Portugaltunas - Tunas de Portugal

tiagoliveirinhas

Vergonha na praxe do Porto alastra-se a Braga

Américo Martins assume que o que começou como “um picanço” acabou com contornos de “exagero”, mas nega que os acontecimentos tenham a dimensão que hoje vem descrita na comunicação social.


Não terminou bem o “Comboio do Caloiro” que ontem levou cerca de 4 mil estudantes do Porto até à cidade de Braga. O Jornal de Notícias fala hoje numa “Guerra de estudantes em Braga”, numa descrição que não anda longe da que outros meios de comunicação fazem esta manhã.

Américo Martins, responsável máximo do Conselho de Veteranos do Porto, nega os contornos “bombásticos” dados aos acontecimentos. Ainda assim, o Dux Veteranorum admite que se passaram umas “brincadeiras exageradas”, resultantes “de bocas e picanços entre duas escolas”, no caso de Engenharia, uma da Universidade do Minho e outra da academia do Porto.

A imprensa fala de uma perseguição, que terá envolvido algumas centenas de estudantes do Porto e algumas dezenas de colegas do Minho. A “brincadeira” só terá terminado com a intervenção da Polícia de Segurança Pública numa oficina de automóveis, onde se refugiaram os alunos do Minho.

Entretanto, um estudante do Minho acabou por apanhar com a espuma de um extintor despejado por estudantes do Porto.

O Dux garante que estão já pessoas identificadas e que essas “vão sofrer as sanções previstas pelo código de praxe”, aguardando ainda pelo relatório da PSP.

Até ao momento não foi ainda possível contactar os presidentes da Associação Académica da Universidade do Minho e da Federação Académica do Porto.

 

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Texto retirado do site "canalup"

Isto vai bonito, já ninguém tem mão nisto. Onde está a hierarquia da praxe? Não há respeito!

 

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"no caso de Engenharia, uma da Universidade do Minho e outra da academia do Porto"

Segundo o mesmo sítio Internet, a instituição da Academia do Porto em causa foi devidamente identificada. Esperemos que os envolvidos sejam devidamente ajuizados praxistica e criminalmente, depois de se apurar os reais contornos dos acontecimentos. Infelizmente, a pequenez humana consegue transcender as mais elementares regras do civismo, da lei e da Praxe...

 

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bem... nem sei que diga a não ser... muito lamentável!

E depois os "maus da fita" são os "gajos das tunas" ...
Afinal vai-se a ver e... tcharam !!

 

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Gostava de perceber porque neste assunto insistem em dizer que quem organiza é a FAP e que a FAP tem que se explicar... O jornalismo também não percebe nada de nada... Quanto ao resto, começa a alastrar-se várias versões.

 

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O que não percebo é o que ráio foram fazer a Braga!
Sempre me ensinaram que a praxis estava delimitada geograficamente (como temporalmente). Assim, fora das portas da academia portuense, a praxe não deveria vigorar.
Vá lá, lembraram-se de Braga, que até é perto. Qualquer dias lembram-se de fazer a brincadeira no Algarve, aproveitando o tempinho bom que ainda se faz sentir nesta altura!

 

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Julgo que neste assunto deve intervir não só a praxe (que nitidamente não sabem a quantas andam, tal é o descontrolo que têm revelado nas últimas actividades praxístas), mas também a direcção da faculdade ou faculdades envolvidas. Ou então isto está entregue aos bichos, e o ensino superior está a formar bichos, e não profissionais competentes.

A praxe está podre!

 

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Mas o que acho mais incrível é que os responsáveis máximos que permitem estas coisas e outras mais graves, que já não são crianças (daqui a uns anos já quase podem ser avós dos caloiros), deviam ser os portadores da tradição, e responsáveis por ensinar os valores da praxe aos miúdos que entram numa fase da sua vida em que supostamente se devem tornar adultos.

A praxe não é palhaçada, recuso-me a aceitar isso, mas infelizmente parece que a maioria enveredou por esse caminho, obviamente mais fácil, e agora temos veteranos de 3ou4 matrículas que acham que a praxe é beber e comer caloiras. Isto está entregue à bicharada.

Bem dizem vocês, os valores da praxe parecem estar mais presentes e melhor preservados nas tunas do que nas comissões de praxe (composta por pessoas de baixo nível sem objectivos e ambição na vida).

 

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«O que não percebo é o que ráio foram fazer a Braga!
Sempre me ensinaram que a praxis estava delimitada geograficamente (como temporalmente). Assim, fora das portas da academia portuense, a praxe não deveria vigorar.
Vá lá, lembraram-se de Braga, que até é perto. Qualquer dias lembram-se de fazer a brincadeira no Algarve, aproveitando o tempinho bom que ainda se faz sentir nesta altura!

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J.Pierre
27-10-2007 11:08:45

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Não sei desde que ano, mas nos últimos anos é normal fazer-se esta viagem no início do ano, sempre a cidades diferentes. Costuma ser divertido porque os caloiros convivem com outros caloiros de outras faculdades do Porto. Mas não costuma acontecer isto. O que se passou é um claro sinal do descontrolo que se tem acentuado nos últimos anos. Todas as actividades da semana de recepção deste ano foram uma tristeza, assim como as actividades culturais da semana da queima do ano passado. A praxe está a desvirtuar-se a uma velocidade incrível.

 

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Opinião pessoal, enquanto não se parar de pensar que quantidade é qualidade, a praxe vai-se perder aos poucos. Mais vale poucos, mas bons, que respeitem e sejam respeitados, que enverguem o traje e os pergaminhos da tradição; do que ter muitos e que nem sabem responder ao "quid praxis?"
Saudações

 

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«Não sei desde que ano, mas nos últimos anos é normal fazer-se esta viagem no início do ano, sempre a cidades diferentes. Costuma ser divertido porque os caloiros convivem com outros caloiros de outras faculdades do Porto. Mas não costuma acontecer isto. O que se passou é um claro sinal do descontrolo que se tem acentuado nos últimos anos. Todas as actividades da semana de recepção deste ano foram uma tristeza, assim como as actividades culturais da semana da queima do ano passado. A praxe está a desvirtuar-se a uma velocidade incrível.»

tiagoliveirinhas
27-10-2007 11:24:34

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Não ponho em causa o descontrolo (porque evidente e sintomático do que vai, ou nem isso, na cabela de muita gentinha), mas questiono-me sobre a legitimidade, em termos de praxis, sobre aquilo que sempre conheci como sendo a delimitação temporal e espacial da praxe.Não conheço o código, neste capítulo, mas gostava de saber se ele diz algo sobre o assunto.
Promover encontros é de salutar, mas não acho que tal tenha de ser feito como sendo parte de ritos ou actividades de praxe a caloiros (mas sim como actividade académica entre estudantes universitários - algo bem diferente do formato que parece ser o encontro de rebanhos promovidas entre assoiações de pastores).

Já quanto à praxe, desde há muito que, de norte a sul do país, ela está entregue a pessoas muito pouco conhecedoras da mesma, sem qualquer formação e/ou dois dedos de testa.
Qunado o significado "Praxe" parece só reportar-se aos ritos de iniciação a caloiros, está tudo pervertido e reduzido.
Falta debate, faltam encontros e/ou colóquios para se debater e esclarecer, mais do que festarolas que só servem interesses comerciais e "para inglês ver".

 

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J. Pierre, duas pequenas adendas apenas:

1º) A Academia do Porto não tem código de Praxe escrito.

2º) Desde há muito que aquando da Recepção ao Caloiro da Academia do Porto há um dia em que os caloiros saem das portas da Academia e vão até outras paragens (comboio do Caloiro à Regua em tempos, p.ex., entre outros destinos).

Aquele abraço!

 

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Não conhecendo a questão em causa, mas entrelendo o que aqui descrevem, cada vez mais vou ficando convencido de que, actualmente, a praxe só funciona com alguma coerência ou controlo em meios pequenos ou em grupos institucionalizados.
Eu já não me meto nesta guerra, nem meto as mãos no fogo por ninguém. Se já dá um trabalho dos diabos formar a caloirada da minha tuna no respeito dos preceitos académicos, imagino com uma mole humana dessa dimensão...
Isto estava a precisar de um ano sabático para ver se se refundava a praxe! Nesse ano, substituía-se a dita por acções de formação, com aulas de boas maneiras à mistura (para todos, caloiros e restantes académicos), e talvez a coisa vingasse.
Adiante,
André Cunha

 

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infelizmente mais um triste acontecimento a manchar as praxes academicas. nao vou referir a casa do porto que foi directamente interveniente no acontecimento, mas ela vem nomeada no JN de sabado. enfim e uma casa habituada a desrespeitos, onde nao s formam homens mas sim vandalos. uma casa onde doutores e veteranos parecem mais uma claque dos superdragoes. so se respeitam a si mesmos nem ao dux veteranorum respeitam.

 

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Caríssimos:

como muito bem observou o RT, não há Código de Praxe no Porto. As coisas vão vogando ao sabor da pesporrência do Américo Martins e seus esbirros, que de Magnum Consilium Veteranorum só tem o nome. Há um projecto de Código aprovado na generalidade, mas que nunca chegou a ser ratificado em reunião magna...

O mesmo senhor, Américo Martins, entenda-se, que andou 20 e tal anos matriculado na Fac. de Engenharia, nem pelos seus antigos colegas é reconhecido - pelo menos, esta era a situação há alguns anos atrás (pode entretanto ter-se modificado... correcção agradece-se).

Aliás, e até onde julgo saber, as principais faculdades da UP não estão representadas no dito conselho, pelo que importa e muito pôr em causa a representatividade desse organismo... (mais uma vez, agradeço que me corrijam se estiver errado...).

A título de exemplo, e só como achega ao autor do tópico, veja-se: www.tvpenianos.blogspot.com

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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responde a tiagoliveirinhas

Quanto à praxe "extra-muros":

segundo a tradição do Porto, ela vigora para os alunos da UP quando se deslocam, mas não se aplica aos alunos de outras Universidades.

No caso da actividade em concreto, o Comboio do Caloiro, os caloiros estarão subordinados à praxe, como é natural. Mas nunca, por nunca ser, os "doutores" poderão/deverão gozar desse estatuto perante alunos de outras Universidades, caloiros ou não. Até por uma questão de cortesia...

A simples saída não implica por si só a suspensão da praxe e das hierarquias. Pelo menos por cá...

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Conquistador,

como é óbvio já conhecia o OUP, até porque já assisti a alguns fitu’s e fita’s, mas não fazia ideia desses factos que relatas, principalmente em relação ao traje, à praxe e às serenatas de fado. Estive na serenata de recepção ao caloiro este ano e nem me apercebi disso, pois não conheço as pessoas e os grupos não são anunciados. Se de facto aconteceu como dizes, e não tenho razões para duvidar, tudo isto é bastante grave, mas não surpreende, já que vem na senda do descontrolo e desrespeito pelas tradições que se vem verificando na praxe do Porto (a única que conheço).

Chinês,

se calhar nem era má ideia, fazer uma formatação, concordo contigo principalmente em relação às boas maneiras. A universidade devia formar Homens e Mulheres, e não broncos que mal sabem juntar duas palavras, mas que são uns senhores a mandar dois berros a umas dezenas de miúdos.

Resumindo, não vejo final feliz para esta história.

 

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Conquistador,

Quanto ao apontador que deixaste (e o Nevessetum também), parece-me carregado de uma sobranceria absurda. Tudo bem que não é este o sítio para se discutir determinados assuntos - se bem que não fui eu que referi o artigo - mas acho que há posicionamentos desnecessários. Já conheço a "escola" e percebo de onde surgem os escritos, mas há chavões que já perderam o sentido. Acho bem que a escola continue e que ajude a cimentar o colectivo, mas fica mal apregoá-lo aos sete ventos.

Abraço!

 

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Permitam-me - desde já com o meu pedido de desculpas - que vos recorde o seguinte e com a devida humildade:

Este forum é sobre Tunas e não sobre Praxe e seus episódios em exclusivo - o que me parece ser o caso em apreço (À att. da Administração do portal, portanto)

Fica só a "lembradura". Eu como sou daqueles que não gosta que os macacos andem a ocupar os galhos uns dos outros em vez do seu próprio, não salto para o galho que não me pertence. Mas isso sou eu.

Abraços!

 

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«...temos veteranos de 3 ou 4 matrículas que acham que a praxe é beber e comer caloiras. Isto está entregue à bicharada.

Bem dizem vocês, os valores da praxe parecem estar mais presentes e melhor preservados nas tunas do que nas comissões de praxe (composta por pessoas de baixo nível sem objectivos e ambição na vida).»

tiagoliveirinhas
27-10-2007 11:17:47

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Tenho dito...

 

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«Caríssimos:

como muito bem observou o RT, não há Código de Praxe no Porto. As coisas vão vogando ao sabor da pesporrência do Américo Martins e seus esbirros, que de Magnum Consilium Veteranorum só tem o nome. Há um projecto de Código aprovado na generalidade, mas que nunca chegou a ser ratificado em reunião magna...

O mesmo senhor, Américo Martins, entenda-se, que andou 20 e tal anos matriculado na Fac. de Engenharia, nem pelos seus antigos colegas é reconhecido - pelo menos, esta era a situação há alguns anos atrás (pode entretanto ter-se modificado... correcção agradece-se).

Aliás, e até onde julgo saber, as principais faculdades da UP não estão representadas no dito conselho, pelo que importa e muito pôr em causa a representatividade desse organismo... (mais uma vez, agradeço que me corrijam se estiver errado...).

A título de exemplo, e só como achega ao autor do tópico, veja-se: www.tvpenianos.blogspot.com

Abraço e

BOA MÚSICA!

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O Conquistador
29-10-2007 13:48:13

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Considero-me, acima de tudo, um praxista e um grande defensor da tradição da Universidade do Porto (que tem para mim, e por muito surreal que possa parecer, muito mais significado que a própria Academia do Porto!).

É com perplexidade, e também tristeza, que vejo a Praxe do Porto entregue a meia-dúzia de "iluminados" que julga perceber ou respeitar o significado da Praxe (com maiúscula)... E o exemplo mais cabal desta realidade, ainda para mais bem recente, foi o que aconteceu há apenas dois ou três dias. No Domingo, portanto! Senão vejamos...

Decorreu este fim-de-semana, em frente à Câmara Municipal do Porto, o tradicional Juramento dos Caloiros da Academia perante a cidade que os acolhe! Tal como nos últimos 9 anos, fui assistir a mais esta actividade académico-praxística da semana de Recepção! E, se no longínquo ano em que eu próprio fui Caloiro, se jurava honrar a "Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto", este ano começaram por jurar honrar o Magnum Consilium Veteranorum, umas duas ou três vezes, e só posteriormente (pasme-se!!!), o seu Dux Veteranorum, Américo Martins! Então como é? Primeiro vem os inferiores na hierarquia e só depois o seu máximo representante?! Não foi isto que me foi ensinado, nem é isso que se advoga em qualquer Faculdade da Academia, sei bem disso... Daqui se poderão tirar diversas conclusões, a mais premente das quais é pensar que o próprio Américo Martins já não manda nada lá dentro! Será assim? É concerteza, falando com conhecimento de causa!

Saber que a miudagem que por lá anda a brincar aos Doutores e Engenheiros (frustrados com a falta de poder que não possuem no seu meio Académico...) acaba por orientar os destinos de toda a Academia (e consequentemente da minha Universidade - outro assunto que dá pano para mangas, isto de ter pessoal de Faculdades com menos idade que eu a estabelecer prioridades de uma "quase-centenária" e verdadeira Academia como a da Universidade do Porto!) faz-me muita confusão! E como se isso não bastasse ou fosse suficiente, ainda têm o desplante de jurar honrar a Floribella (é assim que se escreve?) e as Chiquititas, perante Caloiros e Doutores, Papás, Mamãs, Avós e familiares afins de tanta caloirada! Mas andamos a brincar, ou quê? Que raio de praxe (sim, este tipo de “praxe” é com minúscula) é esta onde uma sessão tão solene como é o Juramento se torna motivo de entretenimento e de palhaçada? Chegámos ao Circo? Parece-me que sim!

PS: Acho que, no meio de tanta incoerência, me pareceu ouvir qualquer coisa relacionada concretamente com a cidade do Porto... Terá sido minha impressão ou jurou-se mesmo honrar esta cidade?

Saudações praxísticas a todos os verdadeiros Académicos!

 

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Já muito foi aqui (bem) dito sobre este tópico. Revejo-me em diversas opiniões aqui expressadas, mas não em todas... nomeadamente na caracterização das comissões de recepção como "composta por pessoas de baixo nível sem objectivos e ambição na vida".
Além de Tuno extremamente activo, também fui um Praxista da minha casa. Fiz parte da Comissão de recepção e, mais tarde, do Conselho de Veteranos e nunca trabalhei com nenhuma comissão com as características apresentadas. (da minha ou de outra casa com quem me tenha cruzado...que foram umas quantas)
Sai da praxe da minha casa pois discordava fortemente da praxe que se estava a fazer. Ou iniciava uma guerra contra aqueles que eu próprio recebi e com quem trabalhei nos últimos anos, ou assumia a minha visão saída. Dado que que já terminei o curso e estou a trabalhar...assumi a minha saída.
Onde é que quero chegar?
Bem, quero chegar ao único ponto que ainda não foi mencionado.
Para mim, enquanto caloiro e depois formador, a Praxe sempre teve inserida uma noção de "passagem". PASSAGEM de conhecimento e de postos.
Não chega passar o que se sabe, também é preciso passar o posto que se ocupa.
Infelizmente, na suposta entidade máxima de praxe da minha casa (Universidade do Porto), esta noção BASE é absolutamente desrespeitada.
As razões podem ser inúmeras...e poderemos até avançar uma possível capacidade de falta de enquadramento psicossocial que estes "jovens" sentem fora da praxe (maneira bonita de se dizer...fora dali ninguém lhes liga "bolha").Ou podem ser outras razões menos "maliciosas".

Eu Ensinei/Praxei para poder "passar a bola"...não para poder mandar uns berros a uns caloiros.

Já agora...o comboio do caloiro já se realiza há alguns anos. Outro dos destinos privilegiados deste iniciativa tem sido Coimbra. o intuito é dar a conhecer outros ambientes académicos nossos vizinhos.

 

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«(...) E como se isso não bastasse ou fosse suficiente, ainda têm o desplante de jurar honrar a Floribella (é assim que se escreve?) e as Chiquititas, perante Caloiros e Doutores, Papás, Mamãs, Avós e familiares afins de tanta caloirada! Mas andamos a brincar, ou quê? Que raio de praxe (sim, este tipo de “praxe” é com minúscula) é esta onde uma sessão tão solene como é o Juramento se torna motivo de entretenimento e de palhaçada? Chegámos ao Circo? Parece-me que sim!»

du_port
31-10-2007 19:37:12

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Para quem ainda tivesse dúvidas de que isto fosse verdade, aqui fica uma reportagem do CanalUP disponível a qualquer pessoa que queira assistir ao "maior espectáculo do mundo"! É à borla... Aproveitem!

<a href="http://www.canalup.tv/videoplayer.php?id_video=789" target="_BLANK">http://www.canalup.tv/videoplayer.php?id_video=789</a>

Recomendo a partir dos 02 minutos e 33 segundos...

 

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fiquei surpreendido com o Dux Veteranorum da Academia do Porto... fazia uma ideia muuuiiito diferente deste.

Quanto a ele e o Conselho Veteranorum não serem muito reconhecidos como foi dito acima... acho que posso compreender...

Na Academia da Universidade Lusófona (e longe de mim querer comparar um projecto universitário de apenas duas décadas com a Universidade do Porto)o responsável máximo da Praxe é escolhido de entre os membros do Conselho Oficial de Praxe Académica (C.O.P.A), atendendo o número de matrículas, mas só após o reconhecimento académico oficial dos seus pares, o que lhe dá, assim, a autoridade que necessita para a defesa, promoção e prossecução do cumprimento da Praxe.

Assim, evitam-se alguns desconfortos que em nada favorecem a Praxe Académica e a sua tradição.

 

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Dreijo, peço desculpa mas praxaste o layout do portal de uma ponta à outra.....LOLLLL

Repete o texto que escreveste se quiseres mas sem a extensão da "latada", ok, mais curtito....LOLLLLLLLL

Abraços!

 

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responde a tiagoliveirinhas

;)... ok, ok...

O que tinha dito era:

"Desculpem lá... mas isto aqui é o Forum do PortugalTUNAS, certo?... Ou é o Forum do PortugalVAMOSDIZERMALDAPRAXEDAACADEMIADOPORTODOSEUCON
SELHODEVETERANOSEDOSEUDUXVETERNAORUM?... "

Foi isto... Obrigado pelo reparo RT.

Abraços!

 

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responde a tiagoliveirinhas

Se por «dizer mal» se entende constatar verdades que podem não abonar a favor dos visados, então sou um dos maledicentes...

É de facto o fórum do Portugaltunas.

Mas quando as tunas se deixam subordinar às instituições de praxe (e isso constitui, a meu ver, um erro, mas cada um é livre de o fazer...), então talvez seja bom perceberem um bocadinho melhor a quem se estão a submeter.

Se essa submissão implica restrições ao seu livre-arbítrio e, portanto, molda o desenvolvimento do fenómeno tuna e lhe amputa/alarga o âmbito, então está-se a «discutir» algo que diz respeito a tunas...

Se a existência/não existência de código de praxe faz toda a diferença entre uma submissão à arbitrariedade de terceiros de todo alheios ao fenómeno e que se servem das tunas para consolidar o seu poder - sem que essa "autoridade" sobre as tunas tenha por base

a) uma tradição instituída, ou
b) um código,

então é mesmo muito bom que aqueles que se submetem às decisões de tais personalidades/organismos reflictam bem sobre a razão de ser dessa submissão, aferindo da qualidade humana/académica daqueles a quem alienaram uma parte da sua autonomia.

E se essa ingerência molda o rosto do fenómeno tuna, então estamos a «discutir» tunas...

Escolheram submeter-se: nada como uma escolha informada. Desculpem-me considerar que a escolha primeira não foi informada.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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responde a tiagoliveirinhas

Caro Conquistador,

Nada contra. Mas se leres com atenção os posts deste tópico nada se discute em relação ao binómio Praxe Académica - Tuna...

Se é para aprofundar essa questão... então aprofundemos, como já fizemos em tópicos passados. Mas usar-se este espaço como "quadro para bocas" à Academia do Porto... é que não me parece mesmo nada bem.

Discutir-se rituais de praxe (concordemos ou não) duma determinada Academia (neste caso a do Porto, que por acaso é a tua e também é a minha), sem que estes interfiram de forma alguma com o funcionamento normal das tunas... não me parece lógico. Fazer-se um juramento aos "Power Rangers" ou coisas dessas como se vê no video que foi aqui colocado... desculpa... mas o que é que isso tem a ver com as Tunas?... Deves estar a pensar o mesmo que eu... nada... absolutamente nada.

Dai a razão do meu post. Agora se a Academia do Porto está bem ou está mal... isso é muito subjectivo... em 1996 (quando eu entrei) era uma coisa e nessa altura dizia-se que em 1986 é que era... nessa altura é q havia praxe...

Por isso não é de admirar que em 2017 se diga.. em 2007 é que era...

Já dizia o Camões: "Mudam-se os tempos... mudam-se as vontades..."

Abraços!

 

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responde a tiagoliveirinhas

Ilustres,

Cito alguém que escreveu e muito bem o seguinte: "Quando a Academia faz *erda limpa o *ú à Capa". Não me parece que seja aqui o sítio certo para o fazer e mais, muito menos deveria quem a ela - Academia do Porto - nada diz se pronunciar sequer sobre esta matéria, exclusiva da citada Academia, é bom de ver. É a minha sincera opinião. Já agora aproveito para reiterar a noção que este post deveria ser liminarmente apagado porque nada a ver com o objecto deste fórum.

Abraços a todos.

 

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responde a tiagoliveirinhas

«Conquistador,

como é óbvio já conhecia o OUP, até porque já assisti a alguns fitu’s e fita’s (fim de citação)

tiagoliveirinhas
29-10-2007 15:15:50

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Caro Tiago:

O FITA não é organizado pelo OUP mas sim pela FAP, ou seja, pela Comissão Executiva da Queima das Fitas de cada ano; É que quem lê o que escreveste pode ser induzido em erro. Fica uma vez mais a correcção, sempre pertinente, note-se.

Abraços!

P.S. - Caro Tiago, seria interessante que canalizasses - e fica a sugestão - essa tua indignação (que certamente terá uma causa para tanta consequência que tu retiras) para os destinatários correctos e preferencialmente, com mais conhecimento de causa sobre as matérias a abordar. Este forum trata de Tunas e por isso, não trata de Praxe da Academia do Porto, para isso sugiro outros sites, como por exemplo o Praxe.Org entre outros. Ou então cria um blog sobre a matéria que certamente terá sucesso e eu, seguramente, poderei escrever qualquer coisa sobre a matéria também.

 

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responde a tiagoliveirinhas

«Se por «dizer mal» se entende constatar verdades que podem não abonar a favor dos visados, então sou um dos maledicentes...

É de facto o fórum do Portugaltunas.

Mas quando as tunas se deixam subordinar às instituições de praxe (e isso constitui, a meu ver, um erro, mas cada um é livre de o fazer...), então talvez seja bom perceberem um bocadinho melhor a quem se estão a submeter.

Se essa submissão implica restrições ao seu livre-arbítrio e, portanto, molda o desenvolvimento do fenómeno tuna e lhe amputa/alarga o âmbito, então está-se a «discutir» algo que diz respeito a tunas...

Se a existência/não existência de código de praxe faz toda a diferença entre uma submissão à arbitrariedade de terceiros de todo alheios ao fenómeno e que se servem das tunas para consolidar o seu poder - sem que essa "autoridade" sobre as tunas tenha por base

a) uma tradição instituída, ou
b) um código,

então é mesmo muito bom que aqueles que se submetem às decisões de tais personalidades/organismos reflictam bem sobre a razão de ser dessa submissão, aferindo da qualidade humana/académica daqueles a quem alienaram uma parte da sua autonomia.

E se essa ingerência molda o rosto do fenómeno tuna, então estamos a «discutir» tunas...

Escolheram submeter-se: nada como uma escolha informada. Desculpem-me considerar que a escolha primeira não foi informada.

Abraço e

BOA MÚSICA!
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O Conquistador
08-11-2007 13:40:32

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Caro Conquistador;

Esta questão que levantas é uma questão estrutural e que nada tem a ver com o titulo deste post, são outros quinhentos, como dizia o outro. Mas percebo que dizes e aliás, sempre disse e repito uma vez mais: cada macaco no seu galho.

Abraços!

 

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João Cochofel
responde a tiagoliveirinhas:

boa noite, eu sei que já passaram quase quatro anos desde que este incidente aconteceu, mas numa pesquisa no google tropecei neste tópico, e não pude deixar de ler o que aqui foi escrito.

Eu sou aluno da tão falada casa do porto que é aqui referida e tida como má da fita, e como é óbvio não gostei de ver aqui gente a chamar-nos de "vândalos" entre outras coisas mais.

Eu estive presente nesse mesmo comboio do caloiro e sei perfeitamente o que aconteceu. tudo o q foi escrito na comunicação social foi deturpado de maneiras um tanto ou quanto originais. Passo então a descrever os factos:

ia o ISEP muito ordeiramente no trajecto que todas as outras faculdades estavam a tomar pela cidade de Braga, quando, para nossa surpresa, nos deparamos com meia dúzia de doutores de LESI (licenciatura em engenharia de sistemas informáticos, um curso leccionado na altura em Braga), acompanhados dos seu caloiros, pusera-se a nossa frente e mandaram os caloiros deles fazer a tão conhecida imitação do AKA, q eles fazem (e muito bem, gostei). Estão eles a acabar de fazer a sua performance quando saiem 2 caloiros do fundo da formação deles, cada um transportando um extintor, e pura e simplesmente despejam os 2 extintores em cima da malta do ISEP. como devem imaginar instalou-se o pânico entre a malta do ISEP que nao tinha muito por onde fugir, dado o facto da rua onde estavamos ser relativamente estreita, e nos sermos bastantes e estarmos todos juntos para conseguirmos todos ver a performance dos caloiros deles. acreditem que inalar aquele gas (toxico, por sinal) não é nada agradavel. foi uma atitude extremamente idiota da parte deles. tudo quanto era doutor do isep que estava trajado, de um momento para o outro deixou de ter um traje preto e passou a ter um branco! para alem disso tivemos 2 caloiros nossos que foram parar pouco depois ao hospital com problemas cardio-respiratorios. quando a nuvem de fumo baixou nos ja so vimos, salvo o erro, 3 doutores de LESI a fugir rua a cima, a nossa reacção foi ir atraz deles, mas ficando um encarregado de cada curso para traz com os nossos caloiros. a "perseguição" durou até os 3 de braga se meterem numa garagem. aí ficamos todos ca fora até chegar uma carrinha da PSP e nos mandar dispersar.

foi exactamente isto que aconteceu, espero q nao haja mais nenhuma duvida. quem as tiveer terei todo o gosto em as esclarecer. gostava q não continuassem a injuriar as pessoas sem conhecimentos de causa.

sem mais assunto,

JGCochofel

 

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R T
responde a João Cochofel:

Caso para dizer, bendito Google e bendito Portugaltunas!!!

Contraditório exercido, mesmo que 4 anos depois.....looll!!!

Abraços!

 

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