Portugaltunas - Tunas de Portugal

R T
responde a O Conquistador:

"Acrescente-se ainda que qualquer acção de aluno do IPT, seja isoladamente, seja na condição de elemento ou representante de associações de estudantes (não se mencionam as auto-denominadas “comissão de praxe” ou “conselho de veteranos”, porque são organizações formalmente inexistentes e, portanto, quem pretensamente actue em seu nome estará, na verdade, a agir a título pessoal).." (fim de citação)

Esta passagem do texto é absolutamente cabal, para lá de deliciosamente óbvia.....

Percebe-se agora a urgência em toda e qualquer tuna se tornar, ela mesma, uma associação de carácter cultural com personalidade jurídica?

Abraços!

 

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Sir Giga
responde a R T:

Mas há aqui uma outra questão. Quem instituiu o traje académico de Tomar foi a própria instituição de ensino. Isto tem paralelo noutro lugar? Já agora, quem o desenhou? O Augustus? Com base em quê? Fui ver

Outra coisinha, pode o IPT regulamentar as "praxes" nas suas instalações? No ponto 3 do artigo 122º está consagrado que "No interior dos edifícios pedagógicos, nas bibliotecas, nas cantinas, nos bares e nas residências de estudantes, é expressamente proibida a prática de actos de praxe."

Mas o que entende o IPT como sendo "actos de praxe"? Se algum caloiro andar de quatro pela instituição mas afirmar a pés (e neste caso, mãos também) juntos aos funcionários que tal não constitui praxe mas antes uma "variante da posição do camelo do Yoga de Cachemira" recomendada pelo seu quiroprático, está a ser praxado? Quem é a "Polícia"? Não constitui isto uma violação do direito dos caloiros de se exprimirem livremente?

Sei bem do que falo. Participei em várias actividades "lúdico-estético-desportivo-pedagógicas" com os meus caloiros num ano em que o agora falecido Reitor Torres Pereira tinha decretado o fim das praxes na UTAD. Se alguém lhes perguntasse se fossem praxados, nunca o admitiriam, claro (nisso se vê que, apesar do que dizem, pode haver grande cumplicidade entre "praxadores" e "praxados") . Houve caloiros que diziam coisas como: "Praxes? Eu nem sei o que isso é, sou um mero caloiro..."

Eu estou muito curioso com isto das praxes do IPT. Se um professor tirar partido da sua posição privilegiada sobre os alunos para prejudicar aqueles de que não gosta pessoalmente, não estará a praxá-los? Não sei, o IPT não providencia uma definição...

Outra questão. Podendo todos os alunos trajar desde que se matriculam na instituição, como distinguir caloiros de veteranos? Imagino a quantidade de situações caricatas que isto pode despoletar...

E se alguém violar as regras do traje (que por acaso não constam no tal anexo que o consagra), quem deve intervir? Os mesmos que andam pelo campus a policiar quem queira "praxar" nas instalações?

E, já agora, aquilo que se passa fora das instalações não é do foro privado dos alunos? Se sim, porque diz o IPT tolerar as praxes "integrantes" (seja lá isso o que for) se não as admite no campus? Estará porventura a tentar regulamentar o que os alunos fazem com o seu tempo livre?

 

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Carlos Branquinho
responde a Sir Giga:

Caro Sir Giga:
Não querendo meter o nariz na casa dos outros, gostaria apenas de comentar a seguinte afirmação:
"Podendo todos os alunos trajar desde que se matriculam na instituição, como distinguir caloiros de veteranos? Imagino a quantidade de situações caricatas que isto pode despoletar..."
Meu caro, a capa e batina é o fato uniforme do estudante, do bicho ao veterano, passando pelo caloiro.
Por acaso, alguém imagina que quando esta roupa era de uso obrigatório houvesse alguma proibição relativa a caloiros? Posso garantir que não, pelo menos em Coimbra, apesar do que muito ignorante possa dizer.
Sobre este assunto, aconselho a leitura do blogue da Tesoural Tertúlia Irmandade das Sombras, especialmente, neste artigo: irmandadedassombras.blogspot.com/2006/04/os-mitos-dos-ignorantes-i-parte-uso-da.html

 

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O Conquistador
responde a Carlos Branquinho:

Nem mais, nem menos, Carlos.

O Traje é "académico" (= da Academia), não "praxístico".

Qualquer aluno tem o direito de o usar, a partir do momento em que faz parte da academia - restrinjo-lhe aqui o sentido a "ensino superior".

Quanto à distinção entre caloiro e doutor por via do traje: o hábito não faz o monge, caro Giga. Há muito burro trajado. Há mesmo quem mentalmente nunca tenha deixado de ser caloiro. "Ser caloiro é um estado de espírito", como vulgarmente se diz, e com muita razão. É na postura (erecta), na inteligência, no bom gosto, no savoir-faire, na panache, no bom ar e na beleza apolínea que o doutor se distingue do caloiro. Não são 5 metros quadrados de pano preto que fazem a diferença. Aliás, quanto mais igual for a vestimenta, tanto mais as excelsas virtudes do doutor e a bisonhice do caloiro vêm ao de cima.

Eu sempre incentivei os caloiros a andarem de traje. Nunca tive medo de que me confundissem. Mas era o que faltava! Pelo visto, há quem tenha medo de ser confundido... ou tem medo de confundir: não será grande pistola como praxista, pois o caloiro topa-se à légua, quanto mais não seja pelo faro. Doutor que não tope o caloiro pelo fedor a naftalina, pelos vinquinhos da capa, pelos colarinhos engomados... não sei o que lá anda a fazer :)

Mau mesmo é o veterano que abandona o traje mal completa a tal matrícula a mais. Deviam ser rapados e banidos. Dizem defender a praxe, mas abandonam o seu elemento mais visível à primeira oportunidade. Bela coerência. Parece que lhes pesa.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Corte Real
responde a R T:

Boa Noite
Tenho vindo acompanhar todo este tópico e decidi porem só agora participar. Como é de salientar não consigo conceder que o Magnum (Porto) intrometa a foice em ceara alheia. Mas o que me trouxe realmente a participar foi o facto de eu saber por fonte segura que a Tuna Feminina Universidade Portucalense esta a organizar o seu X Festival de Tunas Femininas, e de existir uma Tuna (trupe) que recusou o convite por ser aconselhada pelo seu Dux a não participar neste mesmo Festival.
E para que não pensem que só aqui vim lançar o pânico podem confirmar esta informação com a referida Tuna.
Pois bem, a tuna que decidiu acatar as ordens do seu Dux e deixou assim de ser na minha opinião uma tuna e passou a ser uma Trupe é a Tuna Feminina Isep. Não fiquem surpresos pois pelo que tenho vindo a saber a Tuna Académica do ISEP vai fazer a mesma coisa aos afilhados (Tuna Académica Universidade Portucalense) no seu FITISEP.
Espero que se faça algo às Trupes pois são estas que mancham o nome de todas da Tunas do Porto.
Corte Real

 

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Carlos Branquinho
responde a O Conquistador:

Caro Conquistador:
Ler estes parágrafos é uma delícia para estes velhos olhos cansados de praxista! Excepção feita ao verbo "trajar" que a mim me remete para o folclore, pelo que prefiro falar de usar capa e batina, mas isso são preciosismos semânticos, que pouco valem neste caso...
Como costumas dizer, um abraço e BOA MÚSICA!

 

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Coral do Cifrão - Jorge Brandão
responde a O Conquistador:

A propósito: nas trupes de Coimbra e em caso de dúvida, perguntava-se ao visado se dava a sua palavra de honra de que não era caloiro. Muitas vezes essa pergunta era suficiente para desmascarar algum mentiroso embora também seja certo que havia quem desse a palavra de honra em falso, para o que já o Código da Praxe de 1957 previa duríssima sanção.

Para terem uma pequena ideia de como funcionava deixo-vos com um excerto de um outro texto que publiquei também no blogue da Irmandade das Sombras (texto completo aqui, se interessar irmandadedassombras.blogspot.com/search/label/PRAXE):

« (...)nessa noite que ocorreu uma das situações mais espectaculares que presenciei em trupe.
Estávamos perto da ponte de Santa Clara e vimos um sujeito todo pimpão a caminho da ponte (devia ir para a discoteca que ficava do outro lado do rio). Abordámo-lo e o chefe pergunta, com toda a delicadeza:
- O que é pela Praxe, por favor?
- Sou semiputo.
- Então mas já viu que horas são? Já passa da 1h00 da manhã!
(NOTA: os semiputos deveriam estar recolhidos em casa à 1h00 e os caloiros à meia-noite, sob pena de levarem com uma colher de pau nas unhas, “sanção de unhas”, as vezes que o chefe de trupe determinasse).
Ele olha para o relógio desconcertado e exclama:
- O quê? Já é uma da manhã? Ena 'cum' caraças, então realmente estou fora de horas e logo vocês me foram apanhar... que seca.
Torna o chefe de trupe, com toda a delicadeza:
- Pois sabe, vamos então ter de lhe aplicar uma sanção de unhas... - e preparava-se para explicar os procedimentos com toda a calma e meticulosidade, porque quando estávamos em trupe e apanhávamos alguém aproveitávamos para fazer render o peixe e estarmos ali entretidos. Nunca sabíamos quando (e se) apanhávamos outro. Mas o abordado interrompe-o, com um ar muito humilde e suplicante:
- Pois claro que sim, bem sei, só vos pedia se podiam ser rápidos porque estou com um bocado de pressa – neste ponto olha para o relógio com certo desespero – e ainda por cima atrasei-me...
O que as trupes mais detestavam era gajos que fossem armantes: esses eram castigados forte e feio; mas se víamos que a pessoa era humilde e que cooperava, nós cedíamos e procurávamos minimizar os estragos, principalmente em casos em que estávamos a abordar semiputos... e por isso o chefe de trupe decide-se a decretar rapidamente a sanção e passar para a fase de aplicação.
Já ía a colher de pau no ar para dar a primeira pancada nas unhas do Semiputo quando alguém da trupe diz:
- Alto!!! [Não, não era o João Cléber].
O chefe de trupe pára, intrigado com aquela intromissão numa fase tão avançada da coisa e o que tinha intervido pergunta ao rapaz:
- O senhor dá a sua palavra de honra em como é Semiputo?
- ........ não... sou caloiro!
Nunca cheguei a saber o que lhe passou pela cabeça para fazer aquela pergunta naquela hora, porque normalmente fazia-se muito antes para tentar detectar aquelas situações em que os caloiros – naturalmente – tentavam safar-se com uma mentirita, mas aquele tinha sido tão convicente que nos tinha hipnotizado a todos e ninguém fizera a pergunta.
Obviamente o caloiro foi rapado, mas tenho ideia (não sei se algum de vós lá esteve, que possa confirmar) que ficámos tão maravilhados com aquela representação que nem o rapámos muito.»

Um abraço.

 

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O Novessetum
responde a Corte Real:

Curioso, pois ía precisamente meter o nome nas coisas.
Acho importante a comunidade geral tunante saber quem são as Tunas sob a alçada do Magnum e as que não o são.
É importante a comunidade tunante saber quais são as Tunas que convidam e retiram convites sob imposição do Magnum, com a agravante da condição de padrinhos/afilhados.
Acho importante a comunidade saber quem são, até porque pode ter influência em convites futuros para determinados festivais ou outro tipo de eventos. Quem já anda neste fórum há uns tempos sabe que acredito pessoalmente na selecção natural.
Uma coisa dou por certa: ou muito me engano ou a Tuna Académica do ISEP irá ter lugar no FITA deste ano.
Eu na posição da Tuna Académica da Universidade Portucalense rejeitava o apadrinhamento de tal Tuna.
Já agora deixo-vos outra novidade: não é que o Magnum convocou o presidente do OUP a estar presente em determinado sítio a determinada hora? Obviamente que este não compareceu e muito bem... (calma Conquistador... olha a tensão arterial). Quem não respeita as instituições, não merece respeito.
Bem,...acho que vamos ter um FITU agitado!!!
Eu, pelo poder que me foi conferido por Ho Qui Cena, imperador do sec. X, declaro que o Magnum da Academia do Porto é anti académico.
"Se queres conhecer o vilão, dá-lhe o bastão"

 

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O Conquistador
responde a O Novessetum:

Talvez estivesse na hora de a tuna madrinha do ISEP ter uma palavrinha com os meninos... hem? digo eu?

Foi isto que ensinaram aos afilhados?

As atitudes ficam com quem as toma. Uma tuna que até agora foi exemplar, como se deixa cair... «nisto»?

Ainda não é tarde, ISEP. Ainda podem voltar atrás. Não vendam a alma por um prato de lentilhas.

Que ridículo...

Que vergonha...

Que tristeza...

Pobre Academia do Porto...

 

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J.Pierre Silva
responde a O Conquistador:

Pessoalmente, e a confirmar-se, quem teve essa atitude fé-lo em consciência, pelo que voluntariamente se coloca fora desta comunidade tunante - e colocando-se CONTRA a mesma, em favor da corja de incompetentes que é o actual MCV do Porto.

Como já foi dito, quem assim precede, deixa de ser Tuna e passa antes a ser uma Trupe instrumental, ao serviço do Magnum.

O que é vergonhoso é que em mais de 100 anos de Tuna em Portugal, alguem tenha alinhado em ser o 1º a criar um cisma e despoletar uma guerra tunante.

Quem se segue ao ISEP?

Vergonha e nojo é o que sinto para com aqueles que, sem pejo e sem descaramento, cometem tal traição e prostituem o nome da Tuna em Portugal!!!!!

Sinto aind amaior náusea e vómito por vir de uma casa que, em termos tunantes, foi sempre exemplar - talvez pro isso seja ainda maior a revolta.

 

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O Conquistador
responde a J.Pierre Silva:

Dizes bem, Pierre: «a confirmar-se», ressalva que me esqueci de fazer no meu post.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a Tiago Nogueira:

Haja calma.....cada coisa a seu tempo; sem morto não há funeral.

Em todo o caso:

1º) Será confirmada a informação adiantada acima. Facilmente.

2º) O próximo ENT revela-se este ano, com tudo isto, um excelente oportunidade para pormos os nomes aos bois e dignificar a Tuna. Estão à espera de quê?

3º) Vai haver muita animação, ai isso vai. Aqui, no lado de cá então, ui ui......

4º) Vou abrir um gabinete e atirar uns búzios.....


Abraços!

 

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R T
responde a O Novessetum:

Não, porque o ENT não tem autorização do IPAR para juntamente com a RAR e a SETEVAVE darem autorização ao Magno para poder ir ao ENT, escepto se pagarem a inscrição(no ENT não há barraquinhas,logo, não há borlas).....

 

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J.Pierre Silva
responde a O Conquistador:

Caríssimo,

Infelizmente, neste momento, o clima de suspeição é justificado.
Infelizmente, o mesmoreinará durante bastante tempo, pois foi assim alimentado; alguém fez por isso que não nós.

Neste momento, qualquer recusa em aceitar convite feitos por Tunas da Portucalense ou qualquer ausência em certames das suas congéneres (a começar pelas tunas que as apadrinheram ou com quem têm relação forte) ou é acompanhada de uma declaração em como tal falta não é por razões praxísticas ou observância do ditame do Magnum (declarando, inclusive não alinhar nessa palhaçada) ou então assiste-nos o pleno direito de ajuizar que essa atitude é uma traição às Tunas.

Quem não se demarcar do Magnum, em situações deste tipo, está claramente a consentir e a confirmar que ao lado dele está contra as Tunas.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

R T
responde a J.Pierre Silva:

Cuidado, algum cuidado é urgente........

Já dissequei de forma mais ou menos simplista sobre o que será a realidade da Academia do Porto mesmo em matéria tuneril. Portanto, se bem lido o que escrevi - e mesmo não me tendo em consideração alguma e por parte do incauto leitor - aconselho cautela nestas análises, tão intempestivas como demasiadamente óbvias. Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém e conclusões "ás 3 pancadas" regra geral tramam o remetente das mesmas - e já nem falo mais uma vez que é preciso, casuísticamente, saber do que estamos a falar de facto, da realidade em causa, do cenário em concreto; cada caso é caso. Cada cenário um cenário. Não há uma "fórmula universal" e siga.

Repito: Até ao momento nada atesta a veracidade ou falta dela do relatado; logo, mando o bom senso aguardar pelos factos e não ir desalmadamente á procura de sangue quando, ás tantas, nem beliscão houve.....

Se for verdade, aí, cá estarei para abrir o livro todo. Se não, estamos todos como antes estávamos. Calma, sugiro eu.

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Coral do Cifrão - Jorge Brandão:

Caro Jorge Brandão:

o «Mata-Carochas» também se safou de uma trupe com um estratagema parecido.

Não sei que juramento fez à trupe (acho que foi o de comparecer em determinado local no dia seguinte para se deixar praxar no dia seguinte, ou coisa assim), mas fê-lo em nome de Baco, Vénus e de todos os deuses do Olimpo.

Certo é que, no dia seguinte, foram cobrar-lhe o juramento, ao que o «Mata-Carochas» respondeu qualquer coisa como:

«Isso foi ontem. Entretanto reneguei o paganismo e tornei-me cristão, pelo que o juramento feito em nome de deuses falsos ficou sem efeito.»

Não houve remédio senão "amochar"... e o «Mata-Carochas» ficou com o cabelo e as unhas intactos :)

E isto também é praxe de 25 quilates e no seu sentido mais puro - o tal que os tais senhores nunca hão-de perceber.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a O Conquistador:

Uma coisa é certa:

Quem estica a corda deverá saber se a pode esticar de facto antes de o fazer.

Com isto dizer que: Quem quiser ir mais longe vai ter problemas sérios, provavelmente até de ordem jurídica, se for o caso.

Querem esticar a corda? Porreiro, pá. Algumas tunas e faz tempo que cá estão para a esticar em conjunto. Na boa!

Até lá ou 1º) estão agasalhadas ou 2º) não estão e vão pagar o preço, quiçá, de tamanho voluntarismo "académico". Não foi por falta de aviso.

Ainda assim, por ora, não temos morto; logo, não há Sucessão. Não há caso. Não há nada, estamos no diz que disse.

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a R T:

Traduzindo:

Sempre quero ver uma cena sem personalidade jurídica a querer "treta" com associações culturais sem fins lucrativos e com Estatutos aprovados em D.R. Vou-me partir a rir....

Abraços!

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a J.Pierre Silva:

RIDÍCULO!!!

Tudo isto é ridículo!

Eu sou elemento activo da Tuna Académica do Instituto Superior de Engenharia do Porto. Pertenço há 14 anos a uma Tuna com 21 e muito respeitadora das tradições tunantes e das tradições académicas!

Raramente venho a este fórum, precisamente por valer o que vale: NADA!
Voçês já se perguntaram porque as Tunas do Porto não vêm para comentar? Precisamente porque as vossas opiniões têm o valor que têm: NENHUM!

Até trepei paredes quando cheguei a casa e a minha mulher me contou a palhaçada que para aqui vai. Estes comentários em que matar primeiro, interrogar depois só são comparáveis aos de um fulano que andava aqui há uns anos a colocar estrelas de Israel nos ombros de judeus! Pergunto se devo colocar uma estrela também na minha capa? Vamos cair no ridículo e criar Festivais (Campos) de concentração só para as Tunas que querem pertencer á praxe!

As Tunas são autónomas e se o meu Dux nos aconselhar o mais certo é fazermos aquilo que ninguém ainda se lembrou de fazer: Dialogar e encontrar uma solução! Ao contrário dos auto-nomeados (onde é que eu já li isto?) duxes das Tunas que fuzilam primeiro e interrogam depois! Agora ditam leis pelas Tunas e tudo! Uma declaração a comprovar o quê? Tenho de a mostrar a quem? A voçês?
Os "auto-nomeados" (tenho a certeza que já li isto algures) Senhores das Tunas? Espera lá, vamos criar uma newsletter para mandar as declarações para as tunas todas!

"EH Pá! Chegou uma declaração da TUIST, pronto já podemos convidá-los!"
Voçês são a PIDE das Tunas? AS SS Tunantes? Já agora quem é o Quarto Reich?


Acima de tudo tem que haver respeito! Não podemos andar aqui num esquema "Se não és por nós és contra nós"! Somos muitos e não podemos impôr a nossa vontade aos outros sob pena de perder a nossa liberdade Tunante! Eu quero ser livre para pertencer a uma Tuna e á Praxe!

Pois muito bem, até a data não recebemos, qualquer indicação por parte de ninguém, Dux ou Magnum Consilium Veteranorum, sobre desconvidar tunas, sejam elas quais forem. Mais, relembro que há algum tempo atrás as tunas da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, foram também desconvidadas de alguns festivais. Não percebo porque se lembraram agora disto!

Não vou exigir um pedido de desculpas pela minha Tuna, não me cabe a mim fazê-lo e infelizmente o estrago já está feito! Imagino que durante uns tempos ninguém convide a minha tuna para festivais, desconvidemos ou não a Portucalense! Agradeço a quem tão prontamente me condenou quando me podia ter ligado a perguntar o que se passava!

Já agora, acredito a amizade que a Tuna Académica do I.S.E.P. e Tuna da Universidade Portucalense nutrem uma pela outra (Isto sim é Importante) não vai sair prejudicada se acontecer alguma coisa daqui até ao FITISEP!

Peço que por respeito parem de massacrar a minha Tuna!

Abraços!

Ravanelli

P.S. - Ouvi dizer que o Real Tunél Académico de Viseu vai desconvidar a Portucalense do próximo CIRTAV! E o OUP vai retirá-los do FITU! (Desculpem, não resisti)
















 

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Ricardo Castelo Branco
responde a Ricardo Castelo Branco:

Lol, já agora e para cairmos mais um bocadinho no ridículo! Quem não convidar a Portucalense para festivais vai ter de passar uma declaração a dizer que é por opção musical ou vai ser obrigatório convidar a Portucalense para todos os Festivais a partir de agora? Vão ser a Tuna mais requerida no país! Convites para todos os Festivais sob pena de as outras Tunas serem "embargadas"

E o facto de fazer se fazer "embargos" a quem "embargar" a Portucalense não é fazer exactamente aquilo que se pretende que não seja feito?

Sois um bocadinho incoerentes não sois?

Não houve uma tentativa de "embargo" á Magna Tuna Cartola por causa das sapatilhas também?

Já percebi, querem ser convidados para Festivais e estão a tentar eliminar as opções para só irem as vossas Tunas?

Ou então o portugaltunas andava muito esquecido e resolveram arranjar uma polémica para animar as hostes?

Resumindo: O Mundo não tem de ser preto e branco e eu vou vos a dar a devida importância depois disto! NENHUMA!

RIDÍCULO!

 

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O Conquistador
responde a Ricardo Castelo Branco:

Caro Ricardo:

não se trata de crucificar ninguém.

O MCV está a tentar pôr a pata onde não deve. Hoje declara tunas anti-praxe, amanhã está a dizer em que tom se tocam as músicas ou a indicar quem pode ou não ser baptizado.

A questão é se deve ou não fazê-lo, mas acima de tudo é a de saber se pode ou não fazê-lo e se as tunas, enquanto tal, devem ou não acatar as decisões.

Para mim, as resposta às três questões é simples: não. As tunas nunca impuseram nada ao MCV, a que propósito é que o contrário deve acontecer? Naturalmente, tu és livre de ter outras posições.

A "declaração de repúdio" de que falo (ou sugiro) não é a nenhuma das Tunas do ISEP, mas à deliberação e tentativas de ingerência de qualquer CV, seja ele de onde for.

Justamente por se tratar do ISEP, a POSSIBILIDADE de retirar um convite por imposição de um organismo como o MCV causa estranheza, para dizer o mínimo.

Afinal não retirou? Óptimo: só reforça a minha afirmação de que o Tuna do ISEP tem sido exemplar - aliás, eu nem precisava de o dizer. E mesmo tendo dito, a minha opinião vale o que vale: nada. Apesar de não valer nada, é a minha opinião.

Não há nenhum mal feito à reputação da Tuna do ISEP. Tu o disseste: as opiniões que aqui se ventilam, de forma mais ou menos exaltada, valem o que valem: nada. Como tal, não prejudicam ninguém.

Por último: estou desligado há anos do OUP. As minhas opiniões só a mim me dizem respeito. Tal como as tuas só a ti vinculam, e não devem ser confundidas com as da Tuna do ISEP.

Finalmente, concordo com quem sugeriu que se convidasse a Tuna da Portucalense, como forma de provocação, não elevar aquela Tuna ao estatuto de mártir. Mostrar solidariedade, apenas. Sendo tu do ISEP, é algo que não te é difícil de perceber.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a O Conquistador:

Sim, na realidade e de cabeça fria, depois de dormir, literalmente, sobre o assunto, compreendi que tenho de agradecer-vos.

E perguntam vocês porquê?

Simples, ao sermos enxovalhados em hasta pública, retiraram-nos a pressão sobre uma eventual decisão de exclusão da Portucalense do FITISEP! Já fomos crucificados e houve até vómitos por causa do assunto é difícil fazerem pior!

A principal prejudicada acaba por ser a Tuna da Portucalense porque agora e se for essa a decisão da minha Tuna será mais facilmente desconvidada. Se antes poderiamos temer represálias, agora já não tememos pois já somos tuna "non grata". Acabaram por facilitar aquilo que tanto temiam.

Outra coisa mesmo importante relativa ao Magnum. O Magnum, NÂO DECLAROU NINGUÈM anti-praxe. Se, mais uma vez, se tivessem informado melhor antes de vir com discursos de revolta, teriam descoberto que a UNIVERSIDADE PORTUCALENSE foi essa sim, excluída do Magnum Concilium Veteranorum!
Resmindo, deixou de ter voz no Magnum! Porque, isto para os incultos, o Magnum não se auto-nomeia, o Magnum é composto pelos Dux das instituições do Porto, que por sua vez são nomeados pelos concelhos de veteranos das respectivas instituições, que por sua vez são nomeados pelas comissões de praxe das mesmas!

Repito! NINGUÉM declarou a Tuna da Universidade Portucalense Anti-praxe!

E se realmente querem ajudar os meus afilhados, deviam estar a arranjar soluções que para um problema, que na realidade, foi a praxe da própria instituição, na pessoa inútil do seu Dux da altura que o criou! Já tive a oportunidade de falar com eles no FITAM (Obrigado pelo convite que me endereçam todos os anos, amigos da TAIPAM) e procurei uma solução, não mais problemas. O ideal seria a Tuna da Portucalense ir ao Magnum esclarecer a situação e se necessário a solução passaria por assumir as próprias Tunas a praxe da universidade e dar assim um exemplo do que as Tunas são na realidade! Um exemplo de SUPERIORIDADE e não de pequenez!

Mais, esse Dux, a quem foi dado 4 meses para reverter a situação em Janeiro e nada fez para a mudar, nem sequer avisou os grupos académicos da instituição da situação que se estava a passar na praxe da Portucalense e da interferência do Magnum na dita praxe!

Daí as tunas do Porto não quererem saber do que se passa neste fórum e se realmente querem que as Tunas se juntem, procurem a união, com diálogo e procurem soluções, não alimentem polémicas que só vocês ficam mal!

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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O Novessetum
responde a Ricardo Castelo Branco:

Caro Ricardo,
Compreendo a tua exaltação e as tuas horas sem dormir. Também passei pelo mesmo quando vi o MCV a entrar pelo FITU na edição do ano passado.

Ninguém aqui (falo pelo menos por mim) manda postas de pescada para o ar, sem ter recolhido directamente da fonte do que realmente se terá passado. Não que tenha ido procurar informação, mas porque a informação chegou até mim. Portanto a questão do atirar primeiro e perguntar depois a mim não afecta minimamente.

Tenho, à semelhança do Conquistador e outros mais, uma profunda admiração pela tuna do ISEP, sendo inclusivamente amigo pessoal de alguns dos seus fundadores e de muitos outros tunos que por lá passaram.

Mas toda esta questão da interferência do MCV nas tunas é algo que tem de ser esclarecido. E a questão que te coloco a ti, até para registo futuro, é se a Tuna do ISEP é autónoma do seu Dux, e como tal independente do MCV e da praxe.

Abraço

 

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O Novessetum
responde a O Novessetum:

E acrescento...

Aqui ninguém prentende crucificar a Tuna do ISEP.
Aqui o que se pretende é que as Tunas do Porto se "livrem" da alçada no MCV, dando-lhe argumentos nesse sentido.

E o que se está aqui a passar neste momento, não é por umas tunas contra as outras. Não pode ser, porque isso seria caminhar para uma derrota face ao MCV.

Neste momento a tuna do ISEP tem tudo na mão para sair desta situação "em grande" e ainda mais respeitada neste meio. É reconvidar a Tuna da Portucalense...

Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Ricardo Castelo Branco:

Caro Ravanelli,

O que de facto é ridículo é a situação despoletada pela MCV.
Se bem reparares, ninguém crucificou o ISEP ou a tua Tuna, mas antes se mostrou uma enorme indignação pela situação - a qual foi sempre colocada na esfera da possibilidade, dai o reiterado uso do "a confirmar-se".

Como sublinhado, também por mim, as tunas do ISEP foram sempre exemplares, pelo que as notícias avançadas aqui no PTunas deixaram-nos apreensivos e esupefactos.

E sim, meu caro, neste momento e neste clima, as tunas têm de deixar bem claro onde se posicionam: se solidárias umas com as outrs ou se a mando do MCV. É uma questão de honestidade e transparência, tão só, daí a referência à declaração de intenções, ou seja não deixar espaço para equívocos (no tal exemplo dos relacionamentos com a Portucalense, pois certamente que quem não está a favor da decisão do MCV não quer ser com ele confundido).

Este espaço é um espaço de debate, pelo que as opiniões aqui veiculadas apenas vinculam individualmente. Ninguém está aqui em nome de ninguém, senão no seu próprio nome.
Se as opiniões nada valem, serve tal para todos nós, tu incluído.

Mas deixa-me que te diga que em boa hora vieste aqui partilhar, desfazendo, desde já, os rumores que pululam. Fico muito feliz por saber que a tua tuna mantém os seus pergaminhos de verticalidade e seriedade.

Se bem reparares, todos quantos aqui comentamos estamos, antes de mais, preocupados e na defesa da Tuna. Uma preocupação tanto mais exacerbada quanto o teor das decisões do MCV que sim, meu caro, ameaçou de declarar anti-praxe as tunas e, até, de lhes retirar (pasme-se o desplante) o título de "Académico/a".
Perceberás, pois, o quanto isso nos revolta e quanto nos deixa profundamente perpelxos e irritados a possibilidade de haver tunas a poderem vira ro bico ao prego.

É nesse sentido que deves entender todos estes posts e artigos, perceber o contexto.

Não precisas de fazer o papel de matrona ofendida, porque te basta apenas dizer: "Desminto, não é verdade", para que, de imediato, se desfaçam equívocos e se corte pela raíz qualquer boato ou falsa notícia (e volto a frisar que, no caso da Tuna do ISEP, as coisas sempre foram colocadas nesse patamar: algo carente de confirmação).

Não somos nem PIDE nem afins, mas exercemos o direito de opinar enquanto tunos, enquanto utilizadores deste espaço.
E repara que aind bem que há quem faça esse papel, porque não vi, até agora, mais ninguém (nem tu sequer) a dar a cara pela defesa das Tunas neste assunto.

Parece-me, seja como for, que nos comparares às SS, PIDE ou afins foi um bocado exagerado.
Confundes demasiado o que é de índole particular com posições institucionais. Mais uma vez te recordo que, aqui, falamos em nosso nome próprio, tal como tu falas no teu.
Não houve desagravo ou ataque seja a quem for. Pena que só apareças quando é para defenderes a tua Tuna (e bem, embora ninguéma tenha atacado factualmente, mas apenas deixado a dúvida no ar, carente de confirmação, volto a sublinhar) e nunca para defender As Tunas.

Uma vez mais, deixame que te diga: em ba hora vieste aterreiro sanar esta questão, o que me deixa, pessoalmente, bem mais descansado e com a imagem que sempre tive da Tuna do ISEP: qualidade e credibilidade.

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a O Novessetum:

Caro Novessetum:

Reconvidar?

Com todo o devido respeito! Mas tu leste alguma coisa do que eu escrevi? Ainda nem sequer foi desconvidada! A não ser que tu saibas mais do que se passa na minha Tuna e eu é que ando lá enganado! Sabes que só este "pequeno" erro é capaz de prejudicar em muito a minha Tuna!

E no fundo é isto que se passa lá atrás! è preciso ter muito cuidado com o que se diz, particularmente se for baseado no ouvi dizer!

Já alguém foi ao Magnum esclarecer a situação? Não? E não me venham com as fontes seguras porque já demonstrei que são falsas e parcas em mentiras! Devo portanto depreender que tudo o que á para aqui discutido é baseado em mentiras! Mesquinhas e com o intuito de prejudicar!

Quanto á libertação das Tunas do Porto da alçada do MCV na minha opinião, acredito que as Tunas devem ser autónomas mas não independentes! E acima de tudo TEM de haver diálogo! Acredito que se a Tuna da Portucalense for dialogar com o Magnum esta HIPOTÈTICA situação será resolvida!

Já alguém foi ao Magnum esclarecer a situação? Não? E não me venham com as fontes seguras porque já demonstrei que são falsas e parcas em mentiras a custo da reputação da minha Tuna! Devo portanto depreender que tudo o que á para aqui discutido é baseado em mentiras! Mesquinhas e com o intuito de prejudicar!

E não compreendo como pessoas como vocês caíram na esparrela, sinceramente!

Abraços!

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a J.Pierre Silva:

"Se bem reparares, todos quantos aqui comentamos estamos, antes de mais, preocupados e na defesa da Tuna. Uma preocupação tanto mais exacerbada quanto o teor das decisões do MCV que sim, meu caro, ameaçou de declarar anti-praxe as tunas e, até, de lhes retirar (pasme-se o desplante) o título de "Académico/a".
Perceberás, pois, o quanto isso nos revolta e quanto nos deixa profundamente perpelxos e irritados a possibilidade de haver tunas a poderem vira ro bico ao prego."

Isto é Falso!

Portanto, não vou sequer tecer mais comentários sobre este assunto!

Quanto á "defesa" das Tunas, baseada em mentiras, mais uma vez digo o mesmo: há que dialogar e não chacinar!

Quanto aos meus exageros, limito-me a fazer o que tu fazes! Não me podes criticar por isso!

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a Ricardo Castelo Branco:

Para acabar com a questão, a Tuna da Portucalense, foi aconselhada por mim e por outros a ir ao Magnum resolver a questão! Tal como o disse, isto em Maio no FITAM! Em vez disso vieram para aqui lamuriar-se e não se mexeram para resolver a questão atempadamente!

Preferiram vir para aqui e colocar as outras Tunas todas na obrigatoriedade moral de os convidar para os seus Festivais porque não têm nada a haver com a praxe da Universidade! Parece-me uma boa estratégia para arranjar convites! Enquanto Tunante não posso deixar de condenar esta atitude pois é fazer um ultimato moral ás outras Tunas! São meus amigos e como amigo tenho o dever de lhes dizer que esta atitude é errada!

E aos defensores das Tunas e da liberdade das Tunas pergunto onde andavam quando a Tuna Feminina de Economia do Porto se viu em semelhante situação e chegou a ser desconvidada de festivais! Onde estavam as vozes da liberdade na altura? Que moral têm de vir para aqui agora e não o fizeram há uns tempos atrás! Onde estavam as fontes seguras na altura? Não lhes interessava na altura fazer barulho?

 

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O Novessetum
responde a Ricardo Castelo Branco:

Caro Ricardo.

Parece de facto haver aqui uma incoerência de informações!!! E não vale a pena andar no diz que disse. Já não tenho sequer idade para isso. No caso de teres razão (que confesso, muito sinceramente, me custa mesmo a acreditar), fica desde já o meu pedido de desculpas. O tempo dirá...

Quanto a pedir explicações ao Magnum. Bem, a tuna que o fizer está a dar-lhes a importãncia que de facto não têm. Não há diálogo possível, porque nem sequer existe tema em comum.

No entanto, das tuas palavras, há algo que não entendo. O que queres dizer com as tunas serem autónomas mas não independentes do Magnum? É que para mim são autónomas e independentes. Gostava de saber o que pensas tu deste assunto, a tua tuna e todas as outras também.

Aproveito para deixar uma sugestão às Tunas do Porto: é importante e urgente que os Magisters de todas as Tunas do Porto se reunam para discutir este assunto. Algo semelhante com o que foi feito em 1995 durante o I Conclave Tunae, mas reduzido apenas às Tunas do Porto (por uma questão logísta e devido à celeridade que esta questão merece). É importante a união acerca desta matéria.

Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Ricardo Castelo Branco:

Parece-me, caro Ravanelli, que também tu não lés os posts com atenção.

Se bem reparares, em lado algum se disse que o MCV declarou anti praxe fosse quem fosse, mas sim, que o ameaçou fazer.
Não demonstraste coisa nenhuma tal ser falso. Queres que acreditemos na tua palavra e na tua fonte, mas desdenhas quem também tem as suas e procurou informar-se.
Não creio que tanta celeuma suceda apenas com base em boatos.

O que é facto, até ao momento, foi a exclusão da Portucalense do MCV. E sobre o assunto, nada a dizer, porque nem nos interessa saber, porque não é da nossa conta.
Aqui tratamos de tunas.
Ora foi precisamente porque houve ameaça da parte do MCV às tunas, e isso é outro facto, que motivou toda esta discussão e debate.
Não temos de falar com o MCV porque não é entidade tunante e tão pouco tem autoridade sobre Tunas. Aqui, falamos entre tunos e tunas, pois é espaço para tal.
Aliás, a mesma atitude teve o OUP ao recusar conversar com o MCV a convite deste.
Se tudo isto é mentira, como afirmas, venha o MCV, publicamente (ou mandando comunicado aqui para o PTunas), desmentir as ameaças feitas às Tunas e dizer inequivocamente que as Tunas da Portucalense podem convidar outras tunas do Porto e vice-versa, sem qualquer represália ou condenação. Venha o MCV dizer publicamente que nada tem a ver com Tunas e que não se intromete nas mesmas porque não estão sob a sua alçada.
Nessa hora, eu próprio, e publicamente, tratrei de fazer o devido pedido de desculpas ao MCV.

Mais uma vez, sublinhar que as notícias, ainda não desmentidas, dão conta da ameaça feita pelo MCV às Tunas que aceitassme convite das Tunas da Portucalense ou que convidassem estas últimas.
Se isso chegou ás Tunas do Porto de forma oficial ou não (ou apenas pelas vias secundárias), nem é isso que está em discussão, mas tão somente essa ameaça e ingerência.
Por isso, em lado algum se afirmou que a Tuna do ISEP desconvidou fosse quem fosse. Houve essa suspeita, que foi tratada como tal: suspeita.

Não percebo essa das tunas poderem ser autónomas, mas não independentes. Defendes que sejam núcleos e que tenham de responder perante a Praxe, enquanto Tunas?
É que os organismos de Praxe não existem nem têm força de lei. Já as Tunas, se assim o desejarem, como sucede a bastantes, podem revestir-se de personalidade jurídica, não respondendo a nenhum organismo académico (como não têm historicamente de responder).

Também não entendo essa das "mentiras à custa da tua Tuna", quando ninguém destratou ou afirmou tacitamente coisa nenhuma.
Mas olha: para quem tão pouco crédito dá a este espaço, em boa hora viste trazer a informação que todos desejávamos: desmentir o boato que dava a TAISEP como subserviente ao MCV.
Para quem admira e respeita a Tuna do ISEP, não podia ser melhor notícia hoje (ou melhor: para ser ouro sobre azul era tal também se confirmar com a tuna feminina).

Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Ricardo Castelo Branco:

Caro Ravanelli,

És capaz de aqui identificar a Tuna da Portucalense ou o seu lamúrio?
Se concordo, por um lado, que esclarecer junto ao MCV é de salutar, também se coloca a questão simples: se o MCV não tem autoridade sobre Tunas, por que razão ir lá? Indo lá não se está, precisamente, a dar-lhe uma importância que não tem, nestas matérias? Além disso, a questão que está a debate refere-se á ameaça feita, ao processo de intenção, e não a factos consumados (para já) de atitudes do MCV para com as Tunas.

Não, nos se veio aqui colocar obrigatoriedade nenhuma, mas, e por mim falo, da necessidade de clara demarcação e repúdio à ingerência (ou tentativa) do MCV na comunidade tunante.
Não sei d eultimatos morais, mas sei que moralmente, as Tunas devem definir-se quanto a esta questão - algo que não passa por convites forçados, mas tão só por deixar claro que não embarcam na promiscuidade de orgãos de Praxe meterem o bedelho nas Tunas.

Quanto á questão que levantas sobre a Feminina de Economia, deverás anuir que só teria merecido igual atenção se alguém aqui a viesse colocar, se tal fosse dado a conhecer.
Já percebi que atacas os "defensores das tunas", mas também não mexeste uma palha para denunciar a dita situação (que desconheço).
Debate-se o que se sabe e o que as pessoas dão a conhecer.
Nem todos temos o dom da ubiquidade ou omnisciência. Se sabias, por que não o partilhaste?

O estranho, caro amigo, é que só porque se aflorou o nome da tua Tuna é que aqui tenhas aparecido, mas em lado algum tenhas vindo desdizer as ameaças do MCV ou afirmares que a Praxe não se deve intrometer nas Tunas, fosse mero boato ou não.
Mas já sei: este fórum nada vale.
Mas uma coisa podes contar: se um dia a tua Tuna fora atacada pelo MCV ou outra qualquer situação onde seja a lesada (e tendo eu conhecimento de tal), que continuarei cá a marcar presença solidária na sua defesa. Esperemos que tal nunca se avere preciso, obviamente.

Forte abraço




 

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J.Pierre Silva
responde a O Novessetum:

União e esclarecimento, de modo a que todas estejam em sintonia quanto ao essencial, seja para resolver questões do presente seja para terem a mesma bitola em episódios futuros.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Ricardo Castelo Branco:

Estás no teu direito, caro Ravanelli.
Aceitarás, então, também, equitativamente, que façamos o mesmo contigo e com as tuas intervenções: dar-lhes a importância e vercidade que têm, ou seja nenhuma!

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

Ricardo Castelo Branco
responde a O Novessetum:

Bom, não me vou dar ao trabalho de vir para aqui outra vez, por isso será o meu post final, já percebi que o que querem é polémica venha ela de onde vier! È pena o portugaltunas perder cada vez mais pessoas interessadas por causa destas polémicas adro de Igreja!

Novessetum, o que eu disse foi que acho que as tunas devem ser autónomas mas não independentes da PRAXE! Pois um é indissociável da outra! Todas as tunas que eu conheço praticam praxe de uma forma ou de outra!

A melhor forma de descrever isto que encontro é esta:

A praxe é um jogo de futebol, e como qualquer jogo de futebol tem regras, e estas regras têm de ser cumpridas sob pena de andarmos todos a meter golos com a mão ou a fazer faltas grosseiras e duras sobre os outros jogadores.

O que aconteceu foi um clube ser suspenso por indeterminado tempo por causa do mau comportamento da "claque" que identifico como sendo a Praxe da Universidade Portucalense! Têm culpa? Não! Mas não podem desatar ao estalo ao CJ da FPF quando este até tentou ouvir o que o clube teria para dizer e este não apareceu á audiência!

O que me parece é que tal como o Belenenses aqui há uns anos o clube quer evitar a sanção na secretaria!

Para todos os efeitos eu vou lutar para que esse clube onde jogam amigos meus voltem o mais rápido possível a jogar, mas acredito que não é a bater em todas as direcções que o vou conseguir!

J. Pierre, eu não soube de fontes! E venho agora porque a minha Tuna estava metida ao barulho e porque como podes constatar em posts anteriores já não ponho muito cá os pés! Precisamente porque aqui só se quer polémica! Já agora a password do meu nick Ravanelli é inválida desde que se renovou o site e não me dei ao trabalho de pedir o acesso á conta! Tanto é que criei uma nova!

Abraços e façam música que é o que vou fazer!

 

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O Novessetum
responde a Ricardo Castelo Branco:

É pena que este seja o teu post final, pois estava a servir para que todos ficássemos mais esclarecidos acerca da tua posição relativamente a este assunto.

De qualquer modo eu não posso tomar essa mesma atitude, pois discordo com a tua visão sobre a matéria. E tenho de dizê-lo.

Praxe na tuna e praxe nas faculdades são coisas diferentes. Da mesma maneira que os jogadores de Rugby do CDUP têm uma praxe diferente da praticada na Academia. Na tuna, e falo pelo exemplo que vivenciei, os mais novos carregam o contrabaixo. Encontras semelhança na praxe académica? Na Tuna existem caloiros e Tunos. Na praxe académica existem veteranos, caloiros, putos... e até polícias!!! Há semelhanças? Onde? O caloiro é baptizado quando os Tunos assim o entenderem. Na academia deixas de ser caloiro ao fim de um ano. Semelhanças???

Mas pegando no teu exemplo do clube de futebol: quem tem autoridade para suspender o clube de futebol (Tuna)? É o CJ da FPF (Magnum)? Desculpa?!?!?

Mas que história vem a ser essa do beija mão ao Magnum???
Só falta dizeres-me que o mais alto cargo na tua Tuna não é o Magister, mas sim o Dux da tua faculdade.

Abraço.

Abraço

 

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Corte Real
responde a Ricardo Castelo Branco:

Como já disse na minha publicação anterior, tenho certeza absoluta que a Tuna Feminina do ISEP não aceitou o convite da Tuna Feminina da Portucalense porque o Dux não deixou / aconselhou a não ir ao festival das miúdas.
Tenta contactar a Tuna Feminina da Portucalense e vais ter a confirmação desta notícia. Não seria parvo ao ponto de inventar nomes de tunas só para ter argumentos para comentar estes posts. Podes acreditar que sinto é uma grande tristeza por ver isto a acontecer.
Resta saber se o Dux só tem mão nas meninas ou se também vai ter a mesma atitude com os rapazes.

Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Ricardo Castelo Branco:

Não me caro, ninguém quer polémica, isso é o teu 1º equívoco.

O que aqui se faz é debater e quem o faz não é o PortugalTunas (o teu 2º equívoco), mas os utilizadores em nome próprio (outro equívoco teu). Mais uma vez misturas coisas.

Não meu caro, as Tunas são independentes da Praxe (o teu 4º equívoco), como mais de 100 anos o provam. Não é o erro interpretativo ou de prática de alguns anos que vai agora desvirtuar a veracidade dos factos.
Se foste formatado nesse mito, era já hora de procurares distinguir ambos os fenómenos.
As Tunas não são dependências, núcleos ou extensões musicais da Praxe. Não confundas estudantes praxistas que são tunos com a instituição Tuna, mormente muitas Tunas terem concebido mal essa necessária distinção, fruto do contexto muito próprio do boom (algo amplamente explicado e debatido).

Em breve poderás perceber, de forma mais sequencial e fundamentada isso mesmo, através da obra que será, no próximo fim de semana, apresentada no ENT de Bragança (espaço priveligiado de formação, debate e discussão tunante, onde não tive ainda o prazer de te ver).

Pelo teu discurso, reconheces autoridade à Praxe para exercer direitos quanto às Tunas. Estamos pois conversados.Sei agora de que lado te posicionas.

As tuas fontes são tão credíveis quanto a credibilidade que dás às nossas.
Vieste por a tua Tuna estar ao barulho, e ainda bem, fornecendo informação que, para já, a nós todos (se assim posso falar por todos), certamente descansa. Mas é a tua palavra. Eu faço fé nela, mas ficará à condição, porque palavras leva-as o vento (e mediante a tua concepção de Tuna e Praxe, mais à condiçãio fica).

Não pões cá os pés (participar com posts) usualmente, mas ninguém te impede. Isto é um espaço livre de intervenção onde ninguém vai ameaçar declarar-te anti-praxe ou anti-tunas por teres opinião diferente de outros utilizadores, e muito menos deixar de convidar a tua Tuna para o CIRTAV ou FITU (se é isso que te preocupa - Desculpa, mas também não resisti).

 

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Sir Giga
responde a R T:

Uou, uou, uou, uoooooooooou, amigos.

Vamos lá entendermo-nos. A última coisa que precisamos é de guerras fratricidas. Então entre pessoas que pessoalmente prezo e estimo, muito menos.

Rava, amigo, a ser mentira o que disseram da TAISEP, percebo a tua indignação. E se tu dizes que é mentira, não preciso de mais nada.

Temos todos de ter muito cuidado com as acusações que levantamos, bem como responsabilizar quem levanta acusações falsas. Chega de tantos insultos e trocas de acusações. Estou com o Tavares, antes do enterro precisamos do morto. E se o mesmo acabar por não aparecer, tanto melhor, faz-se uma patuscada em vez do funeral.

Dito isto, tenho que reiterar que não alinho com essa das tunas terem que dar qualquer tipo de satisfação aos organismos da Praxe.
Naquilo que lhes compete meter o bedelho (ou que lhes foi admitido que competia) , sim senhor. E o que lhes compete pouco mais é que o rigor no trajar, e isso se as tunas usarem o traje da academia.

Também não poderiam declarar a academia da Portucalense, ou qualquer outra, como anti-praxe. A Praxe é uma senhora anterior a esses meninos e não lhes passou procuração para decidirem quem a ela pertence ou deixa de pertencer. Não querem um menino em particular no grupinho? Sim senhor, mandem-no embora, já que o mesmo, ao entrar no grupinho, aderiu às suas regras. Aliás, ao aderir ao grupinho, legitimou com a sua presença as mesmas. Agora, que queiram deliberar sobre o que as tunas de algum modo ligadas a essa academia fazem, calminha aí...

Têm legitimidade ZERO para o fazer, mas há gente parva em todo o lado, e se isso não for devidamente explicado, arriscamo-nos a que consigam levar a sua avante, ainda que parcialmente.

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a Sir Giga:

Pela ultima vez e parece-me que não me faço entender!

Ponto no1 - Eu não sou a favor do Magnum se meter nos assuntos das Tunas!

Ponto no2 - Vou tentar outra vez: Nem o Magnum, nem o meu Dux mandam na minha Tuna! Mas eu sou praxista! E acredito que as Tunas podem ser parte integrante parte da praxe das respectivas instituições! As que não quiserem fazer parte estão á vontade não as critico! Não podem é criticar e vetar as outras porque pensam de forma diferente!

Ponto no3 - peço desculpa pelo tom agressivo que usei, inclusivé já me foi apagado um post! Nada contra e não quero explicações! Mas o que mais me magoou foi ontem á noite ir ao ensaio da Tuna do Distrito Universitário do Porto, da qual sou elemento activo também, e ao comentar o que se estava aqui a passar, ver a cara deles incrédulos com os factos! Não com as mentiras, porque já tinham assumido que o que aqui se tinha dito era verdade!

Concluindo - tenham muito cuidado com a forma como dizem as coisas, tal como eu, porque podem estar a prejudicar alguém sem saber se têm razão em fazê-lo!

Eu poderia perfeitamente lançar uma suspeita no ar, salvaguardando a posição com um "a confirmar", mas estaria a fazer mal na mesma!

 

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R T
responde a Ricardo Castelo Branco:

Rava:

Em lado algum foi escrito tal coisa, vamos ver se nos entendemos.

E sim, há mais para contar. Já lá irei de seguida.

Abraços e calma com o andor...!

P.S. - Foram apagados dois posts: um por incumprimento com o disclaimer do fórum e outro a pedido do próprio utilizador.

 

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O Conquistador
responde a Ricardo Castelo Branco:

Não sei como te hei-de explicar isto, mas eu sou só eu, e as minhas opiniões só a mim me vinculam, pelo que não percebo quem é o "vós" e o "vocês" de que falas quando respondes àquilo que escrevo.

Realmente, a pessoa que escreveu "Mais importante que actos de contrição e «mea culpa» é que se enterrem de uma vez por todas os machados de guerra e que as pessoas possam sentar às mesma mesa e falar do futuro", essa pessoa, dizia eu, o que quer é sangue, suor e lágrimas. Sobre apelos ao diálogo, estamos conversados. Vens quase com uma semana de atraso. Mas vens sempre em boa hora.

E principalmente vens em boa hora de ensinar alguma coisa, nomeadamente quando dizes:

«O ideal seria a Tuna da Portucalense ir ao Magnum esclarecer a situação e se necessário a solução passaria por assumir as próprias Tunas a praxe da universidade e dar assim um exemplo do que as Tunas são na realidade!»

«as tunas» de que falas são, penso eu, as da Portucalense. Vamos admitir que sim. Parece-me que o que estás a dizer é que, porque o Dux daquela casa é um incompetente, as tunas deviam tomar a Praxe nas próprias mãos - um pouco como quem faz justiça pelas próprias mãos.

Das duas uma: ou a Praxe tem regras e o árbitro são os organismos de Praxe, ou a praxe não tem e cada jogador pode ter a liberdade de expulsar o árbitro se a arbitragem não lhe agradar.

Parece-me que estás a ir pela segunda via: se o árbitro não agrada, os jogadores pegam no jogo para mostrarem como se arbitra. Isto é pelo menos contraditório com o que afirmaste. Pois para ti é legítimo que na Portucalense se tome a Praxe de assalto, virando as costas ao Dux, mas os restantes alunos da Academia do Porto têm de dialogar com o MCV... Se me explicasses isto, agradecia.

Depois é a questão de Praxe e Tunas serem indissociáveis. Ora muito me espanta o seguinte: o Instituto Politécnico do Porto é mais antigo do que a Universidade do Porto, estou certo? A U.P. comemora 100 anos este ano, pelo que o IPP tem mais de 100. O ISEP esteve na primeira mini-queima de 1982, se não estou enganado, razão pela qual goza desde sempre de uma posição privilegiada no MCV - por ter estado activamente envolvido no retomar das tradições académicas no Porto. E agora, se tuna e praxe são indissociáveis, cabe perguntar por que razão a tuna mais antiga do IPP - a do ISEP - só tem 21 anos - se sempre houve praxe no IPP - e no ISEP por inerência. Não te parece que a tuna deveria ter mais de 100 anos - ou pelo menos deveria ter aparecido logo em 1982? Então não são indissociáveis? Não são como as duas faces de uma moeda - segundo pareces pensar, uma não existe sem a outra?

E respondo eu: como se vê, não são indissociáveis. A Tuna de Vilar de Andorinho é mais antiga do que a Universitária do Porto - e em Vilar de Andorinho (Gaia) nunca houve praxe... Pelo contrário, há praxe desde que a Univ. de Coimbra (a terceira mais antiga do mundo) foi fundada. Tuna, em Coimbra, só há desde 1888... (quase 600 anos depois).

A única explicação que encontro é que ao longo de 600 anos as pessoas não percebiam nada de praxe. Ainda bem que em 2011 há gente que percebe e que pode pôr as coisas no seu devido lugar. Se calhar, há outra explicação: tunas e praxe não são indissociáveis, e, afinal, uma pode existir sem a outra.

Também a indissociabilidade tunas/praxe era algo que gostava de compreender. Mas talvez não estejas com pachorra para explicar. Compreendo-te.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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O Conquistador
responde a O Conquistador:

Caro Ricardo:

escrevi o post anterior antes de ler o teu último. Ficam por isso sem efeito os pedidos de explicações, pois vejo que falamos a mesma linguagem.

De qualquer forma, ficam as reflexões.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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J.Pierre Silva
responde a Sir Giga:

Caro Giga, mas o que disseram afinal de tão lesivo da TAISEP?
Que se suspeitava de poder vir a alinhar e, a ser verdade que tal era uma traição e uma vergonha?
Claro que o seria, a confirmar-se. Claro que essa possibilidade e eventualidade nos fez aflorar o sangue, porque todos estimamos e admiramos a dita Tuna e lá temos amigos. Do memso modo se tal se passasse com outra qualquer, onde quer que fosse.

Não sendo verdade, a única coisa é o desmentido oficial e tácito, sem mais - e acaba-se desde logo o boato ou a questão.

Eu reitero tudo quanto disse: enoja-me e dá-me vómitos só de pensar que Tunas possam colocar-se sob alçada do MCV e, assim, colocarem-se contra outras Tunas (seja ela do ISEP ou de onde quer que seja - foi o ISEP referido, porque as notícias se fixavam nessa geografia, tão só, em lado algum se afirmou que a masculina tinha isto ou aquilo).
Não é especialmente o algumas acharem, e quererem porventura, que devem estar sob tutela da Praxe, mas tal levar a que tenham de se virar contra as suas congéneres, coisa inadmissível, seja em Praxe ou não (porque de Praxe nada tem e seria lesa praxis, mesmo que tivesse validade).

Não se melindrou o prejudicou fosse quem fosse. Quem assim entendeu, entendeu mal. E se eu não foi suficientemente explícito, desde já as minhas desculpas.
De resto, mantenho tudo quanto afirmei, sem ofender pessoalmente fosse quem fosse, sem insultar veladamente nenhum user. Os factos são o que são: Magnum da Portucalense afastado do MCV e ameaça do Magnum às tunas que convidassem ou fossem convidadas por tunas da Portucalense. A isso, e segundo aqui também avançado, e a precisar de confirmações de outras fontes, a Tuna Feminina do ISEP que terá feito o jogo do MCV.

As Tunas são historicamente distintas da Praxe.
A César o que a ele pertence.

Vamos, pois, evitar dramatizar, porque não houve ataques gratuitos ou mal intencionados que não fossem os dirigidos à atitude do MCV e ao próprio MCV, bem como a qualquer eventual Tuna que alinhasse nessa palhaçada e, aí sim, abrisse uma fraticida ferida.

Se a questão já não passa pela TAISEP (e aind abem), acabem-se lás os ecos.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

Ricardo Castelo Branco
responde a O Conquistador:

Só a titulo informativo e nada tem a haver com os outros assuntos, salvo erro o IPP é mais novo do que a UP, daí a ordem no cortejo da queima, não sei precisar a data mas nasceu em meados dos da década de 70. Mas o ISEP já existe desde 1853!

Abraço e

Boa Música! :)

 

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Gato Preto
responde a R T:

"Estes romanos são doidos..."

Vou fazer tudo para que nenhuma Tuna Coimbrã convide nenhuma outra da Invicta.
Como? Simples.

Convocarei um Conselho De Veteranos, que declará anti-praxe a Tuna que o fizer.

Só de pensar que ficará fora da alçada da praxe a Tuna prevaricadora tremerá. Já imaginaram ter de devolver o Contrabaixo, Guitarras, etc à Musicentro? O estandarte a ir directamente para a sala dos arquivos do Museu Académico? Os solistas prescreverem o curso na Universidade?

Pois é caros Tunos de Coimbra. Não convidem nenhuma Tuna da Invicta, não arrisquem.
É que sei de fonte segura que o Magnum de Coimbra mantém excelentes relações com o do Porto...

Deus me livre...sempre defendi os testes psicotécnicos antes da admissão às Instituições Associativas. Curiosamente quem nunca concordou com eles acabou no Conselho de Veteranos...

Abraços

p.s. - Desculpem lá este pequeno texto, mas estas coisas têm que ter uns segundos de sorrisos. Quanto ao resto, quanto mais simplificarmos a vida mais probabilidades temos de sermos felizes.

 

[responder a "Gato Preto"] [denunciar abusos]

R T
responde a Ricardo Castelo Branco:

Caro Ravaneli, aquele abraço antes de mais.


Algumas notas prévias à margem do assunto de facto:


- Espero e desejo que ao dizeres, intempestivamente e cito-te “vossas opiniões” não me estejas a incluir; se leres as minhas intervenções tenho sempre o cuidado de notar que tudo carece de prova em concreto e não de “diz que disse”. Melhor dito, sempre deixei clara a cautela devida. Se houve e há alguém que “não matou primeiro” esse alguém foi a minha pessoa. Basta ler acima e várias vezes. Portanto declino epítetos como “Senhores das Tunas” e “palhaçada”. Qualquer coisa, já sabes, o meu número não mudou.

- Se este fórum “vale nada” ou não, não sei; pelo menos teve o condão de te cá trazer, o que para algo que “nada vale” e conhecendo-te pessoalmente como conheço, é seguramente um feito, diria até, histórico. Abra-se uma garrafa em tua honra em Bragança já na Sexta!

- Fizeste muito bem em cá vir, apesar de tudo e de alguma excitação inicial que, seguramente, uma boa noite de sono colmatou. Mas não é caso para tanto, asseguro-te.

- Quem arranjou polémica para “animar as hostes” não foi seguramente nenhuma tuna. Até um caloiro percebe isso. E é feio querer-se virar o bico ao prego.


Passando os fait divers que valem o que valem:


1º) PARA QUE CONSTE: Disse e digo que até prova em oposto está tudo bem. O que não invalida, de todo, cenários que não foram criados pelas tunas, antes por alguém estranho a elas (sim, estranho a elas, repito). Isto é um FACTO, caso oposto não estaríamos aqui a falar sobre o assunto, este assunto: Há claramente algo a passar-se e faz algum tempo – como tu mesmo até corroboraste acima. Assim, informar sobre tal não é, nem pode ser, uma atitude de altivez, arrogância ou de intromissão. A não ser que estar informado e informar seja um “incómodo”.

2º) Ninguém disse que tuna alguma foi declarada anti-praxe. Embora existam aqui alguns depoimentos de alguns elementos de algumas tunas da Academia que, “por acaso”, dizem várias coisas “engraçadas”. Não fui eu que disse, foram as mesmas; não me parece que a responsabilidade dessas informações seja imputável a terceiros. Ora, a ser na 1ª pessoa tais declarações, estamos mais do que conversados. O facto de só agora virem a lume prende-se com duas coisas importantes. 1º) porque agora voltou-se a recolocar a questão, tratando-se portanto não de acto isolado mas sim de atitude reiterada; 2º) porque havendo “mais do mesmo” naturalmente mais tunas passaram a dar á estampa o que de facto está a ocorrer na Academia a este nível. Uma vez mais recordo aqui que há vários casos relatados por elementos de algumas tunas que são exactamente “mais do mesmo”. Ora, uma até passa despercebida, admite-se; duas já deixam rasto, de 3 em diante é comportamento reiterado derivado de algo que efectivamente está a ocorrer. Escamotear porquê, pergunto eu? A quem pode aproveitar o “crime”? Ter-se feito eco de uma situação, da 1ª vez, teria sido importante mas poderia então ser visto como algo exagerado, p.ex.. Pelos vistos já vamos em 3 ou 4 e de exagero nada vejo, apenas factos.

3º) E se no caso da tua Tuna eu em altura alguma disse seja o que seja – será reler-me – até porque sei de fonte segura qual a sua posição, posso-te adiantar e desde já que o mesmo não se passa em relação a pelo menos duas tunas femininas do Porto, que vão cair neste ignóbil esquema. Por ora – e porque sabes que sem confirmação alguma de facto não coloco nomes na praça, sendo que mais uma vez poderás atestar aqui tal bem como em outros lugares – ficamos por aqui. Mas a ser verdade, temos efectivamente MATÉRIA DE FACTO. Aguardemos, pois.

4º) Não estamos aqui a viver uma alucinação colectiva: Alguém da própria Tuna da U. Portucalense - I.D.H. já aqui veio a este fórum, publicamente, dizer algo sobre a matéria. Será ler portanto o que foi escrito, prova cabal de que algo se passa de estranhamente (ou não!) de anormal. Logo, ninguém está a arranjar problemas onde eles não existem; este PODE ser um problema, caso ACONTEÇA algo que o consubstancie de facto. O que não impede cautelas prévias – mais vale prevenir do que remediar.

5º) Em todo o caso, fui e sou o 1º a aconselhar cautelas e caldos de galinha, se bem leres todas as minhas participações. Não fui incendiário de rigorosamente nada mas também não trato o assunto como sendo de somenos importância, ou seja, é tratado dentro da maior racionalidade possível. A mim interessa-me acima de tudo a defesa da tuna seja ela qual seja DESDE QUE SE COMPORTE COMO TAL, que saiba o que está realmente em causa em todo este processo.

6º) Continua a haver uma GRANDE confusão entre os estudantes que são e estão na Praxe e por acaso fazem parte de uma Tuna, com a Tuna enquanto instituição. E esta enquanto tal é absolutamente AUTÓNOMA, como é a Rádio Universitária, o Teatro Universitário ou a equipa de Xadrez Universitária. Outra confusão que se faz é entre a Praxe em sentido geral e suas Tradições e os Órgãos que supostamente a regem; a 1ª é bem mais antiga que essas instituições. E a Tuna também é muito mais antiga que essas instituições. Assim sendo, qual é a dúvida? Agora se há tunas que se vinculam enquanto instituição aos Órgãos da Praxe (note-se, órgãos da praxe e não PRAXE), é a mesma coisa que um país soberano – p.ex. Tuvalu – dizer que a partir de agora é o Vaticano, na pessoa do Papa, que tem o poder executivo, legislativo e administrativo sobre Tuvalu. A isso chama-se na teoria e na prática perda de independência. Há Tunas que querem tal? Porreiro! Então DIGAM e ASSUMAM publicamente. É só isso que estamos a tratar aqui.


Concluindo:


Se houver quem alinhe pois então que se atravesse e tenha os ditos cujos em dizer publicamente que se atravessou (até dispenso o porquê!); se não alinhar Tuna alguma nesta “paródia” – ela está aí, existe, caso oposto não estamos aqui a falar de coisa alguma – então está tudo bem. Ser-se previdente – e no caso do cenário em apreço essa cautela é ainda mais importante – não é negativo, muito pelo oposto. Não se trata de querer imiscuir nas decisões da Tuna X ou Y, era o que mais faltava; trata-se sim e antes de essas mesmas decisões serem devida e publicamente publicitadas. Cremos todos que, tomadas sejam em consciência e que arquem com as consequências futuras, mais nada. Era o que faltava agora a Tuna X alinhar nesta paródia e querer, de mansinho, passar a mesma pelos intervalos da chuva como se nada fosse. Não dá. Vai toda a gente saber. E esse é um direito de todos nós. Saber. Mais nada.

Aqui, até ao momento, ninguém caiu em esparrela alguma; mais adianto, o que está por dizer-se publicamente – e por falta nomeadamente de confirmação – é bem mais e bem mais grave do que se possa imaginar, CASO SE CONFIRME. Grosso modo, até tem ponderado o bom senso, mesmo que aqui e ali haja algum exagero de discurso, admite-se. Mas se alguém cair na esparrela seguramente que, a cair, será uma ou várias Tunas. E é por isso mesmo que estamos todos aqui, ANTES que TAL OCORRA, a tentar prevenir, mostrando SOLIDARIEDADE para com todas as Tunas da Academia que se queiram e desejam manter ENQUANTO TAL. Porque se isso não se verificar, então sim, temos matéria de FACTO a tratar.

A 1ª coisa que escrevi sobre esta matéria foi clara: NÃO ACREDITO que Tuna alguma da Academia alinhe nesta “coisa”. Não quero acreditar. Não me tendo por ingénuo, ainda assim quero não acreditar que tal possa vir a ocorrer. Mantenho pois – mormente o que se vai sabendo – o que disse e logo a abrir sobre esta “cena”. Acredito que nenhuma vá nesta “treta”. Mas temos – porque manda o bom senso – de ser previdentes, não nos substituindo a quem de direito, obviamente, mas exercendo a nossa cidadania tuneril de facto enquanto Tunos que somos.

E falando de cidadania tuneril, ninguém tem o direito de impedir seja quem seja de, neste cenário, dar a sua opinião. Ninguém. A penumbra da negritude da Capa aqui não cobre por completo a opinião de cada um de nós, seja a Capa de quem seja por mais distinta e magna que possa haver, queira o Transeptus ou não. Não preciso (precisamos) de ser de partido algum sequer para ter (termos) o direito de opinar sobre o que faz ou não faz bem/mal o governo; basta-me ser cidadão deste país, até sem cartão de eleitor se for caso. Aqui é precisamente a mesma coisa, apenas com uma diferença: Não há nenhum “governo” das tunas, muito menos fora do seu seio.

Vamos tranquilamente aguardar. E prevenir, que não faz mal algum. E dentro da máxima solidariedade possível entre todas as Tunas, como é óbvio e evidente. Desde que as mesmas se portem COMO e ENQUANTO tal. Até agora, objectivamente, estamos conversados: É um assunto de lana caprina, estejam as tunas à altura dos seus próprios pergaminhos, não se tornando em Tuvalus: O Papa manda no Vaticano, ponto final. Se mandar fora dele é porque alguém arreou as calças. Quem se atravessa?

Sim, deve-se ter cuidado com o que se diz neste contexto, concordo. Mas principalmente com o que se faz. A ver vamos. Sem morto não há funeral; havendo morto cá estaremos para chapar em Outdoor o obituário do(s) mesmo(s). Naturalmente. Para pena nossa.


Abraços!



 

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Tiago Nogueira
responde a Gato Preto:

Caríssimo,

ia agora mesmo entrar por esse caminho.
Até me custa acompanhar toda esta conversa. Temo não estar a compreender algumas coisas e não quero colocar o chispe na poça.
Eu sorri ao ler o teu post, porque pensei o mesmo.
As tunas do Porto não estão a ser incitadas a "libertar-se" do MCV nem da praxe. Estão a ser aconselhadas a clarificar até onde se pode considerar praxe, MCV e Tuna, assim como em que pontos é que umas e outras coisas se tocam. Nada mais.
Eu já tinha perguntado aqui se havia confirmações do que se fala. Volto a perguntar. Sem posições oficiais falamos sempre no campo hipotético.
Abraços a todos,

Adémia (TMUC)

 

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R T
responde a Tiago Nogueira:

Não percamos de vista um ponto de vista: o de quem está por trás de tudo isto e iniciou tal.

E quanto a mim é claro: Colocar tunas contra tunas.

Sejamos, pois, mais inteligentes. Sem contudo deixar de ser assertivos se for caso disso, a seu tempo.

Abraços!

 

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O Conquistador
responde a Ricardo Castelo Branco:

O IPP é mais antigo :)

Tinha o nome de "Academia Politécnica" e deu lugar à Universidade, ficando apenas com "as sobras" do que «não interessava» a esta.

Seja como for, no protocolo académico, o ISEP e o ISCAP (sendo institutos e não universidades) vêm imediatamente a seguir às faculdades da UP precisamente por esse peso histórico no retomar da praxe do Porto. Antes até de outras universidades. É um lugar historicamente merecido.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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J.Pierre Silva
responde a Ricardo Castelo Branco:

A origem factual é 1881, com a criação do Instituto Polytéchnico do Porto.
Em 1853 não se tratava de ensino superior.

 

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Ricardo Castelo Branco
responde a R T:

No meio da tentativa de demonstrar o quão ridículo era o discurso de alguns intervenientes deste fórum acabei por meter o nome dos meus afilhados ao barulho e sem intenção que fosse de os deixar mal!

Peço desculpas pelo que escrevi acerca da Tuna da Portucalense, e acreditem que o que aqui escrevi não é o que penso de vocês com quem já partilhei muitas e felizes experiências, mas apenas usei, e não devia o nome da Tuna da Portucalense, para exemplificar hipóteses ridículas, tal como a história da PIDE e Das SS das Tunas!

Abraços

 

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R T
responde a Ricardo Castelo Branco:

Rava:

Jogamos todos na mesma equipa. Essa é que a verdade, mormente tudo e mais alguma coisa que nos queiram fazer, imputar, atribuir.

Cada um fala como sabe, diz o que sabe, conta como é e como foi, já sabemos todos disso. São feitios, estilos, saberes e por aí fora, todos distintos. O importante aqui é o que realmente interessa: estamos todos no mesmo barco.

Vá, abraços e estejamos sempre atentos uns aos outros e saibamos defender toa e qualquer Tuna contra coisas destas. Esperando sempre que nenhuma faça aqui o papel de Judas.

Abraços!

 

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R T
responde a Ricardo Castelo Branco:

E quem está a querer fazer de PIDE e das SS das Tunas não são tunos nem tunas.....

Abraços again!

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

"A origem factual é 1881, com a criação do Instituto Polytéchnico do Porto.
Em 1853 não se tratava de ensino superior." (fim de citação)

Pierríssimo:

Mais correctamente, em Novembro de 1858, os estudantes da Academia Politécnica do Porto pedem ao governo para usar Capa e Batina, tal como os seus colegas da Universidade de Coimbra. Não consta, no entanto, que o Governo tenha aceite o pedido, ou que algum estudante da Politécnica tenha usado a Capa e Batina nesta altura.

A 23 de Outubro de 1910 o Governo Provisório da República acaba com a obrigatoriedade do uso da Capa e Batina, mas não a proíbe.


Abraços!

 

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Lagrenge
responde a R T:

E só para completar pelo Mesmo Decreto do Ministro da Instrução Publica coloca o Trajo Académico sob a regulamentação da Lei Geral de Uniformes e Fardamentos da Republica Portuguesa passando o seu Uso Irregular ou Ilegal a ser punível com Coima ou Prisão

 

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César Fernandes
responde a R T:

O actual Politécnico do Porto, foi criado em 1985, completou este ano 26 anos, que foram comemeorados no passado dia 24 de Fevereiro, como habitualmente com um Sarau Cultural, em que actuaram 15 grupos artisticos das escolas do IPP (ISEP, ISCAP ESE, ESEIG, ESTGF e ESTSP), mais concretamente:

Grupo de Fados do ISEP
Gristo Académico da ESE
Gatunos (ESEIG)
Tuna Feminina do ISEP
TUSA - Tuna Academica da ESTGF
Afrodituna (ESEIG)
Tuna Masculina do ISCAP
Tuna Feminina do ESTGF
Invictus Trovadorum (ISEP)
TESUNA (ESTSP)
Tuna Masculina da ESE
Tuna Feminina do ISCAP
Tuna TS (ESTSP)
Cantuna (ESE)
Tuna Académica do ISEP

O Sarau decorre anualmente no Auditório Magno do ISEP, aquando do aniversario do Politécnico, e tem organização rotativa por escola. Este ano, coube aos grupos do ISEP, organizar o evento.

Saudaçoes!

 

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Lagrenge
responde a R T:

Bem se ainda continuarem interessados a Lista de Tunas Femininas do Porto a recusarem Convite para o Festival de Tunas Femininas da Portucalense (de Celebração dos 20 anos de fundação da Tuna) por ordem do MCV continua a aumentar

 

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R T
responde a Lagrenge :

Bom dia.

Tenho conhecimento de tal, restando apenas a confirmação por quem de direito, o que irá ocorrer brevemente. Mal ela exista então cá estaremos. Sem morto não há funeral.

Abraços.

 

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R T
responde a Lagrenge :

Curiosamente também eu.

Mas como disse anteriormente, não me irei substituir a quem de direito ou avançar com a carroça à frente dos bois. A confirmação terá de vir de quem de direito. Mas é mera questão de tempo, ao que sei.

Mas se quem de direito quiser fazer o favor a toda a comunidade tuneril e vir aqui, de forma clara, atestar tal, melhor ainda.

Abraços!

 

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R T
responde a R T:

E desengane-se quem pensa que o assunto está morto, esquecido ou relegado para 2º plano: É que as coisas bem feitas demoram o seu tempo e têm o seu je ne sais quoi....

Abraços.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a R T:

Boa tarde a todos.

Reproduzo texto que me foi enviado, ocultando-se por razões óbvias o/a remetente do mesmo:

"Boa tarde

A sátira das tunas do Porto continua, há quem queira vergar-se a entidades extra-tuna em troca de recusas a festivais, que no fundo são o que move uma tuna. Há quem se dê ao luxo de recusar convites nos tempos que correm.
Se isto é velar pelo interesse superior da tuna, acabar com relações de anos, não permitir novos contactos, tornar as alternativas mais restritas, digam se estou enganada.
A Tuna Feminina do Isep decidiu atender o Dux e recusar convite. As Levadas da Broca, depois de terem aceite o convite, mudaram de ideias, porque o Dux imagine-se, ameaçou acabar com a Tuna.
Quantas mais serão precisas? Estaremos nós enganados quanto aquilo o que é ser tuna? Que objectivos estão por trás disto?"

 

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Andreia Soares
responde a R T:

Boa Tarde

Em nome da Tuna Feminina da Universidade Portucalense e na qualidade de
Magister Tunae venho por este meio comunicar que a minha Tuna esta a
passar por uma situação que nunca imaginei que poderia acontecer. Escolhi
o dia do ENT para fazer este comunicado porque não vou poder comparecer a
essa grande festa e não quero que ponham palavras na minha boca. Depois de
muita coisa dita e escrita penso que chegou a altura de vos dar a conhecer
aquilo por que estamos a passar.

Um ano que deveria representar um inolvidável marco da nossa existência –
o nosso vigésimo aniversário – está a revestir-se de uma aura de
negativismo que nunca julguei vir a viver o suficiente para a ver. O
número anormal de recusas que obtivemos aos nossos convites, por parte de
Tunas da Academia do Porto, com a agravante de com elas termos relações
longas de amizade profunda, é algo que não pode ser apenas coincidência...
E agora tivemos a confirmação. O ridículo chegou ao ponto de um Dux de
uma faculdade ter ameaçado uma tuna de, caso não voltasse atrás com a
confirmação de participação no nosso festival, acabar com ela. Ipsis
verbis. Ninguém tem noção do que é ouvir uma Tuna a dizer que implorou ao
Dux para vir ao nosso Festival, e que o Dux não deixou.

TUNA é TUNA e PRAXE é PRAXE.

Foi esta a educação que me deram ao longo dos 8 Anos que faço parte desta
Tuna. Sou veterana de curso pela Praxe da minha Universidade mas sou
Magister da minha Tuna. Posso ser Veterana quando vou à praxe na faculdade,
mas sou Magister todos os dias e isso faz com que o amor que tenho pela
minha Tuna ultrapasse qualquer coisa.
Uma coisa eu posso garantir, a celebração dos nossos 20 Anos vai acontecer
independentemente de virem ou não tunas da Academia do Porto a concurso.

Foi-nos sugerido apresentarmo-nos ao MCV, no sentido de desbloquear o
“embargo”. Não me ocorre nada mais descabido. Enquanto tuna, nada na nossa
História me leva a pensar estarmos sob a alçada do Magnum. A Tuna é e será
independente do Magnum. Pelo menos a nossa é-o!
A minha condição de veterana – na qual poderia ser chamada ao MCV - não
vem ao caso, já que aqui do que se trata é de instituições e relações entre
elas.

Quero que fique bem claro que enquanto praxista da Universidade
Portucalense e Magister Tunae guardo o maior respeito pelo MCV do Porto,
eles é que não estão a ter o mínimo respeito por nós ou pelas restantes
Magisters que foram obrigadas a declinar o nosso convite ou, mais grave
ainda, a desconfortarem a prévia confirmação.

Finalizando tenho muita pena por ver as Tunas usadas por quem quer fazer
disto um braço de ferro, e mais ainda por ver que as tunas se sujeitam a
um jogo de interesses que não e delas, com o prejuízo que dai poderá advir
para o futuro das relações entre tunas na nossa academia.

Não nos queiram usar para jogos de interesses aos quais somos totalmente
alheias. Façam-nos mas não nos metam neles. Deixem-nos, felizes e
contentes, a fazer aquilo que mais desejamos, tocar e cantar. Em paz e
sossego!

Termino deixando-vos uma certeza:

Nada nos demoverá de, por ocasião dos nossos 20 anos, os festejarmos com a
pompa e circunstância devida. Porque o que não nos mata, torna-nos mais
fortes!


Com os melhores cumprimentos
Andreia Soares – Magister Tunae

 

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Tiago Nogueira
responde a R T:

Como é que um Dux acaba com uma Tuna? Põe uma bomba na sala de ensaios?

Como é que uma Tuna se deixa levar por uma ameaça do género e aceita o jogo do Dux?

Uma Tuna precisa do MCV para alguma coisa?


Se calhar sou só eu que não entendo...


Andreia, força nessa luta. Nunca a minha Tuna viveu nada assim, mas também já passámos por momentos em que nos fecharam muitas portas. Viver as costas e fingir que nada se passa não resolve nada. Como dizes, o que não nos mata torna-nos mais fortes, por isso, vão à carga!
Boa sorte,


Adémia (TMUC)

 

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O Conquistador
responde a Andreia Soares:

Cara Andreia:

podes crer que não estais sozinhas nessa luta - e tendes já pessoas do vosso e ao vosso lado a tentar ajudar-vos.

É um dia negro para o Magnum Consilium Veteranorum da Academia do Porto.

É uma vergonha o que se está a passar - a todos os títulos.

Pior do que quem decreta, é quem acata decretos estúpidos. Estes são os verdadeiros culpados, não os tristes por quem já não podes, em consciência, ter respeito: com grande pena tua, certamente.

Não sei que mais diga para além do muito que já aqui escrevi.

Para os descrentes e exaltados, eis a prova dos nove.

E não, Adémia: não és só tu quem não compreende isto.

Tu estarás incrédulo.

Eu estou profundamente triste e envergonhado.

Pobre, pobre academia do Porto...

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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Gato Preto
responde a O Conquistador:

Sextas em Coimbra!
Significam outro tipo de vivências.

Para mim é ensaio do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra. Um dia muito especial.

Um dia em que agradeço a todos os Santos padroeiros do Associativismo o simples facto de poder ensaiar sem que nada ou ninguém me confronte com problemas de lana caprina.

Um momento altíssimo que julgo o fiz por merecer.

Caramba!
Se isto existe com as óbvias vicissitudes, porque pensarei em exclusivo?

São 7 da matina e eu práqui a escrever...Apenas para te dizer, meu caro e grande Conquistador, não chores a grande Academia do Porto.
Tenho o privilégio de conhecer o mínimo sobre ela...é demasiada para caber na gamela de meia dúzia...podes crer.

Descansa, meu amigo. Somos todos feitos de carne e osso. Curiosamente com um buraco ao fundo das costas. Confia meu velho...afinal de que lado está a razão? É que pensando um pouco...acreditas que ainda haverá espaço para tangas?

Vou dormir sobre isto. Incomoda, é certo.
Logo responderei à Andreia.

Até lá.

Abraço.

p.s. - estará na altura de falarmos sobre fechaduras, Adémia. Até para pormos em ordem o quarto de hóspedes. Um abraço especial para ti e urge uma conversa.

 

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Carlos Branquinho
responde a Tiago Nogueira:

Caro Tiago:
Se não sabes como é que um DUX acaba com uma Tuna esclareço-te desde já que é fácil - Faz aquilo que melhor sabem fazer os conselhos de veteranos, isto é, decreta.
Se isto tem algum efeito prático? Parece-me que não. Repara bem que já tivemos um ministro da economia a decretar o fim da crise e ela aí está cada vez mais pujante.
Enfim, se tal acontecer (o tal decreto), que alguém tenha a coragem de fazer como um famoso português que ao receber uma bula de excomunhão por parte do Papa, lhe enviou, também por via postal, "três tiros de pistola" que lhe fariam tanta mossa como a bula que tinha recebido.
Não sei se esta anedota é verdadeira, mas como dizem os italianos: "Se non è vero, è bene trovato"...

 

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César Fernandes
responde a Andreia Soares:

Ridículo!

Como é possível haver tunas a submeterem-se a esses senhores...?

Abraço de solidariedade as tunas da Portucalense!

César Fernandes (TUSA - Tuna Académica da ESTGF)

 

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O Novessetum
responde a Andreia Soares:

Olá Andreia.

Da minha parte, quero mostrar-te todo o meu apoio pelo momento triste pelo qual estão a passar. Esta foi a confirmação que muitos precisavam ler para terem a certeza daquilo que se está a passar.

Acho que não vale a pena aconselhar-te em nada. Acho que fizeste tudo correcto: não deves nada ao MCV, como tal não tens de te apresentar a "convocatórias". Infelizmente isso não acontece com todas as Tunas.

No fundo o que é triste neste cenário é que tu convidaste as Tunas com as quais vocês têm melhores relações e respeito, e esses convites foram negados por imposição dos Dux desses institutos.
Quem está a pôr a nódoa na toalha? Não são vocês certamente!!!
Confesso que no fundo estou curioso por saber que Tunas são essas... algo que não será dificil saber, certamente. Da minha parte gostava de poder separar o trigo do joio. Mas isso sou só eu.

Apelo a todos os Tunos a comparecer ao Festival das "Meninas do Infante". Da parte que me toca irei fazer todos os possíveis para estar presente.

Bj

 

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O Conquistador
responde a Gato Preto:

Caríssimo Gato, amigo e modelo:

oxalá tenhas tantas sextas-feiras em Coimbra quantas cervejas se bebem na "Lusa Atenas" numa semana de Queima!

Não choro a academia do Porto. Deploro-a.

O meu lado existencialista diz que "poder ser" ou "ter condições para ser" não é a mesma coisa que "ser": a academia do Porto só será grande se efectivamente fizer alguma coisa nesse sentido. Até lá, estamos num limbo de possibilidades.

A minha educação judaico-cristã acredita sempre na possibilidade de redenção.

Ainda não é tarde, Academia. Ainda podes ser grande.

Deploro-a pela gentalha que diz estar "à frente" e mais ainda pela gentinha que se compraz em balir ao compasso da colher de pau com que os lobos lhe zurzem o lombo - e ainda agradece, untando a pata traiçoeira que lhe estendem com os lábios a escorrer de baba: "Branquinha"! "Morena"! Já para o rebanho!

Ah!, carneiros, que por este andar haveis de passar a cabrões - e cara alegre!

Continuai a ganir de satisfação quando vos chamam "académicos" porque vomitais de rojo no meio do chão. Continuai a deixar que a FAP e os "outros" criem a "pré-queima" do caloiro(imagine-se!), dividindo nas vossas costas a exclusividade das barraquinhas de shots onde haveis de largar a vossa dignidade e os vossos euros, para engordar os que se servem da praxe a troco de 20 senhas de cerveja que tereis de dividir entre os 35 idiotas úteis das vossas tunas.

Vendei a vossa independência a troco da promessa de uma aprovação nas audições para o FITA e de 15 minutos em cima do palco onde haveis de expor a vossa falta de carácter e perder as 30 moedas de prata pelo bolso roto da vossa consciência - isto se souberdes quem foi Judas.

Sentai-vos, deitai-vos, rebolai, dai a patinha. Mas bebei, bebei sempre e cada vez mais. Atestai-vos de pré-shots nas pré-barraquinhas do pré-queimódromo da pré-semana da pré-queima. Adubai com o vosso pré-vómito e regai com a vossa pré-urina a árvore onde vos hão-de enforcar - sim, porque já nem dignidade tereis para o fazerdes por vós próprios: Judas, ao pé de vós, é um menino.

Pão e circo! O circo são "os outros"; o pão sois vós. E nem percebeis a manteiga com que "os outros" vos untam para recriar a famosa cena de "O Último Tango em Paris", mas bailado de quatro na Ponte da Arrábida. Ah!, quando perceberdes que a manteiga tem areia...

Digo-te, academia, o que disse Guerra Junqueiro: "Mostrai, desapertai a estupidez suína! Ponde-vos à vontade!" E eu acrescento: "E a jeito! Vá, antebraços apoiados no solo, testa apoiada nos polegares e cotovelos unidos."

Mas já que sois pão bolorento, ao menos procurai o recato da tenda do circo.

Pobre, pobre academia...

Não te digo o que gostas de ouvir: para isso já há "duches" que cheguem. Prefiro fazer o que fazem os amigos: digo-te aquilo que precisas de ouvir.

Já sei que me vais virar a cara, que vais negar que me conheces, que vais mudar de passeio quando eu for a passar e fazer de conta que estás a atender o telemóvel ou a olhar os preços de uma montra para não teres de me cumprimentar.

Mas também sei de uma coisa que não sabes: que eu não quero estar à tua frente, mas ao teu e do teu lado, onde sempre estive.

Abraço e

BOA CONSCIÊNCIA!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

Lagrenge
responde a Luís Pedro Mateus:

HeHeHe

ta interesante esse post especialmente o comentario feito pelo Dr. Eduardo Coelho...

 

[responder a "Lagrenge "] [denunciar abusos]

R T
responde a Lagrenge :

É absolutamente atroz o grau de burrice que os cães de fila da Praxe conseguem atingir neste forum....

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Tiago Nogueira
responde a R T:

Finalmente,

uma mobilização que pode ter um carácter global!

Gato Preto: não tenho tido muito tempo para conviver, mas se o motivo é de força maior, o convite está aceite. Até acho que devíamos juntar mais gente nessa conversa.

Abraços a todos

 

[responder a "Tiago Nogueira"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a O Novessetum:

Aliás, esta questão da subordinação de Tunas a entidade praxísticas é tão só, neste momento, uma burrice!

A Praxe, historicamente apenas detêm tutela num tipo de agrupamento: as Trupes.
Em nenhuma circunstância qualquer outro tipo de associação fez parte da hierarquia da Praxe (na qual não constam quaisquer outros grupos - e se constam em alguns códigos recentes, é pura invenção, ingerênci ae abuso).

Que diabo, as pessoas não se informam e procuram saber um pouco mais da tradição?

Concedemos que, no dealbar do boom, se viveu uma certa promiscuidade e confusão. Uma mistura consentida, muitas vezes, baseada em equívocos e concepções erróneas - e pelo facto dos protagonistas de entao serem os mesmos na Praxe e nas Tunas.

Mas um erro não se legitima nem reveste de virtude, mesmo se reiterado. Até porque nem todos assim o fizeram, prova de que nem precedente generalizado se pode alegar para constar como praxis ou tradição (muito menos 2 décadas face a mais de 100 anos de Tuna).

Se Tunas há que inicialmente se puseram sob alçada do seu Dux ou Conselho de Veteranos, digam-me onde está o documento lavrado que evidencia tal e que dá direitos inalienáveis á Praxe, pro tempo indeterminado, sobre as Tunas.
Digam-me essas Tunas o que receberam em troca da parte da Praxe para justificar tal receio perante ela.
Digam-me que devem aos organismso de Praxe que faça que se sintam tão agarradas a esse cordão umbilical.
Digam-me as Tunas em questão que poderia suceder-lhes se contrariassem as disposições do seu Dux?

Infringiriam que lei do código, ao pretenderem manter a sua actividade com qualquer outra Tuna, nomeadamente as da Portucalense?
Digam-me em que poderia assentar e legalidade de qualquer sanção da Praxe contra as Tunas que s enegassem a obedecer aos ditames do seu Dux em aspectos estritamente Tunantes. E os tunos que nem praxistas são ou nem sequer são já estudantes (e, por isso, fora da esfera da Praxe)?

Será que nenhuma dessas tunas, que mais parece estar com o rabo entalado, percebeu ainda que impedi-las de se relacionarem com outras tunas é uma determinação, ela própria, anti-praxe e ilegal?

Se o Dux declarasse anti-praxe qualquer relacionamento amistoso ou amoroso com elementos de outra casa obedeceriam?
A Praxe manda agora nas amizades ou nos relacionamentos amorosos?
A Praxe manda na liberdade das pessoas, fora das actividades de Praxe?

´preciso ser muito tótó ou ignorante para se deixar levar na conversa. É aliás, uma burrice pegada.
Mas quando isso leva a que Tunas se virem contra outras, é dizer que há gentalha que não bate bem do 3º andar e que de Tuno pouco ou nada tem!
Raciocinem, que diabo!

E se mais não for, peguem nuns euros e vão registar-se como associação e fica o caso sumariamente arrumado. E tal não impede a continuidade das boas relações com todos, mas fica bem vincado o limite (se é que aind anão está nas cabeças ocas de alguns)!

 

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O Conquistador
responde a O Novessetum:

Grande Ricardo:

detesto puxar dos galões, como muito bem sabes.

Mas às vezes não há alternativa... nem pachorra... e já tinha saudades de desossar um burro!

Até já, no ensaio!

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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O Novessetum
responde a O Conquistador:

Sei bem disso meu caro.

Hoje não vou. Estive lá na 2ª e irei provavelmante amanhã.

Abraço e

BOM ENSAIO!

 

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Lagrenge
responde a J.Pierre Silva:

Há uma coisa que nós nos estamos a esquecer... há alguns anos atrás houve no Porto uma Tuna que se "zangou" com o Conselho de Veteranos, este conselho PROIBIU os "Doutores" e Caloiros de entrarem para a tuna sob a ameaça de expulsão sumaria de Praxe se o fizessem...

o que é certo é que contra a Tuna nada fizeram mas fizeram sobre a Base onde a Tuna vai recrutar...

Como resolver estes Casos????


Abraço a todos

 

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O Novessetum
responde a Lagrenge :

O "decreto" que o MCV lançou recentemente (que não vi confesso) também não impede Tunas de irem ao festival das tunas da Portucalense. Diz que declara anti-praxe quem lá fôr, tuno ou não.

Estes senhores não repararam que com estas medidas são eles próprios anti-praxe. São eles, "os senhores da praxe", que a estão a matar.

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

Gato Preto
responde a Lagrenge :

Boas,

"há alguns anos atrás houve no Porto uma Tuna que se "zangou" com o Conselho de Veteranos, este conselho PROIBIU os "Doutores" e Caloiros de entrarem para a tuna sob a ameaça de expulsão sumaria de Praxe se o fizessem..."

Tenho dificuldade em perceber como é que alguém pode ser expulso da Praxe...o que é que isso representa? Deixar de poder usar Capa e Batina? Não poder relacionar-se com os demais colegas? Ver vedada a capacidade de se poder apaixonar? Roubar o Contrabaixo? Hummmm, não me parece possível.

Meus caros amigos, parece-me que guardais demasiado reverência, para não dizer temor, a um tigre de papel. Fazeis de uma sardanisca um satânico dragão.

Começo a crer que afinal, do outro lado da barricada, a estratégia não é assim tão bacoca e começa a resultar. É que vejo aqui demasiados receios e poucas atitudes.

"o que é certo é que contra a Tuna nada fizeram mas fizeram sobre a Base onde a Tuna vai recrutar...

Como resolver estes Casos????"

Não gosto de instigar à violência. Quem me conhece sabe que sou uma pessoa pacífica e privilegio o diálogo. Mas nunca me furtei a nenhum combate. E já que navegamos em águas onde as Instituições Democráticas não são tidas nem achadas, eu responderia assim:

Se fizessem algo que prejudicasse o bom nome da minha Tuna por via da mobilização de elementos que a pudessem integrar, sonegando-lhes o direito fundamental que é o livre arbítrio da escolha de querer ou não fazer parte, dava mocada.

Quer-me parecer que é a única linguagem conhecida por certas bandas.

Abraço



 

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O Novessetum
responde a Gato Preto:

O que estes gajos merecem é que o pessoal das Tunas se declarem todos anti-praxe. Continuando a andar de capa e batina obviamente, que isso não é propriedade do Magnum. Continuando a ir aos seus ensaios, aos festivais, etc.

 

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R T
responde a Gato Preto:

"parece-me que guardais demasiado reverência, para não dizer temor, a um tigre de papel. Fazeis de uma sardanisca um satânico dragão." (fim de citação).

Tem toda a razão o meu venerável Amigo. Toda e mais alguma, diria até.

Contudo, um pequeno reparo, que nada tem de receoso - era o que mais faltava! - mas antes de sensato e ponderado:

Nestas matérias - mormente o evidente - há que conhecer bem com quem estamos a lidar. Sem drama algum mas com toda a objectividade. E no caso em apreço, cautelas e caldos de galinha impõem-se. Porquê? Porque o passado recente mostra claramente tal (vide p.ex. o FITU do ano passado ou o sucedido p.ex. no comboio do Caloiro e "episódio" ocorrido em Braga, p.ex. e isto num plano mais abrangente, e por aqui me fico para não maçar os leitores.)

Ora, manda o Bom Senso que se perceba o evidente: Antecipar reacções mais do que previsíveis recorrendo à inteligência de forma preventiva é fundamental. É necessário estar, também, atento e antecipar os passos de alguém. Como? Isso agora.....:))))

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a R T:

Há algo que me intriga no meio disto também.

Que palavra tem tido o Reitor da Universidade Portucalense acerca do assunto?

 

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Tiago Nogueira
responde a O Novessetum:

Acho que o reitor não se pronuncia porque o MCV declarou-o anti-praxe, numa vez em que ele foi a um festival de uma Tuna que era tia-avó da Tuna da Portucalense.

 

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Lagrenge
responde a O Novessetum:

O Reitor da UPT é (felizmente) 100% Praxista e sabe o que é PRAXE e por esse motivo não se mete nesta situação uma vez que extravasa a sua esfera de intervenção directa.

Agora isto não vai sempre ser assim acredito eu

 

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O Novessetum
responde a O Novessetum:

Curioso...

Hoje no site da Tuna Académica da Portucalense já não aparece o "confirmado" no FITISEP.

Alguém me diga como inserir imagens aqui p.f?

É que eu, por acaso fiz um print screen de dia 3 de Novembro e um de hoje, e gostava de expor isto aqui.

Além disso, será que alguém da Portucalense ou ISEP poderia explicar o que aconteceu? Ravanelli, sabes algo que nos queiras informar?

Abraço.

 

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O Novessetum
responde a O Novessetum:

... então não é que a Tuna Académica da Portucalense afinal já não vai ao festival dos padrinhos da Tuna Académica do ISEP?

Mas que terá acontecido? Foram desconvidados?
Afinal a Portucalense já não quer ir?

É o Dux que não deixa?

Alguém pode esclarecer p.f.? Ravanelli?

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

R T
responde a O Conquistador:

Aguardemos que os intervenientes digam de sua justiça.

Contudo, apenas peço uma coisa:

Não ousem sequer tentar fazer das pessoas parvas, com "explicações" que não lembram ao diabo e que são apenas fait-divers para evitar dizer-se a verdade.

Digam p.f. o que passa/passou. Depois disso logo se verá.

Nunca se esqueçam que tudo se sabe. Não vale sequer a pena fazer filmes, ondas e blá blá blá para encher chouriços.

Abraços.

 

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R T
responde a R T:

Já agora e para evitar ver amigos meus, nomeadamente, a prestarem-se a papeis algo tristes:

Já se sabe muito bem até o que se passou. Mas aguarda-se que quem de direito se atravesse.

Deixo - e mais uma vez, infelizmente, sempre omnipresente - apenas uma sigla: F.I.T.A.


Abraços...!!!!!!!!!!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a R T:

Tenho cá para mim a idéia, que mesmo a verdadeira explicação é absolutamente parva e que não lembra ao diabo.

 

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J.Pierre Silva
responde a R T:

Até eu já soube.
Segundo a minha fonte, o desconvite até era para ser feito via telefone. Mas acabaram os da Portucalense por ir ao ISEP onde rceberam a informação do desconvite, aelgando-se não ser por questões de Praxe ou do Dux e sendo oferecido, como "consolação" umas senhas de cerveja e entradas, que a Tuna da Portucalense declinou, obviamente.

Venha quem de direito desmentir o desconvite.

Confirmando-se o que parece ser facto consumado, parece-me haver gente que vai ter de engolir um sapo do tamanho de um elefante, nomeadamente quem aqui veio fazer declarações de indignaçãoe de honra ofendida, afirmando que as suspeitas eram caluniosas e falsas.

Como eu o disse, anteriormente, mais do que palavras, são os actos que valem!

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a J.Pierre Silva:

Profecia nº2:

- Tuna Académica do ISEP no FITA de 2012.

Será que os fundadores sabem do que se está a passar? Será que alguma vez imaginaram que a Tuna que criaram iria descer a esse ponto?

Esta vai mesmo ficar para os "anais" da história...

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a O Novessetum:

Para futuros convites por favor contactar Dux do ISEP.

Tenho pena... imensa pena, pois sempre tive em grande conta a Tuna Académica do ISEP.

 

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EUC_Capacete
responde a R T:

Eu, de facto, devo ser muito ingénuo. É que não consigo vislumbrar caneco que valha a honra de uma instituição. Sei que o F.I.T.A. é um momento alto da praxe do Porto, por causa dos finalistas, entre outras coisas. Como o são inúmeros na Queima das Fitas de Coimbra. Mas juro que só precisavam de fazer metade para que eu (e quero crer que o meu grupo e a própria Secção) fosse o primeiro a saltar fora. Tunas com duas ou mais décadas de história não precisam de um festival para se validarem, creio eu. Não gosto de condenar sem ter em minha posse todos os dados relevantes, mas se a "coisa" é como parece é um momento tristíssimo para a instituição em causa. Posso estar enganado, mas creio que o vão aprender da pior forma possível...

 

[responder a "EUC_Capacete "] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a EUC_Capacete :

É, de facto, a honra é algo que não lhes assiste.
Mais curioso será o facto do actual Dux do ISEP (confesso que não sei se devo chamar Dux ou Magister, pois parece não haver distinção) ainda deveria andar de calções e fisgas já a Tuna Académica do ISEP andava nestas lides.

Mais, tenho para mim a esperança que as outras Tunas convidadas para o festival do ISEP venham mediante estes novos factos (que ainda não foram alvo de contraditório) recusar o referido convite.

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

R T
responde a O Novessetum:

"Atenção
There is no such event to display. It is possible that it was removed, or that it is not accessible to you
." (fim de citação)

In pagina web da Tuna da Universidade Portucalense - I.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a R T:

Já dizia o Eça, a seu tempo. Repare-se na justaposição que se pode fazer, ipsis verbis....


"O Nobre Patriotismo dos Patriotas Há em primeiro lugar o nobre patriotismo dos patriotas: esses amam a pátria, não dedicando-lhe estrofes, mas com a serenidade grave e profunda dos corações fortes. Respeitam a tradição, mas o seu esforço vai todo para a nação viva, a que em torno deles trabalha, produz, pensa e sofre: e, deixando para trás as glórias que ganhámos nas Molucas, ocupam-se da pátria contemporânea, cujo coração bate ao mesmo tempo que o seu, procurando perceber-lhe as aspirações, dirigir-lhe as forças, torná-la mais livre, mais forte, mais culta, mais sábia, mais próspera, e por todas estas nobres qualidades elevá-la entre as nações. Nada do que pertence à pátria lhes é estranho: admiram decerto Afonso Henriques, mas não ficam para todo o sempre petrificados nessa admiração: vão por entre o povo, educando-o e melhorando-o, procurando-lhe mais trabalho e organizando-lhe mais instrução, promovendo sem descanso os dois bens supremos - ciência e justiça.Põem a pátria acima do interesse, da ambição, da gloríola; e se têm por vezes um fanatismo estreito, a sua mesma paixão diviniza-os. Tudo o que é seu o dão à pátria: sacrificam-lhe vida, trabalho, saúde, força, o melhor de si mesmo. Dão-lhe sobretudo o que as nações necessitam mais, e o que só as faz grandes: dão-lhe a verdade. A verdade em tudo, em história, em arte, em política, nos costumes. Não a adulam, não a iludem; não lhe dizem que ela é grande porque tomou Calecute, dizem-lhe que é pequena porque não tem escolas. Gritam-lhe sem cessar a verdade rude e brutal. Gritam-lhe: - «Tu és pobre, trabalha; tu és ignorante, estuda; tu és fraca, arma-te! E quando tiveres trabalhado, estudado e armado, eu, se for necessário, saberei morrer contigo!» Eis o nobre patriotismo dos patriotas."

Eça de Queirós, in 'Notas Contemporâneas'

 

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André Pereira
responde a fantas minha:

Muito bom :) Gostei!

Foste tu que fizeste fantas minha?

Há que nos rirmos desta palhaçada toda e dar o devido e merecido respeito... que é... nenhum ;)

Muito bom!

 

[responder a "André Pereira"] [denunciar abusos]

R T
responde a fantas minha:

I wouldn't be so alone
If they knew my name in every home
Kevin Spacey would call on the phone
But I'd be too busy
Come back to the old five and dime
Cameron Diaz give me a sign
I'd make you smile all the time
Your conversation would compliment mine

I will talk and Hollywood will listen
See them bow at my every word
Mr Spielberg look just what you're missing
Doesn't that seem a little absurd
Bow at my every word

Buy up the rights to my book
Live on a ranch from what the box office took
I'll go and visit the set
They'll call me their saviour
All the peoples will scorn celebrity
Lives on the moon
But, I'll be back home in June
To promote the sequel

I will talk and Hollywood will listen
See them bow at my every word
Mr. Spielberg look just what you're missing
Doesn't that seem a little absurd
Bow at my every word

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a fantas minha:

Só não entendo uma coisa:

Anda tudo com paninhos quentes ou com coçeira para dizer alto e bom som que a Tuna Masculina do ISEP 8TAISEP) também roeu a corda?

Quando toca a ter amigos nessas tunas fica-se a voz abafada?

Ou estão à espera de algo mais, tipo notícia na SIC ou comunicado formal dos visados?

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

"Existem imbecis superficiais e imbecis profundos." - Karl Kraus


Um mero jornal. Coisa banal. JN de hoje, página 8. Eis a resposta para tudo, se quisermos. O problema é que alguns nem ler sabem.

Artigo sobre as Praxes. E a página tantas, sobre o Dux do Porto, eis a revelação (que muitos estão fartos de saber, mas ok): Ano passado não se matriculou e por força do regime de prescrições.

Ora, indo ao limite da questão e dando credibilidade a quem emana postas praxistas: Se não está inscrito quem dirige a dita autoridade Praxista, deduz-se que não está em condições para ocupar o cargo; ora, se não, muito menos pode o orgão que preside, supostamente, emanar seja o que seja até à sua efectiva substituição. Ora, se tal não ocorre actualmente, deduz-se que o que é emanado está ferido de morte por nulo, pois emanado por quem não é competente para tal missão, dado não possuir os quesitos - estar matriculado - para exercer a mesma função, ou seja, poder dirigir o suposto orgão de Praxe.

Ou seja: Tudo o que é dito nestas condições pelo MCV é em absoluto rigor ferido de nulidade, logo, não tem qualquer validade prática ou teórica até à resolução da questão anterior a todas, ou seja, a legalidade de quem ocupa o cargo em questão, legalidade essa ferida de morte como dito acima.

Deduz-se: Quem acatar qualquer ordem emanada deste suposto órgão Praxista não é burro, é acéfalo, coisa bem distinta por honra ao asno propriamente dito, bem mais inteligente do que qualquer um que vá nesta cantiga. Como se pode exigir cumprimento seja do que seja quando quem o faz está em total incumprimento para com as regras da própria Praxe?

Comprem o JN. Página 8. Leiam. Palavras para quê?

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a R T:

Não vi a notícia (se tiveres o link diz p.f), mas de facto também não interessa para o caso.

A questão é a mistura praxe/tuna... independentemente de quem assina os decretos.
O que é aqui importante discutir, até para a cominudade tunante saber, é quem são as Tunas e quem são as "trupes musicais".

Muito mais grave do que quem ameaça decretar anti-praxe qualquer estudante que vá a determinado festival, é o estudante (Tuno ou não) que acata essa decisão. Grave é a Tuna que borra a cara de merda, ao acatar a decisão de alguém que não tem poder para tal.

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a R T:

Caro RT:

Antes aquele dux "ilegal" do que todos os cães-de-fila legais, legalizados, rubricados, selados, carimbados, cuspidos e escarrados.

Compreendo que tenhas trazido aqui o "apport" para ver se ao menos por esta via abrem os olhos...

Mas estás a pedir, a quem não quer ouvir, que ouça, e, a quem não quer ver, que veja: estás a querer meter a ponte de S. João de lado entre o Carmo e a Trindade...

Para o caso, esse argumento é supérfluo, na medida em que mesmo que o órgão estivesse legitimamente constituído, decretar ou deixar de decretar sobre tunas é - tem de ser - igual ao litro.

Fora estes considerandos, fico satisfeito por ser esta uma das poucas vezes em que a Praxe é tratada num órgão de informação de forma serena e normal, sem dramas nem acusações ridículas. Ainda bem.

Aquele abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a O Conquistador:

Ilustre(s):

Longe de mim atacar quem nada tem a ver com Tunas: Limitei-me a dar à estampa algo que é até publico, pelos vistos.

Não, de todo. A ideia foi deixar ainda mais a descoberto, a nu, o disparate daqueles que alinham nisto. Já é mau que chegue: agora, para lá de mau é até - e à luz de uma possível "argumentação pró-Praxe" - "ilegal". Apenas. Mais nada.

Quanto ao demais, não quero nem deixo de querer. Exceptuo apenas uma coisa: Que tuna, seja ela qual seja, que alinhe nisto venha dizer que alinhou. Just. Caso oposto alguém o fará a seu devido tempo. Era melhor que fosse contado na e pela 1ª pessoa....

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a R T:

Não me parece que venha a acontecer.

Até porque conforme alguém escreveu mais acima: "Raramente venho a este fórum, precisamente por valer o que vale: NADA! Voçês já se perguntaram porque as Tunas do Porto não vêm para comentar? Precisamente porque as vossas opiniões têm o valor que têm: NENHUM!"

Pois a minha opinião, que de nada vale, é de que acho que as Tunas que forem convidadas para os festivais das Tunas do ISEP e daquelas cujo Magister é o próprio Dux, devem recusar tais convites.

Acho inclusivé que todas as Tunas deveriam fazer chegar a estas "trupes musicais", um fax, email, pombo-correio, uma declaração de repúdio pelos factos ocorridos. Mas essa é a minha opinião pessoal, que de nada vale.

Mais, as Tunas devem também tentar separar o trigo do joío no que se refere ao convite para os seus festivais ou encontros... mas é também apenas uma opinião pessoal que de nada vale.

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

R T
responde a O Novessetum:

Hum.....olhe que não, olhe que não....

Como bem sabemos este meio auto-regula-se, aliás, uma das causas indirectas para o impedimento objectivo da fundação de um qualquer organismo tuneril nacional ou local. Portanto, nada como o tempo, esse grande conselheiro que tanta razão tem dado e tirado, para pôr as coisas no seu lugar.

Resta apenas mantermos-nos atentos, apenas. Quanto ao resto, já desde há muito sabemos quem é quem, quem é solidário e quem roí a corda, quem apoia e quem salta fora, quem está nisto numa boa e quem está nisto para guerrear. Nada de novo. Mais do mesmo. Agora apenas com um extra...

Abraços!

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Novessetum
responde a R T:

Boas,
Toda esta questão desta tradição de 3/4 de mês que é o MCV, tem-me levado a falar com amigos que viveram in loco esses inícios dos anos 80, onde teve início o Transeptus, trupe a que hoje se chama de Magnum Consilium Veteranorum.
Vou apenas passar um relato desse amigo de velha data, um Académico com A grande. Um velho estudante do ISEP, organizador de algumas, ainda verdadeiras, queimas das fitas. Um homem, que tal como eu, teve a sorte e a honra de ter crescido entre fados, guitarradas e grandes tainadas no seio de membros que viveram o Orfeão Universitário do Porto na década de 60.
Espero principalmente que os senhores e senhoras das Tunas do ISEP, conheçam um pouco do que o MCV tentou fazer convosco nos idos anos 80. Abram os olhinhos!!!

Fica o testemunho:

"O Conselho de Veteranos tinha o poder que tinha e que era muito limitado. O Américo lembra-se bem conceteza. Já então o Dux era da FEUP, o Augusto Soromenho, que faleceu num acidente de automóvel e assim o Américo sucedeu-lhe.

O meu primeiro contacto com o Soromenho em 1981 (!!!) não foi nada pacífico: foi em casa dele, por convocação do Dux, a mulher veio servir-me um chá enquanto esperava a meia hora da praxe e até aí tudo bem. Entornou o caldo quando me “atendeu” em robe, obviamente eu estava trajado, e pretendeu que o ISEP, entre outras anedotas, passasse a usar cartolas mais baixas e fitas mais estreitas… com os cães de fila do “Transeptus” a amedrontar-me…

Claro que saí sem acatar nenhuma das ordens do Dux e, apesar de nos termos tornado bons amigos, ainda hoje convivo com a mulher e a filha, nunca mais o Magnum se atreveu a insistir nessa afronta a não ser na brincadeira, passando a limitar-se a negociar com a Comissão Central de Queima das Fitas, órgão a que pertenci vários anos, as entradas de borla nas actividades. Era um movimento que se limitava à FEUP, com o Dux na base, apesar de ter alguns, poucos, elementos de outras faculdades."

Abraço
Ricardo Tsou

 

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Lagrenge
responde a O Novessetum:

LoLoLoL

O que me vieste recordar... :D já ouvi essa história antes e não me recordava


Só uma correcção a história é que entre o Seru e o Américo ainda existiu o Marius Ruivus Copofonicus (mas isto é um aparte)


A ideia dessa proposta era porque na altura o ISEP não dava Licenciatura, apenas bacharelato de 3 anos, logo existia uma diferença entre a Cartola dos Licenciado e dos Bachareis (chamada de meia cartola) a qual o ISEP na altura se recusava a usar (Bem ou Mal não me cabe a mim dizer mas sim aos que defacto viveram este episódio... no entanto deve-se ter em atenção que na altura se procurava uniformizar a praxe do que se veio a tornar a Academia do Porto)

Mas fica aqui o porque desta reunião entre o ISEP e o Seru...


(já agora outra nota não conhecia o pormenor das fitas mais estreitas)

 

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O Novessetum
responde a Lagrenge :

São estas palhaçadas, que de tradição não têm nada, que vão levando os estudantes no engodo!!!

Este ameaçar anti-praxe, o dizer que quem não fôr à praxe não pode trajar, o dizer que as Tunas estão sob a sua alçada, nada disto é tradição!

É uma invenção pura e simples de quem se está a cagar para a tradição académica, mas que visa unica e exclusivamente o poder.

 

[responder a "O Novessetum"] [denunciar abusos]

Lagrenge
responde a O Novessetum:

Alto e para o baile...

Nunca ouvi o MCV ou alguém no MCV dizer que quem não fôr à praxe não pode trajar... Alias o Traje é um direito inalienável de todo e qualquer Estudante Universitário. Isto está consagrado por Decreto da República Portuguesa e na Lei Geral de Uniformes e Fardamentos.

 

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R T
responde a O Novessetum:

..que se trajam como bem entendem, venha o Dux que vier.....

Confunde-se muita coisa. Mesmo muita. Aliás, anda muita gente enganada, a fazer a figura do *orno e, pior que isso, há até uns que sendo enganados, ainda agradecem terem-no sido e pior, agradecem aos que os enganaram! Há coisas fantásticas, não há???

 

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O Bijou
responde a Ricardo Castelo Branco:

Meu caro Ravanelli, lamento imenso, pelos laços de companheirismo e apadrinhamento que nos unem, ver este teu discurso. Independentemente da tua opinião sobre "tunas e praxe", que deve ser respeitada, não tiveste o mínimo de respeito por nós e sabes perfeitamente que o que aqui dizes é ridículo e não corresponde à verdade.

"Parece-me uma boa estratégia para arranjar convites"?!?!?!?
Estratégia, é apenas o que um grupo de mal intencionados, tem vindo a usar, desde há muito tempo, para desencadear toda esta situação, ridícula diga-se.

"Ir ao Magnum resolver a questão"?!?!?!
Não percebi o alcance do conselho e nem me vou pronuinciar.

"vieram para aqui lamuriar-se"?!?!?!?
Nós? Lamuriar? Porquê? Há motivos? Toda esta situação é apenas uma brincadeira de meninos, desencadeada por quem não tem mais nada para fazer.

Mais uma vez, lamento este teu discurso.
Forte abraço e vemo-nos por aí. Seja em festivais ou fora deles, terei sempre todo o gosto em beber um fino contigo.

 

[responder a "O Bijou"] [denunciar abusos]

R T
responde a O Bijou:

Perante isto, pouco ou nada resta dizer, por tudo mais do que dito.


Ainda assim, deixo um ultimo, derradeiro apelo a quem de direito:

Que pensem. Que reconsiderem. Que se coloquem novamente do lado que nunca deveriam ter renegado. Ainda é possivel remediar. E remediar neste caso é sinal de elevação, maturidade e acima de tudo, bom senso. Espero e desejo que quem de direito assim o faça, certo que ninguém vos condenará por tal, muito pelo contrário.

Ainda vão a tempo. A tempo de serem Tuna.


Abraços a todos - e em especial à Tuna Académica da Universidade Portucalense - IDH e Tuna Feminina da Universidade Portucalense - IDH.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]