Portugaltunas - Tunas de Portugal

Mãezinha Baco's Tuna

VII ENT, CONSIDERAÇÕES GERAIS

Ora muito boas noites!
Tive o prazer de ter estado no VII ENT, em Bragança. Sob organização da RTUB, como se sabe, a coisa até correu bastante bem!
O preço foi bastante acessível para a forma como todos fomos recebidos. Enchemos a barriga de comida, o fígado de cervejinha e os olhos de sorrisos e gargalhadas!

Tenho lido, de alguns meses para cá, alguns comentários menos construtivos sobre este ENT. Mal foi divulgado o programa, choveram críticas a tudo e a mais alguma coisa. A verdade é que ninguém apareceu para dar o seu contributo. Fizeram mal. À parte do frio desagradável de Bragança, este ENT, a nível logístico e de conteúdo, foi absolutamente fenomenal.

A RTUB teve o condão de fazer algo que poucas outras tunas conseguiram ao longo destes anos de ENT - conseguiu utilizar um espírito mais "caseirinho", com mais união, para que todos pudéssemos partilhar experiências e conhecimentos. Parecíamos uma grande família, dispostos a entreajudar-nos.Todos tiveram oportunidade de falar, todos tiveram direito à sua opinião e, mais importante que isso, não houve lavagem de "roupa suja". Nesse ponto, que seja atribuído, numa escala de o a 10, um 11 à RTUB.

Quanto ao programa em si, que tanto foi criticado, como já referi, poucas ou nenhumas falhas teve. Os workshops foram de grande utilidade ( à parte do de violino... ele lá tocar, tocava :) ) e foram cumpridos a tempo e a horas. A tertúlia de tema livre, que tanta controvérsia gerou neste universo para o qual escrevo.. foi... de louvar! Falámos do que quisemos, trocámos opiniões, gargalhadas... esclarecemos dúvidas... Pusemos, não só na mesa como em todo o ENT,de parte o sentimento de "rigidez". A sensação de que " é tudo muito sério". Aquele pensamento que ocorre a tantos de nós "mas vim eu para tão longe para estar a ouvir este tipo falar?!". Critiquem-me à vontade, mas a verdade é que muitos de vós assim pensam.

Parabéns Bragança, Parabéns RTUB!

 

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J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Se correu bem, fico feliz em sabé-lo.
É positivo que quem optou por ir até Bragança deu o tempo por bem empregue.

Já agora, e como forma de contributo, poderia dizer-me, quanto aos debates/tertúlias, que conclusões daí retirou?
Ou seja, sobre o assunto X conclui-se que....., sobre o assunto H verificou-se B, etc., de maneira a que a comunidade tunante possa beber um pouco das reflexões feitas.
Que dúvidas foram ilucidadas que conhecimentos foram trocados? Seria útil à comunidade ter um feed-back (infelizmente, até hoje, e isso sim é uma falha, não houve publicação de actas ou sumário dos anteriores ENT, salvo alguns textos levados a alguns ENT por pessoas que deram palestras.


Quanto a contributos, verificará, s reler, que ele foi dado com sugestões e reparos (e mais não foi porque não foi pedido).

Quanto a demais considerandos, nomeadamente sobre a comparação psitiva que faz deste ENT, diga-me quais foram os anteriores ENT com os quais comparou este.

Saudações.

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Antes de mais, boa tarde.

Folgo em saber que tudo correu pelo melhor e que quem lá esteve, neste ENT, deu o seu tempo por bem empregue. Afinal, é isso que conta, sem dúvida alguma. Parabéns a todos e ainda bem que as barrigas, os fígados e os olhos ficaram repletos de felicidade! Evidentemente que, a ver pelo feliz relato, quem ficou a perder foram os ausentes. Como sempre foi, aliás. Mesmo tendo sido convidado pela organização não pude de todo estar presente. Claramente fiquei a perder, penalizando-me desde já por tal.

Congratulo-me, por outro lado, em saber que o espírito "caseirinho" foi nota dominante, embora não perceba de todo a comparação velada quando se diz que houve mais união, como se noutros ENT´s ela não tivesse existido. Provavelmente quererá dizer-se que e porque teve menos gente, era quase óbvio que assim fosse, "caseirinho". Note-se que nada contra tal espírito e muito menos contra o facto de ter corrido lindamente para quem lá esteve, ainda bem que assim foi, a bem do ENT. Mas parece-me algo ousado arriscar-se comparações, para lá de despropositadas e desproporcionadas. Correu tudo bem e isso é o que interessa.

Tendo sido cumprido o programa a tempo e horas, deve ser realçado o mesmo facto, obviamente, o que é positivo.

Se a tertúlia com tema livre funcionou na perfeição, obviamente que fico agradado com o facto. Os Workshop´s foram uteís? Tanto melhor!

Não percebo esse estigma da "rigidez", devo confessar. Supostamente o ENT é uma coisa minimamente séria - não militar, mas séria. Ora, tudo vai, direi eu, da predisposição com que se encara o ENT. Estive em quase todos e nunca senti rigidez alguma; já seriedade sim, senti e nada tenho contra que um ENT seja sério, aliás tudo a favor que o seja. Para coisas mais soft ou ligth temos nos próprios ENT´s as festas nocturnas, os intervalos e por aí fora.

Compreendo que alguns apanhem "secas" nos ENT, aliás, sobre isso já me pronunciei e até, atempadamente, dei sugestões para tornar o sério mais, digamos, leve - que não "javardo", note-se. Mas de facto, o ENT sempre foi, pelo menos para mim, uma coisa séria. Disse séria, não disse de Protocolo de Estado. Sério no sentido de ser um espaço privilegiado para se aprender e ensinar. Percebo a critica quanto à forma; já quanto ao conteúdo não entendo de todo.

Termino como comecei: parabéns à Organização e os presentes, que ao que julgo saber, votaram para que o próximo ENT seja realizado novamente em Bragança mas agora numa parceria - modelo que me parece extremamente interessante, já agora reafirmo-o - entre algumas Tunas. Depois de ler este relato sobre o último ENT só lamento não ter podido estar presente.

 

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Sérgio Ferrira
responde a R T:

R T isso é uma forma muito digna de abordar o tema por parte de quem não pode estar presente no referido evento e desde já e sem conhecer a pessoa em questão é de lhe dar os parabéns pela forma como aborda todo o assunto em geral.

Eu sei que para muita gente Bragança é um local pequeno e “plantado” no Nordeste Trasmontano mas isso são ideias erradas que muita das vezes partilhadas até por parte dos nossos governantes, mas esse é um assunto que aqui não vem a ser chamado, sei que é extremamente complicado para algumas pessoas se deslocarem a Bragança mas também sei que como o velho ditado indica “quem anda por gosto não cansa”. Mas tudo isto foi um parêntese.
Quanto a Bragança e em especial à RTUB (Real Tuna Universitária de Bragança) posso dizer que se congratula pelo bem receber de todos os eventos a qual se propõe realizar é um lema de nós próprios receber bem para ser bem recebido e é exemplo disso o FITAB que anualmente se realiza nesta mesma cidade e organizado por esta mesma tuna.

Quanto aos temas em nome pessoal sou mais apologista do Tema Livre visto que como o próprio nome indica dá a liberdade de se poder abordar e falar de temas X, Y e Z ao contrário de se estar “atado” a um tema sem que haja espaço de manobra para poder sair desse mesmo trilho não será a ideia do ENT elucidar as pessoas que nele participam sobre as diversos temas que envolve toda a vida Tunante?

Quanto ao próximo ENT sim é verdade que foi votado para se realizar novamente em Bragança e com uma parceria pelo facto de acharmos que se queremos dinamizar ainda mais o ENT aqui está um bom projecto do qual se poderá colher bons frutos visto que como já referi se não referi refiro Bragança e em especial a RTUB a nível logístico tem todas as condições para o fazer, “Mete a faca e roda :)” este é um BITAITE e de borla que só quem esteve em Bragança neste VII ENT irá entender. Se tem essas mesmas condições porque não aproveita-las? É algo que deixo no ar.

Assim como quando um não quer dois não teimam e que para dançar o tango bem dançado é necessário pelo menos dois bons bailarinos, acho que desta forma estão reunidas todas as condições para se fazer algo diferente e engraçado no VIII ENT.
Como já me estou a alargar um pouco deixo-te a ti R T mais uma vez os meus sinceros parabéns pela forma isenta que abordaste este tema mesmo não estando presente.

Saudações a todos aquele que participam deste fórum

 

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Menina Kati
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Boas!
O ENT este ano, apesar de ter sido num cantinho do nosso país (bastante longe para alguns) e de ter tido pouco afluência de tunos de fora, foi bastante interessante e educativo! Notou-se em muito o ambiente mais familiar que adveio do facto de sermos poucos e também da forma como as gentes de Bragança (RTUB) recebe os seus convidados, que realmente é do melhor! Embora este facto não seja novidade para ninguém!
Vai ser publicada uma reportagem sobre o que se passou por lá, nomeadamente temas debatidos e outras coisas! Como já foi referido, no próximo ano será novamente em Bragança, com algumas cooperações extra-RTUB, por várias razões, e principalmente porque eles demonstraram vontade em o fazer, e mais ninguém o fez. É de louvar, para o ano lá estaremos novamente para mais uma grande festa! Porque afinal de contas, o que nos faz gostar do mundo das tunas é muito mais do que um simples instrumeto e uma cerveja (ou água), e é por isso que todos nós participamos nas várias actividades pelo país fora e as apoiamos e vamos lá dizer "olá" aos amigos!
E viva o favaios!
Saudações do coração das beiras

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Caro Sérgio, de todo será necessário dar-me os parabéns, de todo (em todo o caso agradeço). Mantenho-me apenas e tão só coerente com o que sempre disse: O ENT desde que seja ENT de facto, é-o com 30, 300 ou 3000 pessoas presentes; tem é de ser ENT.

E isso é o que importa salvaguardar, em qualquer situação. Houve um ano em que não houve ENT, se se recordarem; ora, manda o bom senso que havendo quem queira organizar e/ou colaborar, mais para mais nos tempos que correm, tal deve ser acarinhado, incentivado e apoiado. Mas atenção, nunca esquecendo que se trata do ENT. E aqui reforço isso mesmo, até para memória futura.

Mais uma vez, parabéns, força na organização do próximo ENT, que começem já hoje a pensar nele pois assim tudo se tornará mais natural, fácil e o resultado ficará à vista. Corrigir erros e transformar os mesmos em oportunidades é fulcral, para lá de inteligente. Tentem somar mais gente ainda de forma a dar corpo aquela que é a missão principal do ENT, aprender mais sobre estas coisas das Tunas estudantis em Portugal. Coloquem perguntas, peçam sugestões, escutem todos os interessados no ENT, vejam o que foi feito para trás - de bom e mau - e estou seguro que será um ENT de elevado sucesso, sério quando tem de ser, mais leve onde terá de o ser também; há tempo para tudo num ENT bem montado.

Como sempre, à disposição.

Abraços!

 

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R T
responde a R T:

E porque me esqueci: a interioridade só estará porventura na cabeça de alguns, em momento algum se aludiu à suposta interioridade - mesmo que por mais distante esteja Bragança - para o que quer que seja. Não deve servir nem de desculpa nem de bandeira, somos todos iguais nestas matérias, mais IP5 menos IP5.

Abraços!

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Jean Pierre, se não se importar, aguarde pela reportagem, não vou eu tirar trabalho à Menina Cati! =)
Aos restantes, sim, já fui a mais ENT's!
Quando me refiro a rigidez, acentuo, como aqui falaram, a "rigidez militar" que já tive o desprazer de vivenciar, em algumas palestras do ENT.

Continuo a dizer, eu cá gostar, gostei. Falo porque fui. Que critique quem lá esteve. O resto que espere pelo próximo.

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Cara Mãezinha, se eu não soubesse o que de facto foi o ENT este fim de semana e/ou fosse uma pessoa desatenta, estaria quase tentado pela sua resposta a pensar que se tinha tratado, afinal, da "Casa dos Segredos" e não do ENT.....eheheh!

Mas percebo a critica à suposta "rigidez militar" de algumas palestras. Interessante - e produtivo até - seria dizer o que são então de facto e na forma, palestras com "rigidez militar", de forma a poder-se, todos, concluir qual a melhor forma, então de passar o conteúdo - partindo do pressuposto que sendo um ENT, naturalmente terá de ter, por regra, uma parte formativa e pedagógica importante.

Podemos começar, todos, por aqui, por exemplo.

 

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J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Cara Patrícia,

Certamente que aguardarei pela reportagem com expectativa, ainda mais vinda de uma Senhora da Beira, mas as perguntas que lhe fiz mantêm-se de pé, porque é a sua opinião que quero ouvir.
Já agora, a que ENT(s) foi?
Pergunto isso apenas por curiosidade e porque me pareceu que o seu "fui a mais ENTs", pelo menos a julgar pelos anos de existência da sua Tuna (2), não poderão ter sido assim tantos (poderei estar errado, daí o esclarecimento pedido).

Tal como referiu o RT, nunca assisti a "rigidez" em nenhum ENT, mas poderemos estar a falar de coisas diferentes, pois não sei que significado empresta ao adjectivo em causa.

 

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J.Pierre Silva
responde a J.Pierre Silva:

Continuo o post, porque sem querer dei enter no anterior sem o finalizar.

Se gostou do ENT, pois certamente que apenas poderei dizer "- Ainda bem!", pois o mais importante é que se tenha gostado.
Querer estabelecer comparações com anteriores é que já julgo ser exercício pernicioso.

No próximo ano a oranização será tripartida, aproveitando as boas condições logísticas e a qualidade de bem receber que caracteriza a RTUB.
Estão todos os ingredientes para que, desta feita, possa ser o melhor ENT de todos, pensado e estabelecido a tempo, com ateliers e palestras de qualidade e com uma adesão tão, ou mais, numerosa que as melhores registadas no passado.
As tunas que farão co-organização possuem gente que já tem alguma experiência de participação em ENT, daí que certamente trarão um "apport" muito positivo, conquanto se mantenha contacto com a comunidade, auscultando-a e indo ao encontro às necessidades da mesma, focando os aspectos que são pertinentes trabalhar e debater.

O que se pretende, afinal, é que o ENT seja aquilo que sempre se quis dele: momento de aprendizagem e excelência, de formação e informação, entremeados com momentos de lazer e de convívio.

Saudações.

 

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O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Se bem percebi, não se pode criticar o que se passou em Auschwitz porque nunca lá se esteve...

Esta é boa.

Então não se pode criticar o VII ENT porque não se esteve lá? Bom, pela mesma ordem de ideias, também não se pode dizer bem.

Até me queria alegrar com o facto de, aparentemente (e segundo as tuas palavras), o VII ENT ter sido talvez a melhor coisa que aconteceu no mundo nos 15 e 16 de Outubro de 2010 da Era Cristã. Mas também não posso, porque não estive lá.

Sendo assim, não dou os parabéns à organização - e até estava para dar, mas pelo visto deixei de ter autoridade moral - eu e toda a gente que não esteve lá, o que é para aí uns 99,99999999999999% dos tunos deste país.

É pena, até porque a organização aparentemente merecia.

Fica para a próxima - isto se eu for a Bragança em 2011 ao VIII ENT.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a J.Pierre Silva:

Boa noite :)
Peço desculpa pela demora da minha resposta :)

Há aqui alguns pontos a esclarecer. Apesar da tuna que frequento ter apenas 2 anos de existência, já tenho mais de tuna, dado que pertenci a uma outra.
O ENT a que tive o prazer imenso de assistir foi o de Lisboa. Pelo que percebi, devemos ter-nos cruzado lá :)

O ENT é e concordo plenamente, um momento de aprendizagem, seja ele de que forma for levado a cabo.

Quando me pediu para lhe dizer as conclusões que advieram das tertúlias, pensei que se estivesse a referir no modo geral e por isso mesmo lhe pedi que esperasse pela reportagem, para que eu não estivesse a "roubar" trabalho a ninguém. A título pessoal e porque foi a primeira vez que fui para um ENT pertencendo a uma tuna Mista, vi as coisas de uma outra forma e tirei as minhas próprias conclusões. Falo mais especificamente do tema "tunas mistas vs tunas de um género". Percebi o porquê das tunas mistas serem "mal vistas" (correndo o risco de não ser o termo mais correcto), coisa que até então - e que foi falada no ENT lisboeta - para mim, era completamente descabida. Não é que agora concorde com a forma como são olhadas, mas ouvindo os meus colegas, consigo ver melhor o ponto de vista deles. Este terá sido o ponto mais importante para mim, como deve compreender :)

Entre outras coisas, falamos de um livro que está a ser escrito (sabe do que estou a falar ;) ), das tunas de "topo", tunas femininas vs masculinas, localização geográfica das tunas e o que deste ponto pode advir - sendo bom ou mau... falámos de imensas coisas, entre risos e caras sérias :) até de instrumentos tunantes e aqueles que não os são falámos. Falamos da inovação dentro das tunas e do desprender da tradição. Claro que eu tirei as minhas conclusões, da mesma maneira como qualquer outro tiraria as suas :).

Quando mais asperamente disse que só comente quem lá esteve dirigia-me às pessoas que criticaram a minha própria opinião, o meu ponto de vista sobre as coisas. Porque esse é meu, certo? Fui ao ENT para aprender com os mais velhos, partilhar com os mais novos, debater com todos. Não devo ser julgada nem condenada por isso...certo?

Saudações

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Conquistador:

"Quando mais asperamente disse que só comente quem lá esteve dirigia-me às pessoas que criticaram a minha própria opinião, o meu ponto de vista sobre as coisas. Porque esse é meu, certo? Fui ao ENT para aprender com os mais velhos, partilhar com os mais novos, debater com todos. Não devo ser julgada nem condenada por isso...certo?"

Quanto a este ponto, resta-me pedir desculpas se te sentiste ofendido ou qualquer coisa assim do género :p.
Eh pá, o ENT não foi a melhor coisa, até porque fiquei doente e a melhor coisinha da Era Cristã foi o Moutinho ter ido jogar para o Porto. :). Quanto ao facto dos tunos não terem lá estado... Não consigo arranjar explicação para o facto. Será que sabiam que Bragança era frio como tudo? :p Não vejo porque não se há-de dar os parabéns à organização... se se critica para o mal, que se critique para o bem ;) .

Vai a Bragança, vais ver que não perdes nada... e eu peço ao senhor do tempo para fazer sol nesses dias.

 

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Sérgio Ferrira
responde a J.Pierre Silva:

Caro J Pierre Silva, para que fique desde já a saber o ENT não será tripartido tal como indica mas sim será um ENT, ou tentará ser claro, um ENT no qual se possa tirar uso e fruto das vivências mais antigas porque uma coisas que sempre me ensinaram foi a aprender com quem sabe mais que eu porque como já referi aprender e ser humilde é uma virtude que não está ao alcance de todos não querendo eu dizer com isto que é o caso claro. Existem muitas perguntas de retórica às quais a maior parte das pessoas que estiveram no ENT poderiam responder mas não serem obrigadas a tal visto que vivem num país livre e democrático. Quanto ao facto de se falar da experiência de tuna torna as coisas muito subjectivas pelos seguintes factos:
- Podes fazer parte da tuna há inúmeros anos e não ter tido contributo tão positivo como um tuno que tenha menos anos de tuna, contributo pode englobar-se enumeras coisas que e não vem a calhar neste momento mas um dia quanto no encontrarmos que espero que seja breve terei o prazer, prazer não gosto porque prazer é outra coisa de pelo menos tentar expor o meu ponto de vista quanto ao tema do contributo.
- Um tuno pode ter X anos de experiência numa tuna e Y numa outra como sabe X+Y =Z e é esse Z que conta como experiência e não só o X nem o Y não quero eu dizer com isto que seja o caso.

A uma outra observação que fez “com ateliers e palestras de qualidade” não poderei concordar com o que diz visto que eu achei que as palestras foram de qualidade neste ENT coisa que o senhor não esteve presente e eu sim estando eu deste modo em vantagem de ter esta minha opinião volto a frisar MINHA claro porque cada um tem a sua e muito bem para que desta forma se possa evoluir para algo de melhor sempre com ideias positivas apesar de se aprender muito com determinados actos negativos digo actos porque actos não será a mesma coisa que ideias como deverá saber claro, uma pessoa com tanta experiência se não soubesse esta mesma diferença mal seria :).

Como já me estou a alargar um pouco na conversa deixo aqui saudações a todos, sem antes deixar de frisar que este post é a MINHA pura e dura opinião não querendo deste modo ferir qualquer tipo de susceptibilidades claro porque opinião somos todos LIVRES de a ter mas ideias claras e precisas já não será para todos.

 

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Sérgio Ferrira
responde a O Conquistador:

Caro Conquistador cada pessoa é livre de dar a opinião do que conhece e do que não conhece mas também sabe que é mais fácil dar opinião de algo que se viu do que de algo que não se viu penso eu claro.

Deste modo e pelo facto de eu acreditar que este ano não esteve presente no VII ENT por razões pessoais e não por outras razões que agora não levam ao caso fica desde já e em nome pessoal o convite para o próximo ENT que como sabe será realizado nesta mesma cidade e por esta mesma Tuna.
Esperando que a vida profissional assim te permita aqui te esperamos nesta cidade em 2011 para o VIII ENT.

Deixo aqui um aparte o frio é psicológico e subjectivo se não que diriam os esquimós e os finlandeses :)

Saudações

 

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R T
responde a Sérgio Ferrira:

Meus amigos e amigas, sejamos práticos então, sugiro eu, e não se perca muito tempo em coisas colaterais ao essencial.

Volto a sugerir, humildemente, alguns pontos e quanto ao que, na minha modestíssima óptica e pelo ponto de vista do "utilizador":

1º) Primazia ao conhecimento sobre a Tuna; Há que entender que essa é a função principal do ENT, foi para isso que ele nasceu. Deturpar a mesma génese é matar o ENT e transformar o mesmo num mero fim-de-semana de copos e pouco mais. O “workshop” está para o ENT como o prolongamento está para um jogo de futebol: até pode dar para marcar o golo da vitória se for caso, mas é sempre um tempo extra.


2º) Cuidado extremo na escolha dos oradores mas principalmente na forma como esses irão passar a mensagem; há que ser mais interactivo com quem está sentado, reduzindo os monólogos e potenciando a participação dos assistentes. Pode-se – e há conhecidas técnicas que permitem fazer isso facilmente – envolver o publico palestrando-se sobre a história da tuna p.ex., ou seja, cuidado extremo na forma de passar a mensagem.


3º) Gestão de horários realista: Para quê marcar seja o que seja para as manhãs quando todos sabemos que não funciona? A parte da diversão nocturna – que também gosto e acho muito bem que haja! – provoca necessariamente um pensar racional na gestão de horários. Assim, os trabalhos devem começar o mais tardar pelas 14.00, com tempos limite para todos os diferentes painéis, não permitindo os organizadores mais do que 5 a 10 minutos de atraso, cortando liminarmente se for caso a palavra seja a quem seja, de forma a não se prejudicar o normal andamento dos trabalhos (como ocorreu p.ex. ano passado). Aos oradores mais não lhes resta do que aceitarem/recusarem as regras do jogo.


4º) Gestão dos diferentes painéis: Uma boa palestra, um debate com introdução e contraditório seguinte, uma tertúlia aberta a todos e um único workshop de âmbito generalista bastam a meu ver. Quatro momentos apenas mas todos com tempo suficiente, isto sempre no Sábado de tarde e Domingo de tarde o workshop. Quatro momentos bem produzidos, bem estruturados e bem apresentados são muito mais eficazes e produtivos para todos do que uma sucessão de actos que apenas se atrapalham uns aos outros, potenciando apenas a saturação e desinteresse geral.


5º) Cuidado extremo nos temas a debater bem como no workshop: É cada vez mais pertinente que exista muito cuidado na escolha dos temas, seja em que formato seja – palestra, debate ou tertúlia – escolhendo-se temas realmente pertinentes e universais, não caindo na tentação dos “não-temas”, bem como o mesmíssimo cuidado deve existir na temática do workshop; este ultimo deve ser abrangente e ao mesmo tempo cirúrgico. Exemplo?
Um verdadeiro workshop sobre como organizar um certame de tunas, desde a tomada de decisão em o organizar até ao Domingo do certame, simulando a mesma organização e distribuindo tarefas entre os participantes, obrigando-os a interagir uns com os outros na procura de soluções face aos constrangimentos de uma qualquer organização. Parece-me um workshop interessante, produtivo, pró-activo e proveitoso futuramente a todos.
Banir, pois, os “workshop´s” repetitivos e inócuos de instrumentos isolados é imperativo, porque não servem para rigorosamente nada.


Com estas 5 sugestões, o ENT, a meu ver, ganha maior dimensão e importância, porque potencia o essencial e reduz o acessório ao que ele é. Por outro lado, é uma reforma face ao formato actual, desde logo. Permite assim ser mais cativante e cumprir com a sua função genética, de tunos para tunos e centrando-se apenas e só nestes, naturalmente, como não poderia deixar de ser.


Aguardo as "pedras"....

Abraços & beijos

 

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O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Cara Mãezinha:

não há ofensa - era o que faltava.

O que me espantou foi o ar de desafio - "Critiquem lá, se puderem! Não têm autoridade moral, porque não estiveram lá!" - e o bater na mesma tecla de que aquilo foi o máximo. E deve ter sido. Correu bem apesar de tudo? Que bom.

E mesmo não tendo estado lá é sempre possível criticar, como é possível elogiar.

O que não se pode é aceitar os elogios de quem não esteve, mas retirar autoridade moral às críticas.

Ou se aceita o pacote completo, ou não aceita nada. Se não posso criticar, então também não posso elogiar.

A crítica é sempre para o bem - mesmo quando se apontam aspectos negativos, é sempre para ajudar a melhorar.

Se for para o mal é má-língua disfarçada de crítica.

Esconder os aspectos negativos não é ajudar - pelo contrário. Mas isto tem que ver com a minha maneira de ser.

Conheço Bragança (não tão bem como queria). Se puder juntar o útil ao agradável, para o ano lá estou.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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O Conquistador
responde a Sérgio Ferrira:

Ora viva, Sérgio:

é evidente que se poderá criticar de forma mais avalizada o que se conhece do que o que não se conhece.

Não gostei do tom peremptório do post inicial - que até nem se dirigia a mim, nem de forma directa nem indirecta.

Obrigado pelo convite e espero ir lá a Bragança dar-te

Aquele abraço e

(tocar contigo e com a Mãezinha)

BOA MÚSICA!

 

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J.Pierre Silva
responde a Sérgio Ferrira:

Caro J Pierre Silva, para que fique desde já a saber o ENT não será tripartido tal como indica mas sim será um ENT, ou tentará ser claro, um ENT no qual se possa tirar uso e fruto das vivências mais antigas porque uma coisas que sempre me ensinaram foi a aprender com quem sabe mais que eu porque como já referi aprender e ser humilde é uma virtude que não está ao alcance de todos não querendo eu dizer com isto que é o caso claro. Existem muitas perguntas de retórica às quais a maior parte das pessoas que estiveram no ENT poderiam responder mas não serem obrigadas a tal visto que vivem num país livre e democrático.

Por partes, então.

1º- Que eu saiba (e se estiver errado, agradeço a respectiva correcção), a organização do próximo ENT será repartida entre 3 tunas. Foi o que me chegou: RTUB, Letras do Porto e Meninas e Senhoras da Beira. Sendo 3 o ENT é tripartido na organização.
No que respeita a perguntas de retórica, não sei a que se refere. Eu pedi directamente à Patrícia que explicasse melhor a que conclusões chegou, a partir dos temas debatidos. Fiquei a saber, grosso modo o que falaram, mas não o que concluíram (e, como eu, os demais 99,9999999% dos tunos do país - como refere o Conquistador) – algo que seria importante partilhar para enriquecer a nossa comunidade. Não se exigiu nada, pediu-se, Não pedi aos tunos participantes: pedi à Patrícia (porque foi quem abriu este tópico).
Mas posso fazer-lhe o mesmo pedido, pois gosto de saber e aprender.


2º- O seu argumento é mais subjectivo do que o da lógica (mesmo que falível, obviamente) que apresentei: quem mais anos tem de mester, algo mais há-de saber sobre o assunto (ou pelo menos é lógico que assim seja). Não se trata de contributos, nem nunca a isso aludi.
Não significa que os mais novos não possam enriquecer-nos, mas determinados aspectos há que só ao alcance de tunos com mais experiência e, para aprender, se o podemos fazer com todos, eu prefiro sempre os mais velhos, sem descura rós mais novos, obviamente.
Não confundamos saber e conhecimento com vivências da prática tunante. Fazendo uma analogia simples, posso aprender com um miúdo de 15 anos muitas dicas e coisas sobre o Microsoft Word (e como passar para Pdf, publicar na net, etc.), mas quando quiser saber algo sobre como se escreve, sobre conteúdo e forma, sobre ortografia e sintaxe, certamente que me dirigirei a alguém mais velho e concomitantemente entendido/especialista na matéria). Ambos darão o seu contributo, mas em coisas diferentes, adequadas ao seu saber e experiência.



3º- Eu ajuízo pelo programa. Não o posso fazer pelo resto, porque não estive.
Acredito piamente que tenha sido muito bom (e ainda bem).
Quando me desloco para ouvir uma palestra, assistir a um debate ou tertúlia, sobre assuntos que me interessam, uma das coisas que me garante qualidade (ou não) – que me assegura que vou lá, de facto enriquecer-me, é saber que pessoas irão estar lá (porque é o seu saber, a sua qualidade e experiência que dão garantias, à partida, de que sairei de lá mais formado e informado) para tratar os temas.
Não existindo esse pré-requisito, o mais que posso crer é que tenham sido debates interessantes, bem dispostos e com óptimo ambiente.
É a minha medida, não significa que o seja para todos, obviamente. Cada qual suas expectativas. Eu, para amenas cavaqueiras e informais tertúlias, não faço perto de 1200 Km num fim-de-semana. Quando quero aprender mais sobre a minha profissão, quando quero actualizar-me e fazer formação, procuro espaços certificados (onde à partida se garante qualidade), não faço reuniões entre colegas de trabalho que sabem tanto ou menos do que eu.
Não estou com isso, veja bem, a dizer que não houve qualidade e que aquilo que debateram foi excelente em termos formativos, só que não foi dado a conhecer quem ia e quem garantia que o que era debatido era esclarecido por quem percebesse do assunto. Se eu não sei quem lá vou ter para me explicar ou ilucidar, corro o risco de ir ouvr alguém muito bom ou muito mau. Fazer debates a partir dos que aparecem foi um risco que não quis correr; não apenas por achar não ser pedagógico, sem pelo menos garantir a presença de pessoas que fizessem a devida correcção ou orientação dos trabalhos.

4º- Se alguém chegasse e afirmasse a pés juntos que (como recentemente li num fórum) a Tuna está vocacionada, e deve, tocar apenas música popular………… quem, com propriedade, explicaria a esse senhor as razões disso ser erróneo. Acredito que muitos lhe responderiam que não, que ele estava errado, que bastava ver o que as tunas fazem actualmente (ou nos últimos anos) etc.
Mas se eu quisesse saber das razões, com que base e argumentos sólidos se justifica que não é (ou é) verdade, quem teria lá eu para esse esclarecimento?
É um mero exemplo.

Assim, e em jeito de súmula, dizer que não duvido que este ENT tenha sido muito bom, que tenha tido qualidade para os que lá foram, que ele superou ou cumpriu as expectativas de quem lá foi - e quem foi porque o programa preenchia o seu nível de expectativas e exigência.
Para mim, o programa não cumpria os pressupostos necessários em termos de actividades mais teóricas. Cada qual a sua bitola.
Acredito que tudo tenha corrido bem, que tenha sido um bom ambiente (a RTUB é uma excelente anfitriã, todos o sabemos).
Todos puderam falar e debater, não houve atrasos, tudo foi optimizado…………ainda bem (também, não é que fosse difícil com 3 dezenas de pessoas).
O facto de ter corrido bem só me alegra. Ficaria, isso sim, agastado se, a somar ao que acho não ter sido bem pensado, ainda tivesse corrido mal.
Correu bem, e ainda bem!


Tenho pena de não ter ido? Tenho, pelo menos pela parte do convívio e troca de muitos dedos de conversa, mas Bragança não fica ao virar da esquina e o programa não foi, para mim (repito), suficientemente apelativo para um gasto tão grande de tempo e dinheiro (recordo estarmos em altura de crise).

Com uma organização reforçada, com experiência adquirida e com o contributo das muitas sugestões da comunidade, estou seguro que, para o próximo ano, nada me demoverá de ir até “Braganza, capital da Jamaica” (como se costumava dizer no Real Tunel)

Abraço

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Ok, agora que já foram trocados os galhardetes e os ramos de flores entre todos e todas, gostaria de recentrar o debate, se fosse possivel e por obséquio.

Dei em cima algumas sugestões, fruto da pouca experiência que tenho de ENT´s (Guarda, Coimbra, Viseu e Castelo Branco). O desafio é claro:

Que acham?? Têm outras sugestões a dar? Que caminhos se podem trilhar para melhorar o ENT?

Aguardo em linha....

Abraços & jokas.

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a R T:

RT o modelo deste ENT resultou bastante bem. Penso que se deveria manter o tema livre nas tertúlias, esta é a minha singela opinião...


Já me tinham avisado que era complicado darmos a nossa opinião neste fórum, mas tanto... ehehehe.. enfim.

Saudações

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a J.Pierre Silva:

Permita-me que o corrija, pois nem sempre o que nos dizem é verdadeiro:
A organização do próximo ENT é da exclusiva responsabilidade da RTUB.

Agradecia que não me chamasse pelo meu nome próprio. Por algum motivo não é esse o meu nome de Painel. :)

Relativamente àquilo que pode aprender com os mais novos ou com os mais velhos, não se esqueça que as tunas estão algo bem diferente daquilo que eram quando fundou a sua. Da mesma maneira como nós, mais novos, absorvemos o vosso conhecimento, os mais velhos tem que ter o condão de conseguir reajusta-lo.

Quanto ao facto de não saber o que se lá passou, já lho disse, espere pela reportagem, saberá melhor. Abri o tópico para dar a minha opinião.

Saudações.

 

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J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

O tema livre é uma falácia. Resultará com um grupo reduzido, mas faça isso com 100 pessoas e verá o quanto isso não é exequível.
Se, imaginemos, mesmo que com 50 pessoas, todas elas a ocupar 2 ou 3 minutos por intervenção (em média: uns laraõ bem mais, outro menos ou nada), num mesmo assunto, estamos a falar de mais de hora e meia só para um assunto. Multiplique isso por váriso assuntos, e a tertúlia estica-se à exaustão.
Como disse, pode resultar num grupo muito restrito (como foi o caso em Bragança), mas é preciso ser previdente.
Se a aposta é fazer mais e melhor, será de esperar mais participação. Gerir mutas dezenas de pessoas a quererem falar é a confusão instalada.

O ENT deve ser objectivo nos assuntos a tratar (mesmo que vários) em formato de debate. Que possa abarcar vários assuntos, mas que seja conduzido por pessoas que não vão dar meras opiniões, mas que trazem a terreiro um saber mais fundamrentado. Que seja tipo "Prós e Contras" com um painel de especialistas, com a diferença do público todo (e não apenas alguns) poder colocar questões e opiniões.

É um pouco como os debates em sala de aula. Trocam-se muitas opiniões e alguns dados, experiências e saberes, mas é conduzido por quem, em última instância, é a pessoas mais creditada e formada para fornecer pistas e respostas.

Foi o que faltou, a meu ver, este ano.


Quanto ao seu reparo final, em jeito de brincadeira, não vejo por que razão é assim tão difícil dar a nossa opinião neste espaço. Pelo contrário (e ao contrário de debates abertos), aqui, podemos falar sem sermos interrompidos, começando e acabando o nosso raciocínio.

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Cara Mãezinha Baco's Tuna, respondendo telegráficamente:

1º) Confesso que estou baralhado. É que nos 4 ENT´s em que estive, a tertúlia sempre foi...de tema livre, por isso mesmo é que se chama tertúlia. O modelo de ENT sempre foi mais ou menos o mesmo ao longo das suas edições, atenção a tal. tertúlia é uma coisa, palestra é outra, debate outra ainda diferente e workshop é workshop. Agora, pode-se sempre é debater o modelo sem prejudicar a essência.

2º) O modelo deste ENT resultou muito bem, como diz, o que me apraz novamente registar. Mas também parece pacífico que resultou dado o número de participantes que teve, inusual face ao normal.

3º) A informação que tenho é que de facto, a organização do próximo ano seria tripartida, ou seja, por três tunas. Mas é um pormenor apenas.

4º) Só é difícil escrever aqui neste fórum por uma de 3 razões: quando não se sabe lidar com o natural contraditório de um qualquer fórum, porque se "embirra" solenemente com alguém em particular que aqui porventura escreva ou, finalmente, tente dissimular aqui a sua identidade sem ser apanhado. Ou seja, não vejo razão alguma para que lhe seja difícil aqui escrever, mesmo que alguém lhe tenha dito que é dificil fazê-lo - provavelmente alguém que configura um ou vários dos 3 profiles acima.

Abraços & beijos!

 

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R T
responde a R T:

Volto a centrar o debate no essencial.

Sugestões. Coisas a alterar, novidades a introduzir e por aí fora. Como acham que deve ser o ENT, então?

Não se acanhem nem tenham receio de escrever, pois ao longo da vida irão ouvir e ler muita coisa que não vão gostar, é uma questão de hábito, acreditem...

Abraços & beijos!

 

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O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

«Já me tinham avisado que era complicado darmos a nossa opinião neste fórum, mas tanto... ehehehe.. enfim.»

Mãezinha: não estás a ser justa. Ora reflecte lá um bocadinho...

Se te disseram isso, enganaram-te sem querer. O teu tópico não foi aceite? Alguma das tuas opiniões subsequentes foi "censurada"?

O que talvez queiram dizer é que nem todas as opiniões são aceites e aplaudidas assim sem mais nem menos.

É que há por aqui alguns daqueles "alunos" chatos (como eu) que estão sempre a fazer "perguntas" ao "professor" (tu) e a querer tirar todas as dúvidas sobre a matéria dada...

Nisto sim, terão razão. É que aqui não é costume aceitar-se o "porque sim" :)

Abraço e

BOAS OPINIÕES!

 

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O Conquistador
responde a O Conquistador:

Rectifico:

eu não falo em nome do portal.

Quando disse «É que aqui não é costume aceitar-se o "porque sim" :)» queria dizer:

é que eu não costumo aceitar o "porque sim", venha de quem vier.

Fica a rectificação.

 

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J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Devo então ter sido mal informado e nem a Tuna de Letras, nem as Meninas e Senhoras da Beira co-organizam com a RTUB. É isso?

Quanto ao seu nome próprio, não vejo por que razão o renega. É o seu nome. Não estou, por isso, a faltar-lhe ao respeito.
Pior seria ter um como o meu que é estrangeiro! hehehehe

Por outro lado, seria bom que me dissesse em que é que as tunas estão assim tão diferentes. Parte do princípio, errado, de que não conheço a realidade actual da Tuna em Portugal, mas desengane-se. As diferenças que vejo são meramente periféricas. Mudou o quê, de fundo?
Vejo coisas muito diferentes, é verdade, mas de tuna nada têm essas "coisas". Sendo Tuna, de facto, tanto o é tocando o Afonso de há 20 anos atrás, como tocando o libertango na actualidade. Melhorou-se no aspecto musical, centrou-se mais a Tuna no certame e no palco, já não se vive o estigma de toda a tuna ter forçosamente de possuir e tocar originais (tanto o é com, como sem - veja-se o caso da grande Atituna do Porto).
O que de facto mudou em 25 anos?
Não tanto quanto se possa pensar. Vivemos uma fase de estabilização tunante (com muitas tunas ja extintas ou a caminho disso), surgem as primeiras tunas de veteranos, a febre das tunas já passou..... e, ali, acolá, alguns pretendem fazer upgrades muitas vezes descabidos, ao confundirem Tuna como formato e tipologia (e disso sempre houve, embora com menor visibilidade e menor impunidade).

Já agora, o conhecimento pode ser sempre reajustado, mas nunca trocando o certo pelo errado!
Em Tuna, há aspecto centrais que, sendo preteridos, retiram à Tuna a sua identidade e legitimidade enquanto tipologia instrumental e cultural.

Mas para sabermos até que ponto se está a inovar ou a inventar, convém conhecer o que justifica ser Tuna, o que é isso de Tuna, em que pressupostos históricos, musicais e culturais assenta.
O segredo é não inserir artificialismos ou forçar evoluções. A tuna sempre evoluíu de forma natural.

O segredo estará, porventura, em saber fazer, do velho, novo (não é fazer novo deitando o velho fora, como alguns arrivistas pretendem).
Alguns reclamam tanto que a tuna deve evoluir, que caem no ridículo, na patetice de ser como quererem tirar o nome de família que possuem, os vários que compõem o apelido, para colocarem outros (e poderem assim fazerem o que querem sem presta contas a ninguém, mas continuando a afirmarem serem o que na essência rejeitaram).

No que respeita à sua experiência no ENT, até agora, só me deu razão: Percebi que gostou, de alguns temas que terão abordado, mas conclusões de relevo resultantes dos debates, nada para partilhar com a comunidade tunante. Dúvidas esclarecidas que só neste ENT foram tiradas......nada ainda com que todos possamos aprender.

O que mais importa no ENT é o que dele sai para a comunidade em termos de resultados, não meramente em termos de apreciações pessoais (gostar, adorar, ter sido fantástico).

Alguém de boa fé e vontade poderia fazer uma súmula das grandes conclusões e aprendizagens decorrentes dos assuntos tratados no ENT?

 

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Susana Alegria
responde a J.Pierre Silva:

A ajuda que dou um vizinho na construção dos alicerces da sua casa não faz com que a casa também seja minha!
Caro J.Pierre:
“a organização do próximo ENT será repartida entre 3 tunas. Foi o que me chegou: RTUB, Letras do Porto e Meninas e Senhoras da Beira. Sendo 3 o ENT é tripartido na organização.”
Essa informação é falsa! Alguém procura protagonismo que não lhe pertence… contrariando o anonimato que foi pedido pelos/as tunos/ tunantes que a título pessoal se voluntariaram para colaborar na organização do VIII ENT.
Queira essa pessoa saber que o anonimato não se resume à covardia… pode ser também uma forma elegante e fraterna de actuar.
Saudações!
Patroa

P.S.Fregueses habituais dos ENT´s: para o ano é favor aparecerem… juntos vamos construir mais e melhor!

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Recentrando novamente o ameno debate tertuliano on-line, deve-se ser rigoroso e desde já pergunto em abono desse rigor:

Onde estão publicadas as Actas com as conclusões de todos os ENT´s passados?

É que, com elas, provavelmente procurar melhorar ENT´s futuros teria sido bem mais fácil, digo eu.

Daí eu insistir em que se aponte caminhos, mais do que debater aqui e ali isto e aquilo. Passou mais um ENT e ainda bem, sinal de que houve ENT. E o futuro, como será, como acham que deve ser?

Continuo a aguardar....

Abraços & beijos!

 

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R T
responde a Susana Alegria:

Olá Susana!!

Está então esclarecido. Foi provavelmente um mal entendido, que até, a meu ver, não é relevante. Continuo na minha onda: Que haja ENT, com a ajuda de quem quiser ajudar, isso é obviamente o mais importante, o resto é bullshit....!

Subscrevo o teu post scriptum e assim, sem prometer para não falhar, tudo farei para estar presente no próximo ano. E sim, vamos construir juntos mais e melhor, não poderia estar mais de acordo. Desde já me disponibilizo, dentro das minhas limitações, para ajudar no que for preciso e assim seja pedido por quem de direito.

Jokas!

 

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J.Pierre Silva
responde a Susana Alegria:

Olá Susna,

Antes de mais saudar o teu "reaparecimento" no fórum.
Quanto às informações, se estão erradas, desde já as minhas desculpas. Vendi o peixe que comprei.
Não vejo é, contudo, qualquer crime lesa pátria. A informação, mesmo estando errada, não menoriza ou prejudica seja quem for. Basta apenas, como fizeste, aplica ro contraditório e corrigir.
Não vejo qualquer acto de protagonismo e muito menos de cobardia.
Não vejas o mal onde ele não está.

Também não concebo secretismos em torno da organização do ENT, porque ele pertence a todos nós. Por isso, até era de salutar que a própria organização já tivesse oficalmente anunciado, Urbi et Orbi, o local do próximo ENT. E se alguns tunos alheios à RTUB irão colaborar, também não vejo onde está a necessidade de anonimato, pois não vejo o que possa haver a esconder.

Ainda assim, ao que parece, a tal informação não estará totalmente errada, se os colaboradores a título individual até são pertencentes às tunas citadas.
Não há colaboração institucional, e fica a correcção feita.


Os fregueses habituais certament aparecerão, conquanto se proponha mais e melhor ou as agendas o permitam.

Bjs

 

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Susana Alegria
responde a J.Pierre Silva:

J.Pierre e Ricardo:
Perceberá melhor o meu aborrecimento quem esteve presente na sessão de encerramento do ENT! E bem sabem que não estou a atirar pedras a quem esteve ausente…
Prosseguindo… já se perdeu muito tempo com o que não interessa!
Eu sugiro que se crie um fórum “mais ou menos” privado onde todos os interessados no VIII ENT possam deixar sugestões, debater temas, apresentar ideias, etc…
Beij;)

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Eu cá não espero aplausos. Apenas o do público quando subo a palco.
Mas se releres tudo com muita atenção, verás que me estás a pedir que aceite as críticas que me fazem a mim, construtivas ou não, quando o contrário não se verifica.

Fora isso, é bom estarmos todos nesta conversa acesa :) Aprende-se sempre muita coisa.

 

[responder a "Mãezinha Baco's Tuna"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Susana Alegria:

Ora aí está uma óptima sugestão (que infelizmente não foi tida em conta para este que passou, ao contrário de outros ENT).

Um espaço onde todos possam colocar ideias e sugestões (mesmo se o fórum do PTunas também deva ser tido em conta), num exercício de comunicação frutífero.

Bjs

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

Mãezinha Baco's Tuna
responde a J.Pierre Silva:

olha agora fiquei chateada, escrevi um grande testamento para te falar das conclusões que se tiraram no ENT e a net foi-se abaixo. :)

Acabemos com isto. Lá lerás a reportagem e excusamos de estar a chover no molhado. Para já, convido-vos a verem todas as tunas da UTAD daqui a uma hora. Vou trajar e fazer aquilo porque todos andamos cá, afinal de contas: tocar :)


Um bem haja e saudades Patroa :)

 

[responder a "Mãezinha Baco's Tuna"] [denunciar abusos]

R T
responde a Susana Alegria:

Subscrevo inteiramente a sugestão, Susana, aliás, faz todo o sentido.

Permitam-me que, em meia dúzia de tópicos telegráficos, deixe aqui algumas noções basilares, até para começo de conversa entre todos:

1º) O ENT não é propriedade de ninguém mas antes património de todos os interessados nele; não é património dos 30 que estiveram em Bragança nem dos 150 que estiveram na 1ª edição de Évora, nem de todos os outros presentes em todas as edições entre as supracitadas realizadas.

2º) O ENT é para unir-nos; para o resto já basta como as coisas estão e são.

3º) O ENT tem uma função pedógica e formativa, tal como os festivais tem a sua função e os encontros e por aí fora; deturpá-la é não fazer o ENT mas antes qualquer outra coisa.

4º) O ENT não serve para polir egos nem para ciumeiras pueris; Quem se prontifica a ensinar também se deve prontificar a aprender e vice-versa. Diabolizar quem sabe em sede de ENT é tão pernicioso como ignorar-se quem quer aprender.

5º) O ENT deve-se renovar em si mesmo; não se pode criticar sem apresentar alternativa. Aponte-se problemas mas a seguir apresente-se soluções.

6º) O ENT vive da mais pura generosidade e esforço de todos os intervenientes a cada edição; respeite-se por isso o esforço de quem organiza, de quem é convidado a palestrar, moderar, gerir um workshop ou intervir pois isso implica preparação prévia de quem se presta a essa função. Ninguém é pago para isso, recordo.

7º) O ENT prolonga-se pela via do respeito pela sua linha basilar, melhorando a cada edição nas formas de levar o conteúdo essencial aos interessados; é essa maturação que torna o ENT único.

Ficam estas ideias base.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Dass.....!! Ora aí está algo que, nos dias de hoje e em pleno PEC 3 pode ser susceptivel de linchamento público até....dispenso!!!!!

Jokas!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a R T:

Ultima reflexão não menos pertinente: Se 33 mineiros chilenos se entenderam dois meses e pico a 620 metros de profundidade, não vejo porque razão absurda umas centenas largas de tunos portugueses não se entendam para dar continuidade ao ENT, mesmo que à luz do dia e do luar da noite.....

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Sérgio Ferrira
responde a R T:

Isto sim já me começa a interessar já vejo ideias e luz ao fundo do túnel e logo eu que nem tenho muito tempo para escrever em fóruns mas uma coisa estão a conseguir para alem de estar a aprender coisas novas com algumas pessoas estou também a ficar com o vicio de ler os posts e responder aos mesmos.

RT os 7 pontos que mencionas-te parecem os 7 mandamentos que se aprende na catequese :) dos quais não poderia concordar mais porque se se quer as coisas bem feitas e com projecção tem que existir uma base e eu penso que aqui já está matéria para cimentar e fazer um bom alicerce para a realização de óptimos ENTs no futuro.

Quanto a ti "Patroa" és grande sempre perspicaz e directa e para não variar com ideias claras e concretas ideia essa que acho muito boa a seguir.

felicidades desportivas já que o meu SLB está a perder :(

 

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R T
responde a Sérgio Ferrira:

Meu caro Sérgio, quais 7 mandamentos, qual o quê!!! Apenas bom senso e alguma humilde experiência sobre o ENT, nada mais que isso.

Vamos é remar todos para o mesmo lado, aproveitar o que de bom temos, as oportunidades que há, os ensinamentos que alguns de nós podem passar e aprender todos uns com os outros. Ando nisto há muito - demasiado - tempo e aprendo todos os dias mais qualquer coisa interessante sobre a Tuna.

Abraços!!!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a R T:

"Isto sim já me começa a interessar já vejo ideias e luz ao fundo do túnel e logo eu que nem tenho muito tempo para escrever em fóruns mas uma coisa estão a conseguir para alem de estar a aprender coisas novas com algumas pessoas estou também a ficar com o vicio de ler os posts e responder aos mesmos."

Estão a ver como é até, para lá de fácil, porreiro? Não doí nada e tudo!

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Sérgio Ferrira
responde a R T:

E é nessa onda que eu entro porque para que o barco rume a bom porto é necessário que todos os seus remadores remem no mesmo sentido ao bater do seu timoneiro.

abraço

 

[responder a "Sérgio Ferrira"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a O Conquistador:

(continuação do "O q"...)

O que nunca te pedi foi que aceitasses calada as críticas que te fiz.

Chamei-te a atenção para aquilo que me parece ser uma contradição na tua postura. Entraste de chancas a desafiar aqueles que não gostaram do PROGRAMA a virem criticar agora (agora, que tudo correu tão bem...).

Ainda segundo o que me pareceu, quem não esteve no VII ENT não podia criticar agora, pois não sabe o que se passou. No entanto, as respostas que recebeste foram de congratulação e alegria por tudo ter corrido tão bem. Em coerência deverias ter-lhes dito que não tinham autoridade para ficarem contentes, exactamente pelas mesmas razões: não sabem o que lá se passou.

No entanto, repara que lhes bastou a tua palavra... e ainda te queixas de ser difícil exprimir opiniões neste fórum? Como assim?

E como é possível antes terem sido tão críticos e agora ficarem tão contentes? Não te parece estranho, contraditório ou até algo hipócrita?

Pois tanto uma coisa como outra se explicam exactamente pelas mesmas razões:

- é que ambos gostam muito do ENT. E por gostarem muito do ENT ficaram algo preocupados ANTES, e ficam muito alegres DEPOIS de saberem que afinal foi tudo óptimo e que todos os participantes gostaram muito e ficaram com muita vontade de participar no(s) próximo(s).

Hipócrita é ficar no conforto do silêncio à espera do que possa acontecer. Se correr mal, "eu sempre disse..."; se correr bem, "eu estava lá..."

Continua a ver-se como “inimigo” todo aquele que não nos dá só palmadinhas nas costas... É pena, mas que fazer?

Ter-te-ia bastado dizer que tudo correu muito bem e que gostaste muito do VII ENT: não era preciso introduzir a nota de desafio e superioridade moral de quem lá esteve e, portanto, pode falar.

Repara que foi o único aspecto que não me agradou e na tua intervenção inicial. Foi sempre e só para isto que te chamei a atenção.

Indo directamente ao pedido do RT:

o meu contributo para a reflexão sobre o futuro do ENT está aí no portal, num tópico sobre o modelo que entendo que devem ter as futuras comissões.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Conquistador, como costumo dizer aos meus filhos... deixa la... cada um é como cada qual. És assim e eu assim sou. Não vale a pena bater no ceguinho. Que se esteja sempre na base do respeito.

A nota de superioridade moral não foi introduzida, a não ser que te tenha servido o carapuço. Superioridade moral!? Isso vem daqueles exteriores À RTUB q, não sei como, vem dizer q vao organizar o ent. Isso sim, é superioridade moral, Superioridade moral é dizerem que eu não posso falar nem dar a minha opiniao so porque, supostamente, só tenho dois anos de tuna.

nao estou a perceber quem é o superior aqui. nem me venhas falar de tons de respostas, porque os teus tambem nao sao os mais correctos.

E quanto a este assunto, diz o que quiseres, pois ficaras sem rsposta, tudo isto é uma estupidez. Afinal, já estamos a tratar de coisas pessoais e nao te conheço nem tu me conheces a mim.

 

[responder a "Mãezinha Baco's Tuna"] [denunciar abusos]

Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

já agora agradecia que não me chamasses hipocrita nem que me ofendesses de forma alguma, eu nao o fiz e tu tambem nao o deves fazer. Se o quiseres fazer, doute o meu email ou numero de telefone.

 

[responder a "Mãezinha Baco's Tuna"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Poderes dar a tua opinião podes, deves é ter o necessário cuidado para não seres tu, precisamente, a ajuizar sobre coisas que desconheces, estabelecendo comparações falaciosas.
Recordo-te que no teu 1º post disseste, e pasos a citar:

"A RTUB teve o condão de fazer algo que poucas outras tunas conseguiram ao longo destes anos de ENT - conseguiu utilizar um espírito mais "caseirinho", com mais união, para que todos pudéssemos partilhar experiências e conhecimentos. Parecíamos uma grande família, dispostos a entreajudar-nos.Todos tiveram oportunidade de falar, todos tiveram direito à sua opinião e, mais importante que isso, não houve lavagem de "roupa suja". Nesse ponto, que seja atribuído, numa escala de o a 10, um 11 à RTUB."

Como pode generalizar, empregando o "ao longo deste anos de ENT", quando, quando muito, foi a 1 ou 2 edições, no máximo?

Depois refere um "lavar de roupa suja" que não houve neste ENT (e bem), como se isso fosse inédito; como se nos anteriores tivesse havido, mas neste não.
Não poderei falar pelo 1º ENT, em Évora´- único a que não fui (junatmente com este), mas nestes últimos 8 anos de ENT, nunca me apercebi de qualquer lavar de roupa suja, antes pelo contrário.

É precisamente por ter tão poucos anos disto que este tpo de apreciações não lhe ficam bem, falando como se soubesse, quando afinal apenas tece conjecturas.

Tem todo o direito de opinar, de criticar, de fazer os seus considerandos, mas ao publicá-los (e tal como já foi dito pelo RT), sujeita-se ao contraditório dos pares, porventura de alguns que saberão menos, porventura de outros que saberão mais.
Repare, também, que ninguém exerceu censura ou impediu de legitimamente se expressar, responder, escrever, etc., mas estranha-se que depois se venha queixar de que e difícil escrever no fórum. Como já lhe foi respondido, e bem, seria bom ter em conta que muitos dos leitores lhe dariam resposta, e nem todos concordariam ou subscreveriam o que disse, pois foi precisamente a menina que se pôs a jeito. Tivesse ficado pelo seu 1º parágrafo e poupava-se a ouvir o que não quer.
Mas sendo isto um debate e troca de argumentos, há que saber encaixar quando é preciso e responder com nível quando também se impõe.

Recordo-lhe o seu 2º parágrafo:

"Tenho lido, de alguns meses para cá, alguns comentários menos construtivos sobre este ENT. Mal foi divulgado o programa, choveram críticas a tudo e a mais alguma coisa. A verdade é que ninguém apareceu para dar o seu contributo. Fizeram mal."

Ora, repense lá a coisa:
Não tem lido de há uns meses a esta parte (está a ver como exagera?) porque o 1º tópico sobre o assunto aqui no PTunas data de 18 de Setembro (e demais artigos sobre o assunto foram colocados em blogues também no mês de Setembro, dia 16 para o "N&M" e "Aventuras"). Foi há 1 mês, e não "alguns meses".

Depois, se ninguém apareceu para dar o seu contributo, é um direito que assiste a quem assim optou, mas recordo-lhe que se podem dar contributos antes, coisa que foi feita (apesar de muito em cima do ENT, dado que também o programa apareceu em cima do mesmo). Onde estavam os agora "ofendidos" para dar resposta às sugestões e reparos feitos antes do ENT?

Depois, termina com um liminar "Fizeram mal."
Será que fizeram? Quem é a menina para ajuizar sobre isso?
Veja que é precisamente essa lapidar conclusão que cria espaço para o legítimo accionar do contraditório.
Poderão ter feito mal em não ir? Poderão. Consegue garantir que quem não foi, se fosse, saía de lá satisfeito e com as suas expectativas plenamente preenchidas?

Não pode balizar e colocar a bitola na base do que gosta ou pensa, precisamente porque muitos dos que se importam com o ENT terão também outros patamares de exigência (maiores ou menores, os que aqui dão a cara, como percebeu, pretendem mais e melhor - o que até julgo ser positivo),e muitos esperam do ENT algo diferente (entre os que têm poucos anos de participação e os que têm já algumas edições no pêlo).

Não pense que estes considerandos são de cariz pessoal, antes o esgrimir de opiniões, argumentos e pontos de vista.
Não se pede que ouça e cale, mas que leve em linha de conta quem terá um pouco mais de experiência e idade nestas coisas e quer, antes de mais, o melhor para esta comunidade.
Nenhum de nós é dono da verdade, mas a vantagem de aprender com os mais velhos é existir a possibilidade de não repetirmos os seus erros.

Saudações.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Não vi nenhum insulto ou ofensa da parte do Conquistador, minha cara.
Parece-me que a sua falta de argmentos ou capacidade para reconhecer alguma verdade nas palavras dele lhe despertaram uma reacção de vitimização escusada.

Ninguém a insultou, apenas criticou algumas das suas posições, opiniões e expressões, simplesmente porque não as achou ou adequadas ou correctas.

Realize que estamos aqui a debater pontos de vista, não a discutir pessoas, mesm seé natural que certas posições levem a alguns juízos legítimos sobre a idoneidade ou credibilidade de quem diz em virtude daquilo que diz.

Se eu fo a um fórum falar de engenharia química, por mais que tenha umas noções básicas, sujeito-me a "levar por tabela" se tiver a veleidade de querer da rum passo maior que a perna - principalmente s eo espaço for frequentado por velhos jarretas que bebem coktails molotoff ao pequno-almoço.

Não se sinta ofendida, porque ninguém o pretendeu fazer, o fez ou quer fazer.
Terá muito para dar à comunidade tunante e todos são úteis e importantes. Importa é sabermos respeitar e ocupar o nosso lugar.

Saudações.

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Já estou como o outro...."ó meuszzz amigozzzz.....zzz"...

Não percamos tempo com coisas mais mundanas, sugiro eu. Já sabemos todos por aqui como são as coisas, como alguns fazem questão de diabolizar este fórum, como outros fazem x e aqueloutros y, como uns se põe a jeito e outros ainda confundem a beira da estrada com a Estrada da Beira. Já estamos todos fartos de saber isso. Não será melhor passar à frente e irmos ao essencial?

Pela 5ª vez -prá aí.. - volto a solicitar,a todos os interessados no ENT, que se recentre o debate no essencial. O resto vale o que vale....

Abraços & Beijos!



 

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Sérgio Ferrira
responde a J.Pierre Silva:

Meu caro, cego é aquele que não quer ver e que se acha o dono da razão e mais não digo.

Concordo plenamente com o que diz o RT passamos a outro ponto de discussão caso contrario volto a perder todo o interesse em responder em fóruns sobre coisas fúteis e nada interessantes coisa que estava a mudar, pois eu gosto e tento responder pela positiva e não pela negativa.

Debatemos os pontos cruciais relativamente ao ENT e deixamos a tal roupa suja para lavar noutra altura na presença uns dos outros.


saudações

 

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Marco Pais
responde a J.Pierre Silva:

Boa tarde,
Antes de mais gostaria de me apresentar, chamo-me Marco Pais, sou de Viseu e membro da RTUB há quase 11 anos.Senti necessidade de começar por aqui, já que assim poupo o trabalho de, porventura, andar a saber quem sou, e evitar uma situação idêntica á da mãezinha da Bacos Tuna. Posto isto, também gostaria de dizer que não tenho por hábito frequentar este forúm, já há uns bons anos que não entrava no portugal tunas, para ser sincero o que por aqui se passa, na generalidade, não me interessa.
Mas tudo mudou, pois fui alertado para vir até aqui para ver o que se dizia sobre o ENT em Bragança, organizado pela tuna a que pertenço.Desde então tenho vindo até aqui, lido o que se diz, aqui e também noutros blogs. Confesso que não fiquei agradado com aquilo que voçê e outras pessoas escreveram, no seu caso concreto, pareceu-me, e perdoe-me a consideração, que andou a fazer campanha contra o ENT e a favor do FITU, que quanto a mim me merece todo o respeito, já que conheço várias pessoas ligadas ao orfeão do porto, nomeadamente á sua tuna masculina.Não entendendo bem as suas motivações, mas fiquei surpreso ao saber que afinal também não foi ao FITU, o que é pena, pois perdeu dois grandes eventos no mesmo fim de semana...
Quanto ao ENT, como é obvio eu fui e adorei, não só porque estive com os meus companheiros, mas porque das poucas pessoas que por lá apareceram, eu conhecia a sua grande maioria e foi com muito agrado que revi algumas que já nao via há uns anos ( Patroa da Tuna Feminina da facul. de Letras do Porto).

 

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O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Mãezinha:

«Falo porque fui. Que critique quem lá esteve. O resto que espere pelo próximo.»

Quem escreveu isto?

O "resto" sou eu e mais 99,999999999999% dos tunos deste país. Donde se segue que achas que não devemos criticar, porque não fomos.

O que não te vi foi ficar chateada com quem elogiou e deu os parabéns à organização - mesmo não tendo ido. Não te parece algo contraditório?

O RT e o JPierre foram linchados porque falaram antes do tempo... Mas agora já não são por falarem depois do tempo. Ao que me parece, sabem eles tanto agora sobre o VII ENT como sabiam antes.

Em coerência, manda-os calar:

"Falo porque fui. Que elogie e fique satisfeito quem lá esteve. O resto espere pelo próximo ano".

Se TAMBÉM tivesses escrito isto, aí sim.

É o que eu estou a fazer: a esperar pelo próximo ano :) E é por essa razão que não sinto autoridade moral (que me retiraste) nem para fazer uma coisa nem outra.

Em que post te chamei hipócrita? Pelo contrário, há quem veja nestas manifestações de alegria do RT e do Pierre sinais de hipocrisia, quando os hipócritas são os que se mantiveram no silêncio, os oportunistas, os tíbios, os medrosos. Alguma vez me referi a ti?

Fica desde já desfeito o equívoco: EM NENHUMA PARTE DAQUELE POST QUIS IMPLICAR QUE A MÃEZINHA FOSSE HIPÓCRITA. Incoerente, sim, porque não quer uma coisa (que se critique) mas aceita o seu contrário (que se elogie). Hipócrita? NUNCA!

Nem tu és pessoalmente incoerente, Mãezinha. Apenas o raciocínio que expuseste. Não estão em causa pessoas, mas ideias. E é bom que isto se perceba.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Marco Pais
responde a Marco Pais:

Continuando....
Não sei bem o que se passou nos ENT´s anteriores, pois este foi o primeiro a que pude ir e tive como unica motivação, estar com a minha tuna neste evento.Entendo a razão da existência destes encontros, apesar de, no geral, exceptuando algumas , poucas palestras, não concordar com os moldes que mais ou menos, todos têm traçado na sua organização, e isto não é uma critica a nenhuma organização, mas sim ao conceito ENT. Na minha humilde opinião, o facto de termos juntos tunos de diversas partes do país, é, a meu ver, mais que o suficiente para poder aprender coisas novas, não vendo por isso necessidade de estar numa sala a ouvir alguém a falar de coisas que muita gente não entende muito bem, pois tal como eu, não tem qualquer tipo de formação musical.Prefiro sim, estar numa roda de tunos a tocar umas musiquinhas, a conversar e aí sim, aprender algo de util.
E foi isto que gostei em Bragança, e tambem fui a algumas paletras.Gostei de estar á converseta com toda a gente, ouvir as suas opiniões sobre vários assuntos e aprender com as experincias de cada um dos que nos visitaram.Espero que para o ano mais gente vá até lá, pode ser que gostem.
Quanto ao que tenho lido neste forum, só tenho a dizer, que é por isso mesmo que eu não venho ao portugal tunas, chega-se a momentos das conversas em que tudo não passa de conteudos vazios e conversas da treta...
Despeço-me por agora...talvez volte...
Abraço Rtubiano

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Lê o meu raciocinio com mais atenção e não julgues logo... okapa? Ganhas mais. Mas como te digo, não me darei ao trabalho de responder porque, como diz o Sérgio e muito bem, só faz sentido dizerem-se estas coisas pessoalmente.

Tenho uma sugestão para o ENT que penso ser de alguma utilidade. Aliás, não será bem uma sugestão porque já foi feito antes. Não se deveria sondar o mundo tunante, durante uns largos meses, para perceber de que forma a organização deste proximo ent o pode melhorar? A começar desde já?

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a J.Pierre Silva:

Carissimo colega.. so fui a dois ent's mas estou a tentar cooperar no bom funcionamento dos seguintes, faça o mesmo. Dê sugestões, opiniões :)

Não se alargue com argumentos para me mostrar que estou errada, já passei essa fase. Mesquinhice não rima com tunas.

Já agora, o que acha que está a falhar neste ENT?

 

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Marco Pais
responde a O Conquistador:

Caro Conquistador,
quer-me parecer que a questão dos números te faz alguma confusão, sim eramos poucos, mas não houve alguém que escreveu, que não importava que fossem 3, 30, ou 300 o importante é que se tenha feito ENT? Na minha opinião isso aconteceu, fez-se ENT.
Quanto ao que a mãezinha disse, também me quer parecer que ficaste agarrado a determinadas expressões, que no meu entender, sabes muito bem o que ela queria dizer, mas preferes estar sempre a voltar ao mesmo assunto.Há uma frase que diz qualquer coisa do genero: Se as tuas palavras não forem melhor que o silêncio, então o melhor é nao o quebrar...é algo deste genero...
Espero que não entendas as minhas palavras como um ataque pessoal, porque não são, apenas acho que este assunto ja devia ter terminado...daqui não virá nada de util ou bom...Pode-se falar sobre tanta coisa em vez disto...
Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Sérgio Ferrira:

Ou cego é aquele que mesmo avisado continua autista e não aceita qualquer crítica construtiva.
Não acho fútil o degladiar de argumentos, até porque ese tópico é sobr eo VII ENT, não sobre o VIII.
Não responde me fóruns quem não quer, quem não sabe ou quem não os frequenta.
E ainda não vi nenhum lavar de roupa suja!

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Malta, não levem a mal.

Quando quiserem falar sobre o ENT, avisem. Até lá, estou na fila de trás, escondido algures entre o Contrabaixo e o Estandarte.

Abraços & Beijos!

 

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J.Pierre Silva
responde a R T:

RT, percebo o teu sentido conciliador, mas como disse anteriormente, este tópico é sobre considerações acerca do VII ENT. É sobre ele, e incidências daí decorrentes que se está a falar.
terei todo o gosto é abordar o próximo ou fazer sugestões em tópico, blog ou afins que seja criados para o efeito.

Abrazo.

 

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J.Pierre Silva
responde a Marco Pais:

Pena que, como tuno, afirme não se interessar por aquilo que se passa no PortugalTunas, mas porque o ENT foi em Bragança, então já interessa falar e debater (coisa que se tem vindo aqui também a fazer há anos) - e, registe-se, só "acordou" pró ENT este ano.
Pena que os mesmos que o alertaram para o que aqui se passava, não tenham feito o mesmo para os demais ENTs, bem como para os artigos, debates, e demais assuntos centrais (ou às vezes periféricos) que aqui ocorreram no PotugalTunas.
Quiçá o seu contributo tivesse enriquecido todas estas vertentes da vivência tunante.

Por outro lado, achei engraçado ver-me como publicitário do FITU, quando não fiz qualquer publicidade, masapenas emiti uma opinião legítima: a de perante o programa deste ENT, e medindo distâncias a percorrer, achar mais interessante a opção FITU (a que acabei, infelizmente por não ir).

Se gostou do ENT, fico feliz. Ainda bem que quem foi gostou.

 

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O Novessetum
responde a J.Pierre Silva:

Agora entendo porque o FITU teve tão pouca gente... O J. Pierre disse que vinha... hehehehe

Para a próxima diz que vais ao ENT!!! heheheh

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Poderei fazer algo mais, sempre com a superior autorização da organização, claro:

Poderei mais logo, criar um forum, tal como a Patroa sugeriu acima, de forma a podermos organziar o diálogo.

Se assim me for permitido e se ninguém se opuser, poderei então criar esse forum. Penso que aqui no PTunas o debate será sempre mais generalista, para aprimorar pontos de vista deve-se - quanto a mim - agilizar a troca de informação.

Aguardo então, o OK de quem de direito. Volto lá para trás que o estandarte enrolou-se no pescoço de um caloiro e isso é perigoso, pois pode estragar o estandarte...:)))

Abraços & Beijos

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Sérgio Ferrira
responde a J.Pierre Silva:

Presunção e água benta cada um toma a que quer....


E com isto vou para a fila de trás tal como o RT à espera de algo que tenha conteúdo porque este já está a perder o interesse visto que falar através de um fórum pode parecer fácil o mais difícil é falara cara a cara porque pode que se perca os argumentos no meio da conversa ou discussão como lhe quiseres chamar visto que está mais que provado que o maior medo do Homem é enfrentar o público.

Abraço e fique bem


 

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Marco Pais
responde a J.Pierre Silva:

De facto disse e reafirmo, mas também disse que o ENT, para mim, tal como está idealizado, não me atrai...Para ir a aulas já me bastou o tempo de estudante e mesmo assim, sempre que podia, não ia...Mas também concordo consigo, devia ter ido a outros ENT´s talvez pudesse fazer alguma diferença, ou não, exclui-me por opção e assumo isso inteiramente.
A mim pessoalmente, parece-me que o Portugal tunas serve apenas como meio de divulgação de atividades das tunas do nosso país, a julgar pelos participantes nos foruns, que são quase invariavelmente os mesmos.Acho bem que o espaço exista, é sem dúvida uma mais valia, mas para mim as únicas actividades que realmente me interessam são aquelas em que a minha tuna participa, logo não tenho de vir aqui saber o que a minha tuna vai fazer , pois sei por inerencia.
Quanto á questão do Fitu, obviamente temos opiniões diferentes, mas isso também não importa alargar mais sobre o assunto.
Quanto ao proximo ENT, gostaria desde já deixar o convite em meu nome pessoal, aparece , independentemente do programa, podemos trocar ideias calculo que entre nós haja muitas opiniões partilhadas...
Abraço

 

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R T
responde a Marco Pais:

Eu não queria sair de lá de trás mas pronto, lá vou eu ter de me "chegar" á frente....

Lembro o que disse acima: O ENT não é propriedade de ninguém. E lembro também que deve-se respeitar quem dedica o seu tempo livre a preparar-se para que o ENT seja sempre um sucesso, seja como organziador, palestrante, "gestor" de workshop e por aí fora. Não se tente estigmatizar aqueles que - por qualquer razão - estudam e procuram passar a mensagem sobre o fenómeno da tuna estudantil portuguesa.

Lembro-vos, com toda a humildade, que há muito por descobrir e por saber sobre a tuna portuguesa e não só, mas mesmo muito; o que falta saber é incomensuravelmente mais do que aquilo que se sabe. Querer partilhar esse saber deve ser visto com os melhores olhos possiveis e o ENT é o espaço certo para essa partilha, como todos nós sabemos. Este é o conteúdo que é o que importa. Debata-se então, as melhores formas de o fazer passar - coisa distinta. Não há nenhuma vontade de fazer o ENT numa espécie de sala de aulas; vamos então perceber qual a melhor forma de passar a mensagem, porque ela existe, está aí por descobrir e deve ser partilhada com quem está realmente interessado. De nada serve a informação se não for partilhada.

Não façam sentir culpados aqueles que, por uma razão ou por outra, andam há anos e anos a estudar a tuna estudantil portuguesa; se o fazem é por duas razões: saber de facto sobre a mesma ( e não "mitológicamente" como andamos todos a pensar que sabíamos e alguns ainda pensam que sabem...) para depois partilhar com quem quer também saber.

Eu tenho a noção que - antes de me pôr a caminho para saber, mesmo, o que a tuna estudantil foi e é - disse inúmeros disparates monumentais e ao longo de muitos anos; choca-me, por isso, ver tantas "certezas" de alguns sobre a tuna estudantil.

E o estandarte continua enrolado no pescoço do caloiro...vou até lá outra vez...:)

Abraços & beijos

 

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Marco Pais
responde a R T:

Caro R T,
eu acho que fui claro, eu disse:"para mim...", opinião pessoal...De forma alguma menosprezo ou desrespeitei quem de alguma forma trabalha ou trabalhou para o ENT.O que digo, é que eu, pessoalmente, não tenho, salvo algumas excepções, interesse em estar fechado numa qualquer sala ou auditorio a ouvir alguém falar, durante sei lá quanto tempo.Obviamente que a informação só é util quando partilhada, mas continuo a dizer que eu, pessoalmente, prefiro faze-lo de uma forma menos institucional, ou formal, como preferires.Mas isto sou eu...Não acho que exista uma forma ideal para essa transmissão, até porque é impossivel agradar a gregos e a troianos, o importante é que exista seja de que forma for. Por isso é que acho que a criticas feitas ao programa do VII ENT, logo á partida, são no meu entender, pouco razoaveis e no meu entender, movidas por razões que desconhço.Claro que há muito por dizer, repetir um tema?Porque não?Se for importante, nunca é demais falar nele, até porque nem toda a gente já foi a um ENT.Pra quem foi, é repetitivo, mas podem sempre falar de outras coisas nas tertulias.Não têm necessariamente que ir a todas as palestras.Aproveita-se esse tempo para fazer amizades e poupa-se os ouvidos a coisas que já sabemos.
Fico contente tambem por saber que há quem se dedique ao tema das tunas e ande a escrever um livro, acho isso louvavel e necessario.Fico á espera de o ver á venda.
Abraço

 

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R T
responde a Marco Pais:

Ilustre Marco:

Eu percebi-te e percebo, note-se. E é precisamente porque quanto à forma que admito perfeitamente que possa ser melhorada que falo e falei, antes do ENT, sobre a mesma. As sugestões que dei foram dadas ANTES do ENT, não depois. Se as leres, percebes a coerência entre o que disse antes e o que afirmo agora.

Admito com toda a naturalidade que a forma não seja a mais eficaz, sem qualquer problema; vamos então procurar outras formas de transmitir o conteúdo, nada de mais simples. Nem sequer vislumbro aqui qualquer polémica. Para mim, que já fui convidado N vezes para "mandar uns bitaites" tanto o faço em cima do estrado com microfone como o faço no meio de uma tasca à mesa com quem quiser de facto, ouvir e falar sobre o que se está a debater, é-me perfeitamente igual, haja condições para isso acontecer e tudo porreiro!

O que se passou foi que alguns chamaram criticas a sugestões prévias, nada mais do que isso. E lembro novamente que sugeri, repito, sugeri antes. A única critica que fiz previamente - e lá está, assumo na boa que a fiz previamente - foi achar que o programa era pouco ou nada aliciante (para mim, note-se, que fui á maioria dos ENT´s); ainda bem que - e por força de uma forma resultante do cenário deste ano - acabou por resultar. Só me posso congratular com isso.

Precisamente para poupar ouvidos é que a cada ENT se procura renovar conteúdos, para não ser um a repetição do último. Mas percebo novamente o teu ponto de vista, claro que sim; novamente, há que refinar, concluí-se, o formato. Ou seja, vamos sempre parar à mesma estação.

Finalmente e a titulo pessoal o digo: Estou a escrever um livro em co-autoria com distintos especialistas na matéria, uma honra para mim, digo-o e sem falsas humildades. Para o fazer, estudei e estudo sobre a matéria, caso oposto iria dar mau resultado. Mas isso não faz de mim "especial de corrida" que fique bem claro. Só quero que no limite seja respeitado o esforço de quem o tem, o resto dispenso liminarmente porque para "dar aulas" vou dar formação, onde recebo até por isso. Nunca senti qualquer apelo de "mestre-escola" nestas coisas; mas se alguém me convidar para partilhar o - pouco - que sei destas coisas, a única coisa que peço é respeito porque estas coisas dão trabalho a ser preparadas. Daí em diante, quem quiser ouvir ouve, quem não quiser pode ir ao bar, e tudo bem à mesma.

Vá, abraços, que o caloiro está quase a sufocar com o estandarte....:)))

 

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J.Pierre Silva
responde a Sérgio Ferrira:

Obviamente.
Engraçado que agora venha com a conversa do "falar em fórum Vs falar cara a cara", quando ambos são formas de comunicação Depreendo da sua apreciação que a sua, a minha a e qualquer conversa tida via web é acto cobarde, é isso?
Que me diga que o insulto e a malidcência gratuita via web o são, ou escondidos pro detrás d eum nick, aceito, o resto parece-me falacioso.

Além disso, nunca me escondi. Tanto me manifestei antes, como depois. Emiti os meus considerandos, dei sugestões, fiz reparos com vista a correcção.
Quanto ao resto, para falar detunas, obviamente que não apenas na web, e que cara-a-cara é importante também. Foi o que fiz nos últimos anos no ENT, mas parece que andámos desencontrados, porque não tivemos oportunidade de conversar pessoalmente.
Além disso, a questão nao está em enfrentar públicos, porque no caso de tunos, não os considero assim. Tanto somos emissores como receptores, agora cátedras e públicos no tocante a questões desta natureza, não vejo como, nem onde.

Públicos tenho-os quando em palco ou noutras situações. Tanto em colóquios, como em actuações e, para mim, é-me perfeitamente igual serem 10 mil (já vivi essa experiência) como 10.

A única diferença é que, via net, não ficará imcomodado com o meu tabaquear.

Abraço

 

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R T
responde a Marco Pais:

E, Marco, para que fique claro e da minha parte exclusivamente:

Irei, como fui, ao ENT, seja em que qualidade seja, é-me igual, desde que possa, irei. A prova do que digo é que este ano não fui a Bragança e a organização convidou-me para falar no ENT. Não fui porque assumi entretanto outros compromissos - e não por mais razão alguma.

Abraços! - que o caloiro está a ficar roxo...:)))

 

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Marco Pais
responde a R T:

Caro RT
parece que não fiz entender conforme desejava, pelo facto as minhas desculpas.De momento não poder responder como desejaria pois estou no trabalho e agora é me de todo impossivel.Mais tarde voltarei...
Abraço

 

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Sérgio Ferrira
responde a J.Pierre Silva:

"Depreendo da sua apreciação que a sua, a minha a e qualquer conversa tida via web é acto cobarde, é isso?"

Depreende mas depreende mal mas também concordo que cada um tem a sua maneira de depreensão das coisas. Mas eu posso dizer o porque de não dever depreender tal coisa isto porque sou da opinião, mas isto sou eu claro que, que cobardes são os ratos que ao mínimo ataque se escondem no buraco mais próximo coisa que não acontece com os Homens, penso eu de que.

Quanto ao facto de andar-mos desencontrados é uma realidade mas no próximo ENT vou estar mais atento para não me passar ao lado visto como eu já referi anteriormente gosto de aprender e se for com algum que me possa ensinar algo de novo tanto melhor e se esse algum tiver muita experiência melhorou ainda mais porque é assim que se aprende sendo humilde pelo menos foi o que sempre me encimaram a não ser que ande enganado estes anos todos e se assim é é muito mau porque pensava que estava bem e afinal estou mal.

Quanto ao enfrentar o publico dou-te os meus parabéns visto que eu ainda não tive essa mesma experiência de enfrentar 10 mil mas como eu deve existir mais pessoas, se não, não se dariam ao trabalho de efectuar tal estudo, digo eu claro.

Por fim posso dizer-te que não será fácil incomodar visto que eu já sou uma pessoa incomodada por natureza :), falo pelo meu tipo de trabalho claro.

Abraço

 

[responder a "Sérgio Ferrira"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Marco Pais:

Grande Marco:

grande conselho... só é pena não ter sido publicado mais cedo (para aí em sexto lugar) nesta nossa conversa à lareira.

Números são números - e para mim, que sou de letras, são coisas das quais desconfio um bocadinho. Só fez falta quem lá esteve, meu caro. Quem não esteve não sabe o que perdeu. O resto é treta.

Quanto a estar calado ou intervir, apenas te posso convidar a passar nos blogues "Notas&Melodias" (Nota DisplicENT) e "As Minhas Aventuras na Tunolândia" (A Aventura IndiferENT) e a leres as intervenções do utilizador "Eduardo". Se tiveres pachorra (mais ainda...), compara o teor dessas intervenções e as datas com o que se tem dito neste tópico. Talvez te surpreendas. Talvez não. Talvez te reconheças. Talvez não. Lá ajuizarás do destrutivismo ou construtivismo.

Lá verás (ou não) que o que eu não suporto é arrivismos: entradas de chancas não costumam ser recebidas com ramalhetes de dálias e açucenas.

Aquele abraço e

BOA MÚSICA!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

Tiago Nogueira
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Dirijo-me a todos, não apenas a quem abriu o tópico.

Antes de mais, quero dizer que não estive no VII ENT, com muita pena minha. Nunca estive em nenhum, para dizer a verdade. Nunca tive essa possibilidade. Espero poder participar no próximo.

Em segundo, gostava de me juntar às pessoas que se interrogam sobre o que por lá foi discutido e, acima de tudo, concluído. Confesso que me deixa curioso um tema que foi aqui citado "Tunas de Topo". Fico confuso se será sobre as tunas do norte do país, se as das terras mais altas, se as que facturaram mais no ano transacto, se as que têm mais elementos... É que eu conheço Tunas e grupos estranhos que também se auto-intitulam tunas. Não sei é o que são "Tunas de Topo".

Em terceiro lugar, gostava de felicitar RTUB pela organização do VII ENT que, aparentemente, terá sido do agrado dos participantes e pela vontade em realizar a próxima edição.

Por último gostava de apelar à tolerência de todos, lembrando que a web sempre deu a entender, na mente de quem lê mensagens, uma ideia errada acerca das intenções de quem as escreveu.

Podemos passar à parte mais importante, ou seja, o resultado do fim-de-semana de partilha, discussão e trabalho?

Cumprimentos a todos,

Adémia (TMUC)

 

[responder a "Tiago Nogueira"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Marco Pais:

Caro Marco,

Somos dois, e muitos mais, a achar que quer este modelo de ENT, quer o dos anteriores ainda não é o desejável.
O que ao longo deste tempo todo tentei manifestar foi o facto de, à força de querer mudar o paradigma, se fez um pouco como sucedeu no pós-25 de Abril, onde se acabou não apenas com o que era menos bom, mas também com o que o era, de facto (obviamente que não foi bem assim neste ENT).

Sou totalmente a favor de uma mudança no formato dos debates/palestras, pois que a partilha do saber não resulta, obviamente, colocando sempre a tónica no modelo “aula”.
Mas convirá que todos estejam conscientes que também não é adoptando o modelo “recreio” que se lá chega, pois que o objectivo principal do ENT é a informação e formação e não o coffe-breack, o intervalo a jantarada ou as animações diversas (importantes como intervalo e pausa, mas não o motor de um ENT sério).

Sobre a Tuna Portuguesa, estamos longe do ideal. Grassa uma ingorância atroz que só nos menoriza a todos, pois que é caricato que os próprios protagonistas do mester tunante saibam tão pouco (ou quase nada) sobre a cultura em que se inserem – e mostrem tão pouca vontade em a conhecer.
Isso implica algum esforço intelectual. Não necessariamente secas ou “aulas”, mas também não é em conversas de tricôt, onde todos fazem renda, que chegam a saber como se faz um tapete de Arraiolos. Não basta ter agulhas e lã, é preciso ter as correctas, o fio de lã adequado e alguém que saiba de “ponto de arraiolos” para ensinar (pessoa que pode entretanto aprender sobre tricôt, ponto cruz, renda e afins).

Pessoalmente, o modelo que preconizo é similar/aproximado ao levado a cabo em Viseu (a todos os títulos o melhor, a meu ver, em termos de conteúdos e palestrantes – pena que não tenha ido), mas ao qual eu somaria a qualidade de uma tertúlia como a de Lisboa (onde todos puderam debater e falar, mas com uma mesa a orientar os trabalhos, com pessoas convidadas para irem dando uns toques sobre as matérias em discussão).
Também o modelo de tertúlia de Castelo Branco me agradou, esta ainda mais informal, porque no mesmo local, e a seguir ao jantar. Inicialmente, várias mesas, com grupos à conversa, até ficar apenas uma, com uma vintena de comensais que, à volta de uns copos, foram falando, opinando, ensinando e aprendendo (pena que a larga maioria tenha preferido outros divertimentos. Uma tertúlia com novos e mais velhos, onde pelo menos estava garantida a presença de pessoas que de facto sabiam dos assuntos falados.
Mas uma coisa é uma tertúlia com 10 pessoas, outra com 30 e totalmente diferente quando se passa largamente esse número. Foi um dos aspectos que levantei. No ano passado, mesmo com uma mesa, uma das palestras esticou-se em outros assuntos, onde foi difícil, mesmo assim, organizar a quantidade de gente presente e a intervir (e era um debate/palestra, quanto mais uma tertúlia sem tema, sem guias, sem gente com know-how para poder responder com propriedade e evitar os degladiar de opinativos vazios de conhecimento (“ eu digo que é assim, porque sim”; “eu acho que não porque acho”; “é pá, nós fazemos assim, e depois?”, etc.) que temos de aturar aos arrivistas que ainda por cima se colocam em bicos de pés.

O ENT é um espaço de formação, onde queremos ir aprender algo, não apenas ouvir opiniões (que, muitas vezes, não passam disso) ou arrivistas com teorias de ¾ de mês que se arriscam a ser aplaudidos se não houver quem accione o devido contraditório com factos e não com os costumeiros “acho que”.

Para mim, tal como para outros “habitués” do ENT e destas andanças, não se percebe muito bem o porquê de continuar a apostar em ateliers de instrumento, a metro, nos quais não há participação, de facto. E não é deste ENT, mas de todos que a larga maioria dos ateliers está ou às moscas ou com 2/3 pessoas (quando muito). Foi o que verifiquei ao longo destes anos.
Opostamente a isso, os ateliers que implicam grupos alargados (simulacro de ensaio, metodologias de grupo, etc.) têm muito mais potencial e são muito mais optimizados (resultando melhor). Foi o que sucedeu no passado (e bem , por exemplo, no ENT de Castelo Branco).
O investimento de tempo e pessoas que vão orientar os ateliers (e o trabalho em os preparar), para depois ter lá zero ou nem uma mão cheia de tunos é um desperdício, a meu ver. Para além disso, os ateliers deveriam ir no sentido de suprir as necessidades da comunidade tunante. Ora, a pergunta é simples: “É a qualidade musical um problema actual das tunas/tunos?”. Acho que não – os indícios mostram precisamente o contrário: melhoria da qualidade nos últimos anos .

Pode sê-lo a escolha de repertórios; a metodologia de ensaios; o saber como se deve processar o tratamento de um tema novo (planeamento, gestão de recursos, naipes vocais, trabalho instrumental, ensaio de conjunto…..); como se organiza um evento (festival ou não); como se dispõe uma tuna em palco para tirar melhor partido dos mircrofones; aspectos cénicos………….
São tudo isso, porventura, aspectos de que necessitaremos mais do que os “faz de conta de cursos intensivos de línguas” em que se formatam os ateliers de instrumento.

Mas o que digo agora, já o venho dizendo, eu e outros, há muito tempo.
Sou a favor de modelos mais interactivos, com maior intervenção dos participantes, mas nem tudo pode ser assim feito, sob pena de nem quem sabe, nem quem quer aprender deter o tempo necessário para expor – ou seja, haverá, por vezes, a necessidade do debate/palestra ter inicialmente de conter uma parte expositiva de quem apresenta algum assunto, estudo ou reflexão.

Agradeço, desde já, o seu convite. Porque sou coerente, respondo-lhe com toda a franqueza: irei com um programa de qualidade e pessoas creditadas a orientar os vários aspectos do mesmo (veja que foi prometido divulgar os temas e nomes dos orientadores e palestrantes desta edição e isso não sucedeu – uma forte razão para eu não ir). Isso não significa que tenha de ser um programa ao meu jeito, mas conquanto reconheça que é um bom programa, certamente que irei para aprender, ouvir e enriquecer-me.
Não tenho a veleidade de achar nada ter a aprender, antes pelo contrário. Quero é aprender, de facto.
Que possa o próximo ENT ser um desses momentos (para além do convívio e do rever amigos).

Forte abraço.

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Há aspectos que devem ser observados em qualquer ENT e que raramente o foram até hoje (e enquanto não há forum especifico para o ENT):


1º) Agilizar os vários momentos. Pode-se fazer 4 e só 4 momentos distintos e interligar os mesmos numa lógica maior como fio de prumo, como rumo. Uma palestra, depois um debate, uma tertulia e um workshop bastam para que um ENT seja um sucesso, desde que pensados antecipadamente e organizados em cadência, em sucessão em razão de matéria ou matérias. Torna-se, assim, mais fácil p.ex que após a palestra, no debate todos intervenham e já com dados escutados na palestra anterior, p.ex. E assim sucessivamente. Ao invés de N momentos completamente estanques entre si que, inevitavelmente descabam em situações nada abonatórias, como já aconteceu.


2º) Cumprir, face ao ponto 1 acima, com os horários. Não há nada pior ou mesmo mau fazer-se, todos nós, N kilometros e depois não bater, passo a expressão, a "cara com a careta" porque no debate das 4 da tarde o mesmo terminou uma hora e meia para lá da hora da palestra seguinte, "lixando-se" com isso o "desgraçado" que ia falar nessa palestra e consequentemente os interessados na mesma. Ano passado o "desgraçado" fui eu. Demorei muito mais tempo a preparar uma palestra que seria coisa até, algo interactiva e depois, por causa de um debate que ainda por cima não interessava para rigorosamente nada - na minha modesta perspectiva - arrastou-se o mesmo numa interminável sucessão de "porque sim" e "porque eu quero" e com isso, fiquei reduzido ao improviso à pressa. Tudo tem de ter o seu tempo; a partir do momento em que há horas marcadas para os diferentes momentos do ENT devem ser cumpridos britanicamente os horários, haja o que houver nem que desligue o quadro da luz para cortar o "pio" ao microfone.


3º) A palestra deve ser o mais leve possivel, séria mas leve. Cumpre ao palestrante ser hábil e usar de conhecidas técnicas para poder manter a audiência atenta. O debate a seguir seria consequência do que antes foi falado, deixando-se derivar até para assuntos colaterais mas relacionados com o tema da palestra, na tal lógica de que há uma ligação entre vários sub-temas tuneris e que ao falar-se de um em concreto se deriva necessáriamente para outros.


4º) A tertulia deve reflectir sempre o que se falou de tarde quer na palestra quer no debate. A tal sequência de lógica interligada que referi, indo enriquecer por um lado, o resultado da palestra e do debate anteriores. Mais, possibilita ir paulatinamente alargando o leque de intervenientes, podendo todos dizer algo e assim, manterem-se interessados, participando todos numa tertulia alargada. Ou seja, começando com uma palestra, alarga para um debate -e aqui o guarda-chuva abre-se nas participações -e cul,mina numa tertulia ainda mais abrangente. Tudo em sucessão de lógica aumentando a participação em número e em interesse.


5º) O único workshop que eu sugiro deve ser ele mesmo o culminar do que antes se passou, simulando uma determinada situação e interagindo com todos os presentes no ENT, estejam eles sentados onde estiverem, envolvendo-os nessa simulação ou caso de estudo, se preferirem. No final dará para todos participarem, retirar-se conclusões e depois publicar-se as mesmas em local próprio, de forma a quem não esteve - e esteve também - fique com os resultados práticos de dois dias de trabalho.


Claro que isto pressupõe que seja muito bem pensado previamente de forma a "bater certo" cada momento e uns com os outros.


Estaria aqui muito mais tempo a discorrer este modelo que, note-se, sugeri no meu blog a tempo e horas, note-se novamente. Mas por ora basta.


Abraços & beijos!

 

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R T
responde a R T:

E, por tudo o que é mais sagrado - Deus, Alá, As vacas Indianas ou Iemanjá -termine-se com temas comezinhos, rasteiros ou perfeitamente inóquos, como acontece por via de regra. Não só não servem para coisa nenhuma como ainda tem dois efeitos perniciosos: atrasar os trabalhos e pôr as pessoas a lavar roupa suja. Aliás, o modelo que acima sugiro é ele mesmo preventivo face a esses "não-temas", se repararem.

Abraços & Beijos!

 

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Marco Pais
responde a R T:

Caro RT,
finalmente arranjei um tempinho.
tudo o que disse anteriormente,não foi dirigido a si pessoalmente, até pelo que tenho lido tem mantido uma conversa bastante coerente, temo que me tenha entendido mal.Desde já as minhas desculpas.Quando referi que eventualmente, se poderia repetir alguns temas de uns ENT's para os outros, deve-se ao facto, de na minha opinião, haver tanto para se falar e fazer, que poderia não ser demais relembrar assuntos passados.Não fazendo disso, como é obvio, regra, mas sim excepção sempre que a importância do assunto a isso obrigasse.Porque em conversas que por vezes vou tendo com tunos que conheço por aí, parece-me que a opinião é quase unânime, muito se tem falado, mas a verdade é que pouco ou nada tem mudado.Claro que para quem frequenta os ENT's com regularidade, tal pode não ser aliciante e isso também entendo, mas como disse, têm sempre as tertúlias, onde podem falar de mais temas que não aqueles á partida designados, daí a minha expressão "poupar ouvidos".Eu sei que foi convidado para ir a Bragança e também sei porque não pode ir, o que foi pena.E aí tambem não me estava a referir a si concretamente, até porque o que eu dei foi a minha opinião pessoal, de certo haverá muitos que discordam dela.
Em relação livro, como eu disse também, de forma alguma menosprezo o trabalho que estão a realizar, muito pelo contrario, acho necessário que seja feito e bem feito, por isso também disse que ficarei á espera de o ver á venda.Penso que em relação a isso em nenhum momento fui desrespeitoso com quem está a trabalhar nesse projecto, se fui, não foi de todo a minha intenção.
Espero que um dia nos possamos encontrar por aí, estou certo que aprenderei algo interessante, mas prefiro que seja menos formal, digamos.numa qualquer mesa de bar ou tasco...
Espero que me tenha explicado bem desta vez.
Abraço e não deixe o caloiro morrer.

 

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Marco Pais
responde a R T:

Concordo plenamente, com tanto que se podia falar, andamos sempre a bater no ceguinho.
O caminho, seja ele qual for é sempre em frente.
Abraço

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a R T:

Quanto ao programa do ENT, é do vosso parecer que haja actividades de manhã?
Pergunto isto, porque como se sabe, a noite costuma acabar ás tantas e as actividades matinais podem não ser produtivas.

Outro ponto a ser esclarecido, se tiverem essa bondade.

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Não, de todo, acho que se as coisas forem bem pensadas e estruturadas, não há razão alguma para as manhãs serem ocupadas com trabalho sendo certo que o ENT também é convívio, festa, etc. Aliás, escrevi sobre isso atempadamente - mais uma vez - no meu blog e sugeri que se cortasse liminarmente com actividades de manhã. Também gosto de festa, farra, copos e nigth com a malta amiga, não gosto só de "botar faladura" séria ou de ouvir "faladura séria".

Mais, os ENT´s passados provam isso mesmo: as manhãs estão desertas de gente (como é fácil de adivinhar) e isso prejudica os trabalhos bem como quem vai palestra/debater/participar fica, mais uma vez, com o trabalho e a presença e pouco ou nenhuma vantagem de facto.

Jokas!

 

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R T
responde a Marco Pais:

Caro Marco:

Eu percebi o que quiseste dizer, no problem! Estamos grosso modo de acordo.

Certamente que em breve iremos estar a trocar impressões, até porque Viseu é quase a minha 2ª casa, portanto, será questão de oportunidade!

Abraços!

P.S. - Não me trates por Senhor, por favor, que esse está no céu - e logo comigo, pessoa de vida mundana e perfeitamente banal. Trata-me por tu pois se és Tuno não és mais nem menos que eu!

 

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O Novessetum
responde a Marco Pais:

O J. Pierre não leva a mal.
Caso contrário não o dizia.
Continuem com a discussão, que isto era só para espairecer.

 

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R T
responde a R T:

Uma sugestão para um ENT interligado e participativo…..(num ápice e resumidamente):


1º) Uma palestra (entre 45 minutos e uma hora máximo). Tema: “ A Tuna ontem e a Tuna hoje em Portugal; o que as liga e o que as afasta”. Perceber-se o que foi a Tuna nos seus primórdios em Portugal e como ela surge no meio universitário; percorrer objectivamente as várias fases da evolução do fenómeno e parando hoje, 25 anos após o “boom” de fins dos anos 80/princípios de 90 do Século XX.


2º) Um debate (entre uma hora e hora e meia): Debater-se, pegando em pontos, momentos mais importantes do dito na palestra e deixar fluir o debate, com perguntas e respostas entre todos, mantendo uma mesa a moderar. Seguramente que esse debate irá abrir subtemas ligados ao tema da palestra, já de si de uma abrangência grande. Obviamente que o debate irá parar entre aspas no que é hoje a tuna estudantil em Portugal, pois o tema da palestra indicia esse caminho no debate.


3º) Uma Tertúlia (tempo livre): Num formato leve, mais descontraído, mais – e usando um termo já usado, caseirinho – todos poderão intervir no sentido das questões que o debate levantou, deixando a sua opinião e exercendo o contraditório. Pode ser à mesa de jantar, numa tasca (sem barulho preferencialmente…) ou bar mais lounge, etc.


4º) Um Workshop: P.ex. “Organização de eventos tuneris: dos convites ao dia seguinte do evento”. Pode-se simular uma organização de um festival, no tempo e no espaço propostos – em jeito de case study – e distribuir por todos os presentes tarefas inerentes à organização de um simulado evento de tunas, colocando constrangimentos à medida que os vários grupos vão fazendo o seu trabalho respeitando um calendário para cumprir as suas tarefas; isto obriga a que cada grupo de trabalho – o da logística, o dos convites, o do som e luz, o do teatro, o da SPA e por aí adiante – sejam “obrigados” a lidar e a trabalhar uns com os outros. Pelo meio, um “gestor” do workshop vai colocando entraves, facilidades, novidades, tunas a falhar uma semana antes e por aí fora. A capacidade de resolver estes problemas organizativos, de os prever até, pode ser largamente melhorada com um workshop assim. Ou seja, todos aprendem com todos e levam para casa mais qualquer coisa.


5º) Sessão de encerramento e conclusões finais.


Venham as pedras…..


 

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Marco Pais
responde a R T:

Ainda bem que parece que nos começamos a entender...
Cá estarei, caso apareças por cá.Terei muito gosto em trocar ideias contigo ou com quem o quiser fazer.Não gosto de discussões, na maior parte das vezes não levam a lado nenhum.
Tal como tu também sou um homem do mundo e dispenso este discurso formal.O importante não é a forma como a mensagem é passada desde que feito de uma forma clara e correta.
Abraço e cá estarei.

 

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Marco Pais
responde a O Conquistador:

Boas noites...
por acaso até me dei ao trabalho de dar uma olhadela nesses blogues, no entanto tenho de fazer um reparo, não concordo que um assunto que começa aqui no PT passe para outros blogues, fazendo com que tenhamos de andar a saltar de site em site para falar ou saber algo sobre o mesmo assunto, mas isto é a minha opinião.De qualquer das formas, não teria como saber que o eduardo e conquistador são a mesma pessoa. sites diferentes nomes diferentes não ajudam a chegar a essa conclusão.
Quanto á entrada de chancas, como dizes, acho que não foi isso que fiz, mas isto também é a minha opinião.
Para finalizar, gostaria de dizer que me quer parecer que algo mais construtivo está a acontecer ou para acontecer, e é isso que me interessa.Começo a achar que a minha opinião inicial acerca da minha não vinda a foruns deste género estava correta, perde-se muito tempo a falar de não assuntos, e é pena tanto gasto de palavras e energia.
Com isto quero dizer que não vou perder mais tempo com não assuntos, a não ser que, por um motivo mais grave seja obrigado a dizer algo, sinceramente, espero que não.
Abraço

 

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Marco Pais
responde a R T:

Salvaguardando a questão do tema e conteudos, que deve ser decidido por quem organiza,e se possível oscultando a tunosfera, o modelo parece-me interessante...
Como já disse, penso que finalmente se pode falar em coisas interessantes.
Abraço

 

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JModesto Real Tunel Académico
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Saudações a todos os corajosos participantes neste tópico e que já o elevaram à categoria dos "tópicos mais participados no Portugaltunas, mas com um número ínfimo de participantes".

Li o testamento entre uma reunião intercalar e o CSI (aquele do ruivo que tira os óculos escuros em slow motion e olha de soslaio para a câmara mais próxima)... Exacto!!! Esse mesmo!

Entretanto fiz uma pesquisa por aqueles catálogos da net de franchising e fiquei atónito quando reparei num anúncio a "franchisar" o ENT. Será verdade???

Just joking!!!

Abraces

 

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O Conquistador
responde a Marco Pais:

Marco:

a "entrada de chancas" a que me referi não foi a tua, nem creio ter sido agressivo em momento algum para contigo.

Adiante. Over and out.

Como vês, há já quase um mês que há coisas interessantes na net a propósito do ENT - seja o meu tópico (que não sei se foi apresentado em Bragança) aqui no PTunas, sejam os dos blogues que referi.

Pelo que me pareceu, e apesar de me parecerem globalmente construtivos e apresentarem propostas de solução, ou foram ignorados, ou foram recebidos com quatro pedras na mão ou foram taxados de tentativas de ingerência. Lamento. E vejo com espanto que só agora a comunidade parece tomar conhecimento delas e achá-las interessantes. Que teria sucedido antes? Não sei. Nem me interessa.

Perante isto, não vou repetir aqui o que já referi noutros lados e que, em linhas gerais, são as propostas do RT. Ele já as apresentou, não vou repeti-las.

Quanto à última proposta do RT, parece-me boa ideia que os ENT sigam uma ideia central aglutinadora, geradora de uma ideia forte, em vez de se dispersarem por uma multiplicidade de temas sem levar a conclusão nenhuma. Isto não é o mesmo que dizer que só deve haver uma única sessão de debate ou de exposição (nos moldes em que o RT as apresentou). Pode (deve) haver várias, mas subordinadas a aspectos concorrentes do mesmo assunto central.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a Marco Pais:

Caro Marco (e restantes):

Evidentemente que é uma mera sugestão, apenas. Os temas que sugiro são meros exemplos académicos, nada mais nada menos. A estrutura, a forma, é que me interessou discorrer e apresentar-vos.

Abraços & Beijos

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Marco Pais
responde a JModesto Real Tunel Académico:

Bons dias Modesto...
És um brincalhão...Logo á noite parece qur temos tostas mistas por Viseu...É pena as meminas não estarem presentes...Como sabes não posso ir ao espetáculo, mas estarei no after party...
Abraço...

Ps:tudo isto só para ter o post nº 100 eheh..

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a Marco Pais:

lOL, visitas isto teve, parece que as entradas de chancas resultam... vou gostar do VIII ENT, cheira-me que isto vem À baila hehehe.. beijinho

 

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Marco Pais
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Oi...
só espero que este vigor se mantenha por muito mais tempo e que toda esta conversa não tenha sido tempo perdido.No que a mim me toca, continuarei a participar neste ou noutro assunto que ache que posso, ser de alguma forma, útil a minha intervenção...
Beijinho

 

[responder a "Marco Pais"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Mãezinha:

Numa tuna cada um colabora com o que tem: uns entram com a voz, outros entram com a perícia instrumental, outros ainda com espírito humorístico, de organização, etc.

E muito bem, porque é isso que faz a riqueza da tuna.

Ora este portal, sendo de tunos para tunos, não podia ser diferente. Cada um entra com o que tem: uns entram com chancas, outros com ideias.

Cada um é para o que nasce. Respeite-se.

E é isto que faz a riqueza do portal.

O PTunas tem assim quatro bons motivos para te ficar agradecido: Chancas - 4 / Ideias - 0. É uma autêntica goleada. Ou então és tão generosa, tão generosa, mas mesmo tão generosa que entras tu com as chancas para dares aos outros a hipótese de entrarem com ideias.

Se o problema é falta de ideias (até agora não se viu uma ideia tua), pede algumas à menina vestida de preto que está a posar contigo na fotografia. Parece ser uma rapariga generosa e esperta.

Abraço e

BOAS IDEIAS!

 

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Marco Pais
responde a O Conquistador:

Caro conquistador,
não foste muito simpático com a mãezinha da Bacos Tuna, mais uma vez me pareces agarrado ás palavras e não estás a ver para além delas.Esta é uma das vantagem de escrever num forum em vez do discurso direto, pode-se sempre ver o k foi antes escrito e pensar muito bem no que se vai dizer.Ao fim de tanta conversa, mais de 100 posts, pensei que os não assuntos fossem acabar, pelos vistos estava enganado.De facto tens ideias já construidas, não quer dizer que os outros não venham a tê-las, dá tempo ao tempo...Já é tempo de deixar arder essa fogueira e não deitar mais lenha, és mais velho, mais vivido, deverias saber mais que isso.Mas tu é que sabes se queres continuar nesse caminho.Com sinceridade, que esperas que ela agora te responda?
Abraço

 

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O Conquistador
responde a Marco Pais:

Caro Marco:

compara a diferença entre o Conquistador deste post e o que escreve no tópico "VIII ENT (seriedade e união)".

Ou é dupla personalidade da minha parte ou então haverá alguma razão para a "agressividade" aqui e o tom perfeitamente normal (acho eu) no outro - onde até elogio a ideia lançada pela Mãezinha e fi-lo sem qualquer complexo: repito que aqui não estão em causa pessoas, mas ideias e posturas.

É a velha lei da acção/reacção. A Mãezinha será nova nisto das tunas, concedo, porque nem sei de quem se trata. Mas então mais uma razão para usar de alguma cautela. Digo "cautela", não digo submissão e passividade. Não sou dono da verdade, não sei tudo, não sou infalível. Digo-te mesmo mais: nos últimos dois anos quase tudo o que eu pensava que sabia sobre tunas se desmoronou, desapareceu, já não serve. E isto ensinou-me (aos 45 anos) a ser menos peremptório nas minhas afirmações e a perceber que ainda tenho muito, mas muito que aprender.

Nunca é tarde para aprender, e eu ainda estou muito a tempo.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Bem, Ideias O? Como queiras.
Se é o que achas, respeito. Afinal, isto aqui já chegou a extremos... senhor Jesus!

Quando falei em chancas, era para me meter contigo e rematar o assunto que já enjoa.

Relativamente ao tópico do Bruno Serra, obviamente que é diferente, eu neste post só vim partilhar convosco aquilo que achei do ENT... que não caiu lá muito bem a algumas pessoas.

Uma ideia fenomenal? Para lá daquelas que já dei? Falemos disto no VIII ENT. A pessoalidade é uma coisa muito boa.

Tenho 5 anos de tuna, mas isso não faz de mim menos tuno.

Beijinho :)

 

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O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

«Tenho 5 anos de tuna, mas isso não faz de mim menos tuno.»

Evidentemente que não. Os meus 6 de tuna (estás quase a ultrapassar-me...) também não fazem de mim mais tuno (nem como tal me considerei nunca, nem aqui nem em lado nenhum).

Rumemos então ao VIII ENT com união e seriedade.

2 beijinhos :)

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

My Dearest Mãezinha:

Quanto a mim - e exclusivamente por mim falo - só me pode ter caído lindamente que o VII ENT tenha corrido a contento. Aliás, só ficou provado que quando se quer fazer, faz-se, nada de mais simples. E com quem está a cada ENT. Assim seja sempre, não me causa qualquer tipo de problema essa evidente constatação. Só lamento, de facto, não ter ido, provando inequivocamente que - e como sempre foi - só fez falta quem lá esteve. Em todo o caso tomei conhecimento - e ainda antes de este post ter sido aberto, sequer - do que por lá se passou, traços gerais. E pareceu-me que valeu a pena. Fui eu que perdi, de facto.

Assim, acho que poderemos todos passar para o VIII ENT com algum discernimento e objectividade, na expectativa de, chegados lá todos de boa saúde e com Guronsan (passo a pub.) nos bolsos, a coisa corra ainda melhor. Todos temos algo a dar ao ENT, caso oposto nenhum de nós, os que aqui escrevem - e outros até - estariam a dar para este peditório.

Jokas & abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Mãezinha Baco's Tuna
responde a R T:

Claro que sim, concordo plenamente contigo. Apenas não concordo com discordarem da minha opinião de algo que eu vivenciei... quando abri o post foi para dar, em jeitos de brincadeira, os parabéns à RTUB e ao fim de semana em si.

Contudo, isto está a tomar certas proporções... Até pelo Facebook me chateiam.. não sei porquê. Porque não falam por aqui? ...

Daí a minha necessidade de me ter que defender. Se não persigo ninguém, porque hei-de ser eu perseguida?

E isto já passou os limites de ser tuno, de se ser de uma boa tuna ou de uma tuna fraca... já roça a falta de respeito.. interessante é que eu, com os meus 22 aninhos... não vou cuscar a vida de ninguém nem perseguir ninguém com esta história para outros lados...


Entendes a minha posição?


Um beijinho!

 

[responder a "Mãezinha Baco's Tuna"] [denunciar abusos]

Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Conquistador:

Se por algum motivo se sentiu ofendido por não me dirigir a si por você, dado que tem mais 22 anos do que eu, se me acha impertinente por falar com alguém ou demonstrar a minha opinião (respondendo bem ou mal...) a alguém com um passado tunante e académico ilustre, pertencente a uma das melhores tunas do país, apresento as minhas mais sinceras desculpas.

Pensei eu que andássemos todos ao mesmo, aqui no mundo das tunas. Pelos vistos enganei-me! Uns andam mais que outros e eu não sabia. Pensei que fossemos um mundo só!

Digo-lhe isto pois alguém me fez chegar esta "achega", via Facebook... Concerteza achou por bem não o fazer por aqui.

Já agora, esclarecendo as dúvidas aos restantes, dúvidas que o senhor tentou investigar da minha vida:

1-Quando me referi aos meus filhos, falava dos meus tunos - Mãezinha/magister, tuninhos/filhos;

2- Não se entra necessariamente com 18 anos na faculdade, daí ter já 5 anos de tuna. Quanto ao nome da tuna que frequentei, já que se deu (o tal senhor) ao trabalho de investigar tanto, que investigue mais um pouco...

3- Uma mulher com 22 anos é precoce? Mostre-me o decreto/lei...

4- Desculpem lá esta lavagem de roupa suja... Mas teve que ser. Estamos a chegar a um ponto tal que a minha privacidade anda a ser invadida... Afinal, que é isto?!

 

[responder a "Mãezinha Baco's Tuna"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

«Conquistador:

Se por algum motivo se sentiu ofendido por não me dirigir a si por você, dado que tem mais 22 anos do que eu, se me acha impertinente por falar com alguém ou demonstrar a minha opinião (respondendo bem ou mal...) a alguém com um passado tunante e académico ilustre, pertencente a uma das melhores tunas do país, apresento as minhas mais sinceras desculpas.

Pensei eu que andássemos todos ao mesmo, aqui no mundo das tunas. Pelos vistos enganei-me! Uns andam mais que outros e eu não sabia. Pensei que fossemos um mundo só!

Digo-lhe isto pois alguém me fez chegar esta "achega", via Facebook...»

Mãezinha:

penso que seja só até aqui que o teu post me diz respeito.

1. Não tenho Facebook.

2. Lamento que alguém te tenha ido incomodar a um espaço pessoal por causa desta «troca de galhardetes» (por vezes sarcástica, admito) - facto ao qual sou completamente alheio. Falo apenas e sempre em meu nome: já me basta assumir as responsabilidades pelos meus actos

3. Percebo perfeitamente que te sintas revoltada.

4. Se alguém considera alguém "ilustre" por ser/ter sido Dux de uma faculdade ou ser/ter sido Magister de uma tuna... bom, é contentar-se com pouco :) eu não me sinto assim.

Títulos, cargos e nomes de tunas não me dizem nada. Prefiro as acções e as atitudes. Essas é que nos definem. D. Afonso Henriques foi ilustre. Vasco da Gama e os seus marinheiros foram ilustres. Eu, ilustre? Não.

No meu tempo fiz o melhor que pude e soube para defender o meu bom nome, o bom nome dos meus, do meu país, das tunas, da minha instituição, dos estudantes portugueses e da minha faculdade.

Não fiz mais do que a minha obrigação nem fiz mais do que fazem todos os tunos deste país (por esta ordem ou outra qualquer). Tentámos (eu e muita gente da minha geração - esses sim, notáveis) fazer com que a praxe e as tunas fossem bem vistas e aceites. Parece que ajudámos a que assim fosse.

Custa-me ver gente (e não me refiro a ti) que, com atitudes irresponsáveis, está a deitar tudo a perder. E é por isso que às vezes sou tão duro (espero que não paternalista) nas críticas: não quero vir a ter vergonha de dizer que pertenci a uma tuna.

5. Se dizes que tenho mais 22 anos do que tu... acredito... mas por favor não mo lembres - ehhehehehe (até por isto, continua a tratar-me por "tu" - fazes-me ter a ilusão de ser mais novo...)

6. Não há nada de impertinente em exprimir opiniões nem em falar seja com quem for - e muito menos por haver uma diferença de idades e vivências/experiências/percursos artísticos e pessoais. A fim de não voltar à carga com razões que já foram expostas em posts anteriores, contacta-me por favor para encvc@hotmail.com

Sabes o que é ser experiente? É ter já cometido erros. E se eu sou experiente, isso só quer dizer que cometi muitos erros - porventura os mesmos que alguns estão a cometer neste momento. Isto é o que me "autoriza" a dizer: "Não vão por aí... olhem que isso não leva a lado nenhum por estas razões". E é por isto que tantas e tantas vezes me chamaram (o que só me honra) "velho do restelo".

7. Andamos de facto todos ao mesmo, Mãezinha. Se alguém sente que "anda mais do que os outros" esse alguém não sou eu certamente. Será que os meus comentários dão a entender que EU acho que sou mais do que os outros? Pode ser que sim. Mas isso é completamente o contrário do que eu sinto e da forma como me vejo. Tentarei ter mais cuidado de futuro.

8. Não peças nunca desculpa por seres o que és. Quando muito, apenas pelas tuas acções, se prejudicarem os outros. Da minha parte, não há qualquer prejuízo.

O resto do teu post é para mim um perfeito enigma.

Não desejo sobrecarregar ainda mais o fórum. Contacta-me.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

Marco Pais
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Parece que afinal tinhas razão quando logo no inicio dizias que não participavas nos foruns porque havia sempre a tentativa de calar quem opina de outra maneira.
Até agora, tinha as minhas duvidas, mas dado os últimos acontecimentos, dou-te toda a razão, a ti e a todos aqueles que falam por aí numa Familia.Parece que alguns rostos se começam a revelar...
Em vez de se usar da força dos argumentos, usa-se da força da intimidação, quero dizer, tentativa de intimidação.É triste que assim seja, já que o autor se julga um poço de virtude e conhecimento.Mas atenção caro amigo, muita atenção, é bom que seja um grande feiticeiro, pois o feitiço...
Como sempre Mãezinha estou contigo e alerta.
Beijinho

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Dearest Mãezinha:

Percebo-te perfeitamente. Mas as redes sociais acabam por permitir precisamente esse tipo de coisas, é recorrente da participação de cada um nas mesmas. Para que conste, nem sequer tenho facebook nem tão pouco pretendo ter ou alguma vez tive, comigo é mais cara a cara ou sendo online, assinado por via de regra. Estou à espera do Diáspora, porventura, para ver se de facto o utilizador controla os dados confidenciais.

Não te chateies com isso, Mãezinha, a sério. Nem sequer é relevante.

jokas!!!!!

 

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R T
responde a Marco Pais:

"...dado os últimos acontecimentos, dou-te toda a razão, a ti e a todos aqueles que falam por aí numa Familia" (fim de citação)


Caro Marco, boa tarde, antes de mais!

Gostaria, se possivel p.f., que me - nos - elucidasses sobre a frase acima, da tua autoria, que - e pelo menos para mim, é um autêntico mistério. É um áparte ao tema do tópico, bem sei, mas poderá eventualmente até nem o ser....

Abraços!

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a O Conquistador:

Obrigado Conquistador :)

Não me quero estar a chatear muito mais com isto... a minha vida não é o PTunas, nem apenas a tuna... Nem isto me pode estar a chatear muito mais...

Tenho é pena que ainda hoje me tenham ido dizer que tenho de entrar de chinelos nas minhas opiniões, não posso dizer tudo...

Enquanto jornalista, quase que posso dizer que este senhor é familiar do Sócrates...


Prefiro, por enquanto, não dizer quem é o senhor... Mas caso ele continue com a brincadeira de meter o bedelho em assuntos que nada têm a ver com o mundo das tunas, a chamar-me presunçosa ou a dar-me lições de moral que nem ele, com idade para ser meu pai, tem, publico o nome e o conteúdo das mensagens.


A época Salazarista acabou à muito. Não me apetece ser censurada nem perseguida pela PIDE.


Beijinho

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Dearest Mãezinha:

Nem a nossa - de todos nós - vida se resume, seguramente, a tal, seguramente.

Aqui, todos são bem vindos e todos podem e devem exprimir-se dentro das regras de senso comum para lá das constantes da utilização deste forum e portal, mesmo que por vezes se ande perto de as quebrar. Não se confunda, por favor, o que aqui se escreve com o que se escreve noutros sitios internaúticos, do qual este portal não tem rigorosamente nada a ver. Uma coisa é a Estrada da Beira e outra é a beira da estrada. Saiba-se distinguir planos diferentes e não se caía na suprema tentação de meter tudo no mesmo saco.

Peço, por isso, que sejam dirimidas as questões colaterais noutro sitio, deixando para este forum a sua função de facto. Falemos pois do ENT e procure-se o melhor caminho para o mesmo, a contento de todos os interessados.

Jokas!

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

E agora, só entre nós - xiuuuu...!!! - que ninguém nos "ouve":

Se te pediram para entrares de chinelos e não de chancas, certamente não foi por causa do que escreveste, do conteúdo que quiseste deixar, oportuno, importante e pertinente. Pensa nisso. E permite-me um conselho - e mais sábio é o que o escuta do que aquele que o dá... - singelo e humilde: entra quando quiseres, calçada normalmente, que cá estarei para ler o que escreves com todo o interesse!

Vá, jokas!

 

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Marco Pais
responde a R T:

Boas noites, desculpa só responder agora mas antes não foi possível, trabalhinho...
Bem de facto essa frase é minha, mas a autoria não, pois foi algo que li algures num tópico que li aqui no PT, escrito também não me recordo por quem.
Só fiz referência a isso, porque pelo que entendi, na altura, dava um ar de grupo mafioso ou algo parecido, do em conta o que se tem passado com a Maezinha, não pude deixar de o dizer.o recado que enviei tem um destinatário e ele sabe bem que é para ele.Não gosto deste tipo de coisas, mas pela amizade e carinho que tenho pela Mãezinha, não podia ficar de braços cruzados.Lamento que tenha de ter chegado a isto.Gostava que o responsavel, tomasse alguma vergonha na cara e de alguma coragem e viesse apresentar as suas desculpas, só lhe ficava bem.
Não sei se me expliquei como devia, mas de momento não tenho tempo para mostrar onde foi que li tais coisas, nem quem as disse.
O mais importante é discutir o que realmente importa e o que me fez escrever no forum inicialmente.
Abraço, qualquer coisa falamos mais tarde.

 

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R T
responde a Marco Pais:

Boa noite, Marco! Na boa, percebo perfeitamente, há que bulir....

Agora que falas nisso, começa a vir à memória outros tempos onde, certa ocasião - provavelmente a mesma que tu referencias - veio à baila essa insinuação. E digo insinuação porque não passou disso mesmo, pois nem poderia passar, sequer. Não há, de facto, qualquer coisa parecida sequer com isso porque nunca houve. O que houve sim - noutros tempos, por aqui - foi uma inexplicável e pueril forma encapotada, dissimulada e por isso, cobarde, de tentar enxovalhar pessoas e não discutir-se ideias, por manifesta falta de maturidade em se lidar com o contraditório natural de um qualquer forum. Tempos que já lá vão, felizmente. E que não queremos - e não permitiremos - que se repitam. Deve ser, provavelmente, a esse tempo, que te referes. Se houve mafiosos foram alguns que por aqui andavam que se vestiam com outras roupas, ocultando os seus nomes para assim dizerem aquilo que nunca diriam de cara destapada, por exemplo.

É sempre complicado, como calcularás, medir exactamente intenções pela net. Em todo o caso, porque a prática é a mãe de todas as coisas, aprendeu-se muito e continua-se a aprender no que toca à gestão destas coisas. A linha entre a mera opinião e alguma má intencionalidade ao fulanizar pode ser muito ténue, como certamente concordarás.

Sinceramente, acho que não é, de todo, caminho para se trilhar aqui, sequer, pois é um pseudo argumento para todos aqueles que não sabem lidar com o contraditório de um forum. Se alguns dizem a mesma coisa - ainda que não da mesma forma - provavelmente será porque aquilo que dizem tem alguma validade -e não porque estão em conluío ou outra psicopática teoria mais rebuscada - e por ter essa validade, estão firmes na sua opinião.

Não vamos por aí, definitivamente; nem sequer é o caminho correcto para que possamos, tranquilamente e ponderadamente falar sobre o que nos une. As atitudes de cada um fica para quem as toma e não podem ser vistas mais além, numa qualquer fantasiosa interpretação que apenas pode servir de desculpa para o facto de não se saber lidar com opiniões diferentes.

Espero ter sido suficientemente claro neste particular. "Ressuscitar" teorias "da conspiração" é no mínimo hilariante e mais, nem sequer conseguem atingir com elas qualquer dos propósitos a que se dispõem, muito pelo oposto.

Abraços, meu caro!



 

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R T
responde a R T:

Agora vou contar uma não-pequena história, se me permitirem, sem qualquer destinatário em especifico, que fique bem claro...

Todo um clássico:

Na nossa infância, todos nós tivemos as nossas brincadeiras próprias da idade.

Invariavelmente, jogava-se, então, à bola, lá ao lado de casa, com os outros meninos, vizinhos, amigos e por aí fora. Normalmente, havia sempre uns mais dotados pró futebol e outros que nem por isso. Inevitavelmente, havia sempre um menino que era o dono da bola. Esse menino, regra geral, não era um dos mais dotados para o jogo e, por saber isso, fazia prevalecer o facto de ser dono da bola para escolher a equipa que queria e jogar na posição que bem entendia, quando não até indicava na sua equipa quem jogava onde e em que posição no terreno. Ou seja, tentava compensar a menor arte e engenho com um ascendente que se resumia a um simples facto, ser dono da bola, logo, só jogava quem ele quisesse, como e quando ele quisesse. Por regra o jogo terminava sempre quando a equipa dele, do dono da bola, estava a levar uma monumental “cabazada” e isto depois de usar todos os truques possíveis como penaltis a meio campo, cartões vermelhos à equipa adversária a torto e a direito – sim, também era árbitro… – e outros expedientes, até ao resultado final óbvio na eminência da derrota: Pegar na bola e ir embora, impedindo os outros meninos de jogar normalmente.

Este exemplo tão pueril quanto verdadeiro reflecte, por vezes, alguma da forma de se ver alguns dos habituais jogadores da “bola” que por aqui andam por regra, que, por jogarem regularmente, são vistos – erroneamente – como craques quando deveriam ser vistos como simples jogadores habituais de “bola” lá em baixo, no pátio da vizinha chata do rés-do-chão. E estes gostam simplesmente de jogar à bola, com todos os outros meninos que aparecem pelo pátio, jogando pelo prazer simples de jogar à bola, com estes, aqueles ou aqueloutros meninos. Claro que não têm culpa, por tanto praticarem, de jogarem bem à bola, é recorrente da prática constante. Não jogam para a cada segundo mostrar aos outros que sabem jogar bem, não, jogam porque gostam de jogar, nem se preocupando sequer se os outros meninos estão preocupados com o nível futebolístico que eles têm ou deixam de ter. Jogam, simplesmente, pelo puro gosto de jogar à bola. Afinal, nem há taças no final nem nada! Jogam muito, somente, e porque gostam, simples: Coisa mais banal não há. E depois vai tudo para casa, que o Papá chamou da janela para o jantar, que há TPC´s para fazer e xixi, cama…

Mas como em tudo na vida que é feito pelo puro gosto de fazer, jogar bem à bola causa sempre algum desconforto a um ou outro menino que, percebendo que não joga assim tão bem como os meninos do costume, vai daí e trás uma bola de couro novinha em folha, uma “Jabulani” a estrear e acto contínuo, pergunta aos meninos todos: “vamos jogar com a minha bola nova?”. E os meninos que somente querem jogar à bola dizem “Claro!”, “Bute lá”! E o menino que é dono da bola, então, vai daí, escolhe as equipas ele – só porque é dono da bola – escolhe o campo que está à sombra – porque…é dono da bola – e ainda diz que é o árbitro porque…é o dono da bola. E lá vai o menino birrento para casa com a “Jabulani” dele esquecendo-se que os outros meninos vão continuar a jogar à bola, seja de plástico, trapos ou couro, uns melhor, outros pior e outros mais ou menos, porque o importante para eles é jogar.

Por vezes, é o que acontece aqui, parece querer-se estigmatizar os meninos que jogam aqui neste pátio todos os dias, como se isso fosse uma coisa má, meninos esses que um dia não sabiam jogar e aprenderam com outros meninos, hoje no liceu, como se joga à bola, jogando. Como se jogar à bola fosse quase um crime, mesmo que partindo uma ou outra janela por pontapé dado mais ao lado e janela partida de seguida – sim, que os meninos que jogam à bola por hábito, também erram, pois claro está, faz parte do jogo. E depois há sempre um dono da bola – ou dois ou três – que, de tempos a tempos, aparece para jogar mas sempre com um pé atrás, como se os outros meninos que lá estão, todos os dias a jogar, estivessem preocupados com isso ou vissem nisso uma ameaça qualquer. Claro que esses meninos que vão embora com a bola deles debaixo do braço acham que os outros meninos são uma família fechada em si mesma, de bons e/ou razoáveis jogadores e que, por isso, não admitem que novos jogadores apareçam. Por acharem isso mesmo à partida – erradamente – é que trazem a bola de couro novinha em folha para, com ela, porem e disporem, à falta de boa performance técnico/táctica, o que para quem quer somente jogar à bola, é absurdo. É que a bola, seja ela qual for, continua a ser jogada e o importante é isso mesmo. Se por mais meninos, melhor, desde que seja para jogar na boa, pelo puro gozo de jogar-se à bola, simplesmente. O menino que é dono da bola e birrento logo a abrir o jogo está errado, completamente errado, porque para lá da birra em si mesma, assume à partida uma condição que ninguém lhe atribuiu, de mau jogador. O resto da birra é quase previsível até….

Se todos estivessem antes de tudo mais preocupados com o jogo em si, ao invés de se estar preocupado com os meninos que jogam todos os dias neste pátio, se calhar mais meninos iriam jogar connosco, se calhar mais meninos iriam passar a jogar melhor do que o que jogam, se calhar ganhava o gozo de jogar ainda mais gozo acrescido. Se calhar. Ao invés, o menino birrento que é dono da bola fica, no final, com a bola, que é dele, não percebendo que reconhecer aos outros a mais valia de serem bons jogadores é afinal um óptimo caminho para ele passar a jogar mais e melhor. Mas não, leva a bola para casa ainda antes de os Papás chamarem todos os meninos para irem jantar, chateado pelos 20 a zero que estava a “levar na pá”, mesmo sendo dono da bola, como se os outros meninos tivessem culpa alguma de jogarem bem. Até os meninos da equipa dele que estavam a levar “20 secos” continuaram a jogar e tudo, porque queriam era, apenas, jogar.

O pátio é, afinal, de todos. Os que querem jogar à bola, entenda-se. Os que não querem não aparecem lá, sequer, estão em frente à TV a jogar “Counter Strike”. E tudo bem à mesma. Agora, querer jogar “Counter Strike” e ao mesmo tempo não deixar os meninos lá fora jogar à bola, é das coisas mais pueris – que não inocentes – que podem existir. E este pátio, este, que é de todos nós, não se compadece com “traquinices” dessa índole. Parece que os meninos que jogam habitualmente são os que estão mal, que têm, por jogarem muito e bem, uma qualquer doença contagiosa. O que é pena, porque se a sabedoria fosse de facto contagiosa, todo este meu post não faria sentido algum….

Os meninos que jogam aqui, neste pátio, à bola todos os dias, bem ao mal, querem apenas jogar à bola. Apenas. Se mais houverem para jogar, tanto melhor, faz-se um torneio e tudo. O que interessa é jogar à bola, seja de trapos ou de couro, mas jogar. E essa é a única família que aqui existe, por muito que “doa” aos meninos birrentos e donos das “Jabulanis”. Não se vejam as “trivelas” e golos de calcanhar como se de insultos ou atestados de “burrice” se tratassem. Vamos antes todos fazer grandes jogadas, jogando. Simplesmente. Sem birras. E assim, às tantas, o futebol português em geral poderá ser bem melhor, até....


P.S. – E não tentem, por favor, interpretar as virgulas e os pontos finais. A mensagem é mesmo jogarmos TODOS à bola, tranquilamente, procurando todos aprender com todos.



 

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Marco Pais
responde a R T:

Olá novamente.
Eu não sei ao certo o que se passava por aqui antes, pois como já diise, não era cliente desta casa.A minhsa referência deveu-se unica e exclusivamente ao que se está ou estava a passar, nada mais, pois os métodos fazem lembrar essa organizaçõa que o cinema tornou tão famosa.
Como também já deves ter reparado não sou adepto de andar a esconder-me, tenho as minhas opiniões e dou-as por mais descabidas que até possam ser.
eu gosto do debate de ideias, sempre gostei, não gosto de perder o meu tempo com conversa fiada e abomino qualquer forma de intimidação, se alguém tiver algo a dizer a outro alguém, só tem de o fazer., mas ás claras.
Com o também já te disse, gosto do que escreves, e penso eu, que até já chegamos a uma boa base de entendimento.
Como já disse, para acabar com isto de vez, que a pessoa que errou, o admita e peça desculpa,reconheça que errou, nada mais.
Aproveito também para dizer que gostei da analogia, talvez seja esse o caso aqui...Não sei...
já é tempo de avançar, mudar de assunto e fazer futuro.
Abraço

 

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Mãezinha Baco's Tuna
responde a R T:

Sou eu o menino novo, pelo que percebi.
Se percebi erradamente, peço desculpa.

Contudo, a menina que veio com a bola nova, aceita tão "bem" o contraditório como qualquer outro.

Também eu sou apologista de que o assunto já enjoa, já tomou proporções descabidas e parvas...

Fico atónita com estas coisas pois as minhas respostas foram sempre em tons de brincadeira, à excepção de quando me disseram "a rapariga de preto que está ao teu lado na fotografia"... Ora bem, a minha fotografia era eu sentada com o palhaço do Mc Donalds.. isso sim, levei para a ofensa... O que me levou a ser rude e mal educada... mea culpa...

De resto,terei todo o gosto em aprender com os outros... tanto que não faço mais nada senão perguntas a quem acho ter algo decente para dizer.

Não tenho intenções de deixar de participar nos fóruns nem no mundo tunante.

 

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R T
responde a Mãezinha Baco's Tuna:

Não, nada disso, eu até pedi para não se interpretarem as virgulas e os pontos finais...

O que importa realçar aqui é que, por vezes, basta uma interpretação errada à partida e deita-se tudo a perder até. Just. nada mais, nada menos.

Vamos á questão central: jogar à bola. Pode ser, malta???

Vá, Abraços & Jokas!

 

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R T
responde a Marco Pais:

Bom dia, Marco!

Haja calma e ponderação, é o que eu peço como Tuno e como moderador do forum.

Outras questões que nada tenham a ver com este forum que sejam tratadas "lá fora". E que definitivamente se deixe de entronizar negativamente este espaço onde, obviamente, todos cabem e são bem vindos, se vierem por bem.

Participemos à vontade, trocando ideias essencialmente; pode aparecer pelo meio um "mimo" ou um "galhardete" que também não tem assim tanta importância.

Abraços!!! E vamos tratar do VIII ENT, okapa?

 

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R T
responde a O Conquistador:

Deixo-vo com este video que, de uma forma cómica e leve, traduz de certa forma este tópico.....eheheh



Abraços & jokas!

 

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O Conquistador
responde a R T:

:)

De vez em quando, não faz mal seguir aquele "slogan": «Solte o animal que há em si» - lol!!

Abraço e

porta-te bem ;)

 

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J.Pierre Silva
responde a Menina Kati:

Sem querer ser demasiado chato, gostava de saber se o raio da reportagem, afinal sai.
Obviamente que já passou muito tempo. Obviamente que a sair já virá a saber a recesso, mas se foi prometida a reportagem (até para responder às perguntas que eu coloquei e que não foram respondidas), então cumpra-se o prometido.

 

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