Portugaltunas - Tunas de Portugal

O Conquistador

Uma "Comissão Permanente" para o ENT?

Ora vivam:

Goste-se ou não, queira-se ou não, tenha-se ou não participado já, o ENT é a única iniciativa relacionada com tunas que tem uma abrangência nacional.

Não sei de quem partiu a ideia - nem interessa para este debate. Manteve-se até agora e tudo indica que vai continuar, o que prova que era algo que fazia (e faz) falta neste domínio.

Deixem-me fazer uma comparação com os Jogos Olímpicos. Estes são organizados em diferentes cidades do mundo. A organização é atribuída pelo Comité Olímpico Internacional, depois de analisadas as diferentes candidaturas.

Daqui decorre pelo menos uma grande vantagem: há um "know-how" que se mantém de organização para organização e que garante a qualidade da iniciativa - quer pela adopção de boas práticas já ensaiadas e comprovadas, quer porque se possa evitar à partida os erros que se tenham cometido em edições anteriores, com uma significativa poupança de esforço, tempo e dinheiro.

Sem querer dar ao ENT a importância e a dimensão dos Jogos Olímpicos, será que a nossa "feira" (no melhor sentido da palavra) anual não beneficiaria da existência de uma comissão de acompanhamento permanente?

Como seria composta esta comissão?

Não com indivíduos fixos.

Por muitos motivos. Desde logo, porque há pessoas que não se podem ver. Evitam-se assim desconfianças à partida: "Ai Fulano está lá? Então não vou." Por outro lado, evita-se que algumas tunas pensem que o ENT é propriedade de uma rodinha de amigos que só concedem a organização a quem é do mesmo "clube". Aliás, seria a morte do ENT.

O que proponho é que a comissão permanente de acompanhamento seja composta por 3 elementos: um de cada uma das três edições anteriores.

Assim, para o VIII ENT, a comissão permanente de acompanhamento seria composta por um elemento da organização do V, um do VI e um do VII. Para o IX ENT, a comissão seria composta por um elemento VI, um do VII e um do VIII - e por aí adiante.

Esta comissão permanente de acompanhamento do ENT teria como função aconselhar a Comissão de Organização de cada edição.

Vejo à partida algumas vantagens:

-> assegura-se a transmissão de conhecimentos valiosos para a próxima organização;
-> evita-se cair nas mesmas armadilhas dos anteriores;
-> evita-se a repetição de temas;
-> há uma necessária, saudável e aconselhável rotatividade de indivíduos, evitando-se que o ENT se torne um feudo seja de quem for.

A meu ver, assegura-se uma saudável mistura de tradição e inovação para uma evolução sem saltos nem sobressaltos.

Aquele abraço e

BOA MÚSICA!

 

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O Conquistador
responde a O Conquistador:

Errata:

onde se lê "...evita-se que algumas tunas pensem..."

deve ler-se "...evita-se que ALGUNS TUNOS pensem..."

É que o ENT é para tunos, não para tunas.

Fica a correcção do lapso.

 

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Joni
responde a O Conquistador:

Tenho que concordar que é uma ideia extremamente interessante, de uma enorme mais-valia!

Posso falar pela experiência da organização do anterior ENT que sempre tentámos ir de encontro às expectativas dos Tunos, encetando contactos com várias pessoas reconhecidas no meio, de modo a melhor programar o Encontro.

Óbvio que acabámos por ir bater às chamadas “portas do costume”, situação que não existiria (digo eu!) se uma Comissão destas fosse realidade!

Um abraço para os amigos de Bragança e Boa Sorte!

 

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O Conquistador
responde a Joni :

Todas as «portas» são importantes.

Esta seria apenas mais uma - porventura, a preferencial, no que diz respeito aos aspectos organizativos puros e duros.

Continua a ser boa política «auscultar» tanto os «cromos repetidos» como a caloirada.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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J.Pierre Silva
responde a O Conquistador:

De facto.
2 opções em simultâneo são a via preferível, já que por um lado se aqdquire o know-how de quem esteve na organização de anteriores ENT e, por outro, se tem a opinião de gente cuja experiência e saber no meio podem ser um enorme contributo.
No caso de Castelo Branco, optaram por ir bater à porta dos cromos de sempre (mas nestas coisas há que reconhecer que os que sabem e se dispõem a ajudar são precisamente, e sempre, os mesmos). Não havia comissão - como ainda não há, mas foram mais longe e também quiseram ouvir a comunidade tunante (tudo com a devida antecedência, diga-se), tal como as anteriores organizações do ENT vinham fazendo (e com toda a lógica, há que reconhecer).
O que me parece lamentável (e peço desculpa se o juízo está errado, de que me retratarei se for caso disso) é a sensação de que este ENT foi produção independente, sem consulta de ninguém. Não houve diálogo com a comunidade tunante, e, que eu saiba,nenhuma das "portas do costume" me falou em ter sido solicitado/a para colaborar ou dar opinião. Não sei, também, se contactaram Castelo Branco e pediram relatório detalhado, conselhos ou sugestões, a partir da sua experiência de organização.

Estas questões não se levantariam, obviamente, se não fosse a pobreza do programa (medíocre em certas partes). Nestas coisas não basta vontade. O ENT é um Encontro de Tunos (e não de Tunas, como anunciam no blog - e de que o JPS deu conta) de dimensão Nacional. Por isso, implica um nível programático que não passa por um evento que mais se assemelha a um Encontro Regional.

Desculpem a franqueza das palavras. Quando é para elogiar não as poupo, mas faço o mesmo quando é o contrário, Afinal, estamos a falar de Ensino Superior ou a bitola são as Novas Oportunidades?


Post Scriptum: Poderei cometer o erro ou precipitação de ajuizar antecipadamente. Mas corro o risco, com base no que está previsto pela própria organização. Se tiver de reconhecer que estava errado, fá-lo-ei prontamente.

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Meus amigos, com toda a franqueza que vos posso oferecer, sinceramente, já passei adiante.

Abraços!

 

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O Conquistador
responde a O Conquistador:

Aviso à navegação:

há um post específico sobre o VII ENT, sendo lá que se devem colocar as opiniões relativas ao mesmo, por uma questão de arrumação de ideias, digo eu.

Este destina-se a aferir a validade/necessidade de criação de uma comissão permanente para o ENT em abstracto.

Fica, com os meus pedidos de desculpa, o reparo. :)

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a O Conquistador:

E é muito bem reparado!

Sobre o tema propriamente dito: entendo que sim, penso ser uma mais-valia notória haver um background de experiência acumulado a transitar de ano para ano, sem duvida alguma. Resta saber se estamos todos em sintonia de frequência quanto a esta sugestão.

Mais adianto: A comissão executiva de qualquer ENT deveria ser composta por um elemento das 3 anteriores organizações, na qualidade de observadores e membros consultivos.

Não sei, fica a "dica".

Abraços!

 

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R T
responde a R T:

P.S. - Conquistador, o que sugeri não é exactamente o que sugeriste, se reparares; anda lá muito perto mas é diferente.

Abraços!

 

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O Conquistador
responde a R T:

Entendi-te:

ter um papel mais activo e directo, em vez de um papel meramente... higiénico...

No entanto, continuamos a falar a mesma língua: a Comissão Permanente de Acompanhamento existe independentemente da Comissão Executiva de cada ENT em concreto e independentemente do papel que eventualmente lhe venha a ser destinado junto destas.

Ou seja, já estás a ir um passo à frente :)

Abraço e

BON VOYAGE!

 

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O Conquistador
responde a R T:

Ou seja, e se bem compreendi a tua ideia:

os 3 membros da Comissão de Acompanhamento Permanente são membros por inerência na próxima Comissão Executiva, embora apenas (e já não é pouco) como observadores e consultores.

Parece-me bem.

Abraço!

 

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R T
responde a O Conquistador:

Bien sur!

Não faz sentido criar-se comissões para isto e para aquilo quando uma única estrutura eficaz por mais leve e desenvolta consegue mais e melhores resultados.

A Tuna X organiza o ENT de 2015, p.ex. Na sua comissão executiva terá, para lá de elementos da Tuna X mais 3 elementos, cada um da organziação do ENT dos anos de 2014, 2013 e 2012, tendo este ultimos apenas estatuto de observadores e consultores. Com os meios existentes hoje, é muito mais fácil e prático agilizar uma única estrutura com esta natureza.

Para criar-se estruturas de estruturas de estruturas, todas a fazer a mesma coisa ou, pior, a estorvarem-se nas suas funções, já temos o Estado Português.....

Merci!

Abraços!

 

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Bruno Serra
responde a O Conquistador:

Já foi divulgado o novo programa do 7ºENT. Consulta-o e passa a mensagem.
Gostaria que fosse tão bem debatido com foi a primeira versão, para a tertulia de sabado que é de tem Livre poderias lançar um tema como este para ser trabalhado, agradessia que pudesses participar.

 

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O Conquistador
responde a Bruno Serra:

Caro Bruno:

infelizmente, não vou poder estar em Bragança no VII ENT.

No entanto, nada impede que outros presentes lancem lá o tema.

Abraço e

BONS DEBATES!

 

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R T
responde a Helder Mauricio:

Retomo este tópico pela pertinência cada vez maior da sugestão dada.

Abraços!

 

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