Portugaltunas - Tunas de Portugal

Celso Albernoa Pereira

Competências

Bom, não quero deixar de referir o facto de não publicar e não comentar nada neste site/forúm há vários meses, quiçá anos !
Tenho uma opinião muito particular acerca do mesmo, que roça muito por ser uma mistura de fogueira de vaidades e cesto de roupa suja.......mas enfim, vou dar a minha humilde opinião sobre a competência de certos elementos de tunas que com meia dúzia de anos de festivais e encontros, julgam-se com capacidades especiais para fazer de júri em certos eventos/festivais....!!!?
Pois é assim, eu já cá ando a levar o mundo tunante na carolice, desde 94, portanto, encontro-me com certa autoridade para reconhecer pontualmente, muito pouca honestidade, princípios e transparência na hora H.
É de louvar o esforço das organizações dos festivais ( uns mais outros menos ), na maneira simpática,amiga,correcta como recebem as tunas que visitam a sua cidade, mas pede-se que na hora de escolher o júri para deliberar sobre as prestações das tunas a concurso, sejam mais selectivas e encontrem elementos isentos e acima de tudo honestos intelectualmente. De outra forma, é preferível dedicarmo-nos todos aos encontros de tunas. Ou então volta tudo à estaca zero e optamos por cantar e tocar as tetas da cabritinha e o pai da criança em ver de Beethoven, Mozart e Strauss.......!!!

 

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J.Pierre Silva
responde a Celso Albernoa Pereira:

Caro Celso,

Fiquei sem perceber essas indirectas, podes ser mais objectivo e colocar nome às coisas/pessoas? Ou estavas a falar das eleições dopassado Domingo?

Se é de festival de tunas que falas, como não sei quem lá esteve,também gostava de saber quem foram esses "incompetentes", sob pena de ser, istoque aqui dizes, de facto, uma espécie de atirar a roupa suja pró tanque a ver se alguém a lava ou se ela se lava sozinha ou, por outro lado, aquilo que até criticas: uma espécie de 5 minutos de fama aqui no fórum (mas protagonizado por ti).

Para subscrever ou concordar contigo, sob pena do contrário, terás de citar quem é que são aqueles que demonstraram, e cito-te, "muito pouca honestidade, princípios e transparência", para também se poder, então sim, criticar igualmente a Tuna que não soube escolher , e volto a citar-te, "elementos isentos e acima de tudo honestos intelectualmente."

Desculpa lá esta minha dúvida, mas nestas coisas, a transparência tem 2 sentidos, por isso exige-se a quem a exige.

Forte abraço.

 

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J.Pierre Silva
responde a J.Pierre Silva:

Uma adenda:

Pena que as organizações não façam ponto de honra, como aliás tantas vezes aqui disso falei, em dar a conhecer quem foram as pessoas que compuseram o júri (dando-as preferencialmente a conhecer antes, até). E não falo em nomeá-las durante o certame, mas dando-lhe a devida visibilidade nos anúncios online ou em cartaz.

O Júri é muitas vezes menorizado, reduzido e pouco reconhecido, quando tem uma tarefa complicada, quando é parte do certame, quando merece o mínimo de reconhecimento, pois não é pêra doce estar aquele tempo todo sentado a avaliar, sem poder usufruir da liberdade de movimentos de qualquer outro participante (tuno ou espectador).

 

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Satriani - TUB
responde a Celso Albernoa Pereira:

Boa noite a todos.

A Tuna Universitária de Beja pauta-se por linhas que em nada pretendem roçar o insultuoso, nem o ofensivo, assim como jamais fomenta ou reforça exposições mal fundamentadas ou sem nexo.

Por esse motivo e, como Magister da Tuna Universitária de Beja, sou a enviar um forte abraço de consideração a quem organiza festivais/encontros/eventos, cujas escolhas respeitamos, a todos os níveis, até que algo vá de encontro ao que temos como razoável. Já aconteceu. Fundamentou-se, criticou-se, argumentou-se. Resolveu-se.


Nada desde então voltou a suceder, pelo que até que contrário se verifique, toda e qualquer exposição que não siga "aquelas linhas", tratar-se-á de uma pura opinião particular e isolada, nunca um comunicado ou um partilhar de sentimentos.

Abraço a todos.

Satriani
Tuna Universitária de Beja

 

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André Pereira
responde a Celso Albernoa Pereira:

Boa noite.

Antes de mais dizer que concordo inteiramente com o Celso. Os jurados ou as pessoas que compõem o júri dum festival devem ser pessoas honestas, idóneas, responsáveis e competentes. Eu até vou mais longe e acho que o corpo do júri deverá ser composto da forma mais heterogénea possível, isto é, abarcar na sua composição pessoas de diferentes tunas/regiões/estilos musicais. Isto porque torna a decisão do júri mais íntegra e isenta. Se, por exemplo, tivermos um júri composto com pessoas de estilos/tunas/regiões idênticas as decisões podem pesar para um determinado gosto ou preferência, se forem todos, vá, estilo “tutti fruti”, as coisas podem ser mais debatidas, discutidas, ponderadas e decididas.

Também como elemento activo em duas tunas e acompanhando o mundo tunante desde 1996 já passei por coisas que não lembra a ninguém. Já fui avaliado pela D. Suzete do bar da escola e pelo presidente da junta já bêbado e mais interessado em olhar pró traseiro das meninas da tuna feminina extra-concurso, do que avaliar as tunas em palco. Mas estas coisas também fazem parte da vida tunante.

Por acaso, no festival que organizo há oito anos, tenho tido sempre o cuidado de organizar um júri à semelhança do tipo de júri que o Celso menciona. Credível, honesto, isento e imparcial. E acima de tudo heterogéneo. Ainda na última edição, que por acaso ocorreu este fim-de-semana, o júri era composto por duas pessoas do Porto (uma delas com 20 anos de tuna no activo), uma pessoa de Lisboa, uma pessoa da Guarda e uma outra de Viseu. Todas elas com provas dadas no mundo das tunas. Foram apresentados no final do certame a todo o público. Tinham critérios para seguir, os mesmos que foram enviados atempadamente a todas as tunas a concurso, basearam-se neles e tomaram a sua decisão.

Mas lá está… não se pode agradar a Gregos e a Troianos.

Um abraço a todos.

André Pereira.

 

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Joni
responde a Celso Albernoa Pereira:

ah!! ressabiamento gostoso! para acabar a época em grande!

abraço a todos!

 

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R T
responde a Celso Albernoa Pereira:

Meus caros:

Não tinha qualquer intenção em responder uma linha sequer antes que a própria Organização o eventualmente fizesse. Feita por esta ultima a sua intervenção, apenas uma coisa me impele a responder: Questão de honorabilidade.

Na qualidade a mim confiada de presidir ao Jurado desta edição do FITAM pela Organização do mesmo, gostaria de tecer alguns considerandos sobre o dito acima e no que toca estritamente ao Jurado, sua função, honorabilidade e seriedade:

1º) O Jurado deste FITAM foi composto por 5 pessoas, todas elas intimamente ligadas ao fenómeno tuneril nacional, convidadas expressamente pela Organização do referido evento. Logo, nenhum dos mesmos se julgou ou deixou de julgar com “capacidades especiais” para compor o Jurado; quem eventualmente os julgou como tal foi a Organização do evento. Não constou previamente junto da Organização ou/e Jurado qualquer constrangimento seja a que nível seja e quanto ao Jurado, da parte de qualquer dos participantes, antes, durante ou depois do evento. Até agora. Provavelmente haverá, depreende-se então, uma qualquer relação directa entre o pós festival e o contido na reflexão a abrir acima.

2º) Do regulamento do mesmo evento decorre outra evidência, a que a mera aceitação do convite implica tacitamente aceitar-se o mesmo regulamento, critérios avaliativos e demais considerandos insertos nas bases do evento; logo, qualquer reclamação sobre as mesmas deveria ter sido enunciada ANTES do evento e não após o mesmo, como se conclui gentil e inteligentemente. O mero facto de a “reclamação” ser lavrada após o mesmo é despiciente por força do mesmo regulamento que indica claramente que as decisões do Jurado são inapeláveis, como é aliás, regra em todo e qualquer certame – e não somente neste. Já o “espírito” da mesma “reclamação” escuso de comentar por evidente motivação, pese o “Sunkick” ter corrido abundantemente neste certame.

3º) Não tendo sequer que o fazer porque nem a tal é o Jurado obrigado sequer, ainda assim informo com toda a parcimónia, pois não é seguramente segredo de Estado: Das decisões tomadas – no caso em concreto, relativas a 5 apartados – 3 das mesmas foram unânimes entre os 5 elementos que compuseram o Jurado; das duas restantes, uma efectivamente foi mais debatida, esmiuçada de acordo com os critérios e resolvida a sua atribuição após diálogo intra-Jurado; e outra que inicialmente tinha 4 elementos de 5 a indicar o mesmo resultado – logo, bastaria para a decisão final nesse mesmo prémio – rapidamente se tornou também ela numa decisão unânime por força do uso da metodologia que analisa os critérios ponto a ponto para se chegar à decisão, ou seja, mais um pleno. Em suma, optou-se sempre pela via da concordância pela explicação, análise e observação dos critérios avaliativos e não por uma votação meramente resultante do voto de cada um, sem mais delongas. Não houve – e está previsto em regulamento – qualquer voto de vencido seja em que prémio seja, isto é, foi uma decisão do Jurado ponto período, em bloco, por consciente, legítima e coerente, despida de qualquer pré-conceito ou outra qualquer marginal pré-disposição que não cabe, por óbvio, num Jurado minimamente digno desse nome. Já a Dona Suzete no Jurado talvez não fosse tão “simpática” com a tuna X ou Y porque esta a “chateou” à hora do jantar do dia anterior lá no bar da escola onde foi o jantar das “túnicas”.

4º) Conclui-se assim, por força do atrás dito, que a decisão do Jurado foi pacífica; Tão pacifica quanto o desempenho das protagonistas, atrevo-me a dizê-lo. Regra geral tal significa que – e sendo pacifica – que as únicas entidades que oscilaram naquilo que apresentaram foram as tunas – e não o Jurado. Tão maior é o trabalho do Jurado quanto maior for o nivelamento – seja ele por baixo ou por cima – do que lhe é apresentado para avaliar. Quem de direito que retire, pois, as conclusões devidas. Não se procurou penalizar tout court mas antes sim valorizar; se assim não tivesse sido não seria de estranhar, até, a não atribuição deste ou daquele prémio, o que não ocorreu – mormente ter o Jurado essa prerrogativa por força regulamentar – e sem direito a qualquer apelo.


5º) A titulo pessoal, agora: Cada vez mais é menos frequente fazer parte de um Jurado. A começar por questões de ordem ética, passando por outras de ordem estética e terminando numa cada vez mais normal indisponibilidade para aceder à maioria dos convites que me são simpaticamente dirigidos para envergar tão ingrata veste (tenho, felizmente, muito por onde me entreter, se assim quiserem). Tão ingrata missão esta, na mesma proporção de alguns disparates que se pensam sobre os Jurados, muitas vezes. Só o “risco” desses disparates surgirem em algumas mentes me faz, por génese, cada vez mais urticária quando me pedem para compor Jurados, admito. Ainda assim, volta e meia, e por puro gosto por esta Nobre Arte, acedo, honrado, estando asseguradas as condições acima enunciadas. Até agora nunca me arrependi de tal.

Esta foi, contudo, a 3ª vez que compus o Jurado do FITAM e no caso, por saber que sou muito bem recebido, bem tratado e acima de tudo porque me são dadas todas as garantias de que a missão para a qual fui escolhido está revestida da devida, serena e competente tranquilidade e seriedade. Caso oposto, estaria presente mas sentado a ver o espectáculo ou então a comer uma fartura com os amigos, entre uma viagem no carrossel e duas voltinhas na pista “Odisseia 2020”; Não tenho particular gozo em ficar sentado duas horas e pico a ver toda a gente a divertir-se e eu – e mais 4 tunos, no caso – sentados a avaliar tunas. Faço-o porque quem mo pediu merece que eu ceda um pouco no meu egoísmo e comodidade, tão-somente. Nenhuma vaidade, tudo gratidão e amizade, portanto. Fui pela 1ª vez júri de festivais de tunas precisamente em 1994 e já compus, desde então, alguns Jurados de outros tantos certames. Cada um com as suas vicissitudes mas em nenhum deles permiti que algo mais – ou menos – do que aquilo que vimos e ouvimos, então, fosse minimamente levado em consideração. Há quem neste fórum, até, saiba precisamente o que estou a dizer porque justamente já comigo partilhou um Jurado. A única premissa, chegado ao mesmo – reunidas previamente as condições éticas, estéticas e de disponibilidade que entendo deverem existir – que tomo em conta é a que decorre dos critérios avaliativos desse certame e em função daquilo que vi e ouvi. Mais nada. Até me posso enganar, naturalmente. Mas é por essa mesma razão que um Jurado tem mais do que uma pessoa, normalmente, para corrigir enganos até, se for preciso.

Mesmo na carolice que também a tenho e pratico pode-se ser sério sem problema algum; não entendo que ser-se carola seja sinónimo de ser-se “baldas”, muito pelo oposto. Ou seja, quando me “apanho” neste papel tento ser o mais sério possível – que não duro ou inflexível – por um lado, recusando por outro um certo “nacional-porreirismo” só porque se trata de tunas e vai daí, “que se lixe”; há claramente um meio-termo que indicia a meritocracia responsável, que é isso que um Jurado deve potenciar. Mais nada. Foi isso mesmo que fizemos, nem mais nem menos. “Doa a quem doer”, não pretendendo de todo, que doa efectivamente: Não é esse o espírito da “coisa”. O que não significa “fazer de conta” que se é Jurado. Por tudo o dito atrás, não aceito pôr-se em causa – mesmo que de forma velada – os elementos do Jurado e muito menos a sua honestidade intelectual.

Não tendo, contudo, qualquer mandato para falar em nome dos restantes 4 elementos que comigo partilharam tão ingrata quanto nobre missão, assumo em nome deles toda e qualquer responsabilidade pelas decisões do mesmo Jurado e qualquer critica às suas decisões tomo-as, mesmo sendo 1/5 da decisão, para mim como sendo a minha pessoa a ser colocada em questão. Se lá estive nesta ingrata missão foi porque fui convidado 1º e depois porque acedi e nas condições conhecidas que, repito, não foram contestadas por ninguém antes ou mesmo durante o evento. Mais, este Jurado perde toda a sua condição enquanto tal após a entrega dos prémios mas não perde de forma alguma com essa dissolução a sua honorabilidade, respeitabilidade e boa fé, quer no todo quer na parte que coube a cada um dos seus 5 componentes.

Quero julgar definitivamente erradicado deste nosso pequeno grande mundo um certo modo de agir que não se compadece com a nobreza, frontalidade e saudável troca de opiniões livre, frontal e perfeitamente identificável. Sempre soube que um Jurado nunca agrada a todos, mesmo quando há alguns que distribuem prémios para que ninguém fique, supostamente, chateado; mesmo assim, há sempre alguém que fica mais aborrecido. Provavelmente porque se trata de um concurso sério, jovial e alegre, contudo, sério. Se fosse para distribuir tudo para e por todos, então não seria necessário Jurado para coisa alguma. Se calhar teria sido melhor pois assim tinham sido mais 5 tunos a beber umas “Sunkick” com a malta e a andar nos carrinhos de choque, contribuindo assim, humildemente, para amenizar a crise que grassa no sector dos brinquedos de feira que assola o nosso país. Mas não foi para isso que estes 5 tunos lá foram, e no caso. Também não foram para o Jurado porque lhes apeteceu, seguramente. Ainda assim, e para qualquer um dos 5 elementos que compuseram este Jurado, todos eles teriam sempre mais e melhor para fazer nessa noite, até mesmo sem lá ter posto sequer os pezinhos. Um facto tão inegável quanto o gosto que tivemos em nos termos prestado ao papel de Jurado. Se calhar a Dª Suzete teria sido melhor, às tantas. Vai da exigência de cada um, seguramente. Para algum seria esta simpática senhora um poço de competências, depreendo.

Que fique claro: não tenho qualquer outra intenção ao responder aqui que não a contida no 1º parágrafo acima. Nem sequer sinto qualquer mal-estar seja com quem seja precisamente pelo contido na presente resposta e porque respeito todas as instituições intervenientes, sejam elas quais sejam. No limite, peço o mesmíssimo respeito pela honorabilidade daqueles que emprestaram os seus parcos conhecimentos e tempo à sempre ingrata missão de avaliar tunas. Compreendo que para alguns o decidido não seja agradável. Todos nós achamos que os nossos filhos são os mais bonitos do mundo e arredores, é da natureza humana. Não foi por termos dado mais matriculas a uns que os outros deixaram automaticamente de saber conduzir. Mas já lá diz a alegoria popular que – e não tendo sido essa a intenção, mormente se sugira a elação – “por vezes, nem inimigo é quem na bosta te põe, nem amigo é quem da bosta te tira”.

Sem Acritude e à Vª Superior Inteligência….


 

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Sir Giga
responde a Celso Albernoa Pereira:

Bom, não quero deixar de referir o facto de não termos sentido a sua falta neste site/fórum nos últimos meses, quiçá anos. E tenho uma opinião bem particular acerca da falta da mesma, que “roça muito” (ui, até me arrepiei todo) no facto da sua presente intervenção ser uma mistura de acusação infundada com ressabiamento risível.

Mas enfim, vou dar a minha humilde opinião sobre a competência de certos elementos de tunas com anos suficientes de festivais e encontros para poderem criticar com propriedade a composição e actuação dos júris dos mesmos mas que, no entanto, ignoram em absoluto o que o nosso RT tão generosamente se dispôs a clarificar, “na carolice”.

Não sabendo nada sobre a que tuna pertence, o festival a que se refere, as razões concretas para tamanho ressabiamento e não tendo esgrimido quaisquer argumentos que me permitam aferir da validade das suas acusações, permita-me reconhecer, mas apenas pontualmente , a sua muito pouca honestidade, princípios e transparência na Hora H.

É de louvar o seu esforço no sentido de ajudar as organizações dos festivais a ir de encontro aos seus particulares critérios de avaliação e gostos pessoais, ainda que, permita-mo constatar, não o tenha feito de maneira simpática, amiga, correcta. Até porque não lhe cabe a si, em reacção aos resultados de um dado festival, levantar suspeitas sobre a isenção e honestidade intelectual dos jurados que compõe o júri. É que, ao fazê-lo desta forma, a posteriori e em defesa da tuna X ou Y (presumo eu), não está, de facto, nem a ser isento, nem “intelectualmente honesto”.

Com semelhante atitude, só posso mesmo apoiar que se dedique somente aos encontros de tunas. Mas não sem antes - peço-lhe encarecidamente - me explicar a relação, para mim obscura, entre certames, competições, júris, jurados, as tetas das cabritas e Beethoven, Mozart e Strauss. Na minha humildade reconheço não a vislumbrar. Talvez eu precise de mais um par de anitos nisto das tunas e que me confiram uma autoproclamada “autoridade” equiparável à sua.

Até lá, permita-me tocar o que quero, como quero e onde quero, onde posso, onde devo e onde me convidam. E perdoe-me a ousadia de lhe sugerir que faça a mesmíssima coisa. Excepto se o júri não lhe agradar, claro está.

 

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Celso Albernoa Pereira
responde a Sir Giga:

Caro Sir,

De certeza que não deve estar à espera que lhe responda na mesma moeda, até porque além de não ter vocabulário suficiente para o fazer, não acho que pessoalmente me encontre à altura de responder a um "Sir"....!

P.S : Se o Sting foi sagrado pela Rainha Elizabeth II com o titulo de Sir, denominado "Comandante do Império Britânico", presumo que o Senhor tenho sido agraciado com o título de «Advogado do Império Tunante»......!!!


Abraço e boa música ( sem tetas )

 

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J.Pierre Silva
responde a Celso Albernoa Pereira:

Caro Celso,

Pensei que nova intervenção tua pudesse trazer uma de duas coisas:

Um esclarecimento tácito, objectivando e dando nome às acusações feitas ou pedindo desculpa pelas suspeições levantadas.
Diz o ditado que quem semeia ventos...... sujeita-se a colher o que não esperava.

Ora, em nome da tua apregoada transparência e honestidade intelectual, em vez de entrar em comentários a comentários, o melhor serviço que poderias prestar era dizeres, sem rodeios o que não disseste às claras - dando nome às pessoas que acusaste e provando as tuas insinuações.

Se o não fazes, nem tão pouco reconheces que, porventura, te terás precipitado, porque a quente (e por isso te devias retractar), então acho, sinceramente, que devias ter mantido o silêncio que podia, quiçá, indiciar que, afinal, foste algo intempestivo no tópico que aqui abriste.

Não leves a mal este meu reparo,mas estou seguro que estando tu na posição d eorganizador ou júri, alguém viesse com esse tipo de discurso após o teu festival...........eras capaz de não apreciar.

Abraço

 

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R T
responde a J.Pierre Silva:

Pierre, pelos vistos não me devo ter feito entender antes. Bom, assim sendo, cá vai, para ver se a conversa encerra aqui de uma vez por todas:

Assumo, meus caros. Fui subornado a fim de alterar o resultado deste evento. A negociação decorreu na Quarta-Feira anterior ao FITAM, num restaurante em Matosinhos e foi intermediada por um árbitro holandês - teve para ser em Canal Caveira mas não deu, estava de chuva. Embora haja quem jure a pés juntos que Pinto da Costa esteve presente, eu afirmo que não. O único corrupto aqui sou eu, que fique bem claro. A negociação foi dura, devo admitir, até porque o oferecido era deveras tentador - dois presuntos Pata Negra, uma Bimby e 10 sacos de churros com chocolate no Sr. De Matosinhos, que eu, diligentemente, me encarreguei de distribuir pelos outros 4 componentes do Jurado (um churro a cada um e e e e e ....!!) a fim de ficarem inequivocamente comprometidos com a "panela" que fizemos. Dito isto, nada haverá mais a declarar quanto a este assunto.

Assim, seguiu já nota de confissão de culpa para o DIAP do Porto, documento esse acompanhado por mais um saco de Churros com chocolate do Sr. de Matosinhos, pois sei do particular gosto pelos ditos cujos por parte da Srª. Procuradora e sua equipa (embora tenha explicado ao estafeta que os levou que eram churros e não charros, dado o exagerado interesse do mesmo na matéria). Serei, ainda assim, obviamente representado aquando do julgamento pelo Exmº Sr. Drº Sir Giga, afamado advogado britânico e das Highland´s Escocesas, conhecido mundialmente pela resolução de vários casos mediáticos - como sendo p.ex. a expropriação do Lock Ness onde representou a Nessie ou ainda a acção Povo versus Spice Girls.

Posta esta nota de confissão, nada mais me resta do que a vergonha e a partida para o exilio - caso consiga a absolvição - e dedicar-me futuramente aos grupos de música de baile onde não há prémios para dar a ninguém, só sandes de coiratos e umas Sumol laranja e tá feito.

Penso, assim, encerrar este verdadeiro caso de corrupção activa. O Portugal tuneril não voltará, depois de hoje, a ser o mesmo....

 

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Macieira .
responde a Celso Albernoa Pereira:

Confesso que não li os tópicos todos mas nisto tudo devido aos jurados do festival serem competentes ou não... Quando vais a um festival, tu vais para te divertires ou vais para ganhar prémios???

 

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Sir Giga
responde a Celso Albernoa Pereira:

Tavares, esqueceste-te de "Prof." e "mestre-de-obras"!!! Então, já não há respeito?!!! :D

He he he, parti-me a rir. Mas achei muito estranho não te terem oferecido alguma "fruta à la Reinaldo". A vida não é justa.

Seja como for, e porque estamos obviamente todos feitos uns com uns outros, à boa maneira mafiosa, te digo que ego te absolvo a peccatis tuis in nomine Tunae nostram, filius ilegitimus circa mundi, et spiritus Cardhum!!!

Em nota de rodapé, e como já te tinha entretanto dito em privado, resta-me apenas constatar que há pessoas que não se apercebem do quanto prejudicam de modo irresponsável as suas respectivas tunas, de modo CONCRETO, com efeito imediato e duradouro (ou pelo menos enquanto lá estiverem). O que, vistas bem as coisas, até me dá pena.

 

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R T
responde a Sir Giga:

Caro Sr.Dr.Advogado Sir Giga:

Acabo de entrar no Tribunal de São João Novo. Estou sentado no "mocho" em frente ao Exmo Juíz. Pelos vistos é-o desde ontem, acho que se safou no teste americano do CEJ. Devo ser absolvido, vá.

Em todo o caso, acho que vou-me ajoelhar à frente (salvo seja...) dele e cantar-lhe algo do género, a fim de exorcizar o meu calvário:


"Senhor,
A teus pés eu confesso:
Senhor,
As tunas maltratei!
Senhor,
Se perdão aqui peço,
Não mereço!
Senhor,
A ISENÇÃO desprezei
E pequei!

Perdão
No entanto, eu imploro!
Senhor!
Tu, que és a ISENÇÃO!
Eu sei que a perdi e que a adoro
E eu choro
Senhor,
Ao rogar seu perdão!

Senhor,
Eu confesso o perjúrio de tantas promessas!
Senhor,
Eu errei mas na vida
Encontrei a lição!
Senhor,
Eu t'imploro, senhor, ó meu Deus:
Não t'esqueças da minha votação!
Senhor,
Ó JURADO infinito, dai-me o seu perdão!

Amor
Por amor eu na vida jamais encontrara!
É tarde!
Caminho pela plateia perdido na dor!
Senhor!
Este voto é mais puro que a jóia mais rara,
Que a mais pura votação!
Senhor,
Se o voto é castigo, perdão meu senhor! "


Como se dizia na Idade Média, meu caro e bom Advogado Sir Giga, "Quem porcos acha de menos, as moitas lhe roncam".......

 

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R T
responde a R T:

Já entre 1939 e 1945 as então denominadas Estudantinas da Europa Central sofriam, nas suas actividades, de várias vicissitudes denominadas pela procura do reconhecimento público. A temática competitiva era, então, um must que, de certa forma, doutrinou para o adevir, conforme se constata nesta peça histórica de valor intrínseco incalculável, como será bom de aferir, gentilmente cedida pelo Canal História. Imperdivel....


 

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O Conquistador
responde a R T:

É caso para perguntar se o defunto (salvo seja!) vale a cera...

Mais vale cantares o "Adeus":

«Meu JÚRI na vida,
sem PRÉMIO eu fui daqui,
Desde que à partida
Meu bem fiquei sem ti.
Bem peço aos JURADOS socorro,
São mudos, ingratos,
Dá-me UM - se não, morro!»

«Nem com um SUBORNO
me dás consolação...
Quero UM de verdade,
Não quero uma ilusão!
Na alma ainda me dói
Meiga a tua voz,
Quando o JÚRI foi tão mau p'ra nós...»

«Adeus,
não afastes os teus PRÉMIOS dos meus
Até quando a VITRINE a brilhar
Se confunda co'as ondas do mar e os céus.
Adeus,
não afastes os teus PRÉMIOS dos meus!
Faz um JEITINHO,
que parto sozinho,
sem PRÉMIO, meu Deus...»

«Sei que tu existes
E sei também até
Que há FIGURAS TRISTES
E que uma delas é
A que me tortura: "GANÂNCIA"
Nem sei se há mais triste na minha ignorância...»

«Há palavras belas,
mas quase as esqueci:
"TUNA", "FAIR-PLAY", "CONVÍVIO", "SERENATA"
E outras pr'aí
Quando as re-aprenderei
Todas, ó Jesus?
Hoje apenas sei estas sem luz:»

«Adeus...» (etc.)

Abraço e
BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a O Conquistador:

Looooooooooooollllllll!

Muito bom....!!!!!!!!!!! Aliás, de excelência...!!!!!!!!

Abraços!!!!!!!!!

 

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O Conquistador
responde a Celso Albernoa Pereira:

Caro Celso:

indo ao teu post inicial, em teoria tens perfeitamente razão. Ninguém de boa-fé discorda (digo eu...) dos princípios que enunciaste.

Se o teu intuito é debater a idoneidade de quem compõe um júri, acho o tema fantástico e propício a debates intermináveis e fascinantes: por exemplo, se o número de anos que uma pessoa tem de tuna é critério de idoneidade.

Discordo frontalmente. Recusar-me-ia a submeter-me à avaliação de elementos de certos grupos que passam por ser tunas. E começaríamos logo à partida pela discussão do que é ou deve ser uma tuna e por aí fora.

Creio que concordarás comigo que mais importante do que as características "externas" (por assim dizer) das pessoas é a pessoa em concreto. Há pessoas com 20 anos de tuna que são mais infantilóides do que pessoas com 6 meses disto. Olha, a título de exemplo, o nosso colega pandeireta que concorreu aos ídolos. Será muito boa pessoa e terá muitos anos de tuna. Mas preferia ter caloiros no meu júri... Esse nosso colega, por exemplo, acha que sabe muito de tunas. Como poderemos aplicar-lhe a tua expressão "há pessoas que acham que podem ser jurados" (etc.)? Pois o homem acha que pode! E pior: há quem ache que ele pode! Imagina que ele recebeu dois convites para dois festivais diferentes.

Estás a vê-lo a pensar: "Vá, só tenho 4 anos de tuna... acho que posso ser jurado neste festival. Do outro não... é preciso alguém com pelo menos 10 anos. Que chatice."

Porém, se o objectivo é criticar uma situação em concreto, mais vale chamar as coisas pelos nomes. Só sabendo concretamente do que falas é que se poderá aferir da justiça das tuas palavras: se é o festival A e o jurado B, será uma coisa; se é o festival C e o jurado D, poderá ser outra.

Tal como escreveste, fica sem se perceber nada.

Em abstracto, tens razão. No concreto, poderás não ter.

Supondo que era de mim que estavas a falar: quem sou eu para achar que posso ser ou não jurado neste ou naquele festival? Essa é boa: tenho todo o direito de achar o que bem me apetecer nesse capítulo. Eu e qualquer outro cidadão deste país.

Inversamente, posso perguntar: quem és tu para achar que eu posso ou deixo de poder ser jurado neste ou naquele festival? Passaste de repente a ser a bitola pela qual se afere a capacidade de cada um para ser jurado?

Tal como tu podes não me reconhecer a capacidade para ser jurado, eu posso não te reconhecer a capacidade de fazer essa avaliação. E ficamos empatados: tu achas que tens uma capacidade que eu não reconheço. Eu acho que tenho uma capacidade que tu não reconheces. Em que ficamos? Quem tem razão?

Os dois. E nenhum.

O que resta? Saber de antemão quem integra o júri. Se achares que são idóneos, aceitas o convite. Se achares que não, declinas educadamente o convite. É o que eu faço quando (muito raramente) me convidam para um júri: peço que me indiquem as tunas a concurso: se acho que são dignas do nome, aceito; se não, declino.

Se o júri afinal não era o que esperavas, pois não tens outro remédio: desiludes-te, aprendes e da próxima não vais a um festival onde estejam o Sr. X e a Sra. Y. Não vale é vir a posteriori tecer considerandos teóricos sobre idoneidade: Quem vai ao mar, avia-se em terra...

Este fórum devia ter dois avisos à entrada.

Um é o do oráculo de Delfos: "Conhece-te a ti próprio"
O outro é uma máxima muito interessante, não sei de quem: "As pessoas superiores discutem ideia; as medíocres, coisas; as inferiores, pessoas."

Infelizmente, este fórum só é popular e participadíssimo quando se discutem pessoas...

Não me despeço sem antes te agradecer por esta oportunidade para discutirmos ideias.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a :

Bom dia.

Desafio aceite: é pura mentira. Não estará a falar de mim seguramente e desafio-o antes a provar o que diz. Se viu alguém a partir seja o que for, eu não fui seguramente. Está porventura Vª Exª equivocado.

Já agora desafio-o sim a dizer quem é Vº Exª e a que tuna pertence já que diz pertencer a uma Tuna, pois Vº exª apontou o meu nome e cá estou a contraditá-lo. Sendo Vª exª de uma Tuna, mais não espero que se retarte aqui, sob pena de, não o fazendo, estar então sob falsa entidade neste forum a fazer uma acusão torpe que, mais uma vez, rejeito e quanto à minha pessoa.

Retrate-se, diga quem é de facto e de que Tuna é. Caso oposto retirar-se-á daqui a única elação devida.

Bom dia.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

R T
responde a :

Exmº Ricardo António:

Não provou a acusação que fez: Nada que não estivesse(mos) à espera.

Vª Exª fez uma acusação directa à minha pessoa. Resta-lhe provar o que diz pois a acusação é sua. E aqui neste forum - e, caso a ver eventualmente, em local mais apropriado.

Vª Exª - provalvelmente imbuída de uma noção de Justiça Suprema e portanto, nada concreta ou pessoal mas antes genérica e a bem da nação, claro!!! - ao fazer uma acusação dessa gravidade mais não lhe resta do que identificar-se publicamente e provar a sua acusação, a fim de eu me defender da mesma e nos locais próprios. Caso oposto, Vª Exª ficará muito mal nesta fotografia - e mais veremos no que toca a outro tipo de consequências.

Tem uma ultima oportunidade para provar a acusação que fez aqui.

Se quiser falar comigo pessoalmente, diga, estou à sua inteira disposição. Mas hoje e só hoje. Porque a partir de amanhã não é comigo que falará, seguramente.

Bom dia.

 

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R T
responde a :

Bom dia.

É a sua palavra contra a minha. A acusação é sua, portanto, o onús da prova é seu. Não o fez. Eu não tenho de provar nem deixar de provar coisa alguma. Vª Exª sim.

Nem Vª Exª é Juiz e muito menos eu sou reú, era o que mais faltava. Este tópico e este forum não são tribunais. Esses, estão lá fora.

A diferença é que aqui sabem quem eu sou; já você é precisamente o oposto.

Não tenho de desmentir-lhe nem de confirmar-lhe coisa alguma, era o que mais faltava. Não sei quem seja pois Vº Exª está dissimuladamente neste forum a fazer uma acusação torpe que não provou. Terá, por isso, o tratamento devido.

Bom dia.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

José António Rosado
responde a :

Bom dia,

Peço que verifique a secção "Termos e Condições" do nosso site, nomeadamente o ponto 1.º). Tendo o utilizador tido a oportunidade de provar uma acusação, e não o tendo feito até ao momento, trata-se isto de uma clara DIFAMAÇÃO a um dos administradores do portal, até que seja provado o contrário como é evidente, e nesta sequência o ponto 9.º) que transcrevo: "Na utilização do forum PortugalTunas os utilizadores comprometem-se a não utilizar o mesmo sob falsa identidade ou induzindo a outra identidade terceira, bem como a não replicar registos de nomes,sendo que o incumprimento deste ponto acarretará - e sem qualquer explicação adicional - a imediata expulsão do forum com o terminus do registo em causa. O registo falso no forum PortugalTunas originará a eliminação do mesmo registo. Poderá o PortugalTunas confirmar, a qualquer momento, a veracidade dos registos efectuados."

Tendo nós tentado contactá-lo por diversas vezes para confirmar os seus dados, que se encontram errados/incompletos, pedimos que efectue novo registo, com número de telemóvel correcto para que possamos confirmar efectivamente os dados enviados.

Cumprimentos




 

[responder a "José António Rosado"] [denunciar abusos]

R T
responde a :

Bom dia.

Vº Exª ao fazer uma acusação especificamente contra a minha pessoa, ao não concretizar e provar a mesma está obviamente a difamar-me e de forma publica.

Se Vª Exª tiver coragem, certamente possibilitará que me defenda no local próprio. Para isso será necessário que a sua coragem ao acusar-me seja directamente proporcional à sua coragem em se identificar publicamente para que assim, possa eu desencadear as acções que me assistem por direito.

Aguardo, serenamente.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Gato Preto
responde a José António Rosado:

Boas,

Gostaria de me pronunciar sobre o assunto.
No entanto noto que faltará(ão) algum post. Qual é o desafio que o R.T. aceita? Quem acusa? E de quê?

É que quando se contradita num espaço público, todas as informações deverão ser facultadas. Se não, o serviço é viciado e não elucida. Se não for o caso ficam aqui, antecipadamente, as minhas sinceras desculpas.

Abraço


 

[responder a "Gato Preto"] [denunciar abusos]

R T
responde a José António Rosado:

"As pessoas superiores discutem ideias; as medíocres, coisas; as inferiores, pessoas."

Infelizmente, este fórum só é popular e participadíssimo quando se discutem pessoas..." (fim de citação)


Boa Tarde.

Não é em vão que cito o Conquistador, acima, e a abrir. De facto, se olharmos para todo este tópico, acabo por dar razão ao Celso Alberboa quando fala em lavagem de roupa suja. Ora cá está ela, de facto. Quando é que ela surgiu, aqui? Quando alguém resolveu fulanizar, no caso, na minha pessoa, pasmem-se agora, sobre algo que supostamente teria ocorrido há 4 anos atrás e que NADA tem a ver com o presente tópico, apenas com um único intuito: denegrir a imagem de alguém, de forma cirurgica, no caso, a minha pessoa. Tiro na água. Mas fica a intenção de alguém. E é dessa intenção que se deve retirar conclusões.


Caro Zé Rosado, este post deveria ter ficado intacto, como "monumento" a tudo o que devemos repudiar e banir de facto deste nosso pequeno mundo, como exemplo do que não devemos ser, como montra do que move alguns. Este forum pretende troca de ideias (mais ou menos acaloradas, é certo) mas só de ideias, não de fulanizações que apenas têm dois intuitos: atacar fulano X e dispersar atenções quanto ao essencial.

Quem o faz? Os mesmos de sempre, usando o mesmo "método" internautico, as "Franciscas" e "Filipas Carvalho" a que desde sempre estamos habituados. Desta vez do lado de lá do telefone ao invés do "Clark Kent" surgiu uma santa moça que de tunas nada sabia (e presume-se que quem indica um falso número de telemóvel tenha alguma obscura intenção, no limite). Palavras para quê?

Deveria tudo "isto" ter ficado online. Fui difamado, tratei o difamador por Vª Exª sem em momento algum ter sequer beliscado o seu "bom nome", em pelo menos 3 ocasiões pedi para se identificar devidamente, dando oportunidade até para dialogar sobre a acusação que me foi feita. Como é óbvio, concluí-se que para atirar a pedra não é precisa coragem alguma mas para se responsabilizar pelo que diz e acusa, aí a coragem desaparece.

Pegando na citação do Conquistador, não é intenção deste forum ser popular. Antes interessante, assente em ideias, pensamentos e não em fulanizações.

Abraços.

 

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R T
responde a Gato Preto:

Caro Gato:

Basicamente um utilizador - que incumpria nas regras de registo - acusou-me de, num determinado certame, eu, a minha pessoa, ter destruído publicamente um prémio. Quanto ao resto, o José Rosado ilucida acima. E eu de igual modo.

Mas peço a todos que não caiam na fulanização, agora, desta questão. A mesma está resolvida aqui por quem de direito e será fora daqui resolvida por mim.

Passemos, pois, às ideias.

Abraços.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a Celso Albernoa Pereira:

Caro Celso, só mais uma achega:

já todos vimos filmes norte-americanos nos quais se retrata a escolha dos jurados para um julgamento. A defesa e a acusação entrevistam uma série de indivíduos e vão aceitando ou vetando os "candidatos" até se alcançar um júri que seja do agrado de ambas as partes.

Estás a ver o absurdo: que as tunas fossem ouvidas na escolha dos jurados... "Queremos aquele, o outro não" - e por aí adiante. Um júri para escolher o júri... e depois um júri para escolher o júri que ia escolher o júri - and so on, ando so on...

A organização escolhe os elementos do júri. A meu ver, deve divulgar antecipadamente quem são, para que as tunas possam decidir se querem ou não participar - ou participar, mas sem ir a concurso.

Manifestaste as tuas reservas quanto à idoneidade do(s) jurado(s) antes do concurso?

Se sim, já sabias ao que ias e aceitaste o julgamento dessa(s) pessoa(s).

Se não, de que te queixas? Eram idóneas antes e agora já não são?... O que mudou? (a pergunta é obviamente retórica)

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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O Conquistador
responde a R T:

Ó RT:

Isso compra-se a metro na loja de "recuerdos" ali da esquina.

Além do mais, EXIJO ver a datestamp do ficheiro de imagem... JPG PARA O CSI MIAMI - JÁ!

Datem-se as telhas por C-14! Analise-se a tinta para ver se o ano corresponde! Faça-se uma análise grafológica do texto contido nas telhas!

Parece-se detectar um certo "esbotenamento" na asa esquerda da gaivota da telha da esquerda e no canto superior esquerdo da telha da direita... isso foi colado, pá! Tu "partistes" as telhas e agora 'tás a querer deitar poeira p'òs olhos da gente...

Não queiras enganar a "balta", c'a "balta" enrola, mas não se deixa enrolar!

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

R T
responde a O Conquistador:

Quero deixar - mais - uma declaração de culpa pública - e por ordem cronológica:

1º) Aos 3 anos tive Varicela. Contagiei a Alicinha, o Pedrinho e o Mané lá do infantário. O que valeu é que era uma IPSS.

2º) Aos 12 anos parti o vidro da portaria da escola Augusto Gil com uma bolada à Cubillas. Sim, fui eu (não foi o Quim zé).

3º) Aos 18 atropelei de mota uma velhinha na passadeira em frente ao Carolina Michaelis. Ao contrário do que corria então, não foi o Dr. Justiniano do Conselho Directivo, fui eu.

4º) No mesmo Liceu um dia uma miuda foi filmada a dizer à Professora "DÁ-ME O TELEMOBELE JÁAAAAAAAA!!!!!!!!!! " Fui eu que filmei.

5º) A crise do Prime Time nada teve a ver com o Maddof. Quem o aconselhou fui eu também.

6º) O Pedro Lamy não ganhou as ultimas 24 Horas de Le Mans porque eu coloquei pioneses no assento do Peugeot no momento da troca de pilotos à ultima hora de prova. Não tendo ficado filmado mesmo com tanta cãmera lá, assumo: Fui eu.

Assim de repente, ficam estas patifarias minhas. Já outras, não, de todo.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

O Conquistador
responde a R T:

Não te estás a esquecer da extinção dos dinossauros e dos pepinos com e.colii? Quem te mandou "orinar" lá para aquela ribeira na Alemanha?

Sim, e pergunto eu: por que razão o Sporting não é campeão há tantos anos, hem? Sim, porquê? E quem colocou o caruncho na cadeira do Sr. Presidente do Conselho? Quem desencadeou a Guerra dos 100 Anos? Quem deixou aberta a porta da cela de Napoleão em Santa Helena?

E, acima de tudo, o supremo enigma bíblico: quem é o pai dos filhos de Zebedeu?

Agora é que se vai saber a verdade toda. Anda lá, amocha!

 

[responder a "O Conquistador"] [denunciar abusos]

Celso Albernoa Pereira
responde a R T:

Companheiros, e porque não criar os prémios Pedro Lamy I, para as tunas que ganham sempre os festivais porque as outras todas desistiram, e o Pedro Lamy II, para as que ficam sempre em segundo ?!

P.S : Não sei se já repararam, mas o nome do aldrabão ao contrário é um imperativo nú e cru ao sexo...........livre e selvagem. ( Maddof - foddaM ! )

Cumprimentos,

 

[responder a "Celso Albernoa Pereira"] [denunciar abusos]

Lacrau - TUB
responde a O Conquistador:

Há muito tempo que não passava um serão no trabalho de maneira tão agradável, como hoje :)

Se o assunto é competências, que não restem dúvidas sobre as mesmas quando toca a animar a malta. Sentido de humor sublime!

Sou-vos sempre muito grato.

No final do tópico vamos todos beber uma mine. Eu pago os amendoins, descascados!

 

[responder a "Lacrau - TUB"] [denunciar abusos]

R T
responde a Lacrau - TUB:

Grande Lacrau, aquele abraço!

Ainda bem que conseguimos animar-te o serão, embora o "mérito" não seja de quem "postou" tais ilustres pérolas mas antes de quem nos "obriga" a ser digamos, algo "castiços" - à falta de bom senso, coragem e respectivo assumir de responsabilidade.

Por falar em assumir responsabilidades, poderei dizer-vos que - e com relativa segurança - sabemos da autoria da acusação torpe que me foi dirigida acima. Não, não misturo o dito cujo com a Tuna da qual fez/faz parte, mesmo estando afastado fisicamente da mesma. Antes, aconselho vivamente tal personagem a utilizar o seu registo DE FACTO e inicial neste portal, a fim de se retratar publicamente.

Até lá, dou por encerrado - aqui - este assunto.

Abraços a todos e regressemos ao debate de ideias, pois.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Celso Albernoa Pereira:

Isto é tudo muito bonito, mas ainda não foi fechado o assunto (independentemente do dito cromo que veioa aqui acusar cobardemente o RT):

Por uma questão de transparência e verticalidade, que se esclareça a história dos incompetentes, dando nome aos ditos ou se reconheça, inequivocamente, que foi um lapso, uma generalização precipitada.

Tratando-se de um certame organizado por uma tuna respeitável, acho que é de esclarecer de modo a que a imagem das pessoas não fique beliscada,tal como do certame e tuna que o organizou.

O resto são favas.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

Gato Preto
responde a R T:

Caro R.T.

Venho por este meio colocar a minha solidariedade à tua inteira disposição.
E faço-o por 3 motivos.

O primeiro tem a ver com a indignidade da torpeza de alguém que disfarçado acusa cobardemente, procurando por esta via a fuga à responsabilidade da demanda.

O segundo porque é intolerável a acusação sem provas, o juízo de valor, o processo de intenção que aparentemente esgrimindo a imoralidade dos actos não procuram mais que denegrir pessoas e instituições.

Por fim e para este vosso comparte a mais importante, porque te conheço.

Tenho a felicidade de contigo trilhar caminhos comuns há quase 20 anos.
Sei quem és, conheço a tua forma de estar, posso enumerar um ou outro defeito mas seguramente será muito mais difícil fazer a apologia das tuas virtudes, já que são muito mais.
Contigo, tenho a confiança de poder continuar a falar sem que o sinta que o faço para as paredes. E isto só acontece porque te pautas por um conjunto de valores e princípios que devem nortear quem se quer movimentar neste Universo no qual existo há 23 anos.
Já tive o gosto de nos cruzarmos várias vezes na condição de jurado apesar de nunca termos almejado pertencer simultaneamente ao mesmo elenco do Júri. Sei-te exigente mas pedagógico. Acutilante e compreensivo. Competente e condescendente. Porque és Tuno.

Fossem todos como tu, meu caro.

De quando em vez, com rábulas destas, apetece parar. Mandar tudo e todos às malvas e começar a gozar o panorama de fora e mandar uns bitaites.
Seria sem dúvida muito mais confortável. No entanto, tenho para mim que imiscuir-mo-nos nos assuntos, contraditar, apresentar ideias e debater é muito mais responsável que a ociosidade do remanso.

Aceita aquele incondicional abraço.

p.s. - em relação ao post original, apenas dizer que o meu grupo, tantas vezes injustiçado, já o foi seguramente outras tantas sobre-avaliado. São umas para as outras. O reconhecimento público é que é difícil de obter. E esse continua à 25 anos. O resto são "telhas"...

 

[responder a "Gato Preto"] [denunciar abusos]

R T
responde a Gato Preto:

Caro Gato^Preto:

Agradeço-te, penhorado e humilde, as tuas palavras. Sei porque as ditas. E ao contrário também o faria.

Contudo, compreende que não quero qualquer tipo de beatificação da minha pessoa, aqui, neste fórum e muito menos neste tópico. Quero que ele seja um debate de ideias, tal como começou aliás. Nada de fulanização, para isso já bastou o que se passou.

Quanto ao atentado ao meu carácter aqui tentado mas falhado já deixei a minha declaração de interesse. Uma imagem vale por mil palavras.

Mas agradeço-te, novamente. Pena tenho que alguns que não me conhecem de parte alguma nem sequer façam o esforço de tentar conhecer. Aliás, é um dos males maiores da tuna portuguesa: tem medo do desconhecido, da tuna nova que ai vêm, do gajo que dá a cara e que passa a falsa ideia de intocável, quando afinal somos todos Tunos que, por sê-lo, deveriam até por génese, tentar conhecer-se mais e melhor antes de se andar a dizer disparates sobre os outros, fazer processos de intenção sobre os outros, invejas comezinhas e por aí fora. Eu dou a mão à palmatória na pequena proporção que me cabe. Façamos todos esse acto de contrição e procuremos todos, ao invés de andar a dizer mal do que não conhecemos, conhecermos-nos melhor. E aí, se calhar, as coisas melhoram, digo eu.

Espero e desejo que este triste episódio sirva de exemplo sobre tudo aquilo que NÃO devemos ser. Mesmo. O resto é do foro pessoal e como tal, tratado será a esse nível.

Abraços a todos e uma vez mais obrigado pelas tuas palavras, tão simpáticas quanto imerecidas.

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Gato Preto:

De facto, secundo as tuas palavras, caro amigo.
O RT faz parte daquele grupo reduzido de Tunos que são referência pelo saber ser e estar, mas, também, pelo saber "tout court" - um saber não de frases feitas, mas de inconformismo e constante procura de factos (ao invés de tantos que procuram valer-se de mitos), partilhando generosa e altruisticamente, de modo a transversalizar um património que nos une.

Muitos dos regulamentos festivaleiros que hoje existem têm a sua marca (algo que poucos saberão) e se alguém está certamente capacitado para avaliar seriamente, o RT perfila-se no topo da lista.

Nada tem isso de fulanização ou elogio gratuito. São factos.

Como tuno não lhe conheço defeitos, antes feitios. Nunca se escondeu, sempre deu a cara, fosse na web fosse presencialmente (encontros, certames, ENT, etc.), algo de que nem todos se podem gabar (já que a moda é mandar bitaites, muitas vezes anonimamente, e depois, de corpo presente fazer-se ausente).

Como o RT há "muitos" outros, só que com menos perseverança e pachorra, por isso afastados da linha da frente. Nisso também te secundo e subscrevo: é uma questão de responsabilidade e verticalidade: ser-se tuno não passa apenas pelo tempo em que se anda de guitarra na mão a subir e descer ruas ou palcos, antes um modo de ser e estar que tem formas diversificadas de intervenção e exercício.
Já o silêncio e o desinteresse que manifestam todos aqueles que se votaram à reforma é, em rigor, incoerente.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Gato Preto:

Adendo:

Seria injusto estar apenas a citar o RT, quando quem foi posto em causa não foi apenas ele, mas os demais pares que com ele tiveram a sempre difícil missão de avaliar.
Pelo que me chegou ao conhecimento, todos os demas também não são novatos nestas andanças, antes pelo contrário. Todos eles tunos, todos eles com conhecimentos mais do que suficientes para avaliar.

O que me parece contraproducente, neeste e em tantos outros casos, é não se perceber o quão difícil é avaliar tunas diferentes com repertório diferente, mesmo que pelos mesmos critérios.
Seria preciso que todas tunas tocassem os mesmos temas, que porventura apresentassme partitura dos seus arranjos, que bandeir e pandeiretas cumprissem as mesmas figuras obrigatórias, etc. para se conseguir, à partida, um objecto de estudo de facto comparável. E mesmo que todas essas condições estivessem reunidas, não deixaria de ser titânica a tarefa de avaliar isso tudo em tão pouco tempo.

Não significa isso que avaliar tunas seja tarefa impossível, o que de todo é impossível é oferecer uma avaliação ao gosto das expectativas de todos os participantes, que a todos agrade.
Por mais objectivos que sejamos, por mais balizadores que sejam os critérios, há sempre uma margem para o a subjectividade, mas pro isso, também, é que é sempre um grupo a avaliar e não apenas uma pessoa, de modo a conseguir-se um equilíbrio ou menorizar qualquer falibilidade.

Para quem faz da avaliação uma das componentes do seu dia-a-dia, perceberá bem o que digo, quando mesmo perante dados objectivos há sempre a possibilidade da dúvida ou subsiste o receio de não se estar a ser totalmente justo. mas uma coisa é todos sabermos disso, porque parte da natureza humana, outra é liminarmente rotularmos de incompetentes ou facciosos todos aqueles que ajuizam de modo contrário ao que queremos, achamos ou nos dizem que acharam.

Nisto estou como o Conquistador: importa dar a conhecer antecipadamenter quem avaliae o srespectivos critérios, de modo a que isso seja tido em conta no momento de se aceitarem os convites.

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

Celso Albernoa Pereira
responde a J.Pierre Silva:

Com chouriço, Pierre ?!
Mas o que é que se passa ?! Desde quando os comentários aqui postados são sempre uma forma de acusação e nunca uma forma de prevenção ?! Porque razão terá de estar relacionado com o festival A e não com todo o alfabeto ?!
Poças, vocês gostam mesmo de sangue e intrigas !

Cumprimentos,

 

[responder a "Celso Albernoa Pereira"] [denunciar abusos]

R T
responde a Celso Albernoa Pereira:

Ao ler-vos, lembrei-me por momentos de uma certa cena do clássico "Casablanca".....


 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

J.Pierre Silva
responde a Celso Albernoa Pereira:

Caro Celso,

Levantaste acusações que não objectivaste, embora te estivesses a referir a um grupo de pessoas e um festival em concreto, o FITAM, neste caso. Daí que, em coerência só se podem esperar, de ti, uma das duas coisas que já acima mencionei, em nome da apregoada (por ti) transparência e honestidade intelectual, que referes no teu post inicial.
Não é questão de sangue e intrigas, mas de verticalidade.
Apareces a critica ro lavar de roupa suja neste fórum, mas tentaste uma lavagem a seco sem molhares as mãos.

De prevenção poderia o teu texto ser (como focou o Conquistador), se tivesses evitado particularizar, mas não foi o caso.

Mas tudo bem. Não dou mais paa este peditório.

Abraço

 

[responder a "J.Pierre Silva"] [denunciar abusos]

Celso Albernoa Pereira
responde a J.Pierre Silva:

Achas que particularizei a situação ? Onde ?
Cuidado com a resposta, porque se te justificares com o último parágrafo do primeiro post, tu é que estás a particularizar o festival.

Abraço e bons "arranjos",

 

[responder a "Celso Albernoa Pereira"] [denunciar abusos]

R T
responde a Celso Albernoa Pereira:

Caro Celso:

Antes de mais, puxa de uma cadeira, senta-te tranquilamente à mesa que já mandei vir umas "mines" e uns "minuins" prá malta poder degustar. Na boa, pois.

Bom, sendo assim como dizes, sem particularizar e andando aqui desde 1994, havendo como dizes "coisas que não funcionam" - vamos pôr as coisas nestes termos, vá - gostava, então, de te colocar um desafio, se for possivel, claro e se o permitires, obviamente:

Se assim não funciona, então seria possivel ler aqui o teu contributo de facto sobre como deveria, então, funcionar? Ou seja, resumindo a coisa - para não ser exaustivo - aos clássicos Melhor Tuna, Solista, Estandarte e Pandeireta, seria então possivel que, de forma abstracta e universal, nos indicasses, na tua elevada perspectiva, que forma, que sistema avaliativo seria então, na tua óptica, o melhor a aplicar nos certames de Tunas?

Partindo do principio que concordarás que ao apontar um pretenso problema certamente tal pressupõe deixar a solução para o mesmo, fico expectante, então, em ler a tua douta opinião sobre o que será, então, um modelo alternativamente por ti proposto de avaliação de um certame de tunas.

Aguardo então a tua participação! As "mines" já estão abertas, meu caro....

 

[responder a "R T"] [denunciar abusos]

Tiago Nogueira
responde a R T:

Caríssimo RT,

se me permite gostava de dar uma opinião (e apenas uma opinião) sobre o assunto.

Não existe um sistema avaliativo realmente bom para todas as tunas. Existem sistemas e critérios que poderão ser, de facto, muito completos, mas manifestam sempre a concepção que a tuna organizadora tem da "Tuna".

Penso que todos aqueles que se deram ao trabalho de conceber um modelo avaliativo para o seu certame, esforçaram-se por valorizar o que pensam ser o mais importante. Mas o que cada um pensa, não reflecte o que as outras tunas pensam. Isto quer dizer que acabam por ser previsíveis os critérios de avaliação dos certames de cada tuna. Basta, para isso, conhecê-las minimamente e saber que tipo de música privilegiam, como é a sua forma de estar fora de palco e por aí fora.
Penso que isto também explica o porquê de certas tunas terem melhores resultados em determinados festivais.
Parece-me pacífico, atendendo à diversidade que se verifica no nosso país.
De outro modo, teríamos que arranjar um modelo que servisse para todos os festivais. Isto implicava chegar a conclusões muito concretas sobre o que se deve esperar de uma tuna em palco e fora dele, o que creio nunca poder vir a ser consensual, no momento em que a Tuna Portuguesa se encontra.

Assim sendo, penso que é relativamente simples cada um de nós saber o que esperar quando aceita participar num festival competitivo da tuna X, ainda que não tenha tido acesso aos critérios de avaliação ou à composição do jurado, antes de dizer "sim". Não digo que isto significa saber que vai ganhar o prémio A ou B, mas sim o que a Tuna X vai valorizar e incluir no seu regulamento.

 

[responder a "Tiago Nogueira"] [denunciar abusos]

R T
responde a Tiago Nogueira:

Ilustre Adémia:

Éh pá, não me trates por você, peço-te penhorado....

Claro que não existe nem há qualquer sistema infalivel de avaliação. É daquelas coisas que julgo serem demasiadamente óbvias para que todos percebam, como me parece fácil de constatar.

E é exactamente por isso que se deve, ao sistematizar (tentar, entenda-se) algo no que toca a critérios avaliativos, seja do que for, perceber de forma lógica e sensata as diferentes sensibilidades em questão. A sistematização criterial serve apenas para reduzir a margem de erro - que continua a existir sempre, entenda-se - que a própria natureza humana encerra quando colocada na posição de avaliador e de avaliada. Parece evidente que havendo um qualquer sistema tal é menos permissivo ao erro do que não havendo de todo sistema algum excepto a vontade de cada um dos avaliadores. É pecisamente por essa ordem de razão que a sistematização criterial deve ser publicitada previamente, de forma a que os futuros avaliados saibam precisamente ao que vão, sabendo de antemão que não estarão sujeitos à vontade comezinha de cada um dos pretensos jurados tout court. Se reparares, a sistematização criterial "obriga" os avaliadores no seu âmbito a seguirem a mesma - e não a sua mera vontade, disposição ou simpatia mais ou menos pessoal.

Já escrevi várias vezes sobre esta temática e não me irei repetir agora, por deveras maçador até. Certo é que o que realmente interessa será não a Lei mas antes o seu espírito, o que preside à mesma Lex e não a Lex em si mesma, sempre mutável e em função dos acontecimentos/ensinamentos/experiência. P.ex. , eu não concordo em tunas que as mesmas sejam avaliadas matematicamente porque entendo que a matemática aplicada a uma Arte pode trazer incomensuráveis problemas na hora H. Já escrevi sobre isso. Agora entendo que um sistema mais ou menos mutável pela força da experiência mas concreto quanto aos diferentes critérios em causa para cada apartado reduzem logo à partida, enormemente até, a margem de erro dos avaliadores, logo, tornam mais pertinentes e fiáveis o resultado final. Partindo do principio óbvio que ninguém adopta algo que seja mau e que não concorde com tal, havendo um sistema avaliativo que é replicado em N certames tal significa - mesmo respeitando a natureza de cada tuna organizadora, local, etc - no limite, que o mesmo sistema funciona. Ou então, porque é mais fácil usar o que já existe do que fazer algo de novo, de raíz. Aí, meus caros, a responsabilidade está em quem opta por X ou Y, não em quem "criou" o dito cujo sistema avaliativo, será bom de se perceber.

É por demais evidente que quem alinha em estar presente no certameXPTO está obviamente a dizer que aceita o seu sistema avaliativo: Caso oposto, recusa ir. Percebo, contudo, que estas matérias nem sequer assaltem a mente de 99,99999% dos intervenientes convidados ANTES do certame. Mas aí o problema continua a ser dos mesmos, não de quem convidou e publicitou o seu sistema avaliativo seja lá ele qual seja.

O que eu gostaria de ver, antes, sim, seria alguém a explanar um NOVO sistema avaliativo para certames. Isso sim, é que seria de valor. Até para que pudessemos comparar - finalmente... - sistemas avaliativos e não discutir o fulano, o cicrano e o beltrano que estavam no Jurado, que tanto podem ser uns gajos fixes como uns *abrões, consoante, claro está, o resultado final do evento. O que nunca vi foi ANTES do mesmo dizerem que o fulano e o beltrano e o cicrano são uns *abrões e como tal saltam fora de concurso. Nunca vi, de facto. O que atesta ainda mais e com mais pertinência a urgência de sistemas avaliativos ACIMA das pessoas.

Ainda assim, tenho esperança de ver coisas novas - já que bater no jurado no fim é o prato do dia. Quero mesmo achar que mais sistemas avaliativos surgirão de facto, se é que já não existam, e que são novas formas de o fazer. Isso sim, seria elevar de patamar qualitativo toda a ideia da competição tuneril, tornando-a mais lógica e por tal menos fulanizada. Gosto da critica mas com soluções apresentadas a seguir. Aguardo pacientemente pela suspresa. Sabr que há mais formas de avaliar tunas para lá das constantes é, mais que um alivio, uma forma de dignificar ainda mais esta Arte. Portanto, se quem gosta disto gosta mesmos e pensa sobre a mesma temática pois então que se sente, pense, troque impressões e "monte" uma nova forma de avaliar tunas, distinta das que existem. Simples.

A Aguardar pois, por tão nobres trabalhos....

Abraços!






 

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EUC_Capacete
responde a R T:

Devo dizer que li este post de uma ponta a outra e ainda não percebi se perdi ou ganhei alguma coisa.

Cada vez me convenço mais que a Internet trouxe coisas muito boas mas também trouxe coisas muito más, sendo que a pior de todas foi, sem dúvida, a calúnia sem rosto. A denúncia que não denuncia. A facada nas costas, falando “bem e depressa".

Penso para mim mesmo que triste existência será esta, a de passar horas e horas em casa a matutar sobre um “prémio", sendo que nem houve o cuidado (pelo que percebi) de tentar apurar a questão na hora. Note-se que o indivíduo em causa (“fulanizo" porque a calúnia em anónimo não é mais do que “trolling" sendo que merece o seu autor ser tratado nessa condição) esperou pelo confortável manto do anonimato para finalmente lançar a facada.

“Fulanizando" novamente, recordo que o RT foi júri num festival em que participei recentemente, sendo que não se limitou a explicar os critérios que lhe serviram de base: foi mais longe e dissecou ponto por ponto a nossa actuação. Estar sentado durante horas a ouvir tunas e ainda ter frieza para se recordar e explicar a quem queira ouvir diz bastante sobre o carácter e método da pessoa em causa.

Saí com a seguinte convicção: “finalmente um festival em que somos reconhecidos pelo que somos".

A pessoa em causa não precisa destes depoimentos mas senti-me obrigado a dá-lo, porque no meu entender estar calado é compactuar com este tipo de atitude, que me pōe doente.

Reclamar por prémios é quanto a mim triste, e desculpável apenas pela confiança exacerbada que algumas pessoas têm no seu grupo. Mas fazê-lo em anónimo é apenas lamentável: repare-se que não há um único dado concreto em cima da mesa, sei lá, do estilo “o melhor pandeireta foi para um que era perneta".

“Bom senso e bom gosto", já dizia o outro.

 

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R T
responde a EUC_Capacete :

Carissimo Capacete:

Agradeço penhorado as tuas simpáticas palavras. Mas quero voltar a reafirmar, em manifesta declaração de interesse, que de todo eu - ou alguém - devam ser "a" notícia. As pessoas passam, a Tuna fica, é que interessa afinal. O resto é o que é, vale o que vale, fica como fica, está como está. Nem vou sequer tecer mais considerandos sobre o que é óbvio e qualquer pessoa inteligente já percebeu. Nestas coisas há sempre uns, mais que outros, que ao se exporem - coisa que começo a francamente abominar, a exposição - acabam por servir de bodes expiatórios a uma data de coisas comezinhas, a começar pela inveja, passando pelo mau perder e terminando na má educação e cobardia. Nada de novo, desde sempre foi assim. Aqui, neste forum, antes era assim; agora é assado. Aí não cedemos.

Ideias. Conceitos. Paradigmas. Debate de tudo isto é urgente. Para todos. Não é o Zé nem o RT que têm de ser "discutidos" ou debatidos. Porque não é por causa de ambos que as coisas deixam de ser como são, evoluem ou estancam, se projectam ou pelo oposto se cristalizam. A construção é comum, mormente as várias particularidades de todos nós. E se há país com tanta diversidade tuneril, este, que é o nosso, é o expoente máximo da mesma. Saber viver nela, com ela e para ela é o que realmente importa. Discutir presuntos, ao fim destes anos todos, é um golo na própria baliza de todos nós. E quem não entende isto é como o Kadaffi que ainda não percebeu que ele está mal e o que o resto do mundo é que está correcto.

Alinhar por cima. Exigência geral, abstracta e universal. E não discutir o "gajo que teve no Jurado" ou o "gajo da tuna X com quem não simpatizo" e por aí adiante. Mesma que alguns queiram indexar uma coisa à outra, não conseguem porque é algo intelectualmente desonesto. Simples.

Forte abraço para ti e para os teus!

 

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R T
responde a R T:

Permitam-me que vos conte uma - de N que guardo na memória.. - situação, ocorrida em tempos, com uma das mais prestigiadas e premiadas Tunas nacionais, num dado certame, onde foram, então, desclassificados por manifesto excesso de tempo em palco, incumprindo com a regra respectiva.

Instado um dos seus elementos por mim, mero aficionado, sobre o porquê de tanto tempo em cenário, a resposta foi imediata por sincera: "Tinhamos este espectáculo montado e como tal, resolvemos fazê-lo de uma ponta à outra pois tocamos para o publico e não para Jurados; se passamos o tempo, paciência, mas não deixamos de ser o que somos ou deixamos de fazer o que nos propusemos a fazer, aqui, hoje, por causa de um Jurado".

Não carece de mais delongas, julgo eu. Apenas uma: que todos procedecem com tamanha consciência.....

Abraços!

 

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EUC_Capacete
responde a R T:

VERSÃO "LIGHT", para quem não quer ter o trabalho de ler isto tudo: um festival de tunas é um festival de "arte"? Se sim, de que "arte"? Respondo: música. Espectáculo é adulação e não pode substituir a música. Pode - e deve - completá-lo, como a medicina se completa com a alimentação saudável e o exercício físico com a moda e a cosmética.

VERSÃO PARA A "Oxford Tunas Review": Para falar deste assunto gostaria de recordar um livro que é um hino à discussão aqui vertida. Chama-se "Górgias", uma das obras mais conhecidas de Platão.

Um dos temas centrais é a bipolaridade "arte" / "adulação": a retórica estaria para a justiça como a cosmética para a ginástica e a culinária para a medicina, se não estou em erro. O "bom", o "belo" e o "justo" seriam substituídos pelo prazer imediato, pelo hedonismo, pela conquista tão aparente como fictícia.

Falando de tunas em concreto - mas em abstracto - julgo que essa bipolaridade reside no binómio "espectáculo"/ "música". Música é arte. Espectáculo é adulação. Vivem bem juntas, como a culinária vive com a medicina e como a cosmética vive com a ginástica. Mas onde está verdadeiramente a "arte"? A resposta é una: na música. Uma tuna/ estudantina é um grupo que apesar dos seus usos e costumes (praxísticos, presumivelmente) vive, reproduz e cria música. Se a ela somar umas anedotas? Óptimo. Umas bandeiras? Há quem goste. Uns confetis? Repito: há quem goste. Nada contra, é uma maneira legítima de conquistar o público. Mas não prémios, quanto a mim. Dir-me-ão: "resolução fácil, cria-se um prémio para a "espectacularidade" (ou semelhante). Tudo bem, separa-se o trigo do joio e cada um sabe ao que vem e o que quer retirar (questão bem diferente é saber se com isto não se afecta directamente o paradigma, mas isto é outro assunto). Mas a "melhor tuna" será para mim indiscutivelmente (mas não axiomaticamente, porque o é para mim) a melhor musicalmente, como melhor solista será o mais afinado (pode-se nem gostar do timbre e pode-se achar o alinhamento uma "seca": mas é isto, basicamente) e o melhor pandeireta o que conseguir a coreografia mais harmoniosa (subjectividade, novamente) e certa no tempo.

Note-se que é extremamente difícil criar parâmetros objectivos a partir daqui. Mas há alguns: afinação, complexidade dos arranjos, dificuldade de execução. É um começo. Mas nunca se pode esperar que a análise do júri seja puramente objectiva: aqui está o papel da adulação: ajudar à arte e não substitui-la. Numa linha: criar um bom "produto final", como a cosmética e a moda ajudam a uma boa ginasta cheia de curvas e como a alimentação saudável ajuda ao papel do endocrinologista.

Primeira conclusão: o júri deve saber separar o seu papel do restante público, que ninguém espera que esteja preocupado em avaliar os grupos, sendo que é precisamente por essa razão que se convence facilmente com a adulação repetida "ad nauseam". A "tuna x" foi a que mais gostou: perfeitamente legítimo: o público vai a um Festival de Tunas para dele retirar prazer, diversão. O júri não (não quer dizer que não o retire, mas não é essa a sua função primordial, pelo menos). Por isso é que tanto se ouve: "achei os prémios muito injustos, A, esteve bem melhor que C". Mas "melhor" em quê? Dependendo da resposta vemos se há ou não condições para prosseguir com a discussão.

Segunda conclusão: a forma melhor ou pior como se aceita um prémio (ou a ausência dele) consubstancia-se em inúmeras variáveis. A título de exemplo: está-se de boa-fé + é-se capaz de uma boa (objectiva) auto-análise: perfeito. Desde que não em anónimo, confronta-se o júri sobre este ou aquele aspecto e aguarda-se o contraditório. Agora o inverso: está-se de má-fé + não há um mínimo de objectividade mas apenas subjectividade (emoções, ego, etc.). Aqui está "o princípio de todos os males".

Mas também pode suceder que a pessoa esteja de boa-fé mas não consiga essa análise objectiva (repito: emoções, ego, etc.). Penso ser a hipótese mais recorrente, solucionávell pela análise "caso a caso" e com muita paciência (lembras-te bem da conversa no "NB", não lembras, RT - eheheh?).

É fácil de perceber qual a minha posição relativamente a este assunto. Há Tunas em Portugal tão boas musicalmente que apenas necessitam de fluidez na actuação e pouco mais. Com outras já não é bem assim, mas vão conseguindo compensar as lacunas de forma discreta. Depois há outras que… enfim.

Já estou a ver o que aí vem: "Mas uma tuna não é uma orquestra (ou um… "coral") e o que conta é o "espírito". Nada contra: há tantos lares de idosos, tanta casa dos pobres, tanta associação, tanta junta de freguesia a precisar de colaboração (sei-o porque fui abençoado na Secção de Fado com visitas regulares a dezenas). Vão, divirtam-se e divirtam. Mas depois não reclamem com os prémios (curiosamente estes adeptos do "espírito" e que aparentam "dar os prémios de barato" são os que mais fome costumam ter deles) em festivais (se é possível conjugar as duas vertentes? Claro que é!).

Terei todo o gosto em continuar a discussão, mas deixo estes tópicos em aberto porque já deixei aqui um testamento. Isto foi publicado "a quente", pelo que "hadem" perdoar um ou outro erro de "pretuguês".

P.S: quanto a história que relataste no último post, RT, apenas um comentário: "sublime".

 

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R T
responde a EUC_Capacete :

Caro Capacete:

De pé e com encore de 5 minutos de aplauso. Não conseguiria dizer melhor, seguramente. Digno de Editorial neste portal, o que acontecerá em breve, caso assim o permitas, evidentemente.

Um papiro que depositas - citando o nosso Gato^Preto - em prol da comunidade, saiba ela LER de facto o que quiseste exprimir. Um imenso "Bravo" digno do melhor que, porventura, acredito ainda termos nas nossas Tunas - pese tudo o que de mau, pelo que vamos vendo, lendo e escutando, ainda porventura exista. É a derradeira batalha que travo e que tu de forma absolutamente excepcional acabas por ilustrar neste post.


Estendo-te, humildemente, a minha Capa. Assim fica provado que, afinal, somos capazes de nos focar no essencial, primordial, fulcral. Bravo! (agora prepara-te, às tantas ainda vem aí alguém "acusar-te" de teres atropelado um gato em plena via pública nos idos do PREC e, Aqui D´El Rei, que o gato era vermelho....)

Abraços!


Post Scriptum: E acredita, meu caro, que é apenas uma de muitas que poderia aqui relatar a este propósito.....

 

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Gato Preto
responde a R T:

Caro Capacete

Hoje que nos deixou um dos nossos, não deixo de me confortar, com a velha citação de que há sempre alguém que ocupa o lugar do que partiu...

Muito bem Capacete, fazes-me sentir que a evolução é dinâmica e que já não te confinas espiritualmente apenas a Coimbra e à EUC. Sentes e respiras Tuna, e penhoradamente entregas a tua qualidade a todos aqueles que procuram o conhecimento e a partilha com "estranhos" como pilar quase Messiânico do caminho para a troca de conhecimento como enriquecimento do saber e do carácter.

Quando estes pesos pesados da cultura associativa, grandes Tunos, enormes companheiros e amigos te aplaudem efusivamente, sinto a correr pela pele o arrepio de saber que valeu a pena voltar e não vos abandonar ao tirocínio. Não nego que me assalta alguma ciúmeira. Já não sou a única voz credível da SF/AAC e da EUC...hehehe.

Boa puto, estás lá.

O nosso Costa Brava ficaria feliz ao ler-te.

Abraço

p.s. - Um pequeno favor. Diz a esse senhor que tem um nickname com duas letras separadas por dois pontos, que use outro animal que não o gato para pintar as suas metáforas...LOL.

 

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EUC_Capacete
responde a Gato Preto:

Carísssimos RT e Conquistador:

Agradeço humildemente - mas sem falsa modéstia, que detesto - as vossas simpáticas palavras. Esta era uma ideia que “já cá andava" há algum tempo: a “pausa" no “estudo" pareceu-me a desculpa perfeita para a escrever.

Caro velho Gato:

Sabes bem como te agradeço tudo o que ajudaste a nossa geração a construir. Acho que o Costa Brava teria gostado bastante de nos conhecer melhor (e sabes bem do que falo), já que sempre se assumiu como Tuno, alegre e despreocupadamente. De resto, já me conheces: “vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar", eheheh.

Cumprimentos a todos!

 

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J.Pierre Silva
responde a EUC_Capacete :

Leitura obrigatória antes de qualquer certame, a constar dos progrmas e livrinhos, a ser lido pelso apresentadores antes de cada tuna actuar, a correr em rodapé no telejornal, a ser ensinado nas cátedras universitárias e a ser afixado em letras garrafais nas salas de ensaio de cada tuna.

Não diria melhor.
Parabéns!

 

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R T
responde a Gato Preto:

Meu caro Gato^Preto:

E é o mais preciso dos bens institucionais e até mais alé, de alcance humano, que uma Tuna, seja ela qual seja, consegue legar: a passagem do testemunho de forma devida, elevada, contextualizada mas efectivamente transmitida. Infelizmente, o que se vai legando de geração em geração nao são estes valores mas antes outras coisas, posturas, hábitos que de nada têm de construtivamente evolutivo, numa sequência temporal que, percebendo os diferentes tempos, não deixa hipotecar ainda assim o que realmente interessa relevar.

Basicamente, é a diferença entre o "Código Da Vinci" e o "código de Avintes". Lamentavelmente, a maioria trasmite aos seus...boroa....sem côdea.

Abraços!

 

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André Pereira
responde a EUC_Capacete :

Caro Capacete,

Não te conhecendo pessoalmente, deixa-me só dizer o seguinte:

BRAVO!!!

Um grande abraço de Matosinhos para Coimbra.

André "Jacaré" Pereira

 

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Celso Albernoa Pereira
responde a R T:

Caro RT,

As armas e os barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados
Passaram ainda além da Taprobana


Com o debate que houve aqui relativamente ao primeiro post, e a lúcida análise de alguns comentunadores, fico com a sensação que realmente se navegou por esses mares e que fomos muito além da Tunaprobana, quiçá edificar um novo reino.

P.S : Não bebo "lágrimas", só médias.


Cumprimentos,



 

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R T
responde a Celso Albernoa Pereira:

Pronto, seja. Ofereci as "minis" com todo o gosto mas pronto, manda-se vir médias.....

Deixo, por fim, um dos melhores momentos da cinematografia de sempre, que gosto particularmente, e que às tantas até ilustra toda esta temática - dependendo, claro está, do ponto de vista que se tome.....

Abraços!

 

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R T
responde a R T:

...Reparem nos semblantes do "Jurado"....e o público então, a aproximar-se do "palco", pé ante pé....:)))

 

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Magrinhocb Martins
responde a Celso Albernoa Pereira:

já há muito tempo que não vinha ao PT, e dou logo de caras com discussões e estas coisas todas, mas anda tudo maluco? deixem-se de mesquinhices meus senhores, afinal andamos todos para o mesmo, ou não?

Viva as Tunas

Saudações Académicas

Magrinho

(anda tudo arreliado, deve ser do calor!)

 

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Celso Albernoa Pereira
responde a Magrinhocb Martins:

Caro Tuno,

Vens tarde, esta banda já passou e por entre outras coisas, também se cantaram coisas de amor.


Saudações Tunantes,

 

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