Portugaltunas - Tunas de Portugal

R T

Em que ponto estamos chegados ao final da 1ª década do Século XXI?

Requerem-se pois as Vªs Doutas opiniões sobre em que ponto, estado, nos encontramos após a viragem do século e quanto aos seguintes pontos:

- Está o panorama melhor ou pior? Porquê?

- Pode-se aferir evolução, estagnamento ou mesmo retrocesso?

Abreijos!

 

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João Paulo Sousa
responde a R T:

Temo seriamente a repetição do fenómeno das primeiras décadas do Séc. XX: o fogo vai-se apagando até se extinguir, pelo menos como hoje o conhecemos. Em breve estarão em voga as quarentunas até a apoplexia o permitir.
No tempo dos meus bisnetos redescobrir-se-á o fenómeno e o gozo que é "viver a Tuna..."
Mais longe que isso a minha bola de cristal não dá.

Abraço do Coração das Beiras

 

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Helder Mauricio
responde a R T:

Caro,
Parece-me acima de tudo que houve um evoluçao qualitativa e ate quantitativa, se foi ou é bom ou nao, isso ja depende de cada um da forma como cada qual sente o fenomeno tunante, eu tenho saudades de algumas coisas nas Tunas mas de outras nao... acima de tudo ha uma evoluçao e com em tudo, perde-se algo mas ganha-se outros...

 

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Ricardo Freitas Bonito
responde a R T:

Tentando ser breve numa matéria que daria para fazer uma dissertação, a minha visão do actual panorama tunante é o seguinte:
Penso que é inegável que hoje temos um maior número de tunas que tem uma qualidade instrumental e vocal assinalável;
Esta diversidade de tunas trouxe tradições e estilos próprios, em grande parte influenciados das regiões de onde são oriundas;
As tunas cresceram também em número de elementos, devido àqueles elementos que se foram mantendo nas tunas apesar de terem terminado os estudos, sendo de realçar que em muitos momentos e em muitas tunas se não fosse a persistência desses elementos algumas tunas já se teriam extinto;
O aumento desse número de elementos fez com que as tunas se "fechassem" dentro de si, especialmente em momentos que seria para convívios com os outros, como é o exemplo de festivais, tema aliás que está a ser discutido no outro tópico;
As tunas optaram por repertórios exclusivamente com "covers" perdendo-se os originais.
Outro dos problemas está relacionado com a longevidade que alguns temas têm em algumas tunas, perdendo-se aí também a originalidade e a novidade, especialmente para o público assíduo dos festivais.
Pesando assim os prós e os contras, penso que as tunas estão melhor, sendo a obrigação de todas as tunas e tunos alterar os pontos que eu penso serem menos positivos.

Relativamente ao que o João Paulo Sousa disse concordo que as Quarentunas iriam aumentar e afirmar-se cada vez mais, mas discordo no ponto em que esse crescimento será baseado no "desaparecimento" cíclico das tunas. Pelo menos espero que a tua bola de cristal tenha muita neve e que tenhas visto mal:)

Relativamente ao que diz o Macieira, discordo completamente, porque não são os festivais que pioram as tunas, mas sim as tunas é que podem piorar os festivais. Qual é a tuna que na sua página na net não tem os prémios que lhe foram atribuídos? Qual é a tuna que não festeja um prémio (e as que festejam mesmo sem nenhum)?
Relativamente às tuas últimas afirmações essas ficam com quem as profere, no entanto, as tunas que referes com "t" pequeno já fizeram e fazem muito pelo bom nome das tunas. Aprendi muito com elas, especialmente com a TUIST e a EUL, sendo elas também responsáveis por este "bichinho" que entrou e nunca mais quis sair:)

P.s.: RT parabéns pelos tópicos lançados. Pertinentes e assim dá gosto participar. Pena que o tempo expira muito rápido e temos de fazer copy paste;)

 

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Macieira .
responde a Zé Roketas:

Zé Roketas,

A minha Tuna é a Tusófona - Real Tuna Lusófona


PS: Zé Roketas, num tópico que eu tinha sobre o bandolim a perguntar sobre os construtores, acabei por optar pelo Sr. Adérito de Cantanhede(Andorinha). Fui la ontem ver a oficina dele.

 

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J.Pierre Silva
responde a :

Caríssimo,

Não metas tudo no mesmo saco que incorres na mais que provável argolada de cometer injustiças.
As tunas lisboetas que citas subsidiam um atentado à tradição da Serenata Monumental, isso é um facto, ao meterem esquemas de pandeireta e temas que são mais de arreial do que outra coisa.
Mas isso não menoriza a tuna enquanto tal, até porque isso vai muito de modas e de gerações.
Culpa é de quem atribuíu a organização da Serenata a tunos/tunas, mas também percebemos que, no meio académico lisboeta, não é fácil arranjar opções.

Fora isso, convirá separar as águas e diferenciar contextos.
Não me parece ser o caso em apreço suficiente para, liminarmente, etiquetar as tunas como detentoras de maiúscula sou minúscula (tipo estrela do Guia Michelin). Poderia ser por outros motivos, se os houver porventura, mas não este, me parece.

Abraço.

 

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J.Pierre Silva
responde a João Paulo Sousa:

Tem muito de similar o fenómeno ocorrido em finais do séc. XIX e o que se despolotou no boom do séc. passado.
O que me parece líquido, e sob pena de ter razão antes de tempo, é que já se sente a asfixia das pressas.
Este fenómeno faz lembrar o fogo de palha que arde intensamente, de forma proporcional à rapidez com que se extingue.
Enquanto so nossos vozinhos maturaram o fenómeno ao longo de 100 anos, nós atalhamos caminho e, em 20/25 anos, queimámos etapas e adiantámo-nos de tal modo que desapareceu a estrada alcatroada, o caminho d eterra batida e parece, agora, que ou não há trilho ou todos se segue uma miragem.
Foi andar sem parar, sem pausas, numa sofreguidão tamanha como se não houvesse amanhã.

Mas a coisa abrandou e, agora, muitos reconhecerão 8ou virão a fazé-lo em breve) que se andou depressa demais, porventura, sem cimentar, alicerçar ou mesmo pensar de forma mais racional (em oposição às ganas do pensamento emotivo).
A Praxe e as tradições já perderam pare do seu encanto, cada vez menos gente a entrar na tunas (e é ver a faixa etária das mesmas), muitos preocupados com a eminente extinção dos seus grupos...... no fundo, já alguns chegaram ao ponto (ponto esse que a que outros chegarão, mais cedo ou mais tarde) do "o que é que fazemos agora?".


E por isso as Quarentunas e Tunas de Veteranos a despertarem conversas, nós que ainda vamos a entrar na adolescência tunante.
Aqui ao lado, os nuestros hermanos só há coisa de 40 e poucos anos começaram, já eles possuíam veteranos pra dar e vender e décadas de história.
Nós, em 2 décadas, nascemos, vivemos e já estamos a reformar-nos.

Em 20 e poucos anos, nasceram tunas como cogumelos, e entramos em vertiginosa queda (a lei natural das coisas, principalmente em tudo quanto é edificado por moda, pressa, pressão e deslumbramento).
Preocupante?

Certamente que não.
O tempo, a erosão dos materiais, será juíz das coisas e só ele fará a devida reposição da ordem natural. Quiçá, nessa altura, se pense em recuperar os hiatos temporais e de maturação que ignorámos ou passámos à frente, e pensemos em caminhar em vez de correr (como até agora temos feito), pensemos mais o que somos do que o que aparentamos.

Passada a euforia, começando o pó a assentar, teremos uma visão mais clara das coisas, necessária para reflectir e traçar rumos, levando na sacola o essencial e deixando o acessório.

 

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Marta
responde a R T:

Melhor na qualidade. Claramente. Comecei a acompanhar o fenómeno tunante de forma mais próxima desde 2002, e desde então a qualidade tem vindo a crescer de forma impressionante. Na qualidade de público, que é como me identifico e é a pele que visto quando falo de tunas, é muito bom poder assistir a bons momentos de TUNA. Contudo, creio que a procura da perfeição levou muitas tunas/grupos a enveredar por caminhos paralelos àquilo que se pretende que uma tuna seja (mesmo com todas as indefinições relativas ao próprio conceito de tuna), chegando alguns agrupamentos a cair no ridículo.
Para minha sorte ou azar, às vezes nem sei bem, tornei-me num membro de público exigente. Conheço o fenómeno de tuna quanto baste para não compactuar com bandeirinhas-fiscais-de-linha a concorrer a prémios de melhor estandarte, não compactuo com saxofones nem tubas nem outros familiares destes, não compactuo com maestros e pautas, não compactuo com patins, sapatilhas e malabares, não compactuo com gente mal trajada (sem batina, camisa fora das calças, calções às bolinhas) e mãos nos bolsos quando se canta, não compactuo vedetas no expoente de basófia em palco (e fora dele…) nem compactuo com atitudes e comportamentos anti-tuna. E podia continuar, mas o essencial está aqui. E isso, sim, piorou. Há por aí grupos que é uma delícia ouvi-los; costumo até dizer que são 30 minutos de muito boa música. Mas se fosse um espremedor de laranjas, onde se separasse musicalidade da tuna, a parte de tuna ficaria vazia.
Em suma, creio ter havido evolução ao nível do cuidado que as tunas têm com o reportório, evolução musical, evolução artística, evolução até no bem-trajar. Contudo, perdeu-se muita da espontaneidade (embora ainda exista em muitos casos, e ainda bem), perdeu-se (nalguns casos) o convívio fora de palco. Não digo que se tenha perdido a essência de tuna e de se ser tuno, acho que estaria a ser francamente exagerada.
Contrariamente ao que se disse por aí anteriormente, não acredito nas quarentunas ou tunas de veteranos como o motor e/ou o suporte do fenómeno tuna daqui a alguns anos. Aliás, essa seria outra discussão, até porque o ENT deixou-me aqui uns quantos nós na garganta a esse respeito. Acredito, porém, que muitas tunas que existem hoje, fruto do “boom” de tunas há uns aninhos e na actualidade, vão acabar por desaparecer muito rapidamente, fruto da dificuldade de entrar num circuito de reconhecimento e de festivais que são – e não o nego – o “pão para a boca” de muitas tunas. E aqui entraremos em motivações, mas isso é assunto que vou deixar ali para o post do lado, sobre festivais.

 

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Véspera
responde a :

Respondendo directamente ao Macieira:

Cabe à organização da Monumental Serenata, ou outra qualquer organização de outro qualquer evento, regulamentar as actuações: se só serenatas, se só originais, se só fados, se só arraiais.

Tuna Académica de Lisboa, Estudantina Universitária de Lisboa ou Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico são 3 associações culturais independentes com sede em Lisboa. Quer se goste, quer não se goste, respeita-se.

Abraços
Véspera, de uma Tuna (com "T" grande)

PS: Desculpem o off-topic, mas, como diz o ditado, "quem não sente..."

 

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Macieira .
responde a Véspera :

Respondendo ao Véspera,


Diz o nome "Monumental Serenata a Lisboa", digo eu caso fosse espectador ouvir só serenatas...
E lá porque a organização meta nenhum entrave, cabe também ao participantes usar o cérebro...


Desculpem a resposta fora do contexto do tópico!

Abraços
Macieira

 

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Bruno Dias
responde a Macieira .:

Bem...

Sinceramente acho que já estás a começar a esticar-te um pouco com certos comentários...

Tens de ter um pouco de cuidado quando falas, pois estás a dirigir-te a 3 Instituições de Renome em Portugal, repara que digo em Portugal e não em Lisboa...

Nunca te esqueças de um ditado muito antigo que diz o seguinte "Cada um deita-se na cama que faz" ou então aquele que diz "Quem semeia ventos colhe Tempestades" sendo que Tempestades é com "T" grande!

Abraços

 

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Véspera
responde a R T:

Bem, vamos ao que interessa.

Em 1991, tinha eu 12 anos, o meu tio disse-me que estava na altura de ser homem e levou-me ao que seria o primeiro ensaio de muitos. Era o ensaio da, na altura ainda não centenária, Tuna Académica do Liceu de Évora (TAE).

Na altura comemorava-se os 150 anos do Liceu de Évora. De tunas, nada conhecia. Mas o meu tio, juntamente como outros tunos, iam-me ensinando a viver a tuna.

Poucos anos depois (em 93) vi e apadrinhei a TUIST, a Tuna à qual pertenço hoje.

Nessa época os festivais de tunas estavam a crescer, crescer... mas viva-se muito a, na e para a tuna. Os festivais e encontros de tunas eram uma ou duas ocasiões por ano onde se podia conviver com outras realidades académicas e conhecendo-as, ia-se crescendo e evoluindo.

Essa evolução traduziu-se em música - que é ou deverá ser, em última instância, o objectivo de qualquer Tuna.

Uma nota à parte: em 1995 fui presidente da Tuna do Liceu de Évora e a primeira coisa que fiz quando cheguei a casa após "ganhar" as eleições, foi ir ao dicionário de Língua Portuguesa ver qual o significado de "Tuna". Na altura, e tenho isto ainda muito presente na minha memória, Tuna era "pequena orquestra de câmara constituida principalmente por estudantes". Hoje o significado hoje, segundo o dicionário, é com toda certeza diferente.

A qualidade musical foi crescendo. Hoje os festivais são o pão nosso de cada dia. Os encontros existem debaixo de cada pedra da calçada. E os momentos de viver a tuna, dentro da sua própria académica e cidade, são menores. Não quero com isto dizer que sejam menos vividos; apenas digo que são menores em quantidade.

Há de facto muitas diferenças. Não diria que há retrocesso, nem estagnamento, nem evolução. Há épocas diferentes. As Tunas são o que os elementos que a constituem actualmente quiserem que seja.

Venham para a Tuna e façam-se Homens.

Haja alegria. Haja música.

Abraços,
Véspera

 

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J.Pierre Silva
responde a Bruno Dias:

Apenas um reparo:

Sejam ou não 3 instituições de renome (isso é sempre uma visão pessoal; eu por exemplo concordarei em 2/3 da afirmação), isso nunca deverá ser sinal de que essas mesmas instituições não cometam erros e que tal não lhes possa ser apontado.
Concordo que não se pode atirar para tudo o que mexe, ainda assim, e pondo de parte as observações mais incautas do Maceira, a questão que ele levantou é pertinente, embora não para este tópico, obviamente (até porque já debatido, há tempos, noutro especificamente para a questão da Monumental "Serenata").

Abraço

 

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J.Pierre Silva
responde a Véspera :

Caro Véspera,

Apenas salientar que a quase totalidade das definições sobre Tuna encontradas nos dicionários são imprecisas ou estão erradas.
Nada de estranho nesse particular pois os filólogos e especialistas que estão pro detrás dos dicionários não eram especialistas na área musical ou etnomusical, e muito menos suportaram assuas definições em estudos sobre o fenómeno.

Ãssim, cada dicionário a sua versão, mais ou menos parecida, onde ´se fica com um aideia aproximada, mas não necessariamente fidedigna, como aliás foi abordado no ENT de Castelo Branco.

 

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Bruno Dias
responde a J.Pierre Silva:

Tens toda a razão quando dizes que é sempre uma visão pessoal.

Mas acho que também percebeste o ponto onde quis chegar com a minha afirmação, certo?

Acho que há maneiras de uma pessoa se exprimir ou de criticar outras pessoas.

Quem quiser criticar está sempre à vontade, desde que o faça de uma maneira construtiva, e nunca da maneira que foi feito neste tópico e no outro onde se falou inicialmente desta situação.

Acho que temos de começar a ter um pouco mais de bom senso quando falamos sobre as Tunas dos outros, e tentar não ofender ninguém com o que se diz. Até porque até ao momento só o Véspera e Eu é que nos sentimos um pouco "ofendidos" (vá-se lá saber porque...) e apenas saímos em defesa das nossas Tunas pois como ele disse e bem "Quem não Sente..."

Abraços

P.S. vamos mas é começar a preocupar com o que de facto interessa e não com este tipo de ninharias

 

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David Baptista
responde a Bruno Dias:

"até ao momento só o Véspera e Eu é que nos sentimos um pouco "ofendidos" (vá-se lá saber porque...)"

Um pequeno reparo.
Nunca se poderão esquecer de todos aqueles que lêem este forum e que apesar de não responderem, também se sentem ofendidos.

Cumprimentos a todos ! Grandes & Pequenos ;)

BroXLi

 

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Tiago 'Mitch' Ganhão
responde a Véspera :

Sem alimentar mais fogueiras, digo só que nem sempre o que está escrito no dicionário, corresponde àquilo que depois se verifica na realidade. Por exemplo,todos saberão o que é alfinete de peito, mas há-de haver por aí quem pense que é outra coisa....

É natural que as pessoas sintam e (se sintam) ofendidas, mas penso que nenhuma mentira foi dita aqui, e o problema reside nesse facto. Agora se são tunas com T grande, muito grande ou pequenino, cada um terá a sua opinião sobre o assunto e puxará a brasa à sua sardinha.

Sorry pelo off-topic

Um abraço,

Mitch - Tusófona

 

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J.Pierre Silva
responde a David Baptista:

Embora não seja, propriamente a minha seara, permite-me, apenas, colocar a minha foice no seguinte (e apenas quanto isso, generalizando para outras situaçõesdo género):

Os que apenas (e sublinho: apenas) léem este fórum e se sentem, porventura (e sublinho: porventura), ofendidos com afirmações, opiniões ou factos (conquanto não se entre no insulto e no calão brejeiro), seja em que assunto for, eu, pessoalmente, estou-me nas tintas.

Quem se sente injustiçado, quem acha não ser desta ou daquela maneira, quem discorda, tem mais é que accionar o direito ao contraditório, registando-se e respondendo.

"Maiorias" ou "minorias" anónimas e silenciosas, em nome das quais alguns pretendem falar ou representar" são o que são. Se não respondem, cada qual pode, então, também, accionar o ditado popular de "quem cala consente!".
Evitemos a tentação de falar em nome de outrém, como se em posse de procuração (e a ter de falar por um grupo, isso cabe, institucional e formalmente, a quem foi eleito para o efeito).

Sendo isto um fórum, eu, pelo menos, redigo para os seus utilizadores e não propriamente para leitores anónimos, para ideias de um colectivo de subjectividades.

Era só isto.

Abraço.

 

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