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Magna Almatuna - Tuna Mista do Instituto Piaget - Campus Académico de Almada

Portugal / Setúbal > Tunas Mistas

Magna Almatuna
Tuna mista do Instituto Piaget de Almada

Por entre capas e batinas, uma vontade renascia. Por entre gestos e murmúrios uma voz já se sentia. E nos corredores do esquecimento, da nossa mui nobre faculdade, eis que das cinzas profundas do desalento renascia a…Magna Almatuna.

Por entre as Capas Negras de Almada, mais uma família se construía. Eram os rostos alegres de quem queria entoar bem alto o significado do Espírito Académico e para sempre ficar na história do Instituto Piaget de Almada. Assim, no ano lectivo 2002/03, a vontade veio ao de cima. Conta-se que por vontade de uns quantos rapazes, o conceito de Tuna Académica voltou a ter lugar cativo nos corredores perdidos do tempo. Os ensaios iniciaram-se, as melodias soaram e a viagem começou…

Por entre copos e guitarradas, muitas festas e noitadas, a Magna Almatuna lançou-se na misteriosa e mágica estrada do mundo encantado das Tunas. A sua primeira paragem foi no distante Instituto Piaget de Arcozelo (Vila Nova de Gaia), em 07/03/2003, no Festival ENTUNA II – Encontro de Tunas de Gaia, onde acabou por conhecer a mui nobre Dominatuna – Tuna Feminina do Instituto Piaget de Arcozelo que mais tarde viria a ser sua Tuna Madrinha, no dia 22 de Março de 2003 em St. André.

A Magna Almatuna, que não só dispunha o desejo de viver o seu momento, vivia na altura toda uma amizade criada entre os seus elementos – um verdadeiro sentimento de família que partilhava e partilha ainda hoje. A Viagem que começara por terras almadenses e que cedo se espalhou de norte a sul do país, trouxe na bagagem uma Tuna menina, que em passinhos de bebé se fez generosa.

Para começo, a Magna Almatuna remeteu-se a elogiar as demais Tunas de Portugal, dedicando o seu tempo a músicas tão conhecidas como a «Pilinha», o «Beijinho», a «Madalena», as «Capas Negras», «Toda Nice» e a «Marcha do Caloiro». Tendo apenas, na altura, um original. A nossa Serenata – instrumental da autoria do seu Maestro, um dia intitulada como, «Palavras de Amor ditas em Silêncio». Hoje, a Magna Almatuna conta já com o seu reportório de originais, no qual inclui alguns arranjos musicais de temas bem conhecidos.

A mágica estrada das Tunas, ainda desconhecida, depressa se encarregou de levar esta Tuna a correr os quatro cantos de Portugal em voos mais altos. Cedo a cabeça dos novos Tunos de Almada despertou para uma realidade até então desconhecida, mas que depressa se transformou numa forma muito própria de vida. E que estranha forma essa.

Para além de um espírito que une o grupo em torno da música, a Tuna é e sempre será, uma escola onde se aprende a viver sonhos e paixões. A Saudade daqueles que partiram por forças maiores, jamais será esquecida. A memória desses perdurará sempre nas sombras de nossas Capas.

A Magna Almatuna continua por isso firme no espaço que já conquistou, sempre de olhos postos no horizonte. Sem nunca esquecer a vontade que um dia a formou, luta e lutará sempre pelo seu lugar ao sol. A viagem segue, pois o bilhete é apenas de ida, naquela que é a nossa estrada, naquela que é a estrada das nossas vidas. Magna Almatuna.

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