:

Questiona, é sempre bom pensar-se nas respostas :)
Concordo. São questões importantes a ser debatidas...

Gostaria de ver aprofundado um tema que considero de alguma importância: Festivais vs Encontros.

Penso que talvez assim se apaziguasse a ideia de tunas de primeira e segunda "divisão". Sou da opinião que andamos todos ao mesmo e somos todos iguais. Porém, gostaria de ouvir pessoas com mais experiência e "bagagem" a falarem sobre o assunto.

Saudações,

Avé Baco!

 

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Gato Preto
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Cara Mãezinha,

Não vou debater aqui o assunto que propões. E não o faço devido à sua pertinência.
Acho que seria desaproveità-lo já que ele exije um tópico próprio.

Portanto, porque não abres o assunto como sujeito num novo tópico? Terei todo o gosto em participar, claro!

Vou arriscar enviar-te um beijo acreditando que és "ela"...lol

 

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R T
responde a Bruno Serra:

Boa tarde!

Sou a solicitar, já na abertura do ano, o ponto de situação relativo á próxima edição do ENT em Bragança, novamente, isto partindo do pressuposto que a máquina já mexe desde o final do último.

Aguardo, então, notícias!

Abraços!

 

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R T
responde a R T:

Boa tarde!

Renovo o conteúdo do post que antecipa o presente e informo também que foi criado no Facebook a página do ENT.

Aguarda-se então, novidades!

Abraços & Beijos!

 

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